Vivemos
"Vivemos uma sociedade onde a vida do próximo é mais fácil de cuidar do que a própria e por isso é tão difícil agradar os perfeitos, enquanto procuram uma perfeição Maquiavel perdem de viver, perdem seus filhos, perdem seus parceiros, amigos e etc e criam assim uma sociedade doente e vazia de laços afetivos e de amor ao próximo"
"Vivemos em um mundo onde se alguém nos pergunta como estamos! Nossa mente no automático responde:
(cansado, esgotado, magoado, triste e nervoso) mas a resposta sempre será:
Estou bem e você?"
PODER POSSE ARROGÂNCIA RESPONSABILIDADE
Vivemos da arrogância de podermos dar um nome a tudo sem notarmos que aquilo a que damos o nome não nos pertence e nos domina.
Eloim ao chamar Adão para que assumisse responsabilidade na natureza apenas lhe conferiu o título de ter posse sobre o nome e não sobre a criação em si.
Como no baptismo, o padrinho ao testemunhar o nome da criança apenas se responsabiliza perante ela e perante a sociedade que a rodeia, em assumir o dever de a proteger e ajudar.
O MEDO E O PAVOR SÃO NOSSOS INIMIGOS MORTAIS
"Vivemos um momento de incertezas, medo e pavor, em razão de um inimigo invisível e cruel, a melhor arma para combatê-lo, é a fé no criador e pensamentos positivos;
O medo e o pavor, não resolverá o problema, ao contrário, o torna vulnerável e com isso facilita a entrada de vírus em seu organismo, transformando-o em doenças físicas e mentais;
O homem é um ser social, ou seja, não consegue viver sozinho e ser feliz, o afastamento radical (isolamento) dos demais seres humanos (amigos), o torna paranoico e doente mentalmente, este comportamento o torna mais perigoso do que o próprio vírus contagioso que o possa atingir;
Devemos cumprir as regras de higiene e saúde, por questões culturais e sanitárias, pois a higiene corporal, mental e a fé em Deus de acordo com nossa concepção, é o melhor remédio, para combater o inimigo invisível que possa nos atingir, mas não devemos de forma alguma, nos isolar e afastar os amigos de nossa convivência, pois estes sim, são os melhores remédios para nossa saúde mental."
A FELICIDADE CONSISTE EM PROCURARMOS TORNAR UMA PESSOA MELHOR.
"Vivemos em dias difíceis, onde a ambição, a ganância e o poder, cegam as pessoas às mesmas perde o discernimento em reconhecerem amigos verdadeiros, fiéis e cheios de gratidão.
Quando encontramos amigos com essas virtudes, somos afortundados por conseguirmos mante - los fiéis a nós por longos dias e quem sabe enquanto vivermos neste planeta.
Só não podemos esquecer uma coisa. Gratidão e honra deverão ser prestada a amigos reais, sem bajulação, e entendermos que aquele que honra seu amigo, o faz por algo recebido. Somente merece gratidão, aquele que entende que a vida é uma via de mão dupla, pois, é o reconhecimento de algo recebido de alguém que faz algo para para o outro sem esperar receber nada em troca, nem esperava reconhecimento formal. Como a gratidão é uma via de dupla o feito foi reconhecido por quem é afortuado, o pagamento por esse feito e pago por gratidão, não, por obrigação
O nosso mestre esteve aqui, mesmo sem pecado, nos ensinou a prática da gratidão como honra por bênçãos recebidas.
Estes tipos de amigos nos ajudam ,assim como, nós os ajudamos vencer as intempéries da vida e essa pràtica nos obriga a recepensarmos nossas ações e procurarmos sermos sempre uma pessoa melhor."
Os seres humanos acham que são grandes e poderosos, mas se esquecem que nós vivemos em um pequeno planeta de terra e água, dentro de um pequeno sistema solar, que fica dentro de uma gigantesca galáxia e que por sua vez é irmã de outras 199 bilhões de outras galáxias.
Eu não te culpo por nada, vivemos num jogo arriscado, onde havia varias pessoas envolvidas, e ninguém teve culpa.
Meu único erro foi ter te amado demais e apostado todas minhas fichas em você.
