Voar como um Passaro Ate seu Coracao
Não se diminua para caber no mundo pequeno de ninguém;
Mas lembre-se que até na natureza quando os galhos de uma árvore crescem demais!?
Ela precisa ser podada;
O excesso de autossuficiência é uma semente do ego que não gera bons frutos.
Jesus nos ensina a amar, mas também a discernir. O amor verdadeiro não é aquele que se entrega até o esgotamento, mas o que aprende a se doar com sabedoria, guardando um pouco de doçura para si mesmo.
Bem que às vezes até das tardes tumultuadas, eu gosto. Tormentas servem de lembrete de rendição e confiança, e da irremediável necessidade de repousar em Deus mesmo sem entender o porquê. Há paz em meio à espera!
Ler poesia pode até ser uma
terapia, mas não substitui uma
boa consulta psicológica pra
quem não tá de bem com a vida.
Não é sinal de fraqueza admitir o cansaço. É sinal de confiança saber que o Senhor nos sustenta até que a força volte.
Janice F Rocha
SUBSTITUÍVEL
Sou o que serve até não servir.
Sou o que vale até não valer.
Sou o que fica até alguém vir
E mostrar como se deve fazer.
Não sou nome, sou número.
Não sou rosto, sou função.
Sou o espaço entre o lucro
E a próxima demissão.
Não há legado no que faço,
Nem lembrança no que fui.
Só há o rastro do fracasso
E o silêncio que me inclui.
Jerónimo Cesarina
"Porque tudo aquilo que aprendemos, ficará conosco até o nosso último dia.
Mas, se passarmos nosso conhecimento para frente, ficará conosco pela eternidade".
Videira
A videira em meu quintal secou
Até eu mesma achei q tivesse morrido
Quase a arranquei, quase desisti dela
Mas o inverno passou,
A primavera chegou,
Quando menos imaginei olhei em meu quintal e lá estava ela verde novamente
Os galhos que estavam secos foram ficando verdes novamente
Quando a olhei de perto lá estava ela,
E com mais frutos do que antes...
Ela se ressurgindo melhor e com mais frutos...
E isso quase nem é sobre videiras...
Por muitas vezes fui julgada injustamente, isso me gerava agonia na ânsia de revelar a verdade. Até que perguntei pra Deus, se deveria contar o meu lado da história!? E já no silêncio do meu coração, Ele disse pra que eu acalmasse, pois Ele é quem me justifica.
A Desagregação e o Retorno ao Todo
A morte
não é o fim, até porque o fim não existe, a morte é apenas o instante em que a matéria cessa seu labor de renovação e o corpo se desfaz em seus elementos primordiais. As 37 trilhões de células que formam nosso corpo se desagregam, retornam à natureza e, nesse mesmo processo, libertam aquilo que nunca lhes pertenceu inteiramente: o intelecto, a vida, o eu, a individualidade. aquele que sentiu e viveu embarcado no corpo, que agora se desfaz, que volta a natureza
O intelecto (a capacidade de perceber, julgar pensar, coordenar cada membro) não é uma criação do criação do cérebro apesar de estar intimamente ligado a ele, mas uma expressão do próprio universo. Ele é a centelha consciente do infinito, um fragmento do Todo que, por breve tempo, assume a forma humana e experimenta a existência sob os limites da carne e no comando desta.
Quando nascemos, é como se uma fração do cosmos se adensasse em nós, uma gota do oceano cósmico ganhando forma e identidade. Vivemos, pensamos, sonhamos, e por um curto lapso acreditamos ser algo separado. Contudo, quando o corpo já não consegue sustentar a contínua dança celular que chamamos comumente de vida, essa gota retorna ao mar.
Nada se perde, tudo se transforma, (parafraseando um grande cientista ), e o intelecto, sendo energia consciente, não poderia ser exceção. Ao desprender-se da matéria, ele se reintegra ao universo, dissolvendo-se em tudo o que existe. Passa a ser todos os lugares, todos os tempos, todas as dimensões, assim como uma pedra de gelo no oceano que ao derreter e “morrer”, não morre apenas passa a integrar o oceano.
Assim como nos sonhos, onde somos muitos e estamos em toda parte, o intelecto liberto já não conhece fronteiras: torna-se o Todo novamente. Não há mais o “eu” individual, há apenas a unidade essencial do ser. A morte, então, não é uma tragédia, mas um retorno, o reencontro do fragmento com o infinito, do gelo com o oceano da consciência com o silêncio que a gerou.
A incerteza, insegurança;
Podem até passar pelos seus pensamentos.
Elas só não podem estacionar na sua mente.
Eu desisti dela
E desisti do mundo.
Dessa selva de pedra
Onde o absurdo é natural
Mas até o amor virou pecado.
Eu desisti porque cansei
De limpar as minhas feridas
E de observar todo o horror
Naturalizado no mundo que destruímos
Mesmo ele sendo
A nossa única casa.
Eu sinto demais
Para sobreviver a esta barbárie.
Não quero mais ser forte.
Não quero sarar outra ferida.
Não quero outra decepção.
Simplesmente cansei da vida.
- Marcela Lobato
Com o avanço da Inteligência Artificial
as pessoas terão cada vez mais tempo livre,
até que fiquem totalmente desocupadas.
E desempregadas.
“Agradeço até aos que me feriram;
foram eles que afiaram a lâmina da minha alma
e ensinaram que nem toda dor é inimiga
— algumas moldam.”
Dayana Silva
'A violência - que chega até você - é tão fascinante'; sempre tão condicionante, pois te conduz ao aprisionamento: luz-treva-razão - caminho da contramão... do que é probo, orto, certo... a nítida imagem no 'espelho da sociedade', mise-en-scène do régio reflexo da mentecaptalidade.
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