Viva a Vida como se Fosse a Ultima
“O eu responsável – a consciência da consciência – não existe como coisa nem como estado: existe apenas como tensão permanente em direção a mais consciência, mais responsabilidade, mais abrangência e maior integração. A consciência cresce na medida em que se reconhece, e não pode reconhecer-se senão abrindo-se permanentemente a conhecimentos que transcendem o seu patrimônio anterior. A abertura para a transcendência – para aquilo que está para além do horizonte atual de experiência – é portanto um dado permanente da estrutura da consciência. Suprimi-la é falsear na base a situação de conhecimento.
Se a consciência que tenho de mim mesmo — a identidade do meu 'eu'– fosse um efeito da continuidade corporal, ela seria inconstante e mutável como os sucessivos estados do meu corpo, e não haveria por trás destes uma consciência constante capaz de registrar, comparar e unificar num conceito geral estável as mudanças que o meu corpo sofre. Se fosse um produto da impregnação linguística, um simulacro de identidade introjetado pelo uso repetido do nome e do pronome, como faria eu para saber que o nome pelo qual me chamam e o pronome pelo qual me designo se referem a mim? Se, por fim, fosse um resultado da abstração que por trás dos estados apreende a unidade da substância, QUEM, pergunto eu, operaria o mecanismo abstrativo?
Conclusão: a identidade do meu eu é independente e transcendente em face do meu corpo, da linguagem e das operações da minha inteligência abstrativa. É uma condição prévia sem a qual não pode haver identidade corporal, nem linguagem, nem pensamento. A identidade do 'eu' é a própria unidade do real que se manifesta na existência de uma substância em particular que sou eu. Nenhuma explicação causal tem o poder de reduzi-la a qualquer fator, pois é ela que unifica todos os fatores. A existência do 'eu' é o inexplicável por trás de tudo o que é explicável.
'Quando morremos, vemos, desde cima, o nosso corpo inerte. É a prova de que jamais 'tivemos' um corpo, apenas passamos por ele como inquilinos. Mas, se não possuímos um corpo, como podemos possuir tudo o mais que ele utiliza, manipula, desfruta e padece? Esta é a verdade dura e sublime: nada possuímos além de um 'eu'.Os místicos que nos pedem para eliminar o 'eu' querem que façamos algo que eles mesmos não podem fazer — e que, aliás, se fosse feito, não seria de utilidade alguma.Podemos nos livrar de sucessivas idéias do eu surgidas ao longo da nossa existência, mas livrar-nos do eu propriamente dito seria livrar-nos de quem nos livra dessas idéias.Falar em 'alma' não resolve grande coisa. Se fôssemos a nossa 'alma' não poderíamos contemplá-la e julgá-la. Concepções erradas sobre o eu estão na base de toda ética formulada em termos de 'egoismo' e 'altruísmo'. NENHUMA conduta moral, seja a de um santo, a de um 'serial killer' ou a de um zé-mané, pode ser descrita nesses termos."
Me pergunto como uma coisa tão pequena pode marcar as quatro horas mais extraordinárias de minha vida.
Você não sabe como vale a pena gostar de alguém e acordar ao lado dessa pessoa, ouvindo ela respirar quietinha enquanto dorme, linda. Você não sabe como isso é infinitamente melhor do que acordar com essa ressaca de coisas erradas e vazias.
Você não sabe por que talvez seja a Lydia dá série Teen Wolf e não ligue pra aquela pessoa que gosta de você
Você podia ser o mundo de alguém, ao invés disso preferiu ser só mais alguém no mundo.
Precisamos de fé em todas as coisas, tanto pra conquistar o que se quer como pra solucionar o que é preciso.
Dependendo de como você escuta a sua intuição, você sempre se transformará, será cada vez mais sábio.
Já completou um ano
Que a gente não se fala
Mas eu continuo te seguindo
Querendo saber como você está...
Vejo tuas fotos da manhã
Com a cara tão cansada
Mas já tem até outra namorada
Tem um ano que observo
Você parece estar perdida
Os vídeos das noites
Chapada com a namorada e as amigas
Cadê aquele amor inocente
Aquela amizade que era pra ser pra sempre
Onde foi parar
A menina dos seus olhos
Onde foi que ela se perdeu??
O amor
O amor como explicar?
Um sentimento sublime.
Não tem explicação.
Vem em forma de um furacão.
Arrastando tudo com ele
Faz a gente delirar e sonhar
Sem sair do lugar. Esse é o amor.
As vezes um brisa ou um fogo.
Sim esse é o sentimento
Mas belo sublime que existe.
Vale arriscar a amar e se entregar.
Não vivo sem amor
Me entrego sem pudor
A esse sentimento AMOR.
Meire Perola Santos
12/04/2015
Hora 13:48
Quando nasce um verdadeiro amor?
O amor é como um professor que
Nunca se cansa de ensinar.
É a religião perfeita, que até no
Imperfeito é capaz de brotar
Nos faz caminhar até mesmo
Sem pensar.
O quanto um verdadeiro amor é capaz de suportar?
Só ele ensina o valor de perdoar
Só é capaz de entender quem assim amar
Porque ele tudo suporta, tudo pode
Verdadeiro é o amor que felizes nos faz.
DONA SENHORA OBRIGADO
Dona Senhora, seu sorriso é belo más, cansei de ser criticado tratado como um mero visionário.
É visionário, que logo logo vai sair pra esse mundão mostrando seu belo trabalho, que por muitos foi criticado.
Foi chamado de vagabundo ladrão e até drogado.
Dona Senhora, me desculpe eu estava errado más aprendi por ser tanto criticado..
Dona Senhora, por ser quem sou hoje grato por ter me criticado não sou mais aquele mero visionário, hoje estou realizado obrigado.
Até que ponto podemos nos chamar racionais? Onde fica a tenua linha de que nos define como tal? Já que praticamos atos tão irracionais quanto aqueles que julgamos como tal.
Tranco-me em meu quarto como quem procura se esconder das estrelas, há saudade em cada brilho e em cada brilho uma recordação distante. No escuro, tudo se torna um. Mas trancar-se é inútil, pois quando vier o dia as estrelas então serão meu guia.
Vão te identificar como filho de Deus,quando verem em você características que lembram as características que haviam nele.
Se apaixone pelos meus sonetos ?
Oh moça! Seu coração parece ser brando ao soar
Como o canto dos pássaros a voar
Pela janela vejo o teu olhar
Que brilha como a luz do luar
Nos teus braços quero me aquecer
Pelos teus lábios navegar
Por tua voz me acalmar
Por teu cheiro me entorpecer
Doce sorriso que me derreteu
Oh pobre poeta! E o que você prometeu?
Fazê-la feliz todos os dias
Claramente me perdi em você
Em seus desenhos tão mágicos
Se apaixone pelos meus sonetos ?
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