*O SEXTO SENTIDO* Vivemos no mundo dos sentidos; mas no curso da vida não percebemos o enigma sensorial da existência. Na comiseração dos afetos e afeições, nos agarramos nas materialidades e nos abstraímos da finalidade da vida como apostolado que é. Os próprios sentidos seriam as respostas que precisamos, se os conhecessemos; se os utilizassemos corretamente. Mas, comumente os sorvemos pela consciência tátil; e identificando-os como olfato, paladar, visão, audição e o tato fundamental, nos locupletamos apenas materialmente. Vivemos, portanto, no limite primário das experiências sensoriais que os sentidos proporcionam. E a cada dia que sorvemos a vida, na materialidade sensorial dos sentidos, nos afastamos da plenitude da própria existencia. E assim vivendo, não vemos nada adiante, senão aquilo que nos toca; aquilo que nossas paixões doidivanas estão sorvendo. - Deus: o que é que estamos fazendo com o arbítrio e a inteligência criativa que recebemos da tua criação? (Victor Antunes)
*O SEXTO SENTIDO* (Victor Antunes) Vivemos no mundo dos sentidos; mas no curso da vida não percebemos o enigma sensorial da existência. Na comiseração dos afetos e afeições nos agarramos nas materialidades e nos abstraímos da finalidade da vida como apostolado que é. Os próprios sentidos seriam as respostas que precisamos se os conhecessemos; se os utilizassemos corretamente. Mas, comumente os sorvemos através da consciência tátil; e identificando-os como olfato, paladar, visão e audição, nesse tato fundamental, apenas nos locupletamos materialmente. Vivemos, portanto, no limite primário das experiências que os sentidos proporcionam. E a cada dia que sorvemos a vida, na materialidade sensorial dos sentidos, nos afastamos da plenitude da própria existencia. Afinal, não vemos nada adiante, senão aquilo que identificamos nos 5 sentidos; só aquilo que nossas paixões doidivanas estão absorvendo. Por tudo isso e demais do que a propósito cogitarmos, haveremos de aceitar que não vemos a espiritualidade nos sentidos, nós apenas seguimos a orientação material da experimentação deles. O corolário óbvio é a cegueira da incompreensão e da dúvida; principalmente sobre a questão que nos martitiza: "- De onde a gente veio e para onde a gente vai?". Os sentidos revelam nossa existência; as respostas estão neles; na sensorialidade dos sentidos. Os sentidos nos revelam o pulsar da vida; uma existência sem limitações. Por isso é que devemos crer que Deus está neles, por tudo que experimentamos. Nossos sentidos são a proximidade de Deus; a revelação da existência do espirito Divino. O arbítrio e a inteligência criativa que recebemos é a vontade de Deus; nos vem por intuição; e a experimentação dos sentidos é a revelação dessa vontade; a própria origem e o ato motivacional da criação. Há de se concluir, pois, que o caminho da Luz existe; está nos nossos sentidos. O que a gente precisa aprender é apontar nessa direção. (Victor Antunes)
Somos instantes
Vivemos os momentos
Com intensidade
Com sabedoria e conhecimento
Somos instantes
Vivendo com amor e sendo amado
Como a bibliotecária ama a cada livro da estante
Como cuidado para não ser desmanchado
Momentos passam despercebidos
O tempo leva cada segundo
Do desconhecido
Como o submundo, profundo.
O tempo só para no instante
Em que o último grão de areia tiver no fundo da ampulheta.
Quando pensamos na morte, vivemos intensamente cada minuto. Quando pensamos na vida, morremos sem saber o dom de viver.
O mundo em que vivemos... ou
o mundo em que morremos?
Você sempre pensou que estava vivendo - e eu também - mas acho que na verdade estamos todos morrendo...
O Relógio Astronômico de Praga - montado na parede sul da Câmara Municipal, na Cidade Velha, na Praça da Cidade Velha - tem um monte de coisa pendurada nele... Bem, não dá pra chamar de 'coisas' os detalhes arquitetônicos maravilhosos nele - detalhes dignos de nota..
Um desses detalhes é o mostrador do lado direito representado pela morte... e foi aí que eu pensei: é estamos morrendo.... é a morte a rainha deste mundo, deste tempo... do meu tempo, do seu tempo.
Está lá a morte com uma ampulheta na mão marcando o tempo que passa... pra mim e pra você. E cada vez temos menos tempo... você e eu.
A mudança da hora neste relógio é antecedida por um show. A demonstração é iniciada com a estátua da morte virando sua ampulheta... depois segue-se a Caminhada dos Apóstolos...y otras cositas mas...e no fim o galo canta...
porque alguém... ou algo... tem de cantar... não é?
Talvez a morte tenha o seu lado bom e já está querendo mostrar... talvez... só talvez :)
