Viva a Vida como se Fosse a Ultima
Ao longo de minha longa carreira como professor, tenho visto muitos Sicranos ultrapassarem muitos Fulanos apesar da aparente vantagem inicial que estes apresentavam sobre aqueles.
O Brasil e seus brasileiros são como os Estados Unidos e seus cidadãos. Nenhum estrangeiro tem autorização para interferir na nossa soberania. Existem brasileiros que são antipatriotas e acreditam que os Estados Unidos deveriam mandar no nosso governo. Isso é completamente absurdo.
Comunicar é vital, seja como for, sem parar. Sem ela, só restam problemas a espreitar. Diálogo essencial em cada situação a guiar.
Aparando arestas, esclarecendo dúvidas, a acalmar.
Livro: O Respiro da Inspiração
Como foguete em ascensão,
siga com determinação.
Ao atingir o ápice, solte o turbo, sem hesitação. Pois é na liberação do peso
que a meta se faz alcançar.
deixando o passado para trás.
Livro: O Respiro da Inspiração
Vejo o escritor como um semeador,
plantando ideias no vasto labor.
No solo da existência, fértil e profundo,
crescem os frutos do entendimento fecundo.
Livro: O Respiro da Inspiração
Nem todos gostam do rústico,
tem quem gosta do clássico
Assim como tem quem gosta
da roça, e outros, do urbano
Adelia de Melo
ninguem jamais vai entender o que é conexão quanto, como o sentimento de uma criança forte e verdadeiro
Habitar-se é um tipo de exílio sagrado!
Sinto como se não tivesse sido feito da mesma matéria dos outros.
Minha infância era um espelho embaçado,
onde ninguém parecia me reconhecer.
E compreensível ou não, as vezes ainda carrego a mesma sensação,
como se o mundo me oferecesse moldes
que nunca abrigaram a forma da minha alma.
Tudo em mim
sempre foi um pouco desalinhado,
como se eu dançasse um ritmo
que só meu peito escutava.
Descompassado ou não, era o espetáculo que eu entregava - sem holofotes,
Sem plateia, somente a alma.
Nunca vi como os outros viam.
O mundo me parecia um palco deslumbrante e distante
e eu, um espectador melancólico,
sentado à beira do próprio abismo,
tateando sentidos com olhos em carne viva.
Ainda assim,
sempre que alguém cruzava o meu destino,
eu me doava inteiro!
Sem reservas,
sem cálculos,
sem planos de fuga.
Investia o que em mim era força,
o que era luz,
e até o que eu sabia que me faria falta depois.
Porque amar, mesmo que em ruínas,
é para mim,
uma das formas mais sinceras de tocar a vida que se deseja.
Mesmo que por um instante,
eu me permitia vibrar naquela realidade sonhada!
Ali onde o toque era cura,
a presença era templo,
e o “agora” … bastava!
Mas depois do “até logo”,
a maré me levava de volta à margem de mim.
Fechava os olhos ao mundo
e encarava, no escuro,
as rachaduras que ninguém via.
Tentava, com as mãos nuas,
tapar os vazamentos da alma,
ainda que tudo escorresse pelas frestas do silêncio.
Às vezes parecia inútil.
Às vezes era mesmo.
Mas nunca deixei de tentar.
Nunca deixei de viver com tudo que carrego.
Porque, mesmo nos dias em que a existência dói,
ainda creio que viemos experienciar a vida!
E por inteiro!
Não só o riso,
mas também o pranto,
o vazio,
as perguntas que giram sem respostas, nem repouso.
Creio que todos os dias são bonitos.
Mesmo os que machucam,
os que confundem,
os que silenciam demais.
Bonitos porque existem,
porque me atravessam a alma,
e sobretudo, me ensinam!
Alguns chegam com flores,
outros com pedras,
mas todos me convidam a sentir.
E em todos,
me mantenho aceso.
Contudo, alguns são apenas sobrevivência,
tormenta mental sem fim triunfante,
um salto visceral para os corredores mórbidos das camadas que me compõem.
E então compreendo, em silêncio:
as partes que em mim se partiram
não pedem camuflagem,
pedem reconhecimento.
Como ensina o Kintsugi,
não é preciso ocultar a rachadura -
é nela que o ouro se deposita.
É o que rompeu que revela,
é o que feriu que desenha
a cartografia exata do que sou.
E talvez, a beleza mais honesta
não esteja na perfeição preservada,
mas na imperfeição assumida
e transformada.
Porque habitar-se é um exílio, sim,
mas é também a única forma
de não se perder
no mundo dos que jamais se permitiram sentir demais.
Nem sempre por vontade,
às vezes só por não caber em lugar nenhum.
E quando não se cabe,
volta-se.
Para dentro, para perto,
para algo que ao menos ecoe,
para onde a existência faça algum sentido - mesmo que breve.
É ali, nas entrelinhas do sentir e do viver,
no ateliê invisível do tempo,
que acolho meus cacos com reverência
e os ressignifico em arte —
não para esconder a dor,
mas para deixá-la visível,
abrilhatada com ouro,
com presença e vida.
