Voce a Luz do meu Viver

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O que está escondido em vossos corações faça aflorar, dai-vos o vosso silêncio e a vossa paz.

Inserida por Rita1602

O verdadeiro servo é aquele que faz sem esperar nada em troca. O vosso feito só terá valor perante aos olhos de Deus.

Inserida por Rita1602

Quando reconhecemos nossos erros, purificamos nossa alma e alegramos nosso coração.

Não basta investir em publicidade é preciso elaborar uma estratégia única.

Quando somos jovens, saímos pelo mundo, um mundo muito diferente daquele onde vivíamos com nossos pais, pelo menos para os felizardos entre nós que ouviram contos de fadas e histórias de príncipes e castelos encantados.
Então, começamos a encontrar egoísmo, incompreensão, agressividade e falsidade. Tentamos nos defender e preservar nossa inocência, mas a injustiça, a violência, a superficialidade e a falta de amor continuam a nos assombrar. E nosso espírito, em vez de espalhar luz e felicidade ao redor, começa a recolher e se ocultar no fundo de nós. E chega o momento que o mundo com o qual sonhamos em nossa juventude começa a tremer diante do avanço implacável da realidade. Existem aqueles que, neste ponto, descartam seu tesouro de sonhos e ancoram suas vidas na segurança ilusória do pensamento racional. Viram indivíduos sérios, que adoram números e rotinas, que, por sua vez, lhes dão uma aparente segurança. Entretanto, como a segurança nunca é abrangente, eles jamais conseguem ser felizes. Então começam a acumular posses, mas sempre há algo faltando. Possuir coisas não os torna felizes, pois os afasta da simples existência. Eles valorizam os meios e não os fins.
Pensar que a felicidade depende de se possuir alguma coisa é uma autoilusão reconfortante. Como depende de ter e não de ser, buscamos algo que está fora de nós. Assim, não precisamos olhar para o nosso interior, de acordo com essa forma de raciocínio, podermos ser felizes sem mudarmos nossa maneira de ser. Basta obter isso ou aquilo.
Aqueles que buscam posses, geralmente estão atrelados ao futuro, nunca aproveitam o presente.

Não perca o seu tempo lembrando das coisas ruins que aconteceram no passado. Lembre-se de olhar para frente sempre, pois só desse jeito conseguirá enxergar o caminho, que te levara de volta para os braços da felicidade.

Ainda que o sistema do trabalho, massacre nosso romance pela vida em coletivo ideal, temos que forjar conosco mesmo, a possibilidade de mudarmos, tendo como caminho, a positividade e resistência.

Acredite no amor, e acreditarás na felicidade. Acredite em homens bons, em fadas e magos e de fato crerás na esperança.

MASMORRA (soneto)

A vida expira assim como os ventos
Tal a dor e alegria do pensamento:
Fugaz, vagos clarões, sentimentos
Nas venturas, ausentes, eu invento

Vidas que não tem vida, lamentos
De pó, para o pó somos momento
Em vantagens e em detrimentos
Num sopro espalhado a portento

Mas, as sensações sem ter vida
Desengana, extermina e alucina
São almas vazias, e com rancor

Calam as quimeras, põe de saída
A ilusão, numa inércia assassina
Expropriando o coração do amor!

© Luciano Spagnol - poeta do cerrado
30/01/2020, 09’35” – Cerrado goiano
Olavobilaquiando

FIRMAMENTO (soneto)

Por tantos amores, desvairado e descontente
O teu, eu reconheci naquele exato momento
Pois, o meu coração, ficou aflito e diferente
E, que estaria no meu constante pensamento

Que ainda agora mesmo, no peito, és presente
Em um arfar, infinito, suspirante e tão violento
Que sei que ali, havia amor, que a alma sente
E que aquele “oi”, seria para gente, portento!

