Voar como um Passaro Ate seu Coracao
Como cantou Renato Russo: “É um não contentar-se de contente. É cuidar que se ganha em se perder. É um estar-se preso por vontade […]”
São tantos questionamentos, tantas perguntas soltas, tantas dúvidas doídas, tantas respostas vãs. Viver é uma escolha ousada e paciente. Passamos anos cruzando medos com coragem, lançando esperanças e ganhando força, travando batalhas e dissipando pesares.
Assisti recentemente ao documentário: “The story of us” com Morgan Freeman, e especialmente no episódio 3, que fala sobre o poder do amor, eu me senti envolvida pelas diferentes – e de certo modo semelhantes – histórias. Retratam casos de pessoas que movidas por uma força sem tamanho, são capazes de mudar destinos de desconhecidos, de ressignificar dores, de permitir a própria felicidade e de outras pessoas por acreditarem e optarem por um caminho, ora torto, e tão belo que é o do amor.
O amor é capaz de tudo suportar, de fazer confiar, de intensificar propósitos, de inspirar vidas, de mostrar que, com a união em busca pelo melhor, do outro e do mundo, seremos melhores para nós mesmos. Que não existem limites, barreiras e nem questões vagas quando nos permitimos responder com amor. Guerras tornam-se desprezíveis, os valores nobres, as buscas outras.
Quando percebemos que não se trata de um sentimento, e sim de um modo de vida, que transpira movimento e realização – deixamos de tantas expectativas e indagações.
O amor é capaz de remover capas, desnudar reservas, desmistificar poderes, enlaçar distâncias e converter resistência. Porque mostra um caminho incerto, mas sem possibilidade e nem desejo de regresso. Escancara sensibilidades, aprimora nossa irmandade e corrobora a compaixão. Como cantou Renato Russo: “É um não contentar-se de contente. É cuidar que se ganha em se perder. É um estar-se preso por vontade” […]
No documentário, o amor foi confiado por quem apostou sem garantias, quem insistiu por incontestabilidade, quem se dedicou sem medida e quem fez muito com o pouco que dispunha, sem esperar por nada. E talvez seja realmente isso que seria capaz de sacudir a humanidade. A caçada por paz, o rastreio da felicidade, a investigação dos porquês; passam de perseguição para desprendimento, de prisão a desapego, de indignações a entendimento. Qualquer que seja a pergunta, amor é a resposta.
Sem precisar separar afeto de caridade, sem necessidade de defender o sagrado do profano, nem contextualizar escrituras ou destrinchar versos de Camões, tenho que concordar com as estrofes de “Monte Castelo”, por perceber que tão simples e atemporal é o amor. Tão presente e silencioso, tão misericordioso e valioso. Tão grande e poderoso…
Como um dia foi dito, há dois tipos de cavalos: De exibição, e de trabalho... Do mesmo modo há entre os homens aqueles que aparecem à olhos vistos falando e gesticulando com sorrisos largos e expressões bravias, e os silenciosos operadores do destino... Ao observarmos notamos que há um sistema estruturado pronto para repetir as fórmulas de funcionamento, para o que é preciso tolerar e seguir adiante... As pessoas são programadas do início ao fim para agirem de acordo com as verdades eleitas sem contestação, porém no decorrer do processo é impossível proibir questionamentos, apesar do esforçado método de opressão... Muitas vezes o incômodo será expurgado. O fato é que na base da pirâmide civilizatória, falta material para a construção do bom alicerce. A matriz fragilizada nunca suportará o peso das verdades robustas, nobres e honradas. O homem social que por vezes esforçar-se em superar a própria mediocridade, irá frustrar-se mediante aos inúmeros fracassos de resultado, acostumando com o erro... Para o agravamento da questão ocorre ainda, odiosa rejeição sobre os temas mais importantes inerentes à humanidade, desprezados pelos homens-infantis que se confortam com o muro invisível da segurança subjetiva e imaginária.
E a vida segue num tanto...
Que nem se percebe.
Como um chuvisco de leve efeito que percorre-me o corpo.
Sem a audácia.
Sem noção.
Sem ao menos o aviso de invasão
Simplesmente vida que segue.
Ao relento no vento sem tempo ou com tempo.
Qual de nós saberá enfim.
COMO SE TORNAR RICO
Tende cuidado e guardai- -vos de toda e qualquer avareza; porque a vida de um homem não consiste na abundância dos bens que ele possui. —Lucas 12:15
Acho interessante que Jesus tenha ensinado mais sobre dinheiro do que qualquer outro assunto. E Ele não estava tentando esconder o tesouro. Tanto quanto sabemos, Ele não pediu uma oferta sequer. Ele ensinou extensivamente sobre este assunto, porque nada obstrui mais rapidamente as nossas artérias espirituais do que o dinheiro — ao trabalharmos para ter uma fortuna ou ao desejarmos obtê-la.
