Voar como um Passaro Ate seu Coracao

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❝... É incrível como
algumas pessoas
tem o dom de abraçar
nossa alma com
carrinho, doçura e
amizade sincera no olhar....❞

❝ ...Você me lê sem pressa, como se lê uma carta antiga, Descobrindo a história em cada linha, cada dobra. E eu sou em você a poesia que não se fatiga, A semente da paz que a cada novo dia se desdobra.
⁠Somos o encaixe perfeito da imperfeição que acalma, Do riso que quebra o gelo e a dor do que passou. Você é a melodia que embala a minha alma, Onde o simples de amar é o nosso maior louvor...❞


------------ Eliana Angel Wolf

Das cores primárias vermelho, azul e amarelo, fazemos uma infinidade de tons e matizes; assim como, a partir de cinco sabores: doce, salgado, azedo, amargo e picante, criamos combinações inesgotáveis de paladares. Agora, de um único limão, azedo ou ácido, se expande e se multiplica: adoçado, vira limonada, um refresco muito apreciado. Amassado, com casca e tudo, adicionando cachaça e açúcar, uma delícia, quase divina, a caipirinha. Sem o seu efeito, será que podemos comparar o limão ao amor?

Bem vindos todos aqueles que assim como eu, ainda se emocionam com os últimos raios de sol que se despedem às 5 da tarde.

Escrever sem ser lido é como pregar no deserto.


Benê Morais

Peço-lhe que não apague a fusão nuclear que vive em s eu peito por mim. Aguardarei como Plutão: mesmo distante, esperançoso por qualquer resquício de seu calor e brilho, para ainda ser considerado planeta — e eu, o seu amor.

⁠Tudo acontece como deve acontecer. Está é a beleza da vida não saber o que vai acontecer durante o seu dia e para cada acontecimento uma emoção diferente.

Ama-te como quem sabe que faz parte do Todo, mas ainda assim é único, e por isso, insubstituível.

Ama-se quem olha para suas sombras com coragem, e mesmo entre dores e dúvidas decide ser casa para a própria luz.

Ama-te como o equilíbrio voa nas asas da Justiça, com leveza, com verdade, não por orgulho, mas porque o teu valor mostra ao mundo o quanto ele pode florescer… quando tu floresces também.

⁠A sua posição não defini quem você é. Cuidado com a altura que você estar e como você enxerga as coisas de lá.

Quer eu escreva ou desenhe...
Pois escrita são fonemas
O dito é parte da prosa...
Bem como os dizeres são expostos o desenho causa indignação...
Ou...
É uma expressão de irá e ironia
Num fato fatídico a irônica resenha.
No fardo ser rejeito ou expurgo.
Diante das letras a desatino.
A soberba falácia torna se ato de arte...
O artísta é um ator deu uma história dramática.

⁠A TUA DOR

Ninguém sente a tua dor,
Ninguém jamais sentiu,
Ninguém sabe como doeu,
Em quais sentidos a dor mexeu.

Ninguém tem a mesma cicatriz,
A exata noção do que viveste,
A cicatrização do teu ferimento,
Ninguém tem a medida, ninguém é você.

Então, eles - quem quer que sejam -
Não entendem, não merecem,
Ser levados em conta,
Nas suas opiniões superficiais.

Desconectadas do contexto único,
Das tuas experiências,
Ninguém é você,
Ninguém jamais será.

William Contraponto

Como médico digo a vcs ,amigos ,
não há remedio para as rugas de nosso rosto....
Mas vc é o remédio para as rugas de seu coração

