Voar como um Passaro Ate seu Coracao
III. A luz que revela o abismo e a escuridão que acolhe o voo
Algumas luzes nos conduzem até o abismo. E não porque sejam más, mas porque são honestas. Iluminam o que evitamos ver, rasgam os véus que nos protegiam da própria queda. A verdade, quando brilha sem filtros, exige que encaremos o que somos sem moldura. E nem todos estão prontos para se enxergar sem disfarce.
A escuridão, ao contrário, muitas vezes nos dá asas. Porque nela os contornos se dissolvem e os limites se tornam menos rígidos. Na ausência de forma, é possível voar sem direção. E não há libertação mais profunda do que permitir-se perder o controle sob o manto do que ainda não se sabe.
Tememos o escuro como crianças assustadas, mas há uma sabedoria ancestral que habita as sombras. Elas nos forçam a desenvolver outros sentidos. Ensina-nos a sentir, mais do que ver. A intuir, mais do que racionalizar. A mergulhar, mais do que caminhar.
E quando finalmente aprendemos a confiar na escuridão que não devora, mas acolhe, compreendemos que o verdadeiro clarão não vem de fora. Ele nasce no momento em que ousamos atravessar o invisível e ali, no centro do que parecia fim, descobrimos o princípio.
“Até mesmo o servo mais nobre precisa recolher-se à fonte. Servir é sagrado, mas negligenciar a própria essência é dissolver o dom. O espírito floresce onde há equilíbrio entre entrega e preservação.”
Eu acredito que temos momentos de felicidade, até encontrar o que realmente nos faça feliz, ou seja nossa essência encontrando o verdadeiro sentido de estar aqui, das coisas serem como são... E com o tempo vemos que temos alguns momentos tristes, pois alcançamos a felicidade. E não é preciso muito para alcança-la, é que as vezes procuramos nos lugares errados.
Pensei e logo fui escrever
Pensei naquilo que escrevi
Pensei em acrescenta algo a mais
Pensei até em apagar o que eu escrevi
Pensei, pensei demais
Pensei !
Bem sei que, de tanto pensar o tempo passou e eu nem pensei em cogita. Pensei, não tenho porquê escrever o que penso se posso pensar no que escrever e pensar. Pensa !
O que seria a vida sem o amor que nos faz transcender a natureza até o último suspiro? Talvez seja simplesmente vida sem amor!
Quanto mais eu lembro de cada pessoa – até mesmo de quem só cruzou o meu caminho – fica mais difícil de encontrar alguém com quem eu não tenha algo para agradecer.
A fotografia parece ser a única forma, até o momento, de se poder congelar o tempo. A fotografia registra um momento que nunca mais vai ser o mesmo, nem o lugar, e nem as pessoas que aparecem nela. O tempo muda, o lugar muda, as pessoas mudam, nunca mais aquele momento será o mesmo, e uma forma de acessá-lo é através da foto, que, sem ela, não seria possível de se lembrar com riqueza de detalhes como as coisas eram, e melhor, poder lembrar e comparar com o momento atual. A escrita também é uma forma de se congelar o tempo, mas enquanto o tempo na fotografia é congelado externamente, na escrita, como também em outras artes, se pode registrar o momento de forma interna. Aquilo que se sentiu e se registrou pode ser acessado a qualquer momento, e é possível também acessar o sentimento da época, que sem a escrita registrada não seria possível nem acessar de forma correspondente a da realidade daquele tempo, e também nem seria possível comparar com sentimentos e pensamentos atuais da pessoa em questão.
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