Pense no homem que descaradamente pediu a Jesus: “Mestre, ordena a meu irmão que reparta comigo a herança” (Lucas 12:13). Incrível! Ele teve uma chance de “acertar em cheio” com Jesus, mas ao invés disso ele queria ter bolsos cheios.
Jesus respondeu com uma afirmação chocante, um contrasenso: “Tende cuidado e guardai-vos de toda e qualquer avareza; porque a vida de um homem não consiste na abundância dos bens que ele possui” (v.15). Ele então prosseguiu contando a parábola do homem rico que era muito bem-sucedido do ponto de vista humano — fez muitas colheitas e precisava construir celeiros cada vez maiores — mas que, aos olhos de Deus, era na verdade um “tolo”, não porque era rico; mas porque ele não era rico em relação a Deus.
Você ouvirá muitos conselhos sobre como se tornar rico. Mas somente Jesus nos aconselha diretamente. E não nos aconselha sobre o dinheiro, mas sobre a riqueza do nosso relacionamento com Ele e a alegria de transformar nossa avareza em generosidade. —JMS
Aprender a ser rico em relação a Deus rende dividendos eternos. Joe Stowell
AJUDA COM UMA REBATIDA
Servi uns aos outros, cada um conforme o dom que recebeu, como bons despenseiros da multiforme graça de Deus. —1 Pedro 4:10
Sara Tucholsky, uma jogadora de softbol de uma universidade americana fez a primeira rebatida perfeita da sua vida numa partida contra o time de Washington. Mas ela quase ficou sem receber o crédito por isso. Enquanto ela corria entusiasmada para a primeira base, perdeu a bola! Quando voltou para corrigir o erro, feriu seu joelho. Chorando, ela se arrastou de volta à base. Conforme a regra do jogo, ela tinha que tocar pessoalmente todas as bases para validar o ponto. As colegas da equipe não podiam ajudá-la, de forma alguma.
Então, Mallory Holtman, a primeira batedora do time adversário, gritou: “Estaria tudo bem se nós a carregássemos até as bases?” Depois de verificar, os árbitros concordaram. Sendo assim, Mallory e outras colegas da equipe fizeram uma “cadeirinha” com as mãos e levaram Sara carregada para contornar as bases. No momento em que acabaram de carregá-la, muitos estavam chorando, por este ato altruísta de compaixão e Sara recebeu os créditos pela sua rebatida.
A lição para os seguidores de Cristo é clara. Quando um irmão na fé tropeça e cai, precisamos seguir o exemplo destas jogadoras. Alcançá-los. Levantá-los e carregá-los pelo caminho. É uma oportunidade maravilhosa para “servir uns aos outros […] como bons despenseiros da multiforme graça de Deus” (1 Pedro 4:10). —DCE
Ninguém será inútil neste mundo, se aliviar o fardo de outra pessoa. —Charles Dickens David C. Egner
"Não sou poeta e tão pouco escritor, sou mais um mensageiro dos anjos ,nomeado como o Pensador, que escrevo e divulgo o que vem na inspiração sem nenhum temor e muitas vezes como eterno sonhador."
Crianças e Discípulos
Como o movimento vaivém de um relógio, cada nova geração reage como um pêndulo aos “pecados dos seus antecessores”. Por mais gratos que sejamos pelos bens que herdamos, estamos prontos a “corrigir” as falhas que enxergamos em nossos pais.
Parece-me que isto está ocorrendo pela maneira como uma geração emergente enxerga a salvação e o crescimento espiritual.
Muitos jovens seguidores de Jesus acreditam que, no passado, dava-se muita atenção em ajudar outros a “serem salvos” através da decisão de receber a Cristo como Salvador. Nos dias de hoje, uma jovem e crescente comunidade espiritual prefere pensar em tornar-se um discípulo de Cristo. Ao invés de focar-se no livramento de um futuro julgamento, esta geração emergente vê a necessidade de submissão de todas as áreas da vida à influência e controle de Jesus como Senhor.
A nova perspectiva é importante. Muitos jovens evangélicos atuais cresceram em igrejas que não enfatizavam “discipulado” e “vida no reino”. Esses jovens reagem contra uma geração que se preocupava mais em ajudar outros a prepararem-se para a eternidade, do que em atender as necessidades de suas vizinhanças.
