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Viver Loucuras

Cerca de 50186 frases e pensamentos: Viver Loucuras

Amar você é viver além do real, um sonho desperto, um tempo sem igual. O céu se curva, o instante é eterno, seu olhar transforma o mundo em terreno.
Não é comum, é força que invade, é fogo que aquece, é calma que arde. Você é meu infinito, meu destino sem fim, a razão secreta do coração em mim.

Onde os Tempos se Tocam


Dizem — nas margens do que chamamos de realidade — que viver é mais do que mover-se entre dias.
É atravessar uma ponte invisível,
lançada entre o que já foi e o que ainda pulsa para nascer.
Cada passo que damos arrasta consigo vozes que não ouvimos mais,
mas que ainda nos atravessam como brisas ancestrais.

Não começamos onde pensamos.
E não caminhamos sozinhos.
Seguimos por trilhas abertas por mãos que hoje jazem na memória do mundo.
E mesmo sem perceber, somos continuidade:
pedaços de um legado que nos habita sem pedir licença,
que se acende nos nossos gestos mais íntimos,
e nos sonhos que julgamos originais.

Talvez o passado não esteja atrás de nós —
mas entrelaçado no agora, como uma raiz viva sob nossos pés.
Talvez sejamos o sonho deles.
O desejo sussurrado por alguém,
em uma noite de incerteza, sob outro céu,
pedindo que o mundo não esquecesse de existir com beleza.

Mudamos os cenários.
Mudamos as palavras.
Mas será que mudamos, de fato, os enredos?

A humanidade, em suas vestes rotativas,
parece buscar sempre o mesmo:
pertencer. durar. compreender.
E nesse movimento repetido, a cultura se faz semente.
Ela não é um museu de coisas mortas,
mas uma constelação de sentidos vivos —
uma tapeçaria tecida em conjunto,
em que cada história contada é um ponto que costura
feridas e esperanças, memórias e futuros.

Mas… e se tudo isso estiver se perdendo?
Não por maldade. Mas por distração.
Por esquecermos de escutar os mais velhos.
Por desligarmos os rituais do cotidiano.
Por tratarmos como ornamento aquilo que é fundamento.

Porque cultura não é espetáculo — é espelho.
Não é passatempo — é permanência.
Ela pulsa, sustenta, atravessa.
É a herança que escolhemos manter viva.
E mais do que isso: é o espelho onde o coletivo se reconhece.

Em cada tambor ressoado, em cada canto preservado,
em cada arte que resiste ao esquecimento,
há um sinal:
não estamos sozinhos.
Nem no tempo. Nem no destino.

Somos aqueles que recebem e entregam.
Que carregam e renovam.
Que repetem não por inércia,
mas por reverência.

E talvez — apenas talvez —
o mais sagrado de sermos humanos seja isso:
participar do fluxo que une o primeiro gesto ao último suspiro.
Do fogo primordial ao toque digital.

Agora, pare.

Respire.

Sinta o tempo tocando você por dentro.

E se tudo isso ainda estiver acontecendo —
porque você aceitou continuar o fio?

M. Arawak

Saber um pouco mais e viver um pouco menos

Há quem pense o contrário. Melhor é o ócio bem empregado do que o negócio. Tudo o que possuímos é o tempo, único bem de quem não tem nada. A vida é preciosa demais para ser desperdiçada tanto em trabalhos mecânicos quanto em excesso de tarefas sublimes. Não devemos nos sobrecarregar nem de ocupações, nem de rivalidades: isso é maltratar a vida e sufocar o ânimo. Alguns acreditam que também se deve evitar o saber, mas, se não se sabe, não se vive.

O pacato tem vida longa.

Para viver, deixe viver. As pessoas pacíficas não vivem apenas, reinam. Ouça e veja, mas mantenha-se calado. Um dia sem tensões significa uma noite repousante. Viver muito e com gosto é viver duplamente: é fruto da paz. Tem tudo aquele que não se preocupa com aquilo que não importa. Não há bobagem maior do que levar tudo muito à sério. Manter-se aberto àquilo que não interessa é tão tolo quanto não se envolver com aquilo que interessa.

