Voar como um Passaro Ate seu Coracao

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Mudo como as marés e as fases da lua. Sou feita de momentos, ora tempestuosos, ora suaves. O autoconhecimento é uma construção em constante reforma. Mergulhar em si mesmo é um ato de coragem, não é gritar certezas, mas acender luzes dentro de si.

“Quem ignora a si e o inimigo já nasce derrotado. Mas quem conhece a ambos caminha como a tempestade: inevitável, indestrutível.”

Pare de esperar motivação, ela é como o vento que vem e vai. O que te mantém em movimento não é o impulso de um dia bom, mas a disciplina dos dias comuns.
É o hábito que te leva onde o entusiasmo não consegue permanecer.

Você é como o por do sol
Em uma manhãde domingo;
Vem devagarinho,
como quem não quer nada,
Em seguido toma conta de tudo.

Conviva somente com quem te faz bem.
Pessoas ácidas e amargas, são para a alma, como a enfermidade para o corpo.
Se não te faz bem, também não te faz falta.

Se me perguntarem o quanto te amo, não saberei responder. Porque medir esse sentimento seria como tentar contar as estrelas ou alcançar o fim do céu… impossível saber onde começa ou termina algo que simplesmente não tem fim.

O não nem sempre deve ser visto como algo negativo, mas como algo positivo. O ''não poder'', o ''não é o momento'', o ''não agora'' não deve ser visto como uma punição, mas como uma forma de nos educar, educar o outro. Pode ser uma forma da vida nos dizer que ainda não temos o preparo, ou não é o melhor caminho para determinado momento. Saber amar não é dizer sim para tudo, é também aprender a dizer não. Porque até pra amar precisa ter responsabilidade.

Memórias, lembranças, histórias, passado... Como viver o presente, como planejar o futuro, se tudo parece ter ficado lá atrás? Como seguir? Recomeçar?


Mas como recomeçar, se a dor do que foi vivido ainda atormenta o que será escrito?


Talvez o tempo seja apenas um consolo, uma promessa de que a dor diminuirá.


Ilusão.


O tempo não cura.


Ele apenas continua.


Indiferente ao seu destino.


Ele gira, e gira, até que nós sejamos o que ficou para trás.

Sobre a Vaidade da Sabedoria

A sabedoria não leva a nada.
Como morre o tolo, morre o sábio.
Tudo o que o sábio sabe é, em última instância,
para alimentar a própria vaidade —
para poder se orgulhar do que supõe ter entendido.

É verdade que, às vezes, a sabedoria o livra
de certos abismos onde o tolo cai sem perceber.
Evita-lhe perigos, enganos, precipícios.
E o tolo, ignorante de tais ciladas,
paga caro — muitas vezes com a própria vida,
morrendo antes da hora,
ceifado pela própria inconsequência.

Contudo, nem isso é razão suficiente
para que o sábio receba honras imerecidas
por seu árduo trabalho em busca do saber.
Pois todo conhecimento, por mais vasto,
se perde no tempo e no espaço,
como areia que escapa por entre os dedos
do homem que acreditava segurá-la.

Não há como esquecer!
Não há como apagar!
Não há como parar de sangrar!
Não há como esquecer!
Não há como apagar!
Você matou o meu amor!

Me perco toda vez que te vejo,
como o rio que esquece o caminho do mar.
Sem você, não há verso nem desejo,
a canção não aprende a rimar.


Teus olhos — castanhos, calmos, inteiros —
guardam o outono em pleno verão.
Neles, o tempo adormece primeiro,
e o amor desperta em contramão.


Você é o sopro que o tempo espera,
a brisa que volta só pra tocar.
Inspira meus sonhos, tempera a quimera,
ensina a saudade a dançar.


Há um azul escondido no brilho moreno,
um silêncio que sabe cantar.
Mergulho nele, pequeno e pleno,
só pra esquecer de voltar.


E se amar for mesmo um risco incerto,
que o vento leve o que for razão.
Prefiro seguir de peito aberto,
com você no centro da canção.


Se o mundo apagar a retina,
ficarei nos teus olhos — castanha e sina.

Moooooooo,


Me perco toda vez que te vejo,
como o rio que esquece o caminho do mar.
Sem você, não há verso nem desejo,
a canção não aprende a rimar.


Você é o sopro que o tempo espera,
a brisa que volta só pra tocar.
Inspira meus sonhos, tempera a quimera,
ensina a saudade a dançar.


Há um azul em teus olhos, tão sereno,
que o céu se curva pra te imitar.
Mergulho nele, pequeno e pleno,
só pra esquecer de voltar.


E se amar for mesmo um risco incerto,
que o vento leve o que for razão.
Prefiro seguir de peito aberto,
com você no centro da canção.

Não cheguei a falar de amor, nem prometi nenhum “felizes para sempre”. Mas agi como se amasse. Cuidei, senti saudades, cheguei de surpresa, roubando sorriso. Talvez tenha mesmo faltado algum: — Eu te amo! Mas eu também nem ligo, ainda estou aprendendo sobre o amor.⁠

O Eixo Católico é como a luz de Santo Inácio na internet, sem medo de usar o digital para levar a fé e o Evangelho a todos.

⁠"É prodigioso como a educação transmuta uma pessoa; ela não apenas molda conhecimento, mas também confere presença e autoridade moral, despertando consciência crítica, cultivando virtude e reforçando a coerência entre pensamento e ação. Revela-se, assim, que o verdadeiro poder não nasce da imposição ou da força, mas da sabedoria prática, da reflexão ética e da capacidade de discernir o justo do conveniente, lembrando que o cultivo da mente e do caráter é a base de toda legitimidade e influência duradoura."

A inteligência é como uma nova namorada, temos que beija-la e abraça-la para temos a certeza que à amamos.

Vamos brincar de nos esquecer das brigas e nos divertir levando a vida, como quem brinca de ser feliz.
Vamos amar sem medo, levantar a cabeça e seguir, pois o fim é só questão de tempo, e todo o tempo é pouco quando se ama.

A felicidade é complexa.


É curioso como a mentalidade e a natureza humana podem ser tão contraditórias. Alguns, mesmo com tão pouco e tantas limitações, conseguem viver com gratidão, alegria e paz interior. Enquanto isso, outros, cercados de recursos abundantes e desfrutando de boa saúde, enfrentam batalhas silenciosas contra a tristeza, a desmotivação e a angústia. Isso nos faz pensar que a verdadeira felicidade talvez não esteja no que se tem, mas em como se vive.






Daniel Francisco da Costa.

A maior parte dos meus textos são como cartas para mim mesma. No fundo, pequenas autocríticas.

Uma mulher

A mulher do capitulo 12 de Apocalipse, como é evidente não é "Maria"! Ela é o povo de Deus, tanto do Velho testamento, como o povo santo do Novo Testamento! Essa mulher dá à luz um filho, que é fruto do Povo de Israel, mas de um modo geral, fruto de` todo o povo de Deus! Há uma referência também às 12 tribos de Israel, assim como aos 12 Apóstolos do cordeiro!

O povo santo sempre vence com o cordeiro Deus. O dragão, não vence, mas sim os santos com o filho da mulher!

HelderDuarte