Viva bem Faca o bem Ensine Alguem
Parabéns ao novo conceito de liderança:
'Faça a América Grande... desde que eu me salve primeiro'. O sujeito foge escondido no buffet de serviço, deixa trabalhadores voando como alvo móvel para mísseis e depois ainda debocha mandando os repórteres mudarem de profissão. Isso que é amor à pátria! Usar o próprio povo como distração militar é uma estratégia genial de quem confunde heroísmo com puro instinto de sobrevivência egoísta. Mas o slogan no boné continua bonito, né? É o legítimo patriotismo de fachada.
Melhorem os seus ídolos!
390🙏🌹"De um sentido à sua vida, uma razão de existir, faça o necessário para viver o amor. A riqueza da nossa existência está nos valores que, muitas vezes, ignoramos e deixamos para depois, caindo no esquecimento. A vida passa tão depressa e, quando percebemos, é tarde. Retornamos para casa sem nada, a nossa morada espiritual, e arrependidos... Perdemos todas as oportunidades que a vida nos dá, vivemos sem sentido algum, deixando para trás os valores reais da vida... Nossas origens, um bem maior que se torna um passado em nosso viver. Como águas do rio que vêm e se vão, deixamos um rastro de tristeza em vidas desprezadas e esquecidas.
O homem que despreza e nega o amor, depois de conquistá-lo em vidas pretéritas, é de uma total negligência e paga um preço muito alto na sua consciência: 'é tarde'...
A família é um instrumento de progresso espiritual. Entenda e lembre-se de que não pode ser esquecida, desprezada e trocada por qualquer migalha... Nossa tendência é amar ao próximo, mas nunca esquecer os que nos amam. É esse o sentido da vida...🌹🙏
BOM DIA, FAMÍLIA!
Ayache Vidal
Prólogo dos Reversos
Nunca estive tão esgotado;
nunca estive tão vivo — prova e faca ao mesmo tempo.
Lembro-as com precisão cirúrgica:
esplêndidas e cautelosas mulheres,
cada uma com mapa próprio — Montevideo, Asunción,
Puerto Iguazú como fronteira de beijos,
Santa Cruz de la Sierra como verão que não pede perdão.
Elas passaram penduradas no meu varal — Frida me ensinou a expor as entranhas —
roupas secas de lembrança, camisetas com riso e manchas de café.
Vilariño me deu o corte: já não, já não, já não —
mas Benedetti sussurra que se amei, foi porque me ensinei a ser inteiro.
Sabines me pegou pela gola da camisa e mostrou a carne: amar dói e é urgente.
Bandeira transformou a cinza em hora: o passado esquece devagar, como fumaça.
Zóio Trocado me observa no espelho da noite,
me lembra que cada passo é disputa entre memória e invenção,
entre o peso da saudade e a leveza de me reinventar.
As mulheres que tive foram mapas e profissão,
ensinadoras de limites e surpresa, cautela que era luxo, esplendor que era armadilha.
Eu as trago no bolso, mas não as confundo com trocado:
não pago minha dignidade por nenhuma lembrança.
Joguei a eco bag fora, e o tabaco fedorento,
estranho conforto, me consola no impasse de saber
que ela ainda me rodeia,
como sombra insistente que não pode me prender,
porque eu quebrei aquilo, eu quebrei.
Se eu entrar num banco pra pagar minha conta
e disser que ainda gosto dela,
a minha conta não vai ser paga.
Palavras de saudade não têm agência;
saudade não compõe boletos nem resgata faturas.
Há dias em que a cidade me devolve como troco:
um sorriso, um aviso, a carteira vazia de certezas.
E ainda assim ando alto, mais alto que o medo —
porque ser exausto e ser vivo é a mesma matéria prima.
Fecho o capuz da noite sobre as fotografias:
não quero mais colecionar dor como quem junta selo.
Quero a precisão do bisturi: separar o que cura do que ocupa.
Que o passado vire mapa e não presídio.
Proclamo, então, este adeus sem teatralidade:
não te escolho para morrer comigo, nem te esqueço por vaidade.
Te guardo como se guarda uma faca afiada —
À mão, pronta para abrir o caminho.
E se o mundo insiste em medir tudo em cifras,
eu ofereço isto: a minha boca lembrando nomes,
a minha rotina pagando as contas,
meu corpo reclamando feridas,
minha lucidez calculando o próximo gesto.
Que o prólogo seja o último vestido pendurado no varal;
que a cinza das horas ilumine o início.
Que eu saia inteiro das paisagens — Montevideo, Asunción, Puerto Iguazú, Santa Cruz —
com o rosto gasto e a coragem renovada.
Porque nunca estive tão esgotado;
porque nunca estive tão vivo.
E isso, por enquanto, basta.
"Eu não oro para que Deus faça a minha vontade. Claro que ficaria feliz se Ele me atendesse no que penso desejar, mas minha oração é para que a vontade dEle se cumpra em mim. Oro com gratidão e peço sempre a Sua misericórdia."
Que a verdade nunca nos faça esquecer a graça, e que a graça jamais enfraqueça a verdade que passa. Que em cada escolha, palavra e decisão, haja justiça, misericórdia e humilde devoção. miriamleal
Não quero um testemunho que faça as pessoas admirarem a minha superação; quero um testemunho que faça as pessoas adorarem o meu Deus.