Na verdade, no entanto, os pais e avós dos jovens evangélicos de hoje estavam reagindo ao liberalismo e ao evangelho social da geração que lhes era antecedente. Seus esforços para esclarecer a necessidade de uma fé pessoal em Cristo e de crescimento na esperança da promessa do Seu retorno, os tornaram desconfiados por qualquer preocupação social ou ambiental.
Agora, novamente, o pêndulo está oscilando em outra direção. Em reação àqueles que veem a salvação como uma decisão de fé do tipo “uma vez salvo sempre salvo”, muitos jovens evangélicos discutem sobre o significado de trazer as necessidades de nossos vizinhos a Jesus. Ao invés de enfatizarem uma “decisão” de receber a Cristo, falam de um processo e jornada de fé que desvia nosso olhar do futuro para o presente; ao comprometimento com a cultura, não com a separação, e de ser salvo para a eternidade com o objetivo de trazer algo do eterno à terra.
À medida que são feitas as correções necessárias, é importante não perdermos algumas distinções muito claras que as prévias gerações já tinham alcançado.
Qualificações para os Discípulos — Jesus deixou bem claro que Ele pedia aos Seus seguidores que fizessem mais do que simplesmente decidir crer que Ele era o tão esperado Messias e Filho de Deus. Ele disse: “O discípulo não está acima do seu mestre; todo aquele, porém, que for bem instruído será como o seu mestre” (Lucas 6:40).
Ele disse, “E qualquer que não tomar a sua cruz e vier após mim não pode ser meu discípulo. Pois qual de vós, pretendendo construir uma torre, não se assenta primeiro para calcular a despesa e verificar se tem os meios para a concluir?”(Lucas 14:27-28)
Seguir Jesus envolve mais do que simplesmente apreciar as maravilhas do Seu perdão. Segui-lo nos desafia a colocar Cristo, Seu corpo, e Sua missão acima de todos os nossos compromissos naturais com o lar, trabalho e felicidade.
Esta chamada ao discipulado representa o nosso objetivo em sermos à imagem de Cristo, ao permitirmos que o nosso maior desejo seja juntarmo-nos a Jesus em Sua oração: “dizendo: Pai, se queres, passa de mim este cálice; contudo, não se faça a minha vontade, e sim a tua” (Lucas 22:42). Este é o tipo de fé que nos capacita a seguir Jesus em nosso próprio momento e em nosso ambiente de convivência. No entanto, não é este o compromisso radical que nos faz nascer na família de Deus.
O que é necessário para nascer em Sua família — Por mais importante que possa ser o crescimento à semelhança de Jesus, as Escrituras também nos falam sobre a importância de primeiro tomarmos a decisão de confiar nele como Senhor e Salvador. Vemos isto acontecer com um dos ladrões que foi crucificado ao lado de Cristo. Ele não teve tempo para tornar-se um discípulo. O melhor que poderia fazer naquele momento era reconhecer sua própria culpa, voltar-se para Jesus, e dizer, “Jesus, lembra-te de mim quando vieres no teu reino. Jesus lhe respondeu: Em verdade te digo que hoje estarás comigo no paraíso” (Lucas 23:42-43).
Há também o prostrado pecador, que no templo orou dizendo: “Ó Deus, sê propício a mim, pecador!” E Jesus disse que este homem “desceu justificado para sua casa” (ele foi declarado justo aos olhos de Deus, Lucas 18:13-14). Há também o carcereiro de Filipo que clamou a Paulo e Silas, “Senhores, que devo fazer para que seja salvo?” e eles responderam: “Crê no Senhor Jesus e serás salvo” (Atos 16:30-31).
Muitos outros textos acrescentam que: “sem mérito”, e somente “pela fé” nas provisões de Deus para a nossa salvação podemos nascer “na família de Deus” (João 3:16; 5:24; Romanos 4:5; Efésios 2:8-9; 1 João 5:13).
A resposta é por: ambos/e — A salvação pessoal é o alicerce para a nossa fé espiritual e posicionamentos. Somente ao encontrarmos o perdão, a identidade “em Cristo”, podemos encontrar o sentido de segurança e paz que nossos corações almejam.
No entanto, de acordo com o Novo Testamento, o nosso nascimento na família de Deus é o início —, e não o objetivo final de nossa fé.
Tão importante quanto era para a geração anterior esclarecer a decisão sobre a fé salvadora e a esperança de um reino vindouro, a nova geração está correta ao enfatizar as diversas consequências que estão envolvidas em ser discípulo e seguidor de Jesus nos dias atuais.
