Voar como um Passaro Ate seu Coracao
Ela é assim! Pronto.
Mas assim como? Explica!
Ela é assim um mix de tudo que se possa imaginar dentro de uma grande capacidade de apenas não ser nada em definitivo. Ela é aquilo que não consegue se encaixar em moldes pré-existentes, parece que ninguém nunca foi antes dela. Ela se incomoda com isso, às vezes, muito.
Ela é cheia de sentimentos, parece que suas experiências se manifestam é no dorso do seu colo, e quase sempre, de vez em quando, tudo isso pesa. Mas não tem modo, não existe maneira que a faça ser diferente. E ainda, graças a Deus, ela é diferente. Algo que pesa e que tem o dom da leveza, algo que chora e que se manifesta em sorrisos, algo de forte, mas que se desmancha quando encontra a água.
A mente é como um imenso espelho iluminado, você nunca pode deixar que nele se junte pó.
A suspensão, remoção ou cessão de um grave mal são reputados pelo paciente como um grande bem: deixar de sofrer é também gozar.
Sou um sonhador; a minha vida real é tão reduzida que momentos
como estes que agora vivo são para mim de tal modo preciosos
que não poderei evitar de os reproduzir nos meus sonhos.
Como ondas do mar
Assim como as ondas do mar têm um momento mágico, logo
quebram e partem.
As estrelas saem apenas à noite, mas em algum lugar do
universo permanecem ativas.
À medida que as nuvens mudam, nosso amor muda.
Mas em algum lugar de nossas almas, vive uma chama na
eternidade de um olhar e na simplicidade de uma lágrima.
Assim como não conseguimos ver vento, mas é possível senti-lo e ele existe,
Assim é o nosso amor, presente em cada momento.
E na vastidão do universo, uma lágrima volta a
cair para derreter no mar e alcançar a magia do amar.
Escolhas
Houve um tempo em que havia uma garota, uma garota comum, como todas as outras, uma garota simpática, bonita, inteligente. Ela tinha toda a energia de sua juventude, ela era aparentemente feliz...
Porém, em seu interior, ela não estava satisfeita, ela não se sentia realizada, se sentia vazia por dentro. Ela considerava sua vida muito superficial, fútil... E ela estava cercada de pessoas superficiais e fúteis, ela se sentia perdida entre os outros, ela não se considerava parte daquela realidade.
Ela nunca tivera amigas verdadeiras, não conseguia gostar da pessoa certa, nunca tivera um amor correspondido. Ela estava se afastando cada vez mais de sua família, começou a ir mal na escola, ela não tinha como refrescar as ideias...
Ela queria sumir, ela queria fugir, desaparecer, esquecer, se livrar de tudo e de todos, para sempre...
E conseguiu, ela partiu lentamente, solitária, e muito triste, pois, apesar de tudo, amava suas amigas falsas, amava algum garoto errado e amava a família que não se importava com ela...
Amava a todos, mas partiu, partiu para um caminho sem volta, desapareceu sem deixar vestígios, era a sua decisão, sua escolha, e no seu coração não havia mais lugar para arrependimento, pesar ou remorso...
Numa triste manhã de outono, ela fechou os olhos e se entregou, sem testemunhas... Mas hoje o vento conta que durante esse breve momento ela chorou copiosamente, ela sofreu desesperadamente, mas mesmo assim se foi, se entregou, abatida, mas, ao mesmo tempo decidida, determinada...
Ela partiu para sempre, partiu eternamente, partiu em busca de felicidade, de amor, de compreensão...
E os que ficaram, aqueles mesmos, que ela tanto amava, que tanto estimava, eles realmente sentiram sua partida...
Mas se passou o tempo, a cura de todas as dores, se passaram dias, meses, anos, e ela passou a ser apenas uma vaga lembrança, uma personagem em fotografias, uma parte distante do passado...
Eles superaram a dor, superaram a perda, e continuaram seguindo sua vida, seguindo seu destino...
Mas ela... Ela não, ela havia decidido arriscar, tinha se revoltado contra o sistema, tinha decidido mudar, tudo para procurar uma felicidade completa, um amor incondicional, uma compreensão infinita...
E nunca ninguém pôde lhe perguntar se ela encontrou aquilo que buscava...
Sou meio boba como uma criança, meio revoltada como um adolescente, e meio madura como um adulto. Não sei me definir, sei me caracterizar. Posso ser a pessoa mais doce e meiga que você já viu, mas não tente pisar em mim, pois conhecerá o meu outro lado.
O amor é um fenômeno tão primário como o sexo. Normalmente, sexo é uma modalidade de expressão do amor. O sexo se justifica, e é até santificado, no momento em que for veículo do amor, porém apenas enquanto o for. Desta forma, o amor não é entendido como mero efeito colateral do sexo, mas o sexo é um meio de expressar a experiência daquela união última chamada de amor.
Pode ficar irado como um cão raivoso da forma como as coisas acontecem... pode praguejar e amaldiçoar o destino... mas quando chega perto do fim... tem que perdoar.
[Em menção a invenção do motor de indução]
A ideia veio como um relâmpago e num instante a verdade foi revelada.
Um jovem samurai perguntou ao seu mestre: Como me torno o melhor guerreiro? O mestre então respondeu: Estas vendo aquela pedra ali? Então vai até a pedra e xingue bastante. O jovem samurai foi, xingou a pedra, e retornou ao mestre. O mestre perguntou: O que foi que ela fez? O Jovem respondeu: Nada! Então o mestre disse: Pega tua espada e ataque ela, com vários golpes. O jovem destruiu a espada contra a pedra. O jovem samurai retornou ao mestre e disse: Nada Aconteceu! O mestre disse: Para seres o melhor guerreiro, tens que ser como aquela pedra, teres a frieza de não reagir diante de atos e palavras, e te tornarás imbatível...
O universo é como um amendoim no bolso de Deus. Não é nada comparado ao Seu valor e Glória infinita.
A história de um homem que se aproximou de Sócrates:
“Como sou muito seu amigo, preciso lhe contar algo!”
“Espera!”, disse Sócrates. “E as três provas? Já fizeste a primeira prova, que é saber se o que me contas é verdade?”
“Bem… não tenho absoluta certeza, mas ouvi dizer…”
“Então fizeste a segunda prova”, disse o sábio.” A prova da bondade. O que contarás será bom para mim!”
“Não… muito pelo contrário…”
“Se não fizeste a prova da verdade ou da bondade, com certeza fizeste a da utilidade. O que me contarás é útil!”
“Útil?”, disse o visitante. “Bem, útil não é”.
“Então”, concluiu o filósofo sorrindo, “se o assunto não é verdadeiro, nem bom, nem útil, melhor não se preocupar com ele”.
Estamos aprisionados no reino da vida, como um marinheiro em seu pequeno barco, em um oceano infinito.
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