Voar como um Passaro Ate seu Coracao
Ou você trabalha para os outros e constrói o sonho deles ou trabalha para você. Não tem como fazer as duas coisas!
O LIVRO DOS ESPÍRITOS - QUESTÃO 614.
A LEI NATURAL COMO EIXO ÉTICO DO SER.
A passagem transcrita, sob a tradução rigorosa e fidedigna de José Herculano Pires, situa o pensamento de Allan Kardec no ponto nevrálgico de toda a antropologia moral espírita: a Lei Natural como expressão da Vontade Suprema, inscrita na própria estrutura ontológica do ser humano. Trata-se do princípio matricial que orienta o espírito em sua travessia milenar, constituindo o fundamento da responsabilidade, da consciência e do aperfeiçoamento.
No item de número 614, a definição é direta, lapidar e inequívoca: a Lei Natural é a Lei de Deus, e por isso mesmo não é relativa, não é histórica, não é fruto das convenções transitórias dos homens; ela é anterior às civilizações e sobrevive às decadências das épocas, mantendo-se como eixo imutável da ordem universal. Seu caráter é normativo e teleológico: indica ao homem aquilo que deve fazer ou evitar, não por coação externa, mas por consonância íntima com sua destinação espiritual.
A infelicidade, como o texto assevera, não provém de fatalismos ou arbitrariedades celestes. Ela nasce do afastamento voluntário dessa Lei, isto é, da ruptura interior entre a criatura e o princípio de harmonia que a sustenta. A ética espírita, sob a pena metódica de Kardec e a transparência conceitual de Herculano Pires, desloca o eixo da tragédia humana do exterior para o interior, do acaso para a escolha, da fatalidade para a consciência.
A visão tradicional, que reconhece o valor do passado e das normas perenes, encontra aqui seu ponto de mais alta convergência: a felicidade não é invenção moderna, mas reencontro com o que sempre foi. O espírito não avança inventando novas leis; ele progride descobrindo a Lei que sempre o acompanhou, ainda que velada pelos instintos e pelas paixões.
A Lua é venerada e reverenciada como a personificação do sagrado feminino. O culto a Grande Mãe Terra foi esquecido e está sendo resgatado... É de se esperar que no dia a dia de cada mulher sagrada que dispõe de um tempo faça uma conexão com a fonte criadora, seja em
Meditações, orações, contato com a natureza.
Os estudos das antigas tradições e mitologias revelam que a interpretação da Grande Mãe como uma Deusa Tríplice, onde há a figura da Menina ou Donzela, da Mãe e da Anciã, seguindo a Lua crescente, a cheia e a Minguante que simbolizam o nascimento, crescimento e morte, não a morte física, mas a morte dos sentimentos e atitudes que não condizem com o amor que devemos ter em nosso ventre.
A Lua tudo influencia, uma influência benéfica no desenvolvimento e o crescimento de todos os seres vivos, o movimento da vida, no ciclo da vida como num bailar clássico e irreverente.
Honre suas ancestrais, sua feminilidade, seu sangue sagrado, seu poder de dar vida.
Honre a Grande Mãe Natureza!!!
Natal...
Simples e objetivo, momento para praticar o verdadeiro altruísmo. Não importa como foi seu ano, se as coisas ou as relações não foram bem, dê-se uma nova chance, limpe suas memórias de dor, suas mentiras internas. É momento de perdoar e pedir perdão, limpar os lixos emocionais, dar-se uma nova chance para melhorar as relações. Tome um momento, sinta e reflita o que houve; com simplicidade e amor dissolva seus medos, sua crítica, auto crítica, seu julgamento e apenas permita-se a olhar o outro ou a si mesmo nos olhos. Sabe aquele pontinho luminoso na íris? Olhe, confie e dissolva! Natal é momento de reuniões de famílias, de sentar-se numa mesa, em volta de uma árvore, numa roda de amigos, numa roda de fogueira e prosear coisas boas, contar as vitórias do ano, sem medo de ser julgado. É rir, fazer uma foto para registar o momento e trocar receitas deliciosas e partilhar um alimento. É momento de doar algo, talvez um panetone, um bolo, um sorriso, um abraço, uma dúzia de bananas que seja, em forma de amor. É tempo de fazer um cartão bonito e cheios de energias do bem para aqueles que se ama.
É momento de Ser, de receber as pessoas, sem julgar a roupa que veste, a comida que come, as suas escolhas, é Ser amor.
Talvez você possa chegar a conclusão que precisa afastar-se de algumas pessoas, não tenha medo, afaste-se e encontre-se com aquelas que te fazem bem, mas não se esqueça de fazer o bem também àqueles que estão a sua volta. Eleve-se na ausência de desejos, crie, decore sua casa, ilumine sua vida e célebre a beleza que há na certeza que se está vivo. Natal é uma comemoração antiga, iniciou-se na era pagã, resultou em aniversários de seres; e o mais conhecido deles é e sempre será Jesus.
