Viva bem Faca o bem Ensine Alguem
A pergunta-chave: Na minha busca pelo sucesso, estou prejudicando
alguém? Se a resposta for não, siga em frente com confiança.
Ao se posicionar como um solucionador, você deixa de ser alguém que apenas executa ordens e passa a ser um agente de transformação e melhoria contínua, uma qualidade indispensável para qualquer equipe.
A saudade é o sentimento que ocupa o vazio que fica depois da perda irremediável de alguém. No entanto, por maior que a saudade seja, será sempre mais pequena que o vazio.
Deixar-se dominar por algo ou alguém, é perder a própria identidade. Igualar-se ao outro é um nítido sinal de fraqueza.
Flávia Abib
Durante muito tempo eu tentei me encontrar. Talvez, encontrar um alguém que nunca existiu. Corri... Perdida, sozinha e sem rumo. Alguns dias eu era nada, nos outros me sentia completa de tudo. Reinventei meu mundo, minha realidade era invisível e todos os dias eu era um alguém diferente, alguns dias eu era sensata, nos outros dias era inconsequente. Na minha história, eu apagava o que não gostava e imaginava aquele palco em que nunca atuei. Foram sonhos, algumas concretizações, doses de noites mal dormidas, olheiras, lágrimas, indecisões, lembranças e histórias que haviam sido rasgadas, mas não esquecidas. Todos os dias eu mudava, nem ao menos sabia quem eu me tornava. Já fui criticada, incentivada e talvez essa aceitação que eu buscava, eram das pessoas ao meu redor. Agradei as pessoas e esqueci de me agradar. Eu queria ser melhor, queria impressionar, mudar algo, fazer algo grande, que as pessoas desacreditavam. Havia algo gritando dentro de mim... Uma voz que eu não conseguia calar. Alguns dias eu acordava mais eu mesma, nos outros, uma mera conhecida. “Quebrei a cara” muitas vezes, fiz muitas coisas erradas, mas me encontrei e a cada dia que passa, encontro um pouco mais de mim mesma. Para quem me conhece, sabe que ao longo do tempo eu mudei, mas a essência é a mesma. Dias passaram, algumas coisas se transformaram, alguns amigos foram embora, outros comigo ficaram, momentos esquecidos, dias abalados, amores que acabaram. Mas hoje, hoje eu não quero mudar, hoje eu quero apenas ser feliz, sendo quem eu quero ser, agindo da forma que eu quero agir. Não quero impressionar, me tornei mais autêntica e sem dúvidas, muito mais realizada pelo o caminho que segui, por todas as coisas que consegui e todos os erros que cometi. Ainda há muita caminhada, e tenho muitas outras coisas para conquistar. Mas hoje, hoje eu acordei feliz, porque sei que aos poucos aquele palco em que sonhei, está se realizando, e que meu caminho eu já predeterminei. Com muita luta e determinação eu conseguirei chegar lá. Por isso, a todos, eu só queria avisar... Seja você mesmo, arrisque sem medo, não ouça criticas, afinal ninguém te conhece melhor do que você mesmo, quando você se sentir um “lixo”, lembre-se do potencial que tem. Não faça algo apenas para agradar aos outros, agrade a si mesmo. Não desista, tente uma, duas, três vezes se for necessário. Não queira o bom, o ótimo... Queira o excelente, o perfeito; queira chegar aonde ninguém consegue chegar. Opte por aquilo que faz seu coração vibrar. Sonhe, pois sonhar já é o começo de toda ação, e o principal: tenha fé, porque aos poucos tudo se encaixa, tudo se acerta, tudo se compõe e assim como eu, você criará um rumo, e se sentirá assim... No caminho certo.
No dia em que corri atrás de alguém, confundiram-me com um cão. Hoje, decidi parar, não para seguir passos alheios, mas para apanhar os ossos que esse alguém deixou cair. Furucuto, 2026.
Amo meu irmão justamente por causa dos defeitos dele, porque eu nunca quis ter alguém perfeito do meu lado, e sim alguém que, mesmo com todas as diferenças, saiba me fazer sorrir.
Para dormir tranquilo o homem um dia criou o diabo para ter alguém para assumir culpa sobre todos seus mais profanos atos.
Não se esforce demais para permanecer na vida de alguém. Quem te quer dá a chave de casa, abre a porta e ainda faz café.
Todo mundo, em algum momento, aprende que perder não é só ver alguém ir.
É perceber que certas partes da gente vão junto, mesmo quando o corpo fica.
É acordar e sentir falta de algo que não tem nome, mas pesa.
É continuar vivendo com uma saudade que não pede permissão.
E a gente segue.
Segue trabalhando, conversando, sorrindo quando precisa.
Mas por dentro, existe uma pausa não resolvida.
Uma conversa que nunca terminou.
Um abraço que ficou no meio.
Um “se” que nunca encontrou resposta.
Quem amou de verdade não consegue encontrar a felicidade em outro alguém, mas aprende a viver sorrindo mesmo estando incompleto. Quem amou de verdade nunca esquece o toque, o olhar, o sorriso, e os momentos vividos com aquele que amou.
