Voar como um Passaro Ate seu Coracao
“Antes de começar esta história anedótica sobre a minha vida como diretora de cinema, permita-me apresentar a você aquele que preencheu minha vida completamente ... Meu próprio Príncipe Encantado. O cinema.
Uma das grandes ironias de como as democracias morrem é que a própria defesa da democracia é muitas vezes usada como pretexto para a sua subversão. Aspirantes a autocratas costumam usar crises econômicas, desastres naturais e, sobretudo, ameaças à segurança – guerras, insurreições armadas ou ataques terroristas – para justificar medidas antidemocráticas.
Eu não consigo sair da minha zona de conforto - que não é tão confortável como o nome diz.
Quero dizer que não consigo me "mexer", fazer algo de útil e tornar o meu dia produtivo.
Eu queria ter a facilidade em cumprir deveres. Queria ser disciplinada e ter muita motivação. Mas tudo que sei fazer é reclamar e choramingar.
Minha vida é um completo tédio. Eu poderia está apaixonada e ocupar minha mente em amar alguém que não fosse minha família. Porém, não existe ninguém. Não tem ninguém pra tampar meu vazio.
E os dias passam, passam, as horas passam, e eu não me importo.
Eu não me importo, inclusive, com minhas responsabilidades.
Não sei nem que dia é hoje...
Nada é interessante.
Nada faz sentido, principalmente a vida: viver não faz sentido.
Queria entender tudo e ser um robô como os outros, mas eu simplesmente não vejo prazer.
NÃO HÁ PRAZER EM VIVER. Porque eles são robôs. Robôs prestes a morrer. Robôs que, a qualquer momento, instante, pode falhar e nunca mais ser ligado.
Robôs sim. Eles nascem, vão para a escola, estudam e depois estudam, depois se casam, filhos e filhos, trabalha (muito trabalho) pra poder ter grana e viajar. Pra poder ter grana e viajar...
Sim, apenas por isso.
Chamam isso de vida? Chamam isso de "felicidade"?
O pior de tudo é, e se eu não conseguir nada disso? Serei um fracassado?
O que não entendo é, do que adianta todo esse sacrifício, se no final todos nós iremos morrer?
Se você é rico ou pobre, bonito ou feio, legal ou chato, humilde ou egocêntrico, não adianta NADA.
Todos, todos, exatamente todos nós iremos morrer.
E eu?
Eu prefiro pular essa parte de ter que me sacrificar pelo resto da minha existência, e ir logo para a parte onde eu morro de uma vez.
Não cultive esse sentimento horrível, ódio cresce como erva daninha, a princípio parece inofensiva a gente olha aquele ramo inocente no meio da nossa plantação e quando menos esperamos se torna viçosa e destrói tudo o que plantamos... O certo é que aquilo que não nos agrada devemos desviar do caminho, uma linda e abençoada noite na Santa paz do Senhor pra vc e sua abençoada família.
Não cultive ódio , esse sentimento horrível, cresce como erva daninha ,a princípio parece inofensiva ,pequenina, quase imperceptível. Então, a gente olha aquele ramo inocente,no meio da nossa plantação e matamos sua sede, a alimentamos e quando menos esperamos se torna viçosa ,e ao invés de ser grata ,ela destrói tudo que plantamos...Autora Ada Fronzzi
As pessoas se colocam como se fossem os seus egos e deixam os seus egos demonstrarem quem elas não são
Criança, onde está o futuro?
Muitas vezes falamos e ouvimos falar do futuro como algo pronto e acabado que nos espera no amanhã de braços abertos, incondicionalmente bem abertos. Assim, com esse conceito, não agimos como um trapezista que se entrega totalmente pela beleza do espetáculo, pois pensamos no futuro como um lugar para chegar ao fim de uma jornada da qual não se corre nenhum risco de tentar fazer o novo. No entanto, o futuro se apresenta no presente, pronto, mas pronto para ser debulhado pelo nosso sonho-ação.
Falar de futuro para uma criança como um objetivo para ser alcançado por ela é muito complicado, não é tarefa fácil ser entendido ao expressar-se sobre esse assunto tão complexo, porque a criança entende o hoje, ela agarra as novidades do hoje, não teme o amanhã, porque mesmo não sendo de forma sistematicamente racional, sabe que o amanhã nada pode fazer contra ela, pois ele ainda não existe. Na verdade, são as crianças que têm muito para nos ensinar sobre o futuro, porque não ficam presas ao passado, não temem viver o presente e nem ficam escondendo-se do inesperado que surge a cada instante, pois elas pulsam pelo broto de cada segundo!
Contudo, acredito que não há nada de errado em falar do futuro para as crianças, mas penso que é bom falar sobre esse assunto com um jeito especial, é claro! Não podemos fazer severas cobranças sobre o futuro para que não seja enclausurada a simples beleza de viver o hoje. Entretanto, mais relevante do que falar sobre o futuro com as crianças, acho que é se fazer um tapete vermelho do amor encantador ao desenrolar-se no chão do presente de cada uma delas, isso, em um eterno Dia das Crianças.
