Voar como um Passaro Ate seu Coracao
Sinto-me, às vezes, como uma alma antiga que foi condenada a viver numa era aterrorizante de modernidade vazia.
Gosto de você, mulher extravagante,
Na tua naturalidade simples e normal.
Teu riso solto, como brisa no ar,
Desperta em mim um amor eternal.
Você é beleza bonita que faz bem a mim,
Cura a alma com teu jeito sem fim.
Nos teus olhos, o mundo se acende,
Meu coração dança, pra sempre rendido.
Teu caminhar leve, rainha sem coroa,
Extravagância pura na essência da alma.
No teu abraço, encontro meu lar,
Simples assim, mas um sonho que não para.
Você é beleza bonita que faz bem a mim,
Cura a alma com teu jeito sem fim.
Nos teus olhos, o mundo se acende,
Meu coração dança, pra sempre rendido.
Não precisa de joias, nem de luzes a brilhar,
Teu natural é o que me faz sonhar.
Mulher minha, eterna e verdadeira,
No teu amor, eu vivo e renasço inteiro.
Você é beleza bonita que faz bem a mim...
(Que faz bem a mim, pra sempre...)
Teu olhar me despe
antes mesmo do toque,
como vento morno
que percorre a pele
e aprende meus segredos.
Teu sussurro é chama
acendendo devagar
cada curva adormecida,
cada arrepio guardado
na espera do teu abraço.
Teu cheiro me envolve
como noite sem pressa,
e no silêncio do quarto
nossos corpos conversam
num idioma feito de desejo.
Tuas mãos desenham caminhos
que minha respiração acompanha,
e no compasso do teu peito
eu me perco —
doce, inteira, tua. EVER. .. .. ...
Como calar as vozes da nossa mente?
Quando morre a mãe da gente, é o momento que a gente entende de verdade que não somos imortais.
É como se caísse a ficha de uma vez por todas que, o colo que só uma mãe pode nos dar, não nos pertencesse mais, mãe é aquela que nos alicerça
E como lidar com o desamparo que maltrata tanto?
Uma vez me questionaram sobre o tempo do luto e quando isso ia passar?
As pessoas só entendem essa dor, quando dói na carne delas.
E não é sobre superar, é sobre resignificar.
A saudade vem , numa terça feira qualquer, as vezes vem num almoço de domingo, ou mesmo numa festa incrível que você só queria a companhia daquela pessoa.
A vida tem que continuar, e continua mesmo, nos primeiros segundos da perda a gente já sente o desabor do luto.
Mas muitas vezes o mundo está a todo vapor e você no meio disso tudo não tem outro caminho a não ser correr junto nessa maratona que é a vida.
Que possamos nos curar das dores silenciadas, das palavras ouvidas, dos julgamentos. Das vezes que dissermos que estava tudo bem e sorria para camuflar a dor.
Das indiferenças, dos pesos, dos julgamentos.
Como diz a matemática duas retas paralelas podem se encontrar no infinito.Por isso,deixe fluir.Aprenda a discutir ideias e lute por seus ideais.Faça tudo o que puder ser feito com os recursos que você tem onde você vive.Não dê um passo maior que sua perna,pois poderá cair do cavalo.Se não tiver cão aprenda a caçar com gato tenha autenticidade e seja feliz.
Bons professores e professoras são como segundos pais na vida dos alunos. Logo tem grande influência na educação e na vida pessoal e profissional dos alunos. Para ser um bom docente é preciso ter consciência que os alunos vão se espelhar nos bons mestres e no futuro esses alunos também serão grandes docentes.
Bons professores e professoras são como segundos pais na vida dos alunos. Logo tem grande influência na educação e na vida pessoal e profissional dos alunos. Para ser um bom docente, é preciso ter consciência que os alunos vão se espelhar nos bons mestres e no futuro esses alunos também poderão ser grandes profissionais e docentes de excelência.
Ande constantemente como as tartarugas. Você não precisa ser tão veloz quantos as lebres. Se tiver constância, até o improvável poderá acontecer.
"O amor verdadeiro é como uma árvore: tem raízes profundas e cresce com o tempo. O amor falso é como uma flor: é bonita e atraente no início, mas logo murcha."
Ecos do Passado
Na mocidade, eu amei correndo,
como quem teme a perda.
Agora amo em silêncio...
como quem entende a eternidade.
O tempo passou, e me deixou vazia de palavras, mas cheia de histórias.
O que foi desejo, agora é gratidão...
o que foi silêncio, agora é palavra.
Havia poesia nos meus silêncios, versos não escritos, noites desperdiçadas...
agora, a caneta se ergue, tardia, mas cada palavra é um eco do que fui.
Não procuro os fantasmas do ontem...
nem lamento as perdas que me moldaram,
não é saudade nem lembrança...
é algo maior, silencioso e real.
O que sinto hoje é amor pela vida...
amor pelas mãos que me seguram...
pelo instante que pulsa entre meu peito, e o mundo que ainda me espera.
Eu te desejo.
Mas não te desejo como quem tem fome.
Te desejo como quem deseja pele.
Pele que não é pele, pele que é carinho, cobertor.
Pele como a tua, que é o silêncio, a música.. pele que é dor.
Eu não desejo teu corpo, desejo tua presença.
Ouvir tua respiração, sentir o colchão afundar com teu peso ao meu lado.
Silêncio. Apenas silêncio..
Silêncio pesado, poético, como se o simples fato de existir junto contigo já fosse íntimo demais..
E talvez seja.
Não é sobre o ato.
Não é sobre querer-te nu.
É sobre fechar os olhos.
Não para imaginar o corpo,
Mas sim pra sentir
A ideia dele ali.
A proximidade. O toque. A respiração.
É bonito.
Melancólico.