Piedoso Bragi, que a minha solidão sentiste
Na poesia deste bardo, que havia sofrimento
Agora, inspirai as boas sortes não pungentes

E que então o poeta seja alegre, e não triste
E que caia sobre ele a ventura do firmamento
Com as rimas apaixonadas e beijos ardentes

© Luciano Spagnol - poeta do cerrado
10 de janeiro de 2020 - Cerrado goiano
Olavobilaquiando

MY BLAME (soneto)

Imagino às vezes diferente, os amores
Que deliciei atado em trabalhoso laço
Penso no que fiz e o que não mais faço
Levado pela brisa do avezar com dores

Penso nos tão verdadeiros sofredores
Dos quais, eu, sou apenas um pedaço
E no abraço dos que deixei por cansaço
E nunca mais pude mandar-lhes flores

Imagino os que fiz ter momentos infelizes
Onde não tive raízes, e então tão dispersos
E, no peito deixei-lhes com ásperas cicatrizes

Penso nas escritas, ditas: - exclusivos versos
Se na verdade eram sentimentos aprendizes
Com lados de bondades e quinhões perversos

© Luciano Spagnol - poeta do cerrado
11 de janeiro de 2020 - Cerrado goiano
Olavobilaquiando

CONTUDO

Contudo vai haver um poema rimando tudo de mim
Contudo vai haver um eco ressonando tudo de nós, assim,
Tenho pressa
Tanta coisa, nada, o fim
Tudo interessa
A lua, as estrelas... enfim,
A lágrima que rola que me resta
Neste novelo de: não e sim
Me basta um olhar pela fresta
Do amor, inflamando outro estopim.

© Luciano Spagnol - poeta do cerrado
Fevereiro de 2015 - Cerrado goiano

NOITE AFORA (soneto)

Como a secura no cerrado, sombria
A saudade, arde no peito desolado
Que dói, corrói, num olhar maculado
De agonia, e sentimento em romaria

Tão horrenda é a ausência de alegria
A luz do dia, neste silêncio privado
Ecoa em brado, no coração fechado
Causando ilusão enganosa e fantasia

Assim, entre as tristuras, essa poesia
De canção queixosa, chora e tão cheia
De espera, na insônia pela noite afora

Palpita melancolia, repleta de ousadia
Na lembrança que devasta, incendeia
Equivocando o sono, perdido na hora

© Luciano Spagnol - poeta do cerrado
20/02/2020, 04’52” - Cerrado goiano
Olavobilaquiando

BENVINDA MANUELA (soneto)

Quando a primeira vez revelaste pra vida
Do amor acordaste, em devoção inteira
- Dentro do coração do desejo foi parida
Desabrochando o afeto da filha primeira

Com olhos rasos d’água suspirou o dia
Em anunciação, emoção, em alto volume
Nasce tu, criança, a flor de toda a alegria
Tal como as rosas, de aveludado perfume

E no zelo, por onde a ternura aí passar
Tão esperada, ó anjo pequenino, estrela
Tu, quem veio mostrar como é bom amar

Foi assim que se fez a admiração bela
De modo em nossa existência a brilhar
Benvinda, querida menina: - Manuela!

© Luciano Spagnol - poeta do cerrado
19 de fevereiro de 2020 - Cerrado goiano
Olavobilaquiano
❤ nascimento da minha sobrinha neta Manuela Naves Abraham

TEU NOME (soneto)

Deixa a vida com sua sina, enfim devasse
A tua solidão que é o teu maior lamento
Que tem a dor calada no teu sentimento
Todo a angústia que sente se mostrasse?

Chega de engano! Revela-te o ferimento
Ao universo, defrontando-a sem repasse
Ao coração, que já lágrimas tem na face
E suspiros nas noites num pesar sedento

Olha: não suporto mais! Ando cabisbaixo
Deste sofrer, que o meu amor consome
De senti-te sozinho no peito tão imerso

Ouço em tudo o silêncio, golpe baixo
Do desejo. Que vive a calar o teu nome
E insiste em recordá-lo no meu verso

© Luciano Spagnol - poeta do cerrado
23 de fevereiro de 2020, Cerrado goiano
Olavobilaquiando

O olhar que hoje me julga
Será o mesmo que verá minha Vitória
A boca que hoje espalha fofocas
Será a mesma que espalhará minha glória

"Não seja como um copo quebrado, que além de não servir para mais nada, machuca quem o toca".

"Sua vida não vai mudar se ficar sentado no sofá comendo bom bons".

"O básico todo mundo faz, o impossível é para os fortes".

"Agora podemos chorar, mas não de tristeza, e sim de felicidade, por notar que até mesmo onde há escuridão, uma pequena luz pode brilhar".