- Por Daniel Avancini Araújo
Como escapar da própria pele?
Por mais que eu tente me afastar de mim, mais perto fico.
Na travessia pelo mar da vida, deparo-me com um castelo de areia frágil, efêmero, mas incrivelmente belo.
Imagino seus cômodos, suas histórias não vividas, um universo inteiro que brota no silêncio da mente.
Por um instante, um único segundo de imaginação se faz vida: tão real quanto o toque do vento.
Mas então, sem aviso, a chuva despenca.
Molha-me. Pesa. Incomoda.
A areia gruda na pele, a realidade se impõe como tempestade.
Abro os olhos
E tudo que resta é uma poça onde antes havia um sonho.
Silêncio.
É engraçado pensar?
É uma lástima falar?
O que devemos fazer?
Tudo é como deve ser?
É tão difícil me expressar.
Sinto que cada vez mais me afundo,
No escuro,
Não vejo nada,
Não sinto nada,
Não falo nada,
Não quero nada,
No oceano, eu só consigo me afogar.
Eu não consigo nadar,
Eu não sei nadar,
Alguém tem que me ensinar.
O silêncio, ah, o silêncio..
É tão silencioso,
E tão barulhento.
Minha cabeça não para,
Dói o tempo todo,
Me despedaço o tempo todo,
Me estilhaço em mil pedacinhos o tempo todo.
É tudo tão confuso,
Tão estranho,
Tão sem sentido.
Quero morrer,
Quero viver,
Quero sobreviver,
Quero me machucar,
Quero me amar.
Onde isso acaba?
Tem fim?
Eu me odeio,
E me amo.
Eu me machuco,
E me cuido.
Eu vivo,
E quero a morte.
Dois estremos, sempre dois estremos.
Qual é o meio termo?
"Olhar para dentro de nós é como acender uma luz no escuro — só assim enxergamos as sombras que precisamos curar."
O advogado e a advogada atuam como representantes das pessoas na Justiça. Eles são os responsáveis por garantir que as leis sejam cumpridas dentro do sistema judiciário.
A advocacia é vista com credibilidade pela sociedade porque ela atua como a defensora dos direitos do cidadão junto à justiça.
Seus olhos são como os de um animal calmo e intenso, cheios de uma sabedoria antiga e um brilho misterioso. Às vezes, parecem piscinas escuras e profundas, refletindo segredos e emoções que só ele conhece. Outras vezes, brilham com uma luz terna e apaixonada, capaz de aquecer o coração e acalmar a alma. São olhos que contam histórias, que carregam a força da natureza e a doçura de um coração gentil. Olhos que me hipnotizam e me fazem perder-me em seu universo particular. Neles, vejo a vastidão do céu noturno, salpicado de estrelas cintilantes, e a profundidade serena de um oceano calmo. Um turbilhão de emoções, reflexos de um espírito livre e aventureiro, mas também a quietude de um porto seguro, onde encontro paz e compreensão. São olhos que transcendem a beleza física, revelando a beleza de sua alma, um espelho que reflete a força, a ternura e a magia do seu ser. Um olhar que me envolve, me conquista e me faz sentir amada, protegida e infinitamente feliz.
Acho que estou bem como estou.
Estou em uma rotina... agradável?!
Tenho trabalho de segunda a sábado
e dois domingos por mês.
Dois dias de plantão por semana —
quatorze horas em cada.
Nos outros quatro,
entro às sete e saio às três e vinte.
Não é um horário ruim.
Tenho um novo hobbie:
escrever sobre a minha dor.
Sobre experiências que me quebram em silêncio.
Contos de fadas que vivem na minha cabeça.
Histórias românticas.
Feitos heroicos.
Coisas boas…
que nunca aconteceriam comigo.
Cheguei nessa conclusão
mais pelo que me tornei
do que pelo que já fui.
Tenho me interessado por ciências:
biologia, química, física e astronomia.
Mas às vezes acho
que esse excesso de interesse
é só a forma que encontrei
pra não encarar a falta.
Algum outro?
Sim, eu tenho.
Jogar.
Só um grupo seleto de jogos.
RPGs, na maioria.
Tenho também...
Tenho feito o quê mesmo?
Acho que só isso.
Podem pensar que é bastante...
Mas, no geral,
eu apenas vivo.
Sigo empurrando.
Empurrando meus desejos mais intensos
pra baixo do tapete.
Apesar disso...
acho que estou bem.
Ou talvez nunca estive.
E por isso, talvez,
eu nem saiba o que é
estar bem.
A verdadeira questão, não é 'O que é real?', mas sim 'Como minha consciência participa da construção desta realidade?'
- Relacionados
- Frases da vida para transformar os seus dias ✨
- 67 frases para pessoas especiais que iluminam a vida
- Charles Chaplin sobre a Vida
- Frases de efeito que vão te fazer olhar para a vida de um novo jeito
- Charles Chaplin Poemas sobre a Vida
- Mensagens de reflexão para encarar a vida de outra forma
- Frases de saudades de quem morreu para manter viva a sua memória