Poético, quase erótico.
Não é por te querer por inteiro, mas sim, por te querer por perto.
E assim, eu deixo guardado no peito..
Esperando por um toque que nunca será feito..
Tudo fica estático.
E o que faz as coisas voltarem a girar é a tua imagem.
O tempo.
A vida.
Às vezes não consigo entender,
Como passam tão rápido, sem nem ao menos dar-nos chance de perceber.
Ontem mesmo,
Tremia ao trocar o lápis pela caneta.
Hoje, sou poeta, e não sei mais o que fazer.
Já tenho de tomar um caminho, fazer escolhas.. Mas tenho medo de crescer.
Só queria pedir ao tempo,
que fosse um pouco mais indolente.
Que andasse mais devagar,
E me desse espaço para respirar.
Que não me arrancasse da infância, mas que comigo, deixasse ela caminhar.
Que não insistisse em colocar relógios sobre meus ombros.. que não me desse datas, expectativas.. e chamasse isso de futuro.
Mas lá no fundo
Não acho o tempo algo tão ruim assim.
Já que tenho alguém que me acompanha.
Que me lembra
Que eu não preciso carregar tudo sozinha
Que não preciso seguir sempre na linha.
É ela que me lembra
De ás vezes
Ver as coisas como criança
E pensar que talvez, crescer não seja perder.
Talvez seja aprender
E carregar ela pela mão.
Que se tudo parece pesado..
Que eu não pese sozinha.
E ela é quem eu, todos os dias, vejo no espelho.
aquela criança
que um dia fui.
E que ainda em mim, descansa.
Eu sou triste
Não do jeito depressivo da coisa -
Mas como quem tenta, e mesmo assim não consegue mais se deixar iludir pela falsa esperança de que a vida importa, e que um dia vai fazer algum sentido.
E parando pra pensar, não faz. Nunca fez.
Nunca sequer importou.
Hoje, me encontro desiludida, e isso me perturba. Me perturba pensar na vida, e saber que inevitavelmente, com ela terei de me contentar.
Que não importa o que eu faça, talvez nada saia do lugar.
Às vezes me pergunto se vivo num limbo,
Se minha vida pra sempre será estagnada, se um dia eu vou piscar e já vai ser tarde demais pra mudar,
Me pergunto se devo sonhar, mesmo sabendo que muitos deles nunca vão se realizar.
Me pergunto se sonhar é coragem, ou apenas uma forma de adiar a realidade.
Tenho medo de acordar, e perceber que tudo mudou, menos eu. Tenho medo de sonhar, me esforçar ... e ainda sim ficar no mesmo lugar de onde sempre estive.
Não quero a minha vida, todo dia contemplar -
só quero parar um pouco de pensar.
Parar de pensar nos meus arrependimentos,
Nas coisas que eu já fiz, nas coisas que já aceitei,
Ou nos momentos que um simples pensamento me impediu de ser feliz.
Quero parar de pensar no passado, de me remoer por coisas,
que já não posso mais consertar.
Como se minha culpa lentamente me consumisse, e virasse o único lugar que já consegui morar.
Então, sim,
às vezes fico triste.
Mas não por causa dos arrependimentos,
Nem das dores,
Nem da incerteza.
Às vezes fico triste só por querer estar viva,
E perceber que
até isso cansa.
SEM PODER FUGIR
Quem me dera asas como as das pombas…
já dissera Davi…
Escaparia para o deserto…
a fugir da tempestade…
para bem longe daqui…
Tristeza e dor…
que nos afligem a alma…
nos tirando a calma…
sem poder fugir…
Quem me dera a capacidade…
de arrancar o sofrer da pessoa amada…
Provaria, sem palavras…
que meu mundo sem seu mundo…
não é nada…
Tristeza e dor…
que nos afligem a alma…
nos tirando a calma…
sem poder fugir…
Na incapacidade da minha vida…
esta dor tão doída…
entrego ao Redentor…
Já sem asas e em pranto…
me escondo no recôndito…
junto aos pés do Salvador…
Tristeza e dor…
que nos afligem a alma…
nos tirando a calma…
sem poder fugir…
sem poder fugir…
sem poder fugir…
AINDA NÃO É O FIM.
Como o servo suspira por água,
a minha alma suspira por Ti.
Minhas lágrimas me sustentam, Senhor;
és o meu alimento,
pra não desistir.
Por que estás abatida,
ó minha alma,
dentro de mim?
Espera em Deus,
o socorro virá;
ainda não é o fim.
Lembro-me
de quem Tu és.
A minha alma, mesmo abatida,
sustenta a fé.
Direi ao Senhor:
Tu és a minha rocha,
e é esta rocha
que firma o meu pé.
Por que estás abatida,
ó minha alma,
dentro de mim?
Espera em Deus,
o socorro virá;
ainda não é o fim.
O amor é como o ar... Onde inspiramos o amor para dentro de si próprio; dentro de si, entende o amor que sente; e, após isso, compartilha o amor expelindo-o à nossa volta.
Não tem como acabar com a fome no mundo, porque quem tá no controle são os bancos, as corporações, os investidores, as sociedades… E eles não querem acabar com a fome, com a pobreza, porque a miséria é necessária para manter a riqueza deles.
As guerras sempre apresentam nobres motivos, como a paz, Deus, civilização, progresso e democracia. E, se nenhuma dessas justificativas for suficiente, aí entram os grandes meios de comunicação, que criam inimigos imaginários para justificar a transformação do mundo em um grande manicômio, em um imenso matadouro. Essas mentiras são espalhadas, levando as pessoas a aceitar o que é inaceitável, e, no fundo, o que se busca é o controle e o poder. A verdadeira razão das guerras nunca é dita, e tudo se resume a: "Eu mato para roubar."
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