É tempo de renascer para o amor, para a Vida, para a luz! Então aproveite este ano e comece a sua preparação para o próximo Ano, faça algo diferente, compre ou produza um presente para você mesmo e agradeça, nunca se esqueça de agradecer a beleza que é estar vivo, abrir os olhos e saber que tudo em seu corpo funciona perfeitamente e com saúde. Saiba amar, saiba que praticar o verdadeiro altruísmo é sentir um amor desinteressado pelo próximo, mas lembre-se antes de amar o outro você precisa amar a si mesmo.
Eu pratico o amor, eu sinto o amor e sabe porque para mim acaba sendo fácil? Por que eu me amo muito e meu coração está repleto desta energia de luz que doou a você neste momento!
Feliz preparação de um Natal feliz!
Gratidão e luz 🙏🏻💙
Gratidão é quando você aceita que tudo é perfeitamente como deve Ser! O buscador vasculha internamente, tem a coragem de limpar, organizar e agradecer o bem que está fazendo a si mesmo!
Pode vir,
Olhos nos olhos, sigo em frente e na luz...
Cavalgo nos raios, me ilumino como o brilho do sol da manhã,
Em meu coração encontro a verdade e a luz de ser o que se É!
Meu Ser vibra com as tempestades e trovões, brinco, ouço, admiro, me reabasteço!
Daí quando a chuva cai mansa, sorrio, agradeço. me encontro na paz, no silêncio interior!
Sou filha de Oyá!
Sou filha de Iansã!
Se sua alma tiver a beleza de uma flor, certamente você atrairá pessoas leves fluídas como a energias das borboletas! Se sua alma tiver a energia de borboleta, certamente você atrairá seres em flor para sua vida!
Sou flor 🌺
Sou borboleta 🦋
No palco da vida
Alguns se comportarão
como Rei Leão
Outros como filho do Rei:
Outros como as lenas:
Outros defenderão o
territorio de invasores
infieis:
Outros serão amigos e
familia sincera:
Cada um dá aquilo que tem.
Qual é o seu lugar
No palco?
As Margens do Silêncio
Sento às margens do rio para refletir. A água tranquila funciona como um espelho e devolve a minha própria imagem – nítida, brilhante, revelando instintos expostos, emoções desordenadas. Sei que o tempo guarda todas as respostas, mas, mesmo entendendo o cenário ao meu redor, não consigo ouvi-las. O que escuto é apenas o silêncio, um silêncio que se acomoda ao meu lado como uma companhia serena, quase amigável.
É então que, como um filme silencioso, vejo teu semblante surgir na memória. Há tristeza, amargura, cansaço. Há um peso que não consigo explicar. Um nó, sobe pela minha garganta, apertando como se mãos invisíveis tentassem impedir que qualquer palavra escapasse. As lágrimas contidas, pedem libertação. E como finalmente permito que venham, elas deslizam pelo meu rosto e molham minha pele, levando consigo um pouco do que me sufoca. O sorriso que sempre esteve estampado em mim, desaparece – some sem aviso, como truque de ilusionista.
Sinto o frescor da manhã tocando meu rosto, como se fossem mãos suaves acariciando minha pele. A natureza ao redor transforma o espaço em um refúgio, um pequeno abrigo onde posso descansar meu corpo e aliviar a mente. Meus pés tocam de leve a água e, ao mínimo movimento, círculos se formam, desenhando imagens que lembram mandalas – figuras quase sagradas, que parecem guardar em si algo de cura.
Encontro ali um momento raro de paz, entre o vento que passa devagar e a correnteza da água. Não consigo explicar o que sinto, pois, naquele momento não preciso mostrar minha fortaleza. Continuo a observar a água, ouvindo o silêncio e pouco a pouco o mundo dentro de mim se reorganiza.
Sem Nexo
De onde saiu?
Não sei
Apenas saiu
Jorrou
Fluiu.
É como água de vertente
Nasce
Brota
Escorre.
Deixa o caminho úmido
Perplexo
Atônito.
Assim é ela
A água
Assim sou eu
A brisa.
Eu me adapto em qualquer lugar, com qualquer pessoa e em qualquer momento. Sou adaptável como a água. Escorro, contorno, infiltro, desliso, tropeço e acabo sempre me encontrando com o meu destino.
Todo absolutismo é uma máquina de encurtar intervalos. Como suas narrativas unificadoras dependem, em grande parte, das afobações insensatas, a hesitação do indivíduo se torna sua principal antagonista.
Saudade, às vezes leve como a suavidade da brisa, outras vezes avassaladora como as tempestades em fase de devastação.
Necessitamos tanto da meditação como necessitamos da nossa própria respiração. É como se, ao nosso lado, uma cortina separasse os pontos negativos dos positivos e, nessa hora, nada mais existisse.
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