Voar como um Passaro Ate seu Coracao
"Uma mente leve flui como o vento, desprendendo-se das preocupações e encontrando serenidade nos espaços abertos do pensamento."
Avisei que ia ter o dia do corre.
E que ninguém ia pegar.
Foragido fica como está.
Quem não tem casa, foge pra qualquer lugar.
Avisei que ia ter dia do porre.
Chutado pra fora, depois das três.
Na mesa a pinga, no chão o rapaz
Já era 13, ainda tava deitado.
Avisei que ia ter o dia da virada.
Do ano velho pro ano do velho
Reclame e memória.
Lembrança de quand(t)o valia viver.
Avisei que ia ter o dia da seca.
De quem não pode nem com o cheiro.
Na memória é a porta fechada.
Gosto só de remédio.
Avisei que ia ter o dia do choro.
Por coisa que até que passa.
Porque se não passa, não tem jeito.
Já foi o dia do corre.
Falsos cristãos são como hits musicais, estão sempre no topo, mas nunca dizem algo que realmente tem valor.
A liberdade pode ser ao mesmo tempo sua aliada como pode ser também sua inimiga quando não usada de maneira sensata.
Vivo hoje, mas não estarei aqui para sempre. E como os outros que vieram antes de mim, virarei ossos e serei esquecido.
"Quando for olhar para alguém muito cuidado, olhe com amor, como Jesus olha para todos, olhe como se fosse seu pai, sua mãe, seu filho, como você gostaria de ser visto."
O falso amigo é como uma serpente escondida na relva, causando problemas e fofocas, envenenando os corações.
Assim como o lobo em pele de cordeiro, o falso amigo semeia desordem e intriga, rompendo os laços de confiança.
Os sussurros e segredos dos falsos amigos são como ventos traiçoeiros, levando embora a confiança e a tranquilidade.
O falso amigo é como uma nuvem escura que paira sobre nossas vidas, trazendo tempestades de fofocas e inquietação.
Os olhos e ouvidos atentos dos falsos amigos são como espiões disfarçados, observando e relatando nossos passos em busca de sua própria ganância.
Bukharin, tal como Lênin, considerava o sistema de basear a vida econômica no terror em massa não como uma necessidade transitória, mas como um princípio permanente da organização socialista. Ele não hesitou em justificar todos os meios de coerção e sustentou, tal como Trotsky no mesmo período, que o novo sistema exigia essencialmente a militarização do trabalho – ou seja, o uso da força policial e militar para obrigar toda a população a trabalhar em tais locais e condições que o Estado poderia decretar arbitrariamente. Na verdade, uma vez abolido o mercado, deixa de haver livre venda de mão de obra ou concorrência entre trabalhadores, e a coerção policial é, portanto, o único meio de alocar "recursos humanos". Se o trabalho contratado for eliminado, resta apenas o trabalho compulsório. Em outras palavras, o socialismo – tal como concebido por Trotsky e Bukharin nesta altura – é um campo de trabalho permanente, de âmbito nacional.
Se você tivesse empatia não ficava julgando a vida do outro. Que tal olhar o outro como se fosse você.
Amor,
o amor?
é como uma flecha de eletricidade
que atinge o mais profundo condenado,
o mais sofrido e destinado
a se perder nos próprios precipícios,
o amor desaparece na primeira percepção
de realidade que obtemos
ao enxergar o quão inútil e desprezado foi
o nosso amor pelo outro,
nosso sentimento alheio jogado às traças,
o amor é como uma taça de vinho destilado de uma adega,
que acaba tão rápido quanto começou e foi ingerido.
Preso ao que me tornei, acreditei, gostei e absorvi como verdade.
E que inconscientemente aceitei para mim.
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