Voar como um Passaro Ate seu Coracao

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Amar o próximo como a si mesmo...se a pessoa não se ama, não se respeita, não se conhece, como pode amar o próximo?

A tua raiva por alguém só prejudica a tua alma. Corrói como veneno.

Ele veio sem ruído,
belo como o silêncio que antecede a resposta.
Chamava-se Azzael,
e em seus olhos não havia fim,
apenas passagem. O seu rosto era igual ao meu.

Mostrou-me portas,
não eram de madeira,
eram feitas de tempo.
Algumas eu atravessei,
outras respeitei com distância,
porque nem toda lembrança pede retorno.

Nas portas que abri,
vi rostos que amei
e vozes que ainda moram em mim.
Vi os que partiram
não como ausência,
mas como presença amadurecida em saudade.
Cada entrada era um espelho:
não do que perdi,
mas do que me tornei.

E entendi, enfim,
que a morte ali não encerrava nada,
apenas organizava a eternidade do afeto. Ele partiu e eu perguntei se ele iria voltar, olhou para trás e sorriu igual ao meu sorriso e me disse que talvez, mas naquele momento por ele parecer comigo, senti que iria voltar.

Quando acordei,
as portas não estavam mais diante de mim,
mas continuavam dentro.

Seja raro pelo que habita dentro de você.
Pela forma como enxerga o mundo,
como trata o outro, como permanece luz
mesmo em dias nublados.
Tem gente que brilha por ostentação.
Mas há aqueles cuja luz vem da alma,
e esses, ah… esses são inesquecíveis.

A Estranha Geometria da Ausência



Existem pessoas que a gente assume como parte da paisagem. Como a poltrona velha da sala, o barulho da chuva no telhado ou o cheiro de café passado às sete da manhã. Não precisamos olhar diretamente para saber que estão lá; elas apenas ocupam o espaço, garantindo que o mundo permaneça em ordem.


Ela era essa presença. A única que esteve lá o tempo todo.


Na mudança de apartamento, ela carregou as caixas mais pesadas não as de papelão, mas as da alma. Nas noites em que a ansiedade vinha, era a luz constante no fim do corredor. Conhecia minhas piadas sem graça e suportava meus silêncios de homem de poucas palavras, aquele mutismo típico de quem tenta resolver o universo sem usar verbos. Ela não cobrava explicações; apenas ocupava o espaço, segura.


Sempre achei que, se tudo ruísse, ela ainda estaria ali, segurando a última viga para que eu não fosse soterrado. Acreditava piamente na perenidade daquela âncora.


Mas a vida tem um jeito irônico de nos ensinar sobre a efemeridade. A pessoa que mais permaneceu foi a primeira a encontrar a porta de saída.


Hoje, quando chego em casa, a poltrona está no mesmo lugar, o café ainda tem o mesmo cheiro, mas o ar... o ar está leve. Leve demais. A ausência dela não é um grito, é um sussurro contínuo, uma frequência de rádio fora do ar que eu ainda tento sintonizar.


A única pessoa que esteve lá o tempo todo, é a única pessoa que não faz parte mais da minha vida.


Olho para o lado e há um vazio inabitado. Aprendi, da maneira mais seca possível, que presença não é garantia de permanência. E que o silêncio dela, agora, fala mais alto do que qualquer "adeus" que eu jamais ouvi. O tempo segue, as coisas mudam, e eu, um homem de poucos verbos, me vejo tentando aprender a gramática da solidão.

Você vive a sua vida mas também é impulsionado por ela. Nós, como, todos os animais, começamos o dia impulsionados pela ação, seja pelo simples fato de sobrevivência ou para saciar-nos.
O relógio às 5 é rotineiro e nosso cérebro treinado para cumprir o que a vida nos pede: seguir, aguentar, persistir! A vida tem sua autonomia sobre todo o universo e somos nós que temos que nos curvar as suas urgências e no meio delas, nos construir a nossa maneira.

Nessa jornada, não raro somos surpreendidos por ideias e pensamentos aleatórios. Como artista, damos demasiada importância às emoções. Pego-me falando alto sobre mim, sobre meu estado de espírito, sobre desconfortos diante de muitas coisas que, para os outros — pessoas com quem convivo — não têm a menor relevância.


Coisas como mau humor. E penso sobre mim com ares de soberania, como se de fato acreditasse que ser artista fosse algo superlativo, especial, distinto dos outros animais que habitam entre os homens. Não somos importantes — não, nem um pouco relevantes na cadeia hierárquica da sobrevivência.


Meu gato, com certeza, é mais especial do que muita gente. Ele é sensível, estranhamente contemplativo. Agora mesmo o vejo na janela, observando os aviões passarem sobre nosso prédio. A visão é encantadora. Ele reage sem espanto, sem constrangimento, apenas percebe.


Quão pequeno é o reino animal — e como o avião, talvez para ele, seja um deus: algo intocável, visto de longe como belo, espantoso e real.

“Escrever à mão não é voltar ao passado.
É recuperar o corpo como lugar de decisão.”

