Voar como um Passaro Ate seu Coracao
A consciência do ego é um eco amplamente reduzido e imensuravelmente enfraquecido da Consciência do Eu Superior. Ele está sempre em mutação e se dissipa no final, enquanto que o Outro é sempre o mesmo e imortal. Mas o ego é retirado do Outro e a ele deve retornar, portanto a ligação existe. E mais, a possibilidade de retornar voluntária e deliberadamente também existe.
No final das contas, o ego é apenas uma ideia. Ele obtém sua aparente realidade de uma fonte mais elevada. Se fizermos o esforço interno de buscar sua origem, acabaremos encontrando a Mente em que esta ideia se originou. Aquela mente é o Eu Superior. Esta procura é a Busca. A autosseparação entre a ideia e a mente, que tornou sua existência possível, é o egoísmo.
O amor é a coisa mais linda que já existiu. É um sentimento que nasce dentro da gente, e só nos faz bem, mas esse sentimento tão lindo um dia pode morrer quando não é cuidado, quando não é regado como se deve. O amor, ele pode tornar a nossa vida esplêndida, mas também pode nos levar no mais profundo abismo. Se vc tem esse amor, cuide dele, reserve um tempo para se dedicar a esse amor, pois o que vale a pena na vida é ter alguém pra amarmos e sermos amadas, amada eternamente, amor para sempre.
Estamos dormindo sobre um vulcão... Os senhores não percebem que a terra treme mais uma vez? Sopra o vento das revoluções, a tempestade está no horizonte
No Natal, Deus estabelece um símbolo de recomeço. Não somos determinados por nossa história de vida, pelas ofensas do passado, pelos padrões de autoagressão que adotamos, nem pela quebra de nossos sonhos de vida. Podemos sonhar de novo o sonho de uma vida plena. Podemos começar mais uma vez. O passado não pode mais impedir que Deus transforme e renove tudo em nós.
Você tem um corpo, mas o você real não é físico. Você tem um intelecto, mas o você real não é intelectual. Você tem emoções, mas o você real não é emocional. O que é você, então? Você é a consciência infinita do Eu Superior.
Presença de Deus
Silêncio da alma, encontro abrigo,
Um alento suave, um amor amigo.
Quando o mundo se agita e falta a paz,
A presença de Deus tudo refaz.
Seu toque é brisa que vem acalmar,
E o coração cansado faz repousar.
Em cada prece, em cada olhar,
Ele nos chama: “Vem descansar.”
Não há tormenta que possa vencer
A paz divina que faz florescer.
Na presença de Deus, o medo desfaz,
E a alma inquieta encontra a paz.
SimoneCruvinel
"Aqueles que tanto mentiram hoje, amanhã estarão com medo de serem enganados; vivem em um medo paranoico."
Quando és um homem/mulher grande o primeiro atentado que farão contra ti é querer estragar a sua reputação para criar descrédito em ti.
É mister ter os sistemas de segurança e relações tão controladas: não desenvolvendo relações com toda gente; ter o cuidado donde e como fala com as pessoas e ter um controlo escrupuloso de sua vida.
A grandeza também anda escondida no silêncio e na privacidade.
Apoiar o outro não te impede de crescer; pelo contrário, fortalece ambos. Ser um incentivador de pessoas é semear confiança e esperança. O mundo já está cheio de críticos; faça a diferença sendo aquele que eleva, que inspira. O sucesso coletivo é o verdadeiro triunfo.
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É preciso um intercambio interior para ampliar as linguagens e sentidos.
Sair das ondas das aparências e velejar nos mares profundos da identidade.
A ESCOLHA DO TEMA DE PESQUISA
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“A escolha de um tema para pesquisa mostra-se diretamente interferida por alguns fatores combinados: o interesse do pesquisador, a relevância atribuída pelo próprio autor ao tema cogitado, a viabilidade da investigação, a originalidade envolvida. Mas é preciso reconhecer que, por outro lado, a estes fatores mais evidentes vêm se acrescentar inevitavelmente outros dos quais o próprio pesquisador nem sempre se apercebe. Existe por exemplo uma pressão indelével que se exerce sobre o autor a partir da sua sociedade, da sua época, dos paradigmas vigentes na disciplina em que se insere a pesquisa, da Instituição em que se escreve o pesquisador, ou do conjunto dos seus pares virtuais e concretos.