Meu amor, hoje é seu aniversário! E meu coração explode de gratidão mais uma vez por ter alguém incrível como você do meu lado. Sou tão grata por você me amar, me respeitar e apoiar meus sonhos! Obrigada por nunca desistir de nós! Parabéns! Eu te desejo muita saúde. O amor e a felicidade pode deixar que eu providencio. Te amo muito! ✨
Gostar de alguém é encontrar, na felicidade do outro, a própria felicidade. E quando eu estou com você, não paro de sorrir um minuto sequer.
"Sou alguém tímido, mas divertido... quem pensa mais sério são meus sentimentos, retraídos"!
Acredite nas suas emoções, e nunca duvide da sensibilidade delas, não vá aonde o teu sorriso não foi convidado... um riso preso serve como máscara que inibi a liberdade de expressão!
Não compartilhe tuas dores com alguém que o trata com condescendência, mas não o diminua, pois não se sabe, se em algum dia quem trabalhará para o teu crescimento!
Não seja arrogante com o teu desconhecimento, e nunca com alguém diferente de si... se é único, aja com convicção de aprender sem se sentir culpado!
Quando vemos alguém pela primeira vez, não sabemos a fundo sobre sua personalidade e caráter, porque é nos bastidores que fica evidênciado quem ela é de verdade.
A confiança em alguém tem se tornado algo tão sem valor, que a ética de um indivíduo é negociada a preço de banana. Neste contexto, chegará um tempo que o valor humano mais caro que você poderá oferecer ao próximo será a lealdade.
A Urna Veio?
Há uma pergunta que se faz sempre que alguém morre. Tão simples, breve, quase automática: “A urna veio?”
À primeira vista, trata-se de uma questão de gestão de tempo: as pessoas precisam livrar-se logo da urna, pois ela pesa na consciência dos que ficam. No fundo, porém, é uma das perguntas mais metafísicas que a linguagem humana já forjou.
Quando alguém morre, algo inusitado sucede: o seu nome passa a ser insuficiente. Aquele que, há horas, era chamado pelo nome próprio — repleto de história, afectos, memórias e conflitos de legitimação — hoje é reduzido a um objeto. Ninguém ousa perguntar por ele ou por ela; pergunta-se pela urna. Pior ainda, pergunta-se se ela veio. O nome cede lugar à coisa.
A morte não sacrifica apenas a vida biológica; ela opera uma transmutação simbólica. O sujeito transforma-se em conteúdo da urna. A pessoa converte-se em recipiente prestes à decomposição. Aquilo que foi presença temida, respeitada, amada ou odiada torna-se restos mortais. A linguagem segue com fidelidade fria esse processo: deixa de nomear identidades de excitação e passa a rotular objetos de repulsa. São poucos os que se aproximam da urna, ainda mais quando ela contém restos mortais em avançado estado de decomposição. Até os perfumes teimam em desempenhar o seu papel com zelo.
Esse desvio de eixo gravitacional não é um acidente aristotélico. É a revelação do quanto nos é difícil lidar com a substância finita. Dizer “a urna veio” é mais consolador e aconchegante do que dizer o nome daquele que já se tornou autenticamente mudo. A urna veio — eis um termo técnico que nos protege do abismo existencial. É uma forma de anestesia simbólica. A sociedade precisa refinar a absurdidade da morte para continuar a funcionar; do contrário, ela se tornaria tão insuportável quanto a pedra de Sísifo.
Mas há algo de profundamente angustiante nisso. Durante toda a vida, lutamos para afirmar quem somos, para deixar marcas, para sermos reconhecidos como seres singulares. No fim, essa singularidade dissolve-se numa designação coletiva. A urna é sempre igual, apesar de conter restos mortais de seres irrepetíveis. A morte, nesse sentido, nivela desigualdades que nem a Declaração Universal dos Direitos Humanos consegue suprimir: ela é radicalmente igualadora.
A pergunta “A urna veio?” diz mais do que se imagina. Ela diz que o corpo (matéria) derrotou o nome (ideia); que a ciência da vida (biologia) venceu a ciência das vivências (biografia); que a história pessoal foi brutalmente encerrada e substituída por um banho colectivo. O ser humano deixa de ser projecto — como diria Heidegger — e passa a ser coisa disponível, transportável, administrável.
No entanto, algo permanece. Mesmo quando dizemos “urna”, sabemos que ali está alguém. Só que é um alguém que já não responde. Há quem responda por ele lá fora. A linguagem tenta coisificá-lo, mas a memória insiste em humanizá-lo. Em surdina, o nome continua a ecoar na mente dos seus. É assim que nasce o luto: no intervalo entre o objeto dito (urna) e a pessoa lembrada (nome).
Por isso a pergunta incomoda tanto, talvez. Porque ela expõe, sem disfarces, o absurdo da condição humana: não é apenas o corpo que apodrece; é também a forma como o mundo nos nomeia quando já não temos possibilidade de responder. E quando o nome se revela insuficiente, resta a urna.
A morte, afinal, não é apenas o fim da vida. Nem é o início da briga pelo espólio.
É o começo do momento em que o humano deixa de ser chamado e passa a ser levado.
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