Hoje é futuro
Os milésimos de segundos
Tic-tac, tempo a sempre passar
Tempo que não volta no tempo
Rios seguem, virarão mar
Larvas viram moscas
Depois das letras? Frase-ar!
Palavras seguem no tempo...
Seguem... Sem jamais voltar
Se insensatas? Choro, perdoar!
Se belas? Alimentam, saborear...
Os passos que no hoje dou
São lápis de muitas cores, rabiscos
Traços, fraquezas ou o riso amanhã
Há sementes na maçã
A vida brota, rebrota e lota
Notícias que ilumino ou derrota.
O ar aprende andar, vira vento...
O vento não pára... Longe vai!
Olhar pra trás? Não pra sofrer!
Parar o tempo? Não, refazer!...
Aqueles que me respeita e me aceita como sou...Tem de mim mais do que uma sociedade...INTERESSEIRA! Tem de mim minha consideração.
Não te ter é como estar condenada a prisão perpétua!
Sinto tanta falta de tudo. Por onde você anda? Gostaria de saber, me sinto presa aqui, essa condição que você me deu é como a de um preso, posso presumir sua vida, mas não posso estar presente nela, por que tem que ser assim? Eu preciso de você, ainda estou aqui te amando. Ainda penso em você e sonho com a gente juntas todas as noites, isso me machuca tanto, só queria ser livre.
Já se passou um ano e eu continuo aqui, chorando por você, o que é que tem de errado? Por que eu não consigo te esquecer? Eu só queria te ver e conversar, é tão triste ter que me colocar em relacionamentos vazios tentando seguir minha vida. Eu não tenho vida sem você, espero todos os dias que em algum momento você volte e troque ao menos algumas palavras.
Você é a melhor parte de mim, você não esta aqui. Sou livre, é eu sou, mas por que é que meu coração insiste em ser seu? Há uma parte minha que se nega te deixar, eu juro que se eu soubesse como eu fazia isso parar, afinal, você realmente acha que eu queria estar aqui, pelos cantos me escondendo desse amor?
Aqueles dias nunca irão voltar, e eu sei claramente sobre isso, eu só queria que você conseguisse falar comigo.
Como está sua vida? E o Dex ta bem? Você conseguiu entrar na faculdade? Eu só queria jogar conversa fora da mesma forma que fazíamos até tarde. Eu sinto tua falta mesmo tendo tanto de você aqui.
Eu mudei tanto, foram tantas transformações, tantas experiências, seria tão bom se você tivesse feito parte disso.
Me desculpe
o pó e o amor
como o poema
são feitos
no dia a dia
o pão come-se
ou deita-se fora
embrulhado
(uma pomba
pode visitar o lixo)
o poema desentropia
o pó deposita-se no poema
o poema cantava o amor
graças ao amor
e ao poema
o puzzle que eu era
resolveu-se
mas é preciso agradecer o pó
o pó que torna o livro
ilegível como o tigre
o amor não se gasta
os livros sim
a mesa cai
à passagem do cão
e o puzzle fica por fazer
no chão
Era uma vez uma mulher que tão depressa era feia como era bonita.
Quando era bonita, as pessoas diziam-lhe:
- Eu amo-te.
E iam com ela para a cama e para a mesa.
Quando era feia, as mesmas pessoas diziam-lhe:
- Não gosto de ti.
O que é noção de ridículo? Eu nunca soube. Quem define esse ridículo? Como os seres humanos todos podem ter a mesma noção do que é ridículo e do que não é?
Ainda lembro da nossa última vez...
Você estava distante e fria como a noite lá fora...
Sem uma palavra, me disse adeus...
Procurei por seus abraços
Mas seus braços já não estavam lá ...
Busquei encontrá-la em seus beijos...
Mas seus lábios já não eram meus...
Tentei te esquecer em outras camas...
De olhos fechados
Sonhava estar contigo...
E sofri...
E morri em mim...
Pois não existe mais
Eu e você...
É extraordinário como nos tornamos violentos quando queremos agradar ao mundo. Agradar ao mundo resume o comportamento da sociedade nos seus aspectos mais retóricos.
Como a chuva não cessasse de cair em caudais,
Tiras de tinta começaram a aparecer na fotografia
O tecto da chuva rompera o abrigo da sua alma
E o verde circulava a deriva rompendo as plantas.
Elvira deixara cair seus olhos de objectiva nas
Folhas verdes. Verificava que era sobre elas e como
Elas que sempre olhara a natureza. Ver o real
Em folhas era amá-lo ininterruptamente. Essa
Contiguidade acabara por compor uma rede
Que tinha tanto de próximo como de diferente,
E a chuva não era chuva, transparecia. Eis, pensou.
Por que chove na fotografia, por que chove
Em correntes sobre as folhas?
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