Vivemos Momentos

Cerca de 25646 frases e pensamentos: Vivemos Momentos

⁠"Vivemos em uma época, que é pecado falar de pecado."

Inserida por NaelSilva

⁠A prova de que vivemos bem o passado é a saudade que sentimos.

Inserida por kamorra

⁠Vivemos milhões de ciclos que criamos dia após dia, sempre presos a nós mesmos...
E por pequenos descuidos acabamos por prender outras pessoas afim de satisfazer nosso ego vaidoso...
Somos aranhas e tecemos teias gigantes
Queremos prender momentos, emoções e quem não nos pertence, pessoas que não tem nada haver conosco, mas ainda sim prendemos!
Somos uma tela, e cada pincelada significa nossas vontades, desejos sombrios, pequenas maldades que só ferem a nós mesmo..
Pintamos a nossa outra face, o eu escondido por trás de todo sorriso falso e toda boa vontade...
E todo dia descobrimos que não somos tão boas aranhas nem mesmo pintor, todo dia caímos na real que nossas fraquezas são o que dominam....
Grandes histórias vividas por pessoas medíocres, que não estão nem um pouco afim de contar seus feitos e sobre sua realidade..

Égila Souza

Inserida por egila_souza

A vida é algo tão comum, mas ao mesmo tempo bem complexa. Vivemos para que futuramente possamos morrer. Uma injustiça da criação?... Não acho isso!... Vida e morte são a mesma coisa. Vai depender do seu ponto de vista, pois cada ser tem uma pesperctiva da vida.
Muitos aceitam a morte, pois ela é inevitável. Os atos geram consequências.
Existem duas formas de morte: morte no justo e morte no ímpio.
Morras no ímpio e serás infeliz eternamente.
Morras no justo e serás feliz eternamente.

Inserida por Bruno-Grigio

Vivemos no primeiro século do terceiro milênio (conhecido como século XXI) e nossa geração está perecendo, uma doença nos consomem. Queria que essa tal de "Depressão" fosse só mais uma lenda urbana para assustar crianças e, não algo que devastasse o futuro da nossa juventude.

Inserida por Bruno-Grigio

⁠O perigo não esta em nós, isso por que nós vivemos no perigo

Inserida por martinhosebastiao

Enquanto vivos, vivemos esperando pela morte. Enquanto mortos, vivemos esperando pela vida.

Inserida por samirfranca83

⁠A nossa vida é uma dádiva, mas somos mais se vivemos positivamente!

Inserida por Bendias

A saudade de épocas passadas só é insuportável quando não as vivemos com intensidade suficiente.

Inserida por acvomotta

⁠Vivemos ainda na infância emocional, navegando num mar de certezas inexistentes e dúvidas ignoradas, entre vãos e chão firme, oscilando.

Inserida por acvomotta

Vivemos tempos de refeições rápidas, amores descartáveis, amizades por conveniência. Pouca vida e muita aparência.

Inserida por Loyanenikita

Vivemos na era da informação onde o conhecimento é abundante, mas a sabedoria é escassa.

Inserida por grainnet

⁠Nota-se o mundo melancólico onde vivemos, nação contra nação, enfermidades se alastrando, pessoas carente de atenção e a saúde espiritual contaminada pela incredulidade humana. Contudo, o Cristão anda na contra mão do mundo, em Romanos 12:2 lemos: “E não vos conformeis a este mundo, mas transformai-vos pela renovação da vossa mente, para que experimenteis qual seja a boa, agradável, e perfeita vontade de Deus.” Não se conformar é não ter a mesma forma, em outras palavras é não estar na mesma direção. Deus requer de cada cristão que ande na contramão deste mundo. Amém!

Inserida por Edersonjuba

"O que existe além daquilo que acreditamos está além daquilo que vivemos."

Inserida por lenesms_1116453

⁠Zona de Conforto vs. Suportar o Processo

Vivemos em uma sociedade ansiosa, imediatista e, muitas vezes, impaciente. A todo momento, somos bombardeados com conselhos e frases motivacionais: de um lado, ouvimos “saia da sua zona de conforto”, do outro, “saiba suportar o processo”. Mas qual é o melhor caminho?

Ao refletir sobre isso, recorri ao pensamento do filósofo Mario Sergio Cortella, que define a zona de conforto não como um lugar físico, mas como um estado mental e emocional onde nos sentimos seguros, mas sem evolução. Já suportar o processo, segundo ele, envolve paciência, resiliência e persistência para enfrentar as dificuldades inerentes à mudança.

Imagine a seguinte situação: você está caminhando na rua, longe de casa, e de repente começa uma forte chuva de verão. O que fazer? Procurar abrigo e esperar ou seguir em frente, mesmo se molhando? Ambas as escolhas envolvem um processo. Você pode optar por encarar a chuva e continuar sua jornada ou esperar ela passar. Mas aqui entra um ponto crucial: esperar pode ser confundido com zona de conforto, pois não sabemos se a chuva vai passar rapidamente ou durar mais do que imaginamos.

A grande questão é que suportar o processo sugere movimento e crescimento, enquanto a zona de conforto, em muitos casos, significa estagnação. No entanto, como somos bombardeados com tantas informações, acabamos confundindo esses conceitos.