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Tudo isto incide de maneira irresistível e silenciosa sobre o autor, mesmo que disto ele nem sempre se dê conta. Tornar-se consciente dos limites e desdobramentos sociais e epistemológicos de uma temática é uma questão estratégica importante para aquele que se empenha em viabilizar uma proposta de pesquisa, sendo forçoso reconhecer que o sucesso na boa aceitação de um projeto depende em parte da capacidade do seu proponente em conciliar os seus interesses pessoais com os interesses sociais mais amplos. Começaremos então por aqui.
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Já se disse que um tema de pesquisa histórica (ou de qualquer outra modalidade de pesquisa) deve ser relevante não apenas para o próprio pesquisador, como também para os homens de seu tempo – estes que em última instância serão potencialmente os leitores ou beneficiários do trabalho realizado. Daí a célebre frase, cunhada por Benedetto Croce e reapropriada por Lucien Febvre, de que “toda história é contemporânea”. Sempre escrevemos a partir dos olhares possíveis em nossa época, e necessariamente escreveremos não só sobre aquilo que de nossa parte consideramos ser relevante, mas também sobre aquilo que tem relevância para nossos próprios contemporâneos. Tirando eventuais arroubos visionários e prenunciadores de interesses futuros, todo historiador tem pelo menos um de seus pés apoiado no seu tempo. Por trás de sua escrita, é a um leitor que ele busca (conscientemente ou não).”
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[trecho extraído do livro ‘O Projeto de Pesquisa em História”. José D’Assunção Barros. Petrópolis: Editora Vozes, 2024. 20ª reimpressão]
De que adianta perder a juventude planejando um futuro que pode não chegar, simplesmente viva.
Sua juventude é hoje.
Sou simplesmente um peregrino,
Garimpando os vossos sentimentos e emoções.
E vou fazendo a triagem: Peneirando: Percebendo o que vai em vossas almas: na essência!...
E então , aspiro a minha simples visão, do meu submundo...
E o que sai das minhas entranhas: vou depurando, analisando e assim me envolvo com o teu ser e com a consciência universal...
E o que fica, é um resíduo íntimo: purificado. Que vai entrar em colapso com os vossos sentimentos, olhares e percepções...
Detonando a sua sede de experienciar a vida, de entender o caminho em que andas e compreender a própria dimensão da existência...
Por isso é que há, essa sintonia fina entre nós, vós, eles e o cosmos... Somos essa nata que transborda do leite da via láctea;
E nesse turbilhão de emoções vamos nós entrelaçando, reforçando e solidificando as nossas amizades.
Gratidão pela vossa e nossa existência: por fazermos parte dessa nova história, que flui através dos temos, sem tempos...
Em nossas dimensões...Corações.
Consciências sempre prontas para se despertar, nesse amado presente.
Abraços
Felicidades
Paz no coração.
Um crente genuíno não tem prazer no pecado. O pecado é um acidente em sua vida, não um hábito. Ele se levantará e se firmará pela graça que o capacita. Portanto, um crente genuíno não pode se perder definitivamente pelo pecado.
PREMONIÇÃO
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Em um dia de meio dia,
meus olhos, somente os olhos,
tiveram uma visão.
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Lembro-me que a luz me doía
como uma ponta de sabre
no corpo do coração.
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Lembro-me, sem muito assombro,
que tudo quedava incompleto,
como se as luzes buscassem em vão
o preenchimento das coisas.
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Na sintonia das imagens
dissecavam-se as paisagens
sem mistificação:
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Não obstante o colorido,
ficavam os homens repartidos
como se feitos de pão.
A uns: o ouro e a prata;
a outros: a fome e a crença;
a esses: a esperança;
para aqueles: quitutes em lata.
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Tanto sol doía
nos ombros da nação
(talvez não houvesse justiça
em sua distribuição).
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E talvez por ser evidente,
ficavam doídas e claras
as sombras dos coqueiros.
Ali, onde outrora era verde
espreitam crianças no desamparo.
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Desamparadas, porém livres,
querem construir a nação
– mas faltam-lhe os instrumentos:
os braços, e as mãos...
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Igualmente iluminados,
os andarilhos nas estradas:
pés descalços, chapéus de palha,
– ou capacetes e mãos de graxa –.
Todos, embora cansados,
querendo correr o chão.
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Mas falta-lhes segmento:
as pernas da multidão.
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Arre!
Tanto sol
arde como uma tarde
de Verão...
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BARROS, José D'Assunção. Publicado na revista Insurgências, 2024]
A conclusão de ser algo só limita a sua concepção de que não é ninguém, um tolo continuará sendo um tolo enquanto não perceber sua insignificância.
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