Viva o Presente

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"Você é o nascer e o pôr do sol da sua própria história.
Valorize-se.
Não viva na sombra, seja luz."

Viva como se fosse o último dia de sua brilhante vida, mas admire-o como se fosse o primeiro de sua jornada. (Paráfrase de um ditado popular)

"Viva a palavra que nasce na alma e desagua na vida."

⁠A vida é um sopro, aproveite hoje, perdoe hoje, grite hoje, viva hoje, ame hoje, nunca se sabe quando pode ser seu último dia, último “eu te amo” ou a última vez que vai ver alguém que você ama sorrir.

"Viva por você, as pessoas mudam e não lembram de avisar os demais"

Viva o agora com intensidade. O amanhã, é somente uma hipótese.

“Alguns cortes não sangram por fora… mas deixam a alma em carne viva.”

“Deus não usa os perfeitos. Ele escolhe os quebrados e faz deles poesia em carne viva.”

VIVA!..são muitas e inesperadas MUTAÇÕES cheias de surpresas...esta poderá ser a última,GOOD MORNING!

Viva o Agora!

Aprecie o Agora.
Ame Agora!

Nunca esqueça aquele Abraço.
Aquela Palavra não Dita.

Pode ser Tarde Demais...

AUTO-ESTIMA

⁠Viva a vida intensamente e seja a sua própria inspiração, pois a primeira e melhor vitória é conquistar a si mesmo.. E porque a vida é da cor que você pinta, seja sempre você mesmo, mas não seja sempre o mesmo.

Algumas coisas fazem sentido, quando andam no mesmo sentido...
Sentido! Escute a razão, ou viva sentido...
Sem um sentido para viver....

O caos é a vida acontecendo… SobreVIVA!

Dance com a luz da manhã, e transforme cada instante em poesia viva.

Ser estranho é uma forma sofisticada de lucidez. Uma consciência em carne viva que sente o mundo com excesso de precisão. Não é excentricidade, é viver em descompasso com o consenso, ouvir o ruído no meio da música, perceber o vazio por trás das certezas.

A dor vem da dissonância entre o que se vê e o que se finge não ver. Enquanto a maioria se protege com ignorância conveniente, o estranho sofre de clareza. Nietzsche chamaria de “doença do espírito elevado”.
E ainda assim, amar. Amar o humano mesmo quando o entende demais.

Ser estranho é viver tonto de liberdade, duvidar até da própria dúvida. Os outros chamam de “confusão”, mas é só alma demais.O estranho é o herege das convenções, o que “rompe tratados e trai os ritos”.

Há delícia também: ser inclassificável, ver poesia no que escapa ao óbvio, rir de si mesmo enquanto o mundo desaba. Perceber o padrão invisível que Jung chamaria de sincronicidade.

O estranho sente o tempo de outro modo: lento por dentro, rápido por fora. Sente o amor como místico, o tédio como luto. Nada é raso, tudo fere, tudo ilumina. E quando o chamam de “intenso”, ele sorri — intensidade é só estar vivo demais num tempo de gente anestesiada.

Ser estranho é viver num exílio fértil, criar, refletir, desobedecer. Estranheza é antecipação do que o mundo ainda não está pronto pra entender. Ser estranho é ser o rascunho do que ainda não tem nome e sorrir, discretamente, sabendo que a habilidade de lidar com o desconforto é um puro sinal de autenticidade e um atestado de maturidade.

(Douglas Duarte de Almeida)

“Viva com a certeza de que a distinção não venha de você em relação aos outros, e sim dos outros em relação a você.”

A escravidão continua viva quando quem foi oprimido chama de salvação aquilo que só existia para mantê-lo de joelhos.

Viva, a vida não te devolve o tempo.

Viva, o tempo não devolve nada.

Viva, pois cada segundo importa.