Voar como um Passaro Ate seu Coracao

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A matemática é um instrumento fundamental para mudar o mundo, actuando como base para inovações tecnológicas, engenharia, finanças, saúde e soluções para problemas socioambientais.

A vingança não é um passe garantido porque você também pode sair a perder. É como um jogo de xadrez, cada movimento pode levar a um resultado inesperado. Às vezes, o melhor é deixar ir e seguir em frente.

A vida é um presente precioso, vamos amar sem reservas e aproveitar cada momento como se fosse o último.

Confesso que eu sou um baita de um egoísta, lhe guardo e lhe protejo, como museu do louvre protege a Mona Lisa.

OS LADOS QUE A VIDA LHE DÁ:


1 - Reclamar e reiniciar tudo como em um loop infinito. Você será próspero deste estado.


2 - Ser grato pelas coisas boas que chegam até você, esquecendo Completamente as que não deram certo. DEIXE sua mente vazia, limpar para o Novo habitar. Gere uma imagem mental do que se deseja e seja próspero deste estado.

"Pai… a saudade que carrego é como um rio que nunca deixa de correr dentro de mim.
O tempo passa, as estações mudam, mas a ausência permanece, silenciosa e imensa.
Ainda ouço sua voz nas lembranças, ainda sinto seu abraço no calor de um sonho.
Cada conselho seu ecoa como luz nos meus dias mais escuros,
e cada lembrança é um pedaço de eternidade que guardo com cuidado no coração.
A saudade que sinto não conhece fim,
porque o amor que nos une é infinito.
Enquanto eu viver, você continuará vivendo em mim,
nas minhas palavras, nos meus gestos e na minha história.
Pai, minha saudade é eterna… assim como o meu amor."

"Ansiedade é como um alarme que toca, mas não tem fogo de verdade. O corpo fica cansado, e mesmo sem gritos ou barulho, parece que nada mais consegue ser ouvido."

A minha ansiedade não é apenas um sentimento passageiro…
Ela é como uma sombra que me segue, mesmo nos dias mais claros.
Às vezes, não sei nem explicar o motivo, mas ela está lá —
como uma tempestade silenciosa, destruindo tudo dentro de mim.

A prece de Cáritas não se eleva em gritos nem se impõe em promessas; ela se derrama como um rio manso que sabe aonde vai. Sua beleza está na simplicidade que desarma o ego e na profundidade que educa a alma. Ao pronunciá-la, o ser humano deixa de pedir para ser poupado da vida e passa a pedir para ser digno dela.

Cáritas ensina que o verdadeiro auxílio divino não é a retirada das dores, mas a ampliação da consciência. Cada palavra da prece parece recordar que nada nos pertence de forma absoluta: nem o corpo, nem o tempo, nem as certezas. Tudo é empréstimo sagrado, e a gratidão surge quando compreendemos que até as provas carregam lições silenciosas, moldando o caráter e despertando o amor que ainda não sabíamos possuir.

Há nessa oração uma pedagogia espiritual profunda: aceitar o que não pode ser mudado, agir com retidão diante do que pode ser transformado e confiar quando a razão se esgota. Ela não incentiva a passividade, mas a serenidade ativa aquela que trabalha no bem sem revolta, que sofre sem ódio e que serve sem esperar reconhecimento.

A prece de Cáritas também nos chama à fraternidade real, não idealizada. Ela nos lembra que a dor do outro não é um espetáculo distante, mas um espelho possível do nosso próprio caminho. Ao pedir forças para suportar e aprender, o orante se compromete, ainda que silenciosamente, a não ser instrumento de sofrimento, mas de consolo, equilíbrio e luz.

No fim, essa prece é um exercício de alinhamento interior. Ela recoloca o ser humano em seu lugar justo no universo: nem centro de tudo, nem abandonado ao acaso. Apenas um viajante consciente, sustentado pela confiança, caminhando entre quedas e elevações, certo de que toda experiência, quando atravessada com amor, se transforma em sabedoria.

O amor não começa com um encontro.
Começa antes —
como a luz das estrelas que já morreram
e ainda assim nos alcança.

É uma física invisível,
uma gravidade que inclina os destinos
sem pedir licença às órbitas.
Dois corpos caminhando distraídos
e, de repente,
o universo resolve aproximá-los.

Não é incêndio —
é brasa que aprende o nome do vento.
Não é tempestade —
é maré que entende a lua
e sobe, paciente, pela areia do outro.

Amar é deslocar o eixo do mundo
sem que o mundo perceba.
É dividir o pão e, sem alarde,
dividir também o medo.
É tocar a mão alheia
como quem segura a própria queda.

O amor é um idioma que se conjuga
no plural do futuro:
“nós seremos”.
Mas também é arqueologia —
escava as ruínas da infância,
beija as rachaduras da memória
e transforma cacos em vitrais.