Paulo não escreveu somente sobre a salvação pela fé, mas também sobre a necessidade de um comportamento que seja: “a fim de ornarem, em todas as coisas, a doutrina de Deus, nosso Salvador” (Tito 2:10). Desta maneira, muitos jovens evangélicos estão tornando visível a sua fé em Jesus. Através de suas preocupações por justiça social e reconciliação racial, demonstram que ouviram o que Jesus falou sobre o Bom Samaritano. Em suas preocupações com o meio ambiente, muitos estão demonstrando que ainda creem que “este é o mundo de nosso Pai”.
Mais uma vez, o desafio será recolocar o pêndulo no centro e pular fora no momento em que as decisões pessoais que envolvem salvação e uma vida de constante aprendizado e atitudes de discipulado estiverem em saudável equilíbrio.
Pai celestial, por favor, ajuda-nos a descobrir o que significa viver como um cidadão dos céus — enquanto demonstrarmos a nossa preocupação e cuidado com nossa geração, assim como o Senhor demonstrou pela geração do Seu tempo aqui neste mundo. Mart DeHaan
Um Amigo em comum
…tenho-vos chamado amigos. —João 15:15
Imagine-se como um visitante em uma terra estranha, comparecendo sem anúncio prévio a uma reunião de pessoas a quem você nunca viu anteriormente e que também nunca ouviram falar de você — e você recebendo permissão para se dirigir a esse grupo apenas alguns minutos após sua chegada. Isso só poderá acontecer se houver algo que quebre as barreiras — como amigos em comum, por exemplo.
Isso aconteceu quando levei um grupo missionário a um culto em Discovery Bay, na Jamaica. Antes de deixar os EUA, meu amigo Dorant Brown, um pastor jamaicano, recomendou uma igreja para visitarmos. Ao chegarmos à igreja, mencionei o nome do pastor Brown. Fomos bem recebidos, fui solicitado a compartilhar uma palavra, e nosso grupo apresentou músicas.
Embora compartilhar o nome do pastor Dorant foi importante, não foi esse amigo em comum que nos garantiu uma recepção tão calorosa. Foi o Amigo e Salvador Jesus, que ambos já conhecemos, quem abriu os corações de nossos amigos jamaicanos à nossa visita.
Você já experimentou uma proximidade com alguém que acabou de conhecer, ao lhe contar que você também conhece Jesus? Ele é um amigo que entregou Sua vida por nós (João 15:13), e Ele transforma em irmãos e irmãs todos os que creem nele (1 Pedro 2:17).
Jesus. Nosso Salvador. Nosso Amigo em comum, une corações ao redor do mundo sob a bandeira do Seu amor.
Aqueles que se aproximam de Cristo, aproximam-se dos outros. Dave Branon
É como se existisse um mundo inteiro lá fora que não conheço, um mundo de descobertas, alegrias e tristezas. Conforta-me saber que sou apenas uma peça em um imenso quebra-cabeça e que não estou só em meus tormentos.
anjos num inferno de vaidade
expressam a luxuria
como as cobaias de um sonho,
sendo abstrato julgo de cada um
o chamado os expulsaram dos céus,
revelante sois singular num ato de perdão,
seu sentido brando morreu para tantos
o verdadeiro se torna o rei das mentiras.
no desfrute do desejo o pecado,
formicado mero sentido em lábios secos,
olhos translúcidos compõem cada ato,
para uma guerra interminável,
sois anjo que tanto amou
em murmúrios deixou o paraíso...
a fome de evoluir paira sobre os homens,
sendo assim fruto do pecado e ambição...
sempre nutrindo suas almas perdidas
num abismo esquecido apenas...
lembranças ferem tanto quando
a falta de perdão, compadece para sempre,
o sofrimento de tantos castigos não tem significado,
pois banalidades espreitam tantas promessas,
sem sentido ou ternura da união eterna.
Poesias são pra mim,
Como um mundo paralelo,
Particular,
Onde me transporto à uma nova dimensão,
Meu pensamento se expande,
As pupilas se dilatam,
Mergulho em palavras,
Dissolvo-me,
Não como fuga,
Sim como reencontro,
Comigo mesma,
Em palavras,
Meu refúgio,
Em palavras,
Meu Mestre tudo criou,
Em palavras,
Transfomo-me em trevas ou luz,
Escolho a luz,
Escolho as palavras de Quem criou as palavras e com elas tudo criou.
Ervas daninhas, como combatê-lad com a gratidão...
Se você fosse parte de um jardim, seria flor ou erva daninha? Muitas vezes teço esta comparação. Os diversos ambientes em que vivemos são como jardins com seu pequeno ecossistema. Neste jardim, podemos ter árvores, flores e também ervas daninhas. Depende de nossa atitude.
