Voar como um Passaro Ate seu Coracao

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'O segredo é tratar as pessoas como elas tratam você.

Prefiro me aventurar, fazer minhas loucuras e ser feliz, a ser como os que falam mal de mim: Se fazem de certinhos, querem ser o bom exemplo mas no fundo são INFELIZES!
Eu vivo MESMO, não me importo com o que falam de mim porque o que pensam de mim não é problema meu.
Mantenha a mente aberta e absorva a experiência, e se doer, valeu a pena!!!

Nem o sol nem a lua nem as estrelas,nem o mar e o infinito podem dizer como é grande o meu amor pro você.

Te digo
Somos os dois
Asim como o ar que está
Flutuando livre na imensidade
Ouço sua voz, sonho contigo
E é o meu anjo de paz
Me deixa voar
Ao seu lado sempre quero estar
Suas asas me lavam a alma

É inegável como a verdade pode ser brutal às vezes. Só dá pra admirá-la. Geralmente passamos a vida acreditando em nós mesmos. "Eu tô bem", dizemos. "Tá tudo bem". Mas às vezes a verdade pega no pé e não tem santo que a faça desgrudar. É aí que percebemos que às vezes ela nem chega a ser uma resposta, mas sim uma pergunta. Mesmo agora, estou aqui pensando até que ponto minha vida é convincente.

O grandão

Ficamos frente a frente como num duelo, ele ali enorme, colossal e omnipotente e eu tão pequenina.

Ele parecia muito mais zangado do que eu pensava, ia e vinha em secções de ondas violentas que faziam um barulho ensurdecedor.

No entanto, dentro de mim uma paz, sentia nos meus pés o granulado da areia, o vento a bater na minha face trazendo o doce aroma da maresia.

Eu e ele, o Grandão, finalmente tinha chegado a hora.

Abri os meus olhos, e com toda a minha sabedoria de gente pequena o fitei com olhos de desafio.

"Eu não tenho medo de você" Disse baixinho, era verdade não tinha medo.

Ele pareceu ficar ainda mais zangado.

E foi então que eu corri, as minhas pernas pequenas tornaram-se gigantes, os meus braços viraram asas, eu voava e os meus pés estavam no chão.

Foi então que os nossos corpos se fundiram, eu e ele, éramos um só, ele abraçou-me, pegou-me nos seus braços e me levou ao céu.

Todo ele estava em mim, como sempre estivera, sentia o seu calor na minha pele, e sorria, me perdi de amores pela sua imensidão azul.

"É Grandão, agora somos só nos dois..."

Eu e o Mar... Somos feitos do mesmo elemento.

Não lembro exactamente a idade que tinha nesta altura, mas lembro de cada pormenor daquele momento, o momento que eu e o meu Grandão começamos a caminhar com o mesmo passo.

E mesmo quando estou na selva de pedra, escuto o bater das tuas ondas e é feita a melodia.

Confiar é como pedir para ser enganado

A vida é uma festa, mas às vezes me sinto tratado como penetra.

Mundo solitário,como explicas as diferentes indiferenças !

E se completa 1 ano . . .

Eu queria que o tempo voltasse atrás, só para sentir como naquela noite, seu toque suave, seu beijo envolvente e seu corpo penetrante.

Eu queria mais uma vez, me envolver em seus braços e sentir no seu abraço o teu corpo me querer.

Percebi que já te amava quando apenas um atraso seu era o bastante para que a indiferença em mim se dissolvesse por termer que você não viesse mais.

Percebi que já te amava quando só uma frase sua era o bastante para fazer com que uma noite comum, começasse por encanto a iluminar-se.

E já era tarde para voltar atrás . . . procurei por um momento a indiferença em mim, mas estava cego de amor, paixão e coração encarcerado.

Amo você, alma de minh´alma.

Por tempos eu almeijei teus lábios, e em delicados beijos roubados perder a conta dos inumeros beijos trocados.

Por tempos eu almeijei durmir em seus braços, e ao despertar com seus amassos, sentir seus afagos seguidos de olhares apaixonados.

Por tempos eu almeijei seu corpo desejado e desejante,
Por tempos eu almeijei você, mulher, amada, amante.

Por tempos eu vivi por um amor procurado, agora finalmente encontrado . . . e é simplesmente você.

"Triste realidade, falsa moralidade, vivemos como simples marionetes e aida achamos graça nisso."

Casamento é como motocicleta, foi feito pra cair, mas é você quem a mantém de pé!

A maior das gauchadas
Que há na Sagrada Escritura,
- Falo como criatura,
Mas penso que não me engano! -
É aquela, em que o Soberano,
Na sua pressa divina,
Resolveu fazer a china
Da costela do Paisano!

Bendita china gaúcha
Que és a rainha do pampa,
E tens na divina estampa
Um quê de nobre e altivo.
És perfume, és lenitivo
Que nos encanta e suaviza
E num minuto escraviza
O índio mais primitivo!

