Viver Loucuras
❝ ...Não se incomode com aqueles que
querem viver a tua vida, e ter o que
você tem. você é único e exclusivo
seus sonhos são realizações de seus
esforços. Ninguém vai conseguir roubar
a tua felicidade por que ela é sua e
somente você pode viver as tuas escolhas.
Ninguém pode sonhar os teus sonhos ou
vive-los por você...❞
--------------------- Eliana Angel Wolf
Eu aprendi a viver com limites por nós dois. Você aprendeu a me machucar chamando isso de liberdade. Essa conta chegou. E eu não consigo mais pagar
"Só os tolos acreditam que viver à sombra de outro traz segurança. O sol que você busca está dentro de você; a sombra de quem quer te ver rastejar não merece espaço em seu caminho."
Do que adianta ter tudo,
se sem ti eu não sei viver.
Meu Deus, o Senhor é tudo,
Tudoo que preciso ter para viver.
A escrita é um rascunho do próprio viver, com pequenos fragmentos de pensamentos que se esvaem com o mais sútil sopro de vento, por vezes ocultos em nosso subconsciente. Cada palavra é como um vestígio do que fomos em determinado instante, um eco daquilo que não quis se perder no silêncio. Escrever é capturar o efêmero, transformar o intangível em forma, dar corpo ao que, de outra maneira, se dissolveria no tempo. Assim, cada linha é memória e invenção, confissão e mistério, como se a própria alma buscasse se perpetuar no papel.
Escrevo poemas tristes não por gosto, mas porque aprendi a viver assim, mergulhado em dores silenciosas, em lembranças que não se dissipam, e em uma tristeza que se tornou meu idioma, apenas transmito o que realmente sinto.
Ser cristão é viver disposto a morrer por aquilo que se sente e se crê, mesmo sabendo que jamais será totalmente compreendido.
Ser cristão é viver o amor em sua forma mais pura, em Jesus Cristo, o amor que perdoa, acolhe e renasce.
Não se perca na luta para provar, dedique-se a viver de tal forma que o seu amor prove a sua verdade.
É preciso coragem para dar o reset na rotina que aniquila o significado profundo do viver, para apertar o pause no ciclo vicioso que nos transforma em autômatos da sobrevivência diária, e reconhecer que o esforço de desmantelar as fortalezas autoimpostas é o trabalho mais revolucionário. Nós nos aprisionamos em defesas que, paradoxalmente, nos condenam à não-vida, e a liberdade só é conquistada quando ousamos ser despidos das nossas velhas certezas, trocando o conforto da jaula conhecida pelo risco glorioso do horizonte inexplorado.
O maior cárcere é a mente que insiste em viver no passado, enquanto o corpo é forçado a habitar o presente.