Tanto as árvores, flores e as ervas daninhas dividem o mesmo jardim. O sol banha a todos, a água também. Mas os nutrientes do solo tem que ser divididos. Vamos concordar que se houverem muitas ervas daninhas elas vão prejudicar o crescimento das flores e das árvores, pois tomam para si os nutrientes do solo, ou o deixam mais ácido ou básico, incompatível para outras plantas ao seu redor. Este pequeno ecossistema fica prejudicado, certo?
Em nossos grupos de convivência, o sol e a água são o que o ambiente oferece para todos, igualmente. Oportunidades de aprendizagem, de crescimento, de participação, afeto, prosperidade, o ar que respiramos, a casa, escola ou empresa em que nos relacionamos.
O solo e seu nutrientes, entretanto, é o que não vemos. Intangível para alguns, é a energia que cada um emana a todo instante, e que pode transformar-se em um “adubo” ou “veneno” para quem convive no ambiente.
Dentro dos grupos dos quais participamos temos pessoas que atuam como ervas daninhas num jardim. Achamos que se removermos a erva daninha os problemas acabam. Mas não é verdade. Elas voltam a crescer. Hoje usam-se métodos de controle naturais. Pequenos insetos que se alimentam da erva daninha, mas não das flores, por exemplo. Também em nossos relacionamentos – em casa, trabalho, estudos, família – não adianta removermos quem nos incomoda. As raízes estão lá, e voltam. Mas temos um modo de controle natural que você pode usar. Ele se chama gratidão.
Dear love
A cada dia eu penso mais
Se um dia vou ser capaz
De fazê-lo feliz
Como ela faz
Isso me irrita cada vez mais
Ela gosta de demonstrar
Eu não gosto nem mesmo de falar
Tenho medo de me apaixonar
Pois sei que nada entre nós vai rolar
Ele diz que me ama
Ela diz que ama ele
Eu fico confusa
Alguém me ajuda
Não sei o que fazer
Ele diz que me ama
Ela diz que ama ele
Eu fico confusa
Alguém me ajuda
Não sei o que fazer
Não tento ser o herói das histórias que eu escrevo pois sei que sou como um leitor que sente o gosto de cada página de um livro bom, e que a vida é o melhor de todos os livros, a vida é aquele livro que não fica na prateleira pois está sempre a tira colo, e que também acaba sendo um diário onde cada dia se acrescenta uma página e que vai acabar sem ser finalizado de acordo, pelas despedidas inesperadas as quais a vida nos submete.
Não conviva tanto com pessoas "erradas", elas nos dão um intensivo de como ser como elas. Ali na frente nós viramos a pessoa errada. O bom é podemos deixar o melhor e levarmos o melhor e ponto, mas tudo é sobre o que deixamos e não o que levamos.
Temos tendência a prestarmos atenção sempre ao que é ruim. Por isso as dores tendem a nos fazer crescer, mas também podem cristalizar o que não deveria aí serás duro como pedra.
Como se fosse a primeira vez. Esse é um dos meus filmes preferidos.
A mensagem por trás desse filme é incrível. Lucy, a mulher que esquece das coisas todo santo dia, é uma mulher privilegiada quando se trata de amor.
Ela recebe o melhor tratamento que um homem pode dar durante toda sua vida de forma ininterrupta. Todo dia Harry faz de tudo para reconquistá-la; já que Lucy todo dia perde sua memória e lembrança.
Harry estuda métodos para que ele use para acelerar o processo de que ela volte a amá-lo mais rapidamente. Na verdade, até certo ponto. Porque quando ela desperta mais uma vez do zero, vê uma gravação do que já passou e fica num 50% das suas lembranças passadas. E Jack sempre está lá para perfazer o que falta em Lucy.
E quanto aos beijos? Todos os beijos eram como se fossem o primeiro. Sempre era uma novidade. Este momento era sempre tido como uma experiência única; levado a sério; com carinho; não dado por simplesmente dar.
E, depois de tanta insistência de Harry em demonstrar seu amor por Lucy, ela acaba que consegue burlar o seu cérebro e fixa o Harry em sua memória. Ela o dispensa; ele quase vai embora. Quando ele volta para dizer que não consegue dar continuidade na sua vida sem ela, ele vê que ela sempre o desenhou. Mesmo "sem conhecê-lo".
O amor é um raro resultado para a cura do mundo. Único sentimento que sai do abstrato e passa para o concreto.
Assim devemos ser em nossas vidas. Homens e mulheres conquistando e reconquistando o amor de suas vidas.
O amor é a coisa mais linda do mundo!
Nele, vale a pena insistir...
Você é como um oceano, onde eu como capitão do navio quero navegar por essas ilhas e mares desconhecidos!
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