Nem sempre estamos em uma zona de conforto apenas porque estamos parados. Às vezes, estamos apenas suportando um processo necessário. Da mesma forma, o que achamos ser um processo de aprendizado pode, na verdade, ser uma estagnação disfarçada.

Por isso, antes de tomar qualquer decisão impulsiva, vale a pena refletir: estou realmente em uma zona de conforto ou apenas atravessando um processo que exige paciência? E, ao mesmo tempo, será que estou insistindo em um processo que já não me impulsiona mais?

A resposta para essa reflexão pode fazer toda a diferença no nosso crescimento pessoal, profissional e espiritual.

Inserida por thiagovcnall

⁠Vivemos sob a sombra de uma vida que nunca chega a começar, perseguindo um ainda não que se desloca infinitamente. A sensação de estar atrasado não é fruto da escassez de tempo, mas da impossibilidade de habitar o presente, sequestrado pelo fantasma das possibilidades não realizadas. A gente vive com a impressão de que está sempre correndo atrás de algo que sequer começou direito. Um atraso crônico para uma vida que nunca nos foi entregue por completo, apenas esboçada, nunca habitada. O sujeito contemporâneo não sofre por falta de liberdade, mas por seu excesso, uma liberdade que se transformou em obrigação de otimizar, experimentar, abraçar infinitos eus potenciais. O problema não é a quantidade de opções, mas a crença de que precisamos experimentar todas elas para ser felizes. Essa exigência nos fragmenta. Cada possibilidade que se abre exige um eu que se adapte, que performe, que justifique. Estamos esgotados não pela escassez, mas pela abundância. A ilusão da autonomia absoluta esconde uma verdade mais cruel: escolher não é sobre ganhar, mas sobre perder. Cada decisão é um luto pelas vidas alternativas que não serão vividas. Escolher não é decidir o que se quer, é aceitar o que se vai deixar para trás. É reconhecer que cada caminho traçado é um adeus silencioso às paisagens não percorridas. Mas estamos nos tornando incapazes de dizer esse adeus. Temos medo de fechar portas. Só que quem vive tentando manter tudo aberto, não entra de verdade em lugar nenhum. A multiplicidade de opções não nos liberta; nos paralisa. O menu infinito não amplia a existência, mas a esvazia. Por trás do fetiche pela experimentação total, há um pavor mudo ao compromisso, à irreversibilidade da escolha. Tem algo em nós que desejaria não decidir, como se a não-escolha nos protegesse da dor do arrependimento. Mas isso vai nos matando aos poucos, com uma overdose silenciosa de tudo. Porque, no fim, o excesso não nutre; entorpece. O neoliberalismo nos vendeu a ficção de que podemos (e devemos) ter tudo, mas a realidade é que a felicidade só emerge quando aceitamos os limites, quando nos permitimos ser finitos. Essa sociedade produz não vencedores, mas perdedores glorificados, indivíduos que interpretam a hesitação como sabedoria e a acumulação de possibilidades como libertação. Mas estamos criando, na verdade, uma geração de perdedores, de pessoas para quem a vida é uma porta fechada. Não por falta de chaves, mas por excesso de entradas possíveis. A overdose de opções é um sintoma da miséria espiritual de nossa época. O arroz com feijão do cotidiano, o ordinário, o repetitivo, nos apavora porque exige entrega, exige que paremos de correr atrás do próximo estímulo. Feche o outro cardápio. É só outra versão do mesmo prato, apresentado com verniz gourmet. No fundo, é a vida pedindo presença. Mas estamos ausentes, de nós, dos outros, do mundo. Quem insiste em manter todas as portas abertas condena-se a ser eterno espectador de si mesmo, um turista da própria existência. Uma vida cheia de possibilidades, mas sem entrega, acaba rasa. A verdadeira liberdade não está em ter infinitos caminhos, mas em caminhar por um deles, e pagar o preço. No fim, quem vence não é quem tem mais opções, mas quem consegue escolher... e bancar essa escolha.

Inserida por xALVESFELIPE

Tudo que vivemos , ,fazemos, experimentamos, utilizamos em nosso planeta, se não houver humanidade atrelada, não vale a pena!

Inserida por Samirsjs

Ninguém sabe o que é realmente o amor, vivemos ele, mas não sabemos nada a respeito, podemos sentir, mas está além da nossa compreensão, mas existe aqueles que mesmo na ignorância, fazem a coisa certa, vivem juntos através do respeito e confiança.

Inserida por Samirsjs

Percorremos um certo caminho enquanto vivemos. O itinerário pode demorar ou ser breve e nem sempre vai depender de nós. Em alguns momentos poderemos acreditar que a viagem chegou ao fim. Aí você tem duas opções: Aceitar o fim ou construir uma ponte e seguir em frente. Para tanto, vamos depender das ferramentas que conquistarmos ao longo da caminhada. Nosso coração será a matéria prima para a edificar uma nova Via. Se fizermos um bom trabalho a estrada será perfeita, caso contrário terá muitos buracos e curvas para tentar nos tirar da estrada.

Inserida por tom_nascimento

⁠É um paradoxo. Vivemos em um mundo competitivo. Não tem como alguém ficar rico sem outros tantos ficarem pobres. Ninguém ganha com venda de ações se outro não tiver perdido. E necessariamente enquanto um sorrir outro vai chorar. O que alimenta a fé é saber que a roda da vida gira e amanhã quem chorou poderá sorrir.

Inserida por tom_nascimento