"Nesta quadra da história, não admitirei fissuras entre juízo e conduta, pois viver bem é agir conforme o que se é. Reclamarei meu tempo com rigor, ciente de que a vida não retorna e de que apenas o presente está sob meu domínio. Minha bússola será interna, governada pela razão, imune às paixões da aprovação alheia, porque perder o favor externo é indiferente, mas perder a si mesmo é ruína. Assim, permanecerei fiel ao essencial, porque só o que é sólido em valor resiste ao curso inevitável dos dias.”

Ler é viver muitas vidas em uma só.
E viver muitas vidas é a forma mais bela de se tornar eterno.


Roberto Ikeda

Primeiro domingo do ano
Um dia para descansar
Viver bem com a família
Momentos pra se alegrar
Pior que passa tão ligeiro
Amanhã dia útil primeiro
Que voltarei a trabalhar

Viver em paz e usufruir do que Deus nos deixou no mundo, com saúde, paz e felicidade, vale mais do que riquezas materiais. Ser feliz é simples: basta apenas sentir e ouvir o que Deus nos fala em um simples sopro do vento.

Troque ódio por amor


Não se pode ser calado
E aceitar o horror
De viver amedrontado
Dizendo amém ao terror
Se alguém é maltratado
Sem clemência ou clamor
Até mesmo assassinado
Uma vítima do furor
Como se é odiado
Com toda raiva e rancor
Se cada um é igualado
Diante do Criador
Por isso deixo o recado
Troque ódio por amor.

Deve-se viver uma vida mais saboreada e plenamente vivida, com propósito e significado, com mais arte e mais presença, talvez seja essa a única forma de não sucumbir ao caos.

Podemos viver como expectadores da Vida ou subir no palco e desfrutar das maravilhas que ela nos proporciona.

A dor, pelo menos 3 vezes, é o que se tem de certeza.
Ao nascer sofro, ao viver sofro, ao morrer irei sofrer.
Mas acho que o que fica de lição é: a capacidade de se adaptar ao sofrimento, e seguir em frente.

Viver é uma arte que poucos conhecem, diferentemente de sobreviver, precisamos reverter a tristeza e transformar em alegria, com sabedoria e leveza. Fé em Deus é tudo.

⁠O homem pode viver de pequenas coisas, porém a ambição, de ter e ser, nós faz querer sempre mais.

Sempre queira viver novos momentos, mas jamais deixe de agradecer por aqueles que já viveu.

Tem gente que é feliz sofrendo, uma forma de ânimo para viver.

A escrita é um legado registrado das formas de viver e aprendizados que acumulei durante muitos anos.

Viver a realidade que sempre sonhei é resignificar os momentos perdidos no tempo, vivendo o presente, que é mais que o esperado.

A falta de consciência não é ignorância é acomodação.
É viver no automático, repetindo padrões herdados, crenças e comportamentos que nunca foram questionados. É aceitar a mediocridade como zona de conforto e chamar limitação de destino.

Muitos atravessam a vida sem, de fato, vivê-la. Reproduzem histórias que não escolheram, carregam dores que não curaram e defendem ideias que jamais examinaram. Confundem rotina com segurança e medo com prudência. Assim, passam os anos… e permanecem no mesmo lugar interno.

Sem discernimento, não há ruptura. Sem ruptura, não há evolução. O indivíduo se torna prisioneiro da hereditariedade emocional, mental e comportamental um eco do passado tentando existir no presente. Vive reagindo, nunca criando. Seguindo, nunca conduzindo.

A consciência exige coragem. Dói olhar para dentro, questionar a própria história e assumir responsabilidade pelo próprio despertar. Por isso, poucos o fazem. A maioria prefere a anestesia da repetição ao desconforto da transformação.

E assim seguem: passam pela vida, mas não a expandem.
Respiram, mas não despertam.
Existem, mas não evoluem.

Viver preocupado é achar que Deus vai falhar.