Viva a Vida como se Fosse a Ultima

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O artista não pinta a natureza só por fora, mas sempre tentou pintar o homem como ele é por dentro.

Uma arma velha, quebrada e esquecida
Jaz no chão, como um cadáver da memória
Seu metal enferrujado, seu coração de pólvora
Um dia foi forte, agora é apenas um peso morto
Seu cano está quebrado, sua alma está perdida
Ninguém a usa, ninguém a quer
Ela sonha com o passado, com os tiros que deu
Mas agora é apenas um objeto, um peso vazio e inútil
Ela lembra dos gatilhos puxados, dos sons de guerra
Dos gritos, das lágrimas, das vidas ceifadas
Agora, apenas um silêncio ensurdecedor
Um lembrete de que a violência é estéril, e a morte é vã
Ela espera pelo fim, pelo descarte final
Para ser derretida, transformada em algo novo
Mas até lá, ela jaz aqui, quebrada e sozinha
Um símbolo da destruição, da dor e da morte. 😔

William Contraponto: a poesia como exercício de pensamento


Há poetas que escrevem para descrever o mundo. Outros escrevem para fugir dele. William Contraponto parece escolher um terceiro caminho: escrever para interrogar o mundo.


Sob esse pseudônimo, a poesia assume uma dimensão que ultrapassa a expressão individual. O poema deixa de ser apenas um lugar de sentimentos e passa a funcionar como espaço de reflexão sobre a existência, a liberdade, a sociedade, o poder, as crenças e as escolhas humanas.


É nesse ponto que se encontra uma das características mais marcantes de sua produção: a aproximação entre poesia e pensamento.


O poeta que questiona


William Contraponto não parece interessado em oferecer respostas definitivas. Sua escrita parte frequentemente da dúvida. Em vez de estabelecer certezas, procura colocar o leitor diante delas.


Essa postura aproxima sua obra de uma tradição filosófica existencialista. A existência não aparece como algo previamente explicado, mas como uma condição que precisa ser enfrentada. O indivíduo está diante do tempo, da responsabilidade, da liberdade e da própria consciência.


A poesia, nesse contexto, transforma-se em instrumento de investigação.


Não é necessário que o poema apresente uma tese filosófica formal. Basta que provoque uma pergunta.


E talvez seja justamente aí que esteja a força do chamado poeta-reflexivo: aquele que não separa completamente pensar e sentir.


Entre o indivíduo e a sociedade


Outra dimensão importante da obra de William Contraponto é sua preocupação social.


Sua poesia não observa o indivíduo como se ele estivesse isolado do mundo. Ao contrário, questiona as estruturas que condicionam sua existência: instituições, ideologias, desigualdades, dogmas, relações de poder e comportamentos coletivos.


Por isso, sua produção pode adquirir um caráter político sem necessariamente transformar o poema em discurso partidário.


A política aparece em sentido mais amplo: como reflexão sobre a maneira pela qual os seres humanos organizam a vida coletiva.


O poeta questiona quem manda, quem obedece, quem determina as regras e, sobretudo, por que tantas pessoas aceitam determinadas regras como se fossem naturais.


A recusa do dogma


Um dos elementos recorrentes associados ao pensamento de Contraponto é a desconfiança diante das certezas absolutas.


Essa postura alcança tanto a religião quanto a política, a moral e as convenções sociais.


Não se trata simplesmente de negar uma crença para substituí-la por outra. A questão é mais profunda: por que acreditar sem questionar?


O pensamento contrapontista parece nascer justamente dessa tensão.


De um lado, a necessidade humana de encontrar explicações. De outro, a consciência de que nossas explicações podem ser incompletas.


O poeta permanece nesse intervalo.


Não porque lhe falte uma resposta, mas porque considera a pergunta suficientemente importante para não ser encerrada prematuramente.


A linguagem como ferramenta de liberdade


Em sua produção, a linguagem não funciona apenas como decoração.