A Constituição como Estrutura de Poder

Há países em que a Constituição não opera como fundamento, mas como instrumento. Não nasce de um projeto político coerente, e sim de compromissos acumulados, remendos históricos e concessões feitas para resolver crises imediatas. O resultado é um texto extenso, ambíguo e contraditório uma Constituição que tudo promete e pouco define. Essa ambiguidade não é defeito acidental: ela se converte em método de governo.
Em contextos assim, o Legislativo tende a perder centralidade. Não por ausência formal de poder, mas por comprometimento estrutural. Legisladores produzem normas já prevendo sua própria neutralização futura. Criam leis defensivas, cheias de exceções, conceitos indeterminados e cláusulas abertas, permitindo que o texto constitucional seja continuamente reinterpretado conforme a conveniência do momento político. A lei deixa de ser limite e passa a ser álibi.
Nesse vazio funcional, o Judiciário avança. Inicialmente como árbitro, depois como intérprete máximo e, por fim, como agente político de fato. A Justiça, tradicionalmente concebida como poder contramajoritário, passa a exercer protagonismo contínuo, ocupando espaços deixados por um Legislativo frágil e por um Executivo condicionado. A supremacia jurídica transforma-se em supremacia política.
A Constituição, então, já não é parâmetro estável, mas território em disputa. Seu texto permite múltiplas leituras porque foi concebido assim: aberto o suficiente para acomodar qualquer decisão que se queira justificar. A hermenêutica constitucional substitui o debate político. Decisões fundamentais deixam de ser deliberadas publicamente e passam a ser resolvidas por interpretação técnica, blindada por linguagem jurídica e legitimada pela autoridade institucional da corte.
É nesse cenário que processos eleitorais se tornam contingentes. O calendário democrático deixa de ser um dado objetivo e passa a depender da leitura constitucional vigente. O que deveria ser exceção transforma-se em precedente; o precedente vira jurisprudência; a jurisprudência se naturaliza como normalidade institucional. Não há ruptura explícita há continuidade reinterpretada.
O resultado não é uma ditadura clássica, nem uma democracia plena, mas um regime híbrido, no qual o centro decisório desloca-se do voto para a interpretação. O país passa a ser governado não por programas políticos, mas por entendimentos jurídicos. A soberania popular permanece no texto, mas se enfraquece na prática.
Nesse modelo, o futuro político não é decidido nas urnas, mas nos limites elásticos de uma Constituição que tudo comporta. Se ela é uma concha de retalhos, quem detém o poder real é quem define como os retalhos se encaixam. E, quando a exceção se torna método, a Constituição deixa de proteger a democracia — passa a administrá-la.
2026, nesse sentido, não é um evento imprevisível. É uma consequência lógica.
Não do acaso, mas de uma arquitetura institucional que trocou clareza por conveniência, representação por interpretação, e política por técnica.

Sol no Azul

Onde você estiver,
nas manhãs de todo dia
nascerá o sol com você

Como você estiver,
o azul que você fizer
fará o sol com você

Quando você estiver o tempo todo de céu
todo tempo de sol estarei eu com você.

Talvez, o Luar


Ele é lindo como o luar,
silencioso e distante,
brilha só o suficiente
pra eu me perder no olhar.


Seus olhos — calmaria e abismo —
guardam paz e solidão,
como quem já viveu o amor
e ainda sente sua extensão.


Os cabelos, negros como a noite,
guardam segredos que o vento não diz,
e os lábios… ah, os lábios —
tocam o ar e fazem sonhar feliz.


Seu toque é quente como o verão,
um carinho que me desarma,
um instante e o mundo some,
fica só o som da alma.


Mas ele não é meu…
ou talvez pudesse ser,
num outro tempo,
num outro céu,
onde o luar nos deixasse acontecer.

Intensos sentimentos.

Minhas lembranças me envolvem nesse estado.
Como pano de fundo nestas fantasias.
Que crise.
Idealizo e ignoro nessa percepção de perfeição.
Euforia e alegria intensa.
Que energia e rapidez nesta relação.
no paradoxo de felicidade e ansiedade.
Desejo ardente, tempo eximo na construção destas emoções.
Reajustei minhas prioridades e meus interesses por você.
Vinha sido consumido pela dúvida da reciprocidade porém, agora não mais.
Minha atenção é sua amada minha.
E tudo mais, só depois de você.
Os ventos das minhas emoções ja não perturbam mais, porém o meu corpo ainda busca a recompensa a euforia.
Nutrido por esta energia de paixão.
Coração que bate como borboletas.
Olhos dilatados que brilham.
Rubor da minha face.
Sono que não vem.
E o desejo desta atração que não vai.
Sim, estou sim.
Pois meus pensamentos, emoções e reações.
Com esta profunda atração e Clara intensidade de que ela já se instalou em meu coração.
E lá dentro o seu tempo não é pequeno e nem passageiro pois sim como o ponteiro de ferro com bico de diamante.
Sólido com respeito, intimidade e compromisso.
Mais profundo, mais profundo ainda.
Já evoluiu e continua evoluindo, para ser chamado de amor.

​A Essência do Raro


​Por William Teix


​O que os olhos rasos viram como abismo, era na verdade, nascente.
Onde leram falta, havia uma urgência de transbordar o que é único.


Não era o eco de um peito vazio, mas o silêncio necessário para que o raro pudesse escoar.
​A carência é sombra que busca a luz;


A raridade é a própria luz que, de tão intensa, cega quem não está pronto para ver.
​Um dia, o tempo — o senhor de todas as situações e verdades — dirá que não havia carência alguma,


Apenas uma alma que, por ser uma joia rara, não aceitava o entendimento de mentes comuns.

"Depois de muito relutar, aprendi que devo aceitar as pessoas como são, porém eu decido, o lugar que elas devem estar na minha vida."

Enjoar de você? impossível, seria como enjoar do próprio braço.

⁠A linguagem do ESCRAVO é a greve, se não for como eu quero não vou mais.
A linguagem do SERVO é o salário, só vou se tiver algum benefício.
A linguagem do FILHO é o amor, vou porque amo-os, mesmo na imperfeição, desvantagem e dor, pois vou para entregar não para receber.