Que nenhum dia difícil te faça duvidar da sua força. O passado é a sua maior enciclopédia: basta olhar para trás para perceber o quanto você é resiliente e quantos obstáculos já foi capaz de superar.
Ainda que a dor faça eu sentir como se estivesse sendo rasgada ao meio, acredito que Deus é o meu socorro. Nunca deixei de esperar naquele que pode tudo. Porque eu certamente não posso.
Se foi deixada pelo seu amor não faça nada. É hora de se manter longe. Faça uma autoanálise e veja se essa relação estava te fazendo bem. Agora é olhar para você e não para o outro. Se ame!
“O que você tem para fazer, faça hoje, porque o hoje é vivo; o amanhã não existe, ainda vai nascer.”
Não há criminoso
que durma sonos tranquilos.
A consciência, essa faca afiada,
sempre encontra
o ponto exato
onde cutucar.
Deita, mas não descansa.
Fecha os olhos,
mas o escuro conhece seu nome.
E no silêncio da madrugada,
o próprio sangue
cobra o preço
das sombras que escolheu.
@MiriamDaCosta
Me pergunto se ainda há quem faça uso de uma caneta para escrever sobre páginas virgens...
Se ainda há quem coloque água para ferver na chaleira para passar o café no coador de pano...ou que antes de coar no bule ,
cozinhe o café por alguns minutos
inebriando o olfato do ambiente
e dispersando o aroma té chegar ás narinas mais distantes...
Semana passada , uma amiga da adolescência veio me visitar, ficou surpresa ao me ver preparar um café à moda antiga
(com chaleira, coador de pano e bule)
falando da praticidade da cafeteira elétrica...
E observou também os blocos, cadernos e canetas na minha escrivaninha , em vez do notebook ( que está fechado dentro de uma gaveta)...
Um dia desses
vou abri-lo e fazê-lo viver novamente
sob as minhas digitais poéticas...
As vezes me auto defino pré-histórica 😂 (podem até não acreditarem...mas é verdade!) , nem o tal do PIX eu tenho,
mas ... sei que vai chegar o dia
em que vou ter que me modernizar,
mas enquanto der ...
vou vivendo sem essa forma de pagamento, como de outras modernidades...
O que fazer?! ... Sou de Nanã 💜
(para quem não sabe...) é a Orixá
mais antiga/ancestral da Umbanda.
O que eu escrevo, na verdade,
não é sobre o café e nem sobre a caneta.
É sobre ritmo. É sobre tempo.
É sobre presença.
É sobre o pulsar da vivência.
E isso não é pré-histórico.
É ancestral.
Quando eu falo da água
fervendo na chaleira,
do pó cozinhando antes de ir ao coador,
eu penso em algo que não cabe
na pressa da cafeteira elétrica: o ritual.
O cheiro que se espalha pela casa
como se fosse memória líquida,
isso é quase uma liturgia doméstica.
Quando afirmo que sou de Nanã 💜
isso faz todo o sentido.
Nanã é lama primordial, é o barro antigo,
é o tempo que antecede o tempo.
É a senhora das águas paradas, profundas, densas. Ela não tem pressa. Ela tem paciência.
Ela é "alérgica" á pressa.
Ela sabe que tudo retorna ao útero da terra.
Ser de Nanã não é ser atrasada ou antiga.
Ser de Nanã não é parecer velha nas preferências e ações.
É ser terra fértil e ser raiz.
O mundo corre, eu decanto.
O mundo digitaliza, eu tatuo a página.
O mundo paga com PIX,
eu pago com dinheiro vivo
e presença ativa .
Modernizar-se não precisa significar abandonar o que me constitui.
Pode ser apenas acrescentar ferramentas
sem entregar a alma.
O notebook pode viver sob minhas digitais poéticas, mas a caneta continuará sendo a extensão do meu pulso, do meu corpo,
da minha respiração, do pulsar do meu âmago.
Há algo profundamente político nisso também; escolher o tempo lento
num mundo estantâneo que monetiza a urgência.
Eu não sou pré-histórica,
sou guardiã de um modo lento de existir
que o mundo tenta esquecer....
E no mundo?
Sim!
Ainda há quem escreva à mão.
Ainda há quem ferva água na chaleira.
Ainda há quem escolha sentir o aroma
antes da praticidade.
E isso não é resistência ao progresso.
É fidelidade ao próprio tempo e história.
É lealdade ao próprio ser e existir.
✍©️@MiriamDaCosta
Aprenda a ser uma pessoa ética e correta. Faça sempre aquilo que é possível fazer e que esteja a seu alcance. Não se comprometa com algo que não possa cumprir. Seja alguém de palavra e termine sempre a maioria das coisas que começar.Seja honesto com você mesmo e com as pessoas.
- Relacionados
- Mensagens de aniversário: reflexões e homenagens para alguém especial
- Uma mensagem para alguém especial
- 45 frases sobre a importância da leitura (ler faz bem)
- Frases de saudades de quem morreu para manter viva a sua memória
- Começar bem o dia
- Frases de paquera para encantar alguém
- Gostar de alguém