A palavra possui uma função crítica.


Escrever é organizar pensamentos, revelar conflitos e tornar visíveis determinadas contradições da experiência humana. Nesse sentido, a poesia pode ser compreendida como uma forma de liberdade intelectual.


O poeta não precisa dizer ao leitor o que pensar. Pode simplesmente criar as condições para que o leitor pense.


Essa talvez seja uma das características mais interessantes de William Contraponto: sua poesia não depende necessariamente de uma interpretação única. O leitor pode concordar, discordar, questionar ou até rejeitar aquilo que encontrou no poema.


E isso faz parte do próprio projeto.


Uma poesia que exige concordância deixa de ser plenamente questionadora.


Entre Camus, Sartre e a canção


A obra de William Contraponto dialoga com referências distintas. Há nela uma preocupação existencial que pode lembrar autores como Albert Camus e Jean-Paul Sartre, ao mesmo tempo em que a dimensão musical da palavra aproxima sua escrita da tradição de compositores e poetas que fizeram da canção uma forma de comentário social.


Essa combinação produz uma característica própria.


O poema pode começar como reflexão individual e terminar como observação sobre a sociedade. Pode partir de uma inquietação íntima e alcançar uma questão política. Pode falar da existência e, algumas linhas depois, questionar uma instituição.


O particular e o coletivo se encontram.


Uma poesia fora do conforto


Talvez o nome "Contraponto" seja particularmente adequado para essa proposta.


Contraponto significa coexistência de linhas diferentes. Na música, vozes distintas podem caminhar simultaneamente sem se tornarem uma única voz.


Na literatura de William Contraponto, algo semelhante acontece.


Razão e emoção.


Indivíduo e sociedade.


Liberdade e responsabilidade.


Esperança e desencanto.


Certeza e dúvida.


O poeta parece interessado justamente nessas tensões.


Não procura necessariamente eliminá-las.


Procura colocá-las lado a lado.


Mais do que versos


Por isso, reduzir William Contraponto à definição de "poeta" talvez seja insuficiente, embora seja a palavra central de sua produção.


Sua obra se movimenta entre poesia, reflexão filosófica, crítica social e pensamento político.


O verso torna-se uma forma de ensaio.


O ensaio aproxima-se da poesia.


E ambos procuram responder à mesma inquietação: o que significa existir conscientemente em um mundo que frequentemente tenta pensar por nós?


Essa pergunta ajuda a compreender sua produção.


William Contraponto não escreve apenas sobre aquilo que sente. Escreve também sobre aquilo que pensa — e, sobretudo, sobre aquilo que ainda não conseguiu resolver.


Talvez seja justamente essa a essência de sua poesia.


Não entregar certezas.


Não oferecer uma doutrina.


Não construir um sistema fechado.


Mas manter acesa a possibilidade de pensar.


Porque, para William Contraponto, o poema não termina necessariamente quando termina o último verso.


Ele termina quando o leitor deixa de pensar.




nenommarques@gmail.com

Assim como a maré açoita as rochas a saudade molesta meu coração e mesmo que ele seja feito de pedra a insistência da água acaba sendo um suplício nesse dissabor de viver sem você.

Me sinto quebrada,como uma cana passada no moinho, que ficou só o bagaço. Falarei da minha dor desta dor doida que faz parte de mim. Passamos por sofrimento que nos deixa marcas profundas e nos sentimos num abismo que ninguém conseguiria nos puxar para fora. Me sinto esquecida por Deus este mesmo Deus que amei deste que me foi apresentado. As vezes me pergunto será que ele existe mesmo ou é somente uma história contada pra nós fazer acreditar que ainda a esperança. Estou feito caco dentro de mim algo se secou. Me sinto oca somente ficou em mim esta dor ,dor doida

CORAGEM NÃO É CHEGAR SEM MEDO


“Eu nunca quis ser lembrado como alguém que não teve medo. Só quero que, quando tudo terