Viver

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Viver no Brasil é cansativo. A pior notícia é sempre a próxima; ter esperança de que as coisas mudem parece quase uma fragilidade, de quem ainda tenta resistir.

Tratar, Viver Meu Próprio Aniversário Como Mais, Um Dia Comum... Nunca Foi Falta De Entusiasmo.., Sempre Me Recusei Performar Uma Alegria Vazia, Amo Sim Cada Segundo Da Minha Vida. Sou Quem Não Depende De Data Específica Para Dar Valor a Minha Própria Existência, Descobri Em Tempos Idos, Que o Celebração Verdadeiro Acontece Em Ritmo Velado Sem Alarde a Cada Dia.

Viver é tão filosófico, que aspiramos sempre ⁠ estar bem, com todos a nossa volta.

⁠... desejar
um viver sem culpas
é render-se ao inconcebível -
refreando possibilidades; quando
não ,o próprio destino - na verdade,
cada homem vive sob os limites
de sua própria índole
sempre carente de
reparos!

... do imperfeito ao perfeito,
a arte de viver demandará perspicaz
reconhecimento e similitude com nossa
estimável interioridade de espírito em
laboriosa feitura - para tanto, as infindáveis
idas e vindas favorecendo tão
extraordinária jornada...
Assim é!

... o tão desejado
bem viver trata-se de uma
ousada e bem disposta política de
resultados; em que as boas atitudes
devem ser espontaneamente praticadas; jamais presunçosamente
contabilizadas!

... da rudimentar cognição
aos expressivos lampejos de sabedoria,
a arte de viver, exigirá perspicaz similitude
com nossa inalienável interioridade como
espíritos em fazimento... Para tanto, as
ininterruptasidas e vindas por mundos
e humanidades endossando
tão especialíssima
travessia!

... não julgar,
segundo a filosofia cristã,
é priorizar e viver a melhor fatia
daquilo que dedicados, espontâneos,
naturalmente expressamos: nosso
discernimento e relevância
como espíritos!

... o bem viver
não se limita ao pleno proveito
das nossas emoções, tampouco se resume
aos rígidos preceitos da razão; visto que optar
apenas por umlado — emoção ou razão — nos sujeitaria à não resposta de uma súbita
amargura, ou à fria indiferença...
Sofreríamos, sobretudo, das
agrurasde uma vida
'manca'!

... a sabedoria
é fruto da boa observância
do que seja a arte de viver — de
uma meticulosa percepção de seus
fartos contrastes e encantamentos que
sempre têm algo a nos dizer,
por nos ensinar!

... a tarefa de viver
não se trata de um monólogo
isolado, mas de um ação participativa
em que, na condição de 'emissores', vivemos
e partilhamos aquilo que já alcançamos — e,
ocupando o papel de 'receptores',sorvemos
saberes e princípios que por
agora nos faltam!

... são os ultrajes,
caríssimos — a desobediência
a um modo de ser e de viver que,
segundo Jesus, o Cristo, nos permite
avançar. Uma pertinaz desobediência
aos nossos sórdidos desalinhos
e fraquezas!

... caso ainda
não consigas viver com singular
mestria os talentos ofertados a ti pelo
Criador, vive ao menos aquilo que
está ao teu alcance, porém
honestamente!

"Vou viver este amor enquanto ele durar.
Depois eu me recolho numa ilha deserta à recordar..."

☆Haredita Angel

A Bíblia Sagrada contém muitas mentiras. Não vou falar sobre isso, porque você gosta de viver como se elas fossem a verdade absoluta.

EFÊMERO É VIVER
Quando tudo nasceu,
era contigo que eu estava.


Quero estar contigo
quando tudo acabar.


Só quero estar contigo.
Só quero estar contigo.


Que fosse eterno,
eu queria.
Como queria.


No passar da vida,
passa a vida.
Eterno, nada é.


Nem o que bem se vive,
porque passa.


Eu só quero estar contigo
quando tudo não estiver mais.


Téia Alves

SENTIR PARA VIVER
A PAIXÃO

Sinto-me lisongeado tenho um coração enorme, preciso ser bliscado para acreditar a razão de viver apaixonado pela vida, amar e tocar na alma das pessoas tem que ser medida, desculpe, não quero-lhe causar infortúnio o meu ser mesmo imperfeito clama pela musa que na sua bondosa generorisade me comprende, me aceite como sou e respeite, numa liberdade mutua da corrente corrida a favor e contra as forças do viver, havendo os tempos actuais em que não se prendemos a velhos rituais,cabe encontrar tempo, espaço para eu fazer morada no sua fonte da água da vida que me anima e alegra porque tem sentimentos e se apaixona, viver a vida com essa senciblidade é algo muito elevado que transcede o dito normal e passa a viver um magnifico, um bonito climax que perdura sempre que alimenta esse sentimento.
Beijinhos doces minha querida e linda amiga.⁠

Sonhar acordado é um exercício de liberdade que nos permite saborear o viver, transcendendo o tangível para construir mundos interiores. Nesse estado de consciência, tecemos pontes invisíveis e teias de conexão, onde a partilha e a união não são apenas desejos, mas a própria essência da expansão humana. É nesta partilha que o conhecimento flui, alimentando a evolução mútua e transformando o ato de existir numa obra de arte contínua.
​Ao contrário da busca por satisfação através do acúmulo material — como observado no Efeito Diderot, onde uma nova aquisição desencadeia uma espiral de consumo que muitas vezes confunde o bem-estar com a posse —, o verdadeiro progresso reside na riqueza das trocas imateriais. Enquanto o fenómeno psicológico do consumo sugere que objetos podem preencher vazios, a nossa jornada propõe que a verdadeira plenitude nasce da conexão genuína.
​Em vez de deixar que o consumismo dite o ritmo da vida, podemos escolher a consciência:
​Valorizar o essencial: Tal como o planeamento financeiro nos ajuda a distinguir entre a necessidade real e o impulso, a nossa mente pode filtrar o que realmente alimenta a alma.
​Transformar comportamentos: Ao identificar os gatilhos que nos levam a buscar satisfação fora de nós, ganhamos autonomia para direcionar essa energia para a criatividade e o intercâmbio de saberes.
​Expandir através da doação: Assim como dar uma segunda vida a objetos que já não utilizamos evita a espiral desnecessária, partilhar as nossas vivências e criações permite que o nosso legado se multiplique nas vidas dos outros.
​Nesta teia de conexões, cada pensamento partilhado e cada ponte erguida é um convite para que a evolução seja um ato coletivo, onde a verdadeira riqueza não está no que acumulamos, mas na forma como nos permitimos crescer uns com os outros

A FILOSOFIA DE EMANUEL BRUNO ANDRADE


Novo Humanismo — A Arte de Saborear o Viver


A filosofia de Emanuel Bruno Andrade parte de uma pergunta essencial:


O que fazemos com aquilo que vivemos?


O ser humano recebe a vida através da matéria, percebe-a através da sensibilidade, experimenta-a através da existência e procura compreendê-la através da consciência. É neste percurso que nasce o Novo Humanismo.


O Novo Humanismo não procura criar um ser humano perfeito. Procura criar um ser humano mais consciente daquilo que é, daquilo que sente, daquilo que faz e daquilo que transmite aos outros.


I — A Fórmula da Experiência


A primeira expressão filosófica é:


F = (M × S × E) / (N − k)


onde:


M representa a matéria e os elementos concretos da realidade;


S representa a sensibilidade, a perceção e a dimensão estética;


E representa a experiência e o significado vivido;


N representa o nível de consciência, conhecimento e compreensão;


k representa os fatores de resistência, bloqueio, medo, preconceito ou distorção.


Esta fórmula não pretende medir matematicamente o ser humano. É uma metáfora conceptual para pensar a experiência.


A matéria, sozinha, é apenas matéria.


A sensibilidade permite senti-la.


A experiência permite vivê-la.


A consciência permite compreendê-la.


E os bloqueios podem impedir que aquilo que vivemos se transforme em conhecimento.


Assim, a experiência humana não está apenas naquilo que acontece, mas naquilo que conseguimos fazer acontecer dentro de nós depois que acontece.


II — A Fórmula da Comparação


A segunda expressão é:


C = [(M₁ + S₁ + E₁) − (M₂ + S₂ + E₂)] / (N − k)


Esta fórmula introduz o outro.


Já não existe apenas uma experiência. Existem duas realidades que se encontram.


Duas pessoas.


Duas obras.


Duas culturas.


Duas ideias.


Duas experiências.


Comparar, neste sentido, não significa estabelecer imediatamente quem é superior.


Significa descobrir:


o que aproxima, o que diferencia, o que falta, o que acrescenta e aquilo que podemos aprender com cada realidade.


Por isso, no Novo Humanismo:


«Comparar é reconhecer diferenças sem destruir a ligação entre as coisas.»


A verdadeira comparação não diminui o outro.


Amplia a nossa compreensão.


III — A Consciência como ponte


Nas duas fórmulas existe uma variável fundamental:


N — Consciência, conhecimento e compreensão.


É ela que transforma a experiência em aprendizagem.


Sem consciência, podemos repetir indefinidamente os mesmos erros.


Sem conhecimento, podemos confundir opinião com verdade.


Sem compreensão, podemos transformar a diferença em conflito.


A consciência é, portanto, uma ponte entre aquilo que somos e aquilo que podemos tornar-nos.


Quanto mais compreendemos, menos necessidade temos de destruir aquilo que é diferente.


IV — O papel do bloqueio


O elemento k representa aquilo que impede a compreensão.


Pode ser o medo.


Pode ser o preconceito.


Pode ser o ego.


Pode ser a ignorância.


Pode ser a intolerância.


Pode ser a dor não compreendida.


Pode ser também a dependência da aprovação dos outros.


O Novo Humanismo não pretende negar esses obstáculos.


