Voar como um Passaro Ate seu Coracao

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Deus não abençoa nada que está no erro, mas, como um Pai Amoroso, está sempre disposto a derramar Sua Graça Eterna sobre aqueles que, com humildade, buscam a correção sincera, guiados pela Sua Verdade e sustentados pelo Seu Amor.

Como estrelas mortas, um brilho tardio, um calor lembrado que não aquece e, no entanto, sigo sendo levado pelo meu eterno passado.

Carrego o passado como um livro, folheio, não me prendo.

Diante dos ventos da dúvida, a Cruz permanece como a âncora da mais profunda convicção. Ela não é um símbolo de dor, mas a manifestação da força e do alicerce da promessa. Que a lembrança desse ato de amor incomparável infunda a coragem, para que eu afirme a minha fé e permaneça firme, sabendo que o lenho é a prova do eterno cuidado.

Quando o mundo desaba em ruínas ao meu redor, a Sua presença se impõe como um telhado de aço, blindado e que não vaza.

Olhe para a vida como um campo de oportunidades para praticar a sabedoria: escolha a vida em vez do direito.

A vida é um presente, e a gratidão por ela deve se manifestar na forma como tratamos o próximo.

Erga o trabalho como um estandarte: só a labuta sem medo garante o amanhã.

É como se fosse um escombro sobre meus ombros sinto pesado, porque as ruínas do nosso passado nos pesam mais que o presente.

O passado só é um fardo se você insistir em carregá-lo, sua única utilidade deveria ser como cartografia dos erros.

Eu estava preso em um labirinto de números e razões, tentando desvendar a dor como um enigma matemático, mas a verdade é que o amor não se resolve, ele se vive. Agora, paro de correr em círculos e aceito o passado, a maior superação é reconhecer que a felicidade não está na lógica, mas na ousadia de amar novamente.

A adoração é, em essência, o nosso mais profundo ato de resistência, funcionando como um antídoto eficaz contra a paralisia do desespero e o segredo que nos permite enxergar a glória inconfundível de Deus mesmo quando estamos em meio ao deserto mais árido da alma. Minha identidade não é definida pelo que os meus olhos veem, as circunstâncias limitantes, nem pelo que o meu coração sente na dor, mas sim pela convicção de ser um adorador formado e moldado por Deus. Quem ousará, então, calar a voz de um coração que se rende e encontra a alegria inabalável no Senhor, independentemente das circunstâncias que o cercam? Eu escolho, por um ato de fé e vontade, transformar a minha dor em louvor e o meu lamento em gratidão, pois compreendo que este é o caminho mais curto e poderoso para mover as mãos de Deus em meu favor e para testemunhar o impossível se tornar real em minha vida.

A felicidade não é um pico a ser atingido, mas a maneira como você caminha. Ela está nos seus passos, na sua razão, não no seu destino.

A vida não se revela como um mapa, mas como uma escadaria em névoa, só a fé no peso do calcanhar ilumina o degrau seguinte. É um ato contínuo de confiança cega, jamais um exercício de visão panorâmica.

Guardo o segredo do meu amor selado em mim, como um tesouro que só a morte pode libertar.

Cada conquista é um retrato pendurado no peito para lembrar como foi possível levantar.

Acordo com a sombra de um ontem na garganta, onde palavras não ditas fermentam como feridas abertas. Seguro o silêncio entre os dentes, conto as batidas do escuro, e aprendo que a esperança às vezes nasce de uma cicatriz que respira.

O mundo passa com pressa e leva pedaços da gente como folhas ao vento. Resta um bilhete amassado no bolso: “sobrevivi por pouco”.
Não é glória, é quase legenda de uma fotografia torta, mas serve para lembrar que ainda posso olhar e contar.

A criança que fui e o homem que sou trocam bilhetes na madrugada. Um pede coragem, como quem pede socorro. O outro devolve silêncio, rabiscos, mapas inúteis de resignação. Às vezes, contra a própria vontade, sobem no mesmo trem. Não sabem por quê. Descendem em estações sem nome, onde a surpresa não consola, apenas prova, cruelmente, que ainda se está vivo.⁠

O riso escapa às vezes como quem rouba um remédio proibido. Dói o riso quando sei o preço que ele tem: esquecer por instantes. Mas prefiro esses lapsos de luz a um cotidiano contínuo de negrume, pois há beleza mesmo nos intervalos em que a alma consegue respirar.