Voar como um Passaro Ate seu Coracao
Perguntou-me como foi meu dia,
Sem saber o que dizer, fui viver uma fantasia.
Onde vivíamos felizes depois de um longo dia,
E você se reclinava sobre meu colo, me trazendo nostalgia.
Noite de pós chuva as nuvens caminha sobre os telhados como carroceis de cavalos brancos...
O clima de frio em ascensão os pedaços das sombras arrastadas um zumbido crescente que se intensifica não há nada lá movendo nas teias da solidão criamos saudade em lembranças que já se foram os nos olhos ver o brilho do passado através uma lagrima ou de varias...
Ela passou aqui tão rápido ousou me usar nem feriu á solidão tão entranha como razies nas veias eu já desolado queria um "eu te amo" mais o ventos assopra o tempo de asas ligeiras...
E os ventos, sempre eles, levando no sopro fino as promessas que ninguém sustenta…
A noite respira devagar, ferida, como se cada estrela fosse um soluço preso no céu.
Caminho entre restos de silêncios rasgados os passos ecoam como se anunciassem um destino que não muda.
A lua, pálida e distante, abre fendas de luz nas poças ainda frescas da chuva onde meu rosto se desfaz em reflexos partidos.
E no embalo das lembranças, a saudade mastiga o peito com dentes de bruma, recorda o toque que nunca voltou,
a voz que se perdeu no labirinto das horas.
Ela sombra breve atravessou meu mundo como um cometa cansado, queimou pouco, brilhou menos, e ainda assim deixou rastro demais.
Fiquei com o gosto amargo do quase, do que não foi dito,
do “eu te amo” abortado antes de nascer…
E o vento, tão cruel quanto sábio, recolhe cada palavra que tentei salvar, joga tudo no abismo do tempo
e segue, indiferente, com suas asas ligeiras carregando o pouco que restou de nós.
E quando o silêncio repousa pesado demais, parece que até as paredes respiram comigo, num lamento lento, quase humano,
como se a casa inteira sentisse tua ausência.
As sombras se dobram nos cantos, fazem gestos estranhos,
arrastam memórias como correntes antigas.
E eu, nessa vigília sem nome, procuro no escuro algum vestígio teu
um cheiro, um eco, um pedaço de riso esquecido entre as frestas do tempo.
Mas tudo foge tudo evapora tudo se esvai como vapor frio
saindo da boca de quem deseja e não tem.
A madrugada, cúmplice amarga, pinta no céu cicatrizes de açafrão e cinza
E eu sigo, solitário, colhendo restos de sonhos
como quem recolhe folhas mortas de um outono que nunca termina.
Teus passos ainda soam na minha lembrança, tão leves que ferem,
tão rápidos que machucam
E o coração esse velho sobrevivente
bate torto, lento, como relógio cansado que insiste em continuar dizendo ao mundo que ainda há luz em algum canto.
Mas o vento, eterno mensageiro dos perdidos que espalha minhas esperas pelo ar como papéis de poemas rasgados de uma história inacabada
Quem fala esquece, mas quem escuta sempre lembra, cuidado com que falas, palavras mal faladas é como tomar uma bala, ao escuta-las ficaram várias marcas que nunca poderão ser curadas...
"A fé atua como âncora e nos faz enxergar o "fardo que nos curva hoje" como travessia rumo à força e à leveza de amanhã. A cicatriz que fica não recorda a dor, ela exibe o vigor que nos conduziu".
Dollber Silva
Como é bom desligar-se do tempo
Ouvir os pássaros, sentir o vento
Dar espaço pra mente, olhar adentro
Ligar-se somente ao presente momento
Nas situações cotidianas.
São na realidade uma forma de como se enxerga, pois dependendo do estado de espírito, as atitudes serão diferentes.
Aprendo tanto com meus erros como também com os meus acertos, mas se pra escolher, prefiro aprender acertando.
São os homens como a relva que brota na aurora, germina e brota pela manhã, mas a tarde murcha e de noite seca.
Lembra-se do futuro? Aqui ele esta mais uma vez. Ele veio nos presentear como prometeu no passado. Trouxe-nos “o fim”, e o presente já foi revelado.
A Sabedoria é como uma mulher: se você a entender bem, verás que ainda falta muito para conquista-la.
"É preciso amar as pessoas como se não houvesse o amanhã."
Pra ficar mais fácil, esqueça o mal que te fizeram ontem.
Ame as pessoas puramente pelo hoje.
Não te quero mais
Estarei enganando-me ao dizer
Ainda te quero como sempre soube
Eu confesso que
Nada foi sem sentido, mas
Percebo em meu coração que
Você não é nada
Não poderia falar mais que
Mantenho um grande amor
Percebo ao passar do tempo que
Eu apaguei você dos meus sentimentos
E nunca direi a frase
“Eu te amo”
Desculpe-me, mas não posso mentir
O tempo passou.
Obs. respeitável: Embora poema já esteja registrado, vale notar que sua leitura é feita de ordem contrária, ou seja, de baixo para cima.
(A “situação” pode ser entendida de duas maneiras depende do caminho da leitura).
Jesus Cristo como Único e Suficiente Salvador?
Ah, nisso eu sou a primeira pessoa do singular do Presente do Indicativo do verbo Ter: afinal, eu tenho.
O HOMEM, tem NECESSIDADE da MULHER, assim como, A ESPADA, tem NECESSIDADE de sua Bainha...!!! Rolemberg.
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