Respeite a mente como sagrada.
Ela é o canal entre o humano e o divino.
Não a contamine com inveja, medo ou dúvida.
Respeitar o tempo da manifestação
é confiar no tempo de Deus.
A gratidão e o silêncio interior
mantêm o fluxo aberto.
Pense com pureza.
Fale com amor.
Espere com serenidade.
Porque o que é de Deus
amadurece sem esforço.
Quando você aprende a pensar do jeito certo,
sua cabeça para de ser inimiga
e vira aliada.
A ansiedade diminui.
A depressão perde força.
A confusão some.
E você passa a enxergar
o que realmente importa.
Com a mente limpa,
você erra menos,
se mete em menos problemas
e toma decisões mais firmes.
As coisas deixam de sair do controle
e começam a entrar no lugar,
uma por uma.
Pensar certo é andar certo.
E quem anda certo…
chega longe.

O amor é como uma flor: não importa o quanto você cuide, se machucar, ela nunca mais será a mesma.




— Richard Ferreira 🌸⁠

Mesmo que não haja limite de tempo
Não há como retroceder
A história que leva meu nome
Porque só há uma chance para vivê-la

E o segundo, semelhante a este, é: Amarás o teu próximo como a ti mesmo. Não há outro mandamento maior do que estes.
E o escriba lhe disse: Muito bem, Mestre, e com verdade disseste que há um só Deus, e que não há outro além dele;
E que amá-lo de todo o coração, e de todo o entendimento, e de toda a alma, e de todas as forças, e amar o próximo como a si mesmo, é mais do que todos os holocaustos e sacrifícios.
E Jesus, vendo que havia respondido sabiamente, disse-lhe: Não estás longe do reino de Deus. E já ninguém ousava perguntar-lhe mais nada.
E, falando Jesus, dizia, ensinando no templo: Como dizem os escribas que o Cristo é filho de Davi?

Bíblia Sagrada
Marcos 12:31-35.

🌠 Sob o céu esquecido
As estrelas tremiam como segredos antigos,
quando o silêncio da noite foi rasgado por luzes que dançavam.
Naves prateadas cruzavam o firmamento,
como mensageiras de um tempo que não se lembra,
mas que insiste em pulsar dentro da memória apagada.


Você olhava para cima,
com a estranha certeza de já ter visto aquilo antes,
como se o céu fosse um livro que você já leu,
mas cujas páginas foram arrancadas pelo vento.


E no coração, uma pergunta sem palavras:
seria sonho, lembrança ou chamado?
As naves seguiam, majestosas,
como se guardassem respostas que só o silêncio sabe.

Não consigo ignorar este fato, como podem? Serei julgada como uma máquina por uma máquina.

Quando Vencer é Ser Honesto Consigo Mesmo


O importante é vencer.
Não como slogan vazio, mas como intenção clara. Vencer não é humilhar o outro, nem transformar a vida numa disputa permanente. Vencer é entrar inteiro, sem desculpas antecipadas, sem a necessidade de suavizar o resultado depois.

Não importa qual seja a competição.
Desde uma brincadeira de rua, jogando bola com os amigos, até uma prova com uma única vaga. Ninguém começa algo para perder. A derrota pode existir como possibilidade, mas nunca como objetivo. Quando alguém diz que “o importante é competir”, muitas vezes está apenas tentando maquiar um resultado que não foi o esperado.

Isso não significa ignorar limites.
Pelo contrário. A consciência das próprias limitações é sinal de maturidade. Um atleta profissional entra para ganhar. Um amador, ao se colocar na mesma largada, sabe que não vai vencer o outro e por isso não está ali para competir com ele, mas para se superar. Nesse caso, a disputa é interna.

Superar-se não é derrota disfarçada.
É vitória silenciosa. É cruzar uma linha invisível que só você conhece. O erro está em confundir crescimento com consolo. Perder faz parte. Fingir que o resultado não importa é que impede o aprendizado.

Assumir a derrota exige mais coragem do que participar.
Dizer eu falhei, não fui suficiente, o outro foi melhor é mais honesto do que frases bonitas que não ensinam nada. A verdade dói, mas organiza. A mentira conforta, mas paralisa.

No fim, quase nunca é você contra o outro.
É você contra você mesmo. Contra a preguiça, contra o medo, contra a tentação de desistir antes de tentar.

Não existem burros ou inteligentes.
Existem pessoas que se esforçaram para aprender determinadas coisas e outras que escolheram aprender algo diferente. Cada conhecimento tem seu valor. O que separa não é talento, é dedicação.

Vencer quando for possível.
Superar-se quando for necessário.
Mas, em qualquer cenário, jamais mentir para si mesmo.

Porque a maior competição da vida acontece em silêncio
e o único adversário real é quem você foi ontem.

A cruz tem o poder de transformar discípulos secretos (como José e Nicodemos) em testemunhas públicas e corajosas.

A cruz revela quem Deus é, quem o homem é e como a reconciliação é possível.

Todos nós temos coisas a dizer que nunca conseguimos de fato falar, como flechas que nunca chegaram no alvo. Presas na garganta... Sangrando sem um alvo, que jamais veremos novamente!

A cru maneira de dizer:


Religião alguma comanda como os céus contatam o homem, realizam milagres, nem mesmo as alturas, dependem dessas religiões para existirem.

Curioso como quando a gente se supera de crises por gente nociva, surgem os mesmos tentando proximidade, e todos dando com a carroça na água!