Fruto selvagem do pago,
Potranquita redomona,
Teus feitiços de madona
Já manearam muito cuera,
E o teu andar de pantera,
Retovado de malícia
Nesta querência patrícia
Fez muito rancho tapera!

Refletem teus olhos negros
Velhas orgias pagãs
E a beleza das manhãs,
Quando no campo clareia...
Até o sol que te bronzeia
Beijando-te a estampa esguia
Faz de ti, prenda bravia
Uma pampeana sereia!

Jamais alguém contestou
O teu cetro de realeza!
E o trono da natureza
É teu, chinoca lindaça...
Pois tu refletes com graça
As fidalgas Açorianas
Charruas e Castelhanas
Vertentes Vivas da Raça!

A mimosa curvatura
Desse teu corpo moreno
É o pago em ponto pequeno
Feito com arte divina,
E o teu colo que se empina
Quando suspiras com ânsia
São dois cerros na distância
Cobertos pela neblina.

Quem não te adora o cabelo
mais negro que o picumã?
E essa boca de romã
Nascida para o afago,
Como que a pedir um trago
Desse licor proibido
Que o índio bebe escondido
Desde a formação do Pago?

Pra mim tu pealaste os anjos
Na armada do teu sorriso,
Fugindo do Paraíso,
Para esta campanha agreste,
E nalgum ritual campestre,
Por força do teu encanto,
Transformaste o pago santo
Num paraíso terrestre!

O vinho é o explendor das fantasias. Mas a vida sem fantasias é como o céu sem suas nuvens

As pessoas perdem muito tempo buscando uma sensação inexistente para classificá-la como amor e esquecem de observar as pequenas coisas que o constroem.

Parte, e tu verás
Parte, e tu verás
Como as coisas que eram, não são mais
E o amor dos que te esperam
Parece ter ficado para trás
E tudo o que te deram
Se desfaz.

Parte, e tu verás
Como se quedam mudos os que ficam
Como se petrificam
Os adeuses que ficaram a te acenar no cais
E como momento que passaram apenas
Parecem tempos imemoriais.

Parte, e tu verás
Como o que era real, resta impreciso
Como é preciso ir por onde vais
Com razão, sem razão, como é preciso
Que andes por onde estás.

Parte, e tu verás
Como insensivelmente esquecerás
Como a matéria de que é feito o tempo
Se esgarça, se dilui, se liquefaz
E qualquer novo sentimento
Te compraz.

Repara como um novo sofrimento
Te dá paz
Repara como vem o esquecimento
E como o justificas
E como mentes insensivelmente
Porque és, porque estás

Ah, eterno limite do presente
Ah, corpo, cárcere, onde faz
O amor que parte e sente
Saudade, e tenta, mas
Para viver, subitamente, mente
Que já não sabe mais
Vida, o presente; morte, o ausente -
Parte, e tu verás.

Compassos e descompassos virtuais

Concebo a virtualidade como meio disponível para se criar significativos laços amistosos, apesar da distância geográfica.

Para muitos, revela-se como porta de acesso a um mundo de sonhos; de fantasias que desejam viver junto a seres utópicos – misteriosos habitantes das telas – dotados de refinadas qualidades e escassos defeitos...

Conscientemente, um campo onde - desprovidos do contato físico - precisamos redobrar os sentidos para lermos o oculto nas palavras trocadas, nas imagens distorcidas que inevitavelmente despertam sentimentos; um campo onde precisamos ouvir a voz do silêncio para captarmos a essência do outro, sutilmente, revelada nas entrelinhas do que escreve e/ou nas ondas que emite.

A cautela e a seletividade são poderosas aliadas tanto no mundo real quanto no virtual, visto que expressivo número de homens e mulheres mascara sua verdadeira identidade, devotando-se a jogos emocionais manipulados por uma criança interior profundamente ferida.

Sondarmos a essência do outro e nos revelarmos despojados de máscaras não é tarefa fácil, porém a prudência e a retidão demarcam caminhos para evitarmos provar, mutuamente, o gosto amargo da decepção...

Somos como Adão e Eva, que no começo do mundo nada tinham com o que vestir-se. Eis que chega o fim do mundo e nós não temos mais roupa nem lar. E somos a derradeira lembrança de tudo que foi infinitamente grande, de tudo quanto se fez no mundo durante os milênios que decorreram entre eles e nós, e, em lembrança daquelas maravilhas desaparecidas, nós respiramos, nós amamos, nós choramos.

Boris Pasternak
Doutor Jivago

E como posso esquecer me de ti...
Se fizeste morada em meus pensamentos?:

Soneto de Tristeza

Eu gosto de você
Como nunca gostei de niguém
Não sei se você gosta de mim também
Mais eu penso você desde o amanhecer

Ela diz que atração
Mais não entende meu coração
Ele está doente, dá e não recebe
E ela não percebe que ele só quer compaixão

Meu coração espedaça por não saber
Se um dia poderá acontecer
Algo entre eu e você

Amanhã ou outro dia
Eu nunca te esqueceria
Pois sem você não sei viver.