Não há ciência que explique
por que um olhar atravessa
como se abrisse portas antigas.
Nem por que um nome, dito baixo,
possa reorganizar a anatomia do dia.

O amor é um risco.
E ainda assim,
é o único risco
que nos escreve.

Ele exige coragem de mar aberto:
a coragem de não ser ilha,
de permitir que outro continente
encoste em nossa costa
e mude o desenho dos mapas.

Há quem o confunda com posse —
mas o amor não aprisiona:
ele sustenta.
Não amarra:
ancora.

Amar é aceitar
que o outro é mistério
e ainda assim escolher ficar.
É compreender que nenhuma pele
abriga o infinito,
mas que, juntos,
podemos tocá-lo.

E quando o tempo —
esse escultor implacável —
esculpir rugas na face do mundo,
o amor permanecerá
como um fio invisível
costurando dois silêncios
num só respiro.

Porque no fim,
quando todas as palavras forem insuficientes
e toda a glória for pó,
restará o gesto simples:

uma mão procurando outra
na escuridão —

e encontrando.

Ser pai de família, é como se o marido pegasse um carro para fazer uma viagem longa, e sua esposa e filhos apagados e o marido segurando firme o volante, calculando cada ultrapassagem, cada buraco desviado, sem poder pregar os olhos, a mente trabalhando sem parar, pois ele sabe que se ele falhar todos pagaram o preço com ele. Isso não é sobre a viagem e sim sobre a realidade de muitos pais de família.

Na vida só tenho pressa na pista de alta velocidade.
Não tem como apreciar uma taça de vinho em um quarto a meia-luz, o toque dos lábios ao se encontrarem, muito menos aquele olhar que no meio do silêncio consegue expressar mil palavras.

É desaconselhável que um sorriso por si só seja interpretado como cartão de boas-vindas.

A vida é como um enigma;
para uns facil de decifrar,
mas para outros dificil e impossivél
de solucionar

Sim, eu sou um bruxo, a sabedoria tá no fluxo. A morte nessa natureza infernal serve como um refúgio. Mas as horas passam e pela tecnologia eu vejo o mundo. As notícias sempre as mesmas na luta entre a vida e a morte a morte sempre reina. Um ato cruel é existir, fazer parte de tudo que o universo proporcionou a mim. A vida em meio à guerra é matar ou morrer, então eu tenho que fazer as mortes valer. Muita coisa pode acontecer antes da morte chegar, então nessa existência eu tenho tarefas a práticar.

A vida é uma droga, por isso a encaro como um centro de reabilitação do qual viver significa estar o tempo todo drogado e dependente a isso.

Tens um quê... que não sei dizer o quê? Nasce não sei onde... vem nem sei como e é bom nem sei por quê!

Sentir teu cheiro
é como abrir a porta de um jardim secreto
onde cada flor sussurra teu nome
e o vento me devolve teus gemidos imaginados
em silêncio contido no peito.
Tua presença —
tão simples e tão inteira —
acende luzes onde antes havia espera,
faz meu coração bater descompassado
e meus olhos se renderem à tua forma
como se contemplassem o milagre da carne viva.
Quando te toco,
o mundo encolhe ao tamanho da nossa pele.
Meus dedos aprendem teus caminhos,
descobrem curvas, calor, promessa.
É a certeza quente
de que o tempo foi cúmplice,
guardando o melhor para esse instante
em que teu corpo responde ao meu
como chama que reconhece outra chama.
Quero estar contigo
como se o ar dependesse do teu suspiro,
como se minha própria existência
fosse esse desejo que pulsa
entre o toque e a espera,
entre o arrepio e o beijo que antecede
o inevitável encontro dos nossos corpos.


(Marcos Braga - para musa inspiradora Silvia Zorrila)

A vida não é fácil para ninguém, mas a diferença está em como cada um vive de forma simples e com o propósito de cumprir o que Deus destinou a cada um!
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⁠Poema de Como te vejo!
Eu te descrevi, te toquei, te criei em mim!
Este é um Poema de como te vejo, de como te tenho, de como te sinto!
Um dia fresco, com chuva revigorante.
Tão livre, uma liberdade tão gritante e leve, quanto a essência do vento.
Essa força, misturada com energia e coragem.
Um calor que aquece o todo e uma breve melancolia que me encanta.
Sempre forte, mas tão frágil, que tenho vontade de te abraçar quando vejo os seus olhos que desvendam o universo, aqueles olhos que descobrem o mundo pela primeira vez, com uma brisa leve de puridade.
Tantas sensações, mesmo quando não fala nada, eu sinto tudo.
Daquelas que tocam e você sente a alma.
Essa conexão, um pertencer tão calmo e belo, mas que muitas vezes me pegam com devasta imensidão.
Transborda, preenche, tudo sente.
Com todo meu interior, no amor, onde te amo mais que tudo!
Obrigada por me despertar tantas sensações!