Voar como um Passaro Ate seu Coracao
Não seja como pássaro de gaiola...
O céu é grande demais para ficar preso a paradigmas e opiniões alheias de quem nunca lhe ajudará se perder suas asas.
Seja corajoso e experimente vôos cada vez mais altos. Aprecie o perfume das flores, o frescor da sombra das árvores e o gosto da liberdade... Apenas seja prudente e tenha cuidado com os "estilingues" que ainda existem. E caso você não saiba como fazer, fique tranquilo. Sempre haverá outro pássaro enviado por Deus que pousará em sua janela, para lhe ensinar como é bom aprender a voar e ser livre!
Andei, busquei...
Sobrevoei teu sono
Como pássaro encantado
Sobrevoando oceanos profundos
Sobre dunas entre pingos de chuva
No mais profundo azul
Por não ter aonde ir
Seguindo tuas pegadas
Nas areias dessa praia
Meu coração tocando como pêndulo
Um lamento dessa busca...
Onde encontra sentido
Nos teus olhos violeta
E nos seus beijos de amor...
Desejos
Quero me sentir livre:
Como o pássaro que vôa.
Quero ter coragem:
Como a onça que ataca.
Quero ser bela:
Como a lua que encanta.
Quero ser quente:
Como o sol que aquece.
Quero ser divina:
Como o amor de Deus!
Hoje sou como pássaro livre, desprendida das rimas
Descobrindo, redescobrindo
Inventando, reinventando...
Como um artista a desenhar um quadro,
Nesse momento eu me desenharia como um pássaro a voar em um céu ensolarado com pingos finos de chuva.
BATEU A SAUDADE
Da vida na fazenda daquele tempo criança
Subia em árvores livre como pássaro
Tirava frutas chupava ali mesmo
Assanhava os passarinhos
Espantando dos seus ninhos...
Brincava de esconde, esconde.
Colecionava formigas andando nos troncos
Pareciam fileirinhas de carros
Com pressa de chegar a algum lugar
Ou com medo que pudesse lhes pegar...
Bateu a saudade das travessuras
Quando pulava a cerquinha brincava na rua
Sentava na praça tomava sorvete
Lambuzava-se comia pipoca
Voltava pra casa fingia ser inocente...
Ralhavam-me, nem ligava,
Dormia tranquila parecia carente
E logo que o sol raiva tudo voltava
A gente esticava as horas
Assim o dia não acabava apressado...
Como pássaro viajo
Livre, leve...
Tocando
Indo, voltando !
Como pássaro canto
Os verdes
Olhos castanhos
Voo de um lado
Voo para o outro
Cantando
Versos, rosas...
Sonhando.
Eu não nasci pra pássaro de gaiola,
Meus pensamentos me libertam,
Assim como minha fé em Cristo,
Vivo pelo amor, dAquele que me criou,
E com amor, para liberdade.
Tenho a consciência de poder viver em qualquer canto,
Tenho poder de escolha e força pra vencer,
Eu escolho!
Aprendi que reclamar não adianta,
É um tropeço.
Ainda existe essa pedra no meu caminho,
Mas o reconhecer é o início do alterar,
Isso quando se quer,
Pois, fácil é dizer sou assim e sobreviver,
Eu prefiro me moldar,
Transformar e mudar.
Sou um eu em constante mudança,
Reconheço e fito minhas falhas,
Afim de encomoda-las até saírem de mim,
Viro-me do avesso, me reconheço e,
Mas, diversas vezes me esqueço,
Sei o que quero e o que não quero,
E sei que posso ser o que quiser,
Pois, sou guiada por consciência,
Não pelo sentimento,
O coração ilude,
A palavra do meu Deus,
Desmitifica.
Por fé, por amor a Cristo.
Liberdade eu vivo.
Letícia Del Rio.
27/12/16.
Eu sou como esse pássaro
Sem cama
Sem berço
Sem ninho
Sem zunido sem medo
Mas tenho cores
Tenho cheiro
Sou vivo
Sou bonito
Sou esperto
Mas carente
Sinto frio e calor
Não me canso
De olhar
O mundo cor de rosa
As peta'las das flores
Que caie em meus pês
As folhas são ninho
Que a colhe e alimenta
Me deleito nessa terra
Me encanto
Me adentro
Me espanto
Tantas vezes já cai
Tatas vezes levantei
Uma hora vou fincar
Os meus pês num só lugar
E ai vou plantar
Vou colher
Vou sorrir
E vou chorar
Se chorar de alegria
Se sorrir de feliz
Maria
seja feliz, contagia alguém com sua felicidade.
assim como os pássaro. que antes do dia clarear já estão cantando pulando voando...
Busquei alegria momentânea...e acabei encontrando...mas como pássaro novo, acabei caindo por não ter experiência em voar...