Pretende reconhecê-los.


Porque aquilo que não reconhecemos dentro de nós pode acabar por controlar-nos.


Conhecer o bloqueio é começar a libertar-se dele.


V — A Arte como transformação


Para Emanuel Bruno Andrade, a arte é uma das formas mais profundas de realizar este processo.


O artista recebe o mundo.


Observa.


Sente.


Experimenta.


Transforma.


E devolve ao mundo uma nova realidade.


Uma mancha pode tornar-se linguagem.


Uma cor pode tornar-se emoção.


Uma ferida pode tornar-se obra.


Um erro pode tornar-se descoberta.


Um vazio pode tornar-se espaço.


O artista não copia simplesmente aquilo que vê.


Transforma aquilo que vive.


Por isso, a arte é uma forma de consciência.


E a consciência, quando encontra a criatividade, pode transformar a experiência em significado.


VI — O Joio e o Trigo


A filosofia do Novo Humanismo também procura separar o joio do trigo.


Mas não se trata de separar pessoas.


Trata-se de distinguir aquilo que, dentro da experiência humana, faz crescer daquilo que sufoca o crescimento.


O trigo representa a dignidade, o amor, a liberdade, o conhecimento, a responsabilidade, a criatividade, a partilha e a capacidade de recomeçar.


O joio representa aquilo que destrói a ligação humana: o egoísmo, a manipulação, a intolerância, a violência, a indiferença e tudo aquilo que transforma o outro em objeto.


Mas existe uma dimensão ainda mais profunda:


o joio também pode existir dentro de nós.


Por isso, antes de perguntar quem é o joio, devemos perguntar:


«Que existe em mim que está a impedir o trigo de crescer?»


VII — O ser humano perante a tecnologia


O Novo Humanismo não rejeita a tecnologia.


Também não a coloca acima do ser humano.


A tecnologia deve ser uma extensão da inteligência humana, não uma substituição da dignidade humana.


A inteligência artificial, as ferramentas digitais e as novas tecnologias podem ampliar a capacidade de criar, comunicar, investigar e colaborar.


Mas existe uma pergunta que nenhuma máquina pode responder por nós:


Para que queremos utilizar aquilo que conseguimos criar?


A questão fundamental do progresso não é apenas:


“O que conseguimos fazer?”


É:


“O que devemos fazer?”


VIII — A ética da reciprocidade


O ser humano não existe isoladamente.


Aquilo que fazemos influencia os outros.


Aquilo que os outros fazem influencia-nos.


Por isso, o Novo Humanismo coloca a reciprocidade no centro da vida social.


Receber implica reconhecer.


Conhecer implica partilhar.


Ter implica responsabilidade.


Ser livre implica respeitar a liberdade do outro.


A verdadeira riqueza humana não está apenas naquilo que acumulamos, mas também naquilo que conseguimos partilhar sem perder.


IX — A Arte de Saborear o Viver


Saborear o viver significa estar presente na própria existência.


Não significa ignorar a dor.


Não significa viver sem dificuldades.


Significa aprender a encontrar significado mesmo dentro da imperfeição.


A vida pode ser amarga e doce.


Pode ser perda e encontro.


Pode ser queda e recomeço.


Pode ser silêncio e expressão.


O Novo Humanismo procura transformar essa experiência numa consciência mais profunda:


«Não vivemos apenas para passar pela vida. Vivemos para compreender, criar, amar, partilhar e transformar aquilo que recebemos.»


X — A síntese filosófica


As duas fórmulas podem finalmente encontrar-se num único percurso:


EXPERIÊNCIA → CONSCIÊNCIA → COMPARAÇÃO → COMPREENSÃO → TRANSFORMAÇÃO → PARTILHA


A primeira fórmula pergunta:


«“O que acontece quando matéria, sensibilidade e experiência encontram a consciência?”»


A segunda pergunta:


«“O que podemos compreender quando colocamos duas realidades em relação?”»


E o Novo Humanismo responde:


«“A experiência transforma-se em conhecimento quando a consciência consegue compreender aquilo que vive; e a diferença transforma-se em conhecimento quando conseguimos comparar sem destruir a ligação.”»


Assim nasce a filosofia de Emanuel Bruno Andrade:


«“A matéria dá-nos o mundo, a sensibilidade permite senti-lo, a experiência permite vivê-lo, a consciência permite compreendê-lo, a comparação permite reconhecer o outro e a partilha permite transformar a compreensão individual em humanidade.”»


XI — O princípio fundamental


A filosofia pode ser finalmente condensada numa frase:


«“Viver é experimentar; compreender é tomar consciência; comparar é reconhecer; transformar é criar; partilhar é humanizar.”»


E o propósito maior:


«“A Arte de Saborear o Viver é transformar a experiência em consciência, a diferença em compreensão e a consciência em humanidade.”»


Este é o caminho do Novo Humanismo de Emanuel Bruno Andrade.

Viver atado a uma dinâmica de instabilidade corrói a sua clareza mental e destrói o seu propósito de vida.