Sentimento de perda
Sentir era bom
Quando o pulsar do peito
Era vital como hábil pássaro
Que canta alegrías
Mas perdi o canto
O apreço por amor
Tornei um ser frio
Um coração de Pedra.
Kaike Machado
Trabalho ruim,casamento desgastado e idolatria à religião,são como viver como pássaro na gaiola sem saber como é o mundo.
O alpiste com que alimentamos o pássaro preso na gaiola é como que fosse o pagamento pela renúncia da sua liberdade submetido à humilhação do cativeiro, mas que nada o compensa, pois ele já tem o campo como morada e o céu sem limite de espaço para voar.
Há um modo profundo de se ser que fica vivo por baixo de todos os vernizes que nos aplicaram e que nos impede de avançar pelo caminho mais curto já desbravado, balizado e pavimentado?
Há coisas que nos trazem boas e ruins recordações pelos insondáveis caminhos que provocam uma forte inquietação nos alicerces dos nossos sentimentos, estimulando-nos o plasma do delírio, no sentido de tudo querer dizer, ficando tais sensações desses tempos vividos e sentidos em nossas vidas.
Podem me chamar de ingênuo, mas é assim que imagino o meu jardim cultivado de flores raras: quanto mais colorido e perfumado, mais belo será o mundo em que vivemos. E é através da simplicidade que conseguimos o belo que nos enche os olhos e nos leva ao enlevo da vida.
Às vezes, decidimos embalados pelo aplauso alheio e não convictos de que conhecemos o templo da nossa alma, o museu de nossos sentimentos, agindo por emoções de nossas verdades que se escondem por detrás da porta cerrada, muitas vezes sobre os sacrifícios dos mais fracos, vantagem que não nos vale a pena usufruí-la quando obtemos.
O pássaro e o amor
Debruçada na janela, como fazia todos os dias, a moça apreciava o pássaro que ia bebericar água com açúcar, cuidadosamente trocada todos os dias, com a intenção de que ele retornasse.
Às vezes pensando em fazer o melhor e seguindo apenas a intuição, pessoas acabam prejudicando, pois o pássaro necessita de alimentação balanceada, não de açúcar refinado ao qual não está adaptado.
Se extasiava com a visão dele batendo as asas quase parado no ar, realmente era muito lindo de se ver.
Depois de vários dias ela achou que já se conheciam e que ele ia ali por amizade ou mesmo amor.
Ela sabia que pássaros reconhecem e identificam pelas roupas que vestem, pessoas perigosas ou inofensivas, assim usava sempre a mesma para que ele não se assustasse e deixasse de vir alegrá-la com aquele espetáculo.
Para tanto comprou roupas iguais uma para cada dia da semana.
Falava com ele, sabia que não há diferença entre o canto de alguns pássaros e a fala humana.
Muitas vezes pousava bem próximo ao seu braço no parapeito da janela. Parecia haver uma admiração mútua.
Um dia ficou triste, chorou ao pensar que ele poderia não aparecer mais.
Resolveu então colocar a bebida favorita do pássaro dentro de uma armadilha e num gesto de extrema crueldade o aprisionou, pensou que desta forma o teria para sempre.
Alimentado só com água açucarada começou a mudar seus hábitos, passou a ficar parado no fundo da gaiola com aparência enfraquecida, entristecida.
A moça resolveu então soltá-lo. Voou com certa dificuldade e nunca mais voltou.
Resumo: Não prenda ou sufoque quem você ama, pois seu amor pode reaprender a voar e nunca mais voltar.
aferi
QUE COR
Ela nem viu quando eu passava.
Apesar de tudo eu já te amava.
Como o pássaro na árvore.
Tô esperando uma chance sua.
Minha juriti.
Da um sorriso da pra mim.
Pra complicar a minha vida.
Ela sorrir..
Com o sorriso mais lindo que existe.
Eu vi nascer o amor.
Te presente te doou uma flor…
Que cor. que cor. que cor.
Pra mim.
Que cor. Que cor. Que cor.
Toda noite vai ser assim…
Poeta Antonio luis
QUE COR
Ela nem viu quando eu passava.
Apesar de tudo eu já te amava.
Como o pássaro na árvore.
Tô esperando uma chance sua.
Minha juriti.
Da um sorriso da pra mim.
Pra complicar a minha vida.
Ela sorrir..
Com o sorriso mais lindo que existe.
Eu vi nascer o amor.
Te presente te doou uma flor…
Que cou. que cou. que cou.
Pra mim.
Que cou. que cou. que cou.
Toda noite vai ser assim…
Que cou. que cou. que cou.
Pra mim.
Que cou. que cou. que cou.
Toda noite vai ser assim…
Poeta Antônio Luís
"O homem é como o pássaro dentro de uma gaiola, que lutará batendo as asas em meio ao vento; na incapacidade de se libertar; até que alguém o liberte, não necessariamente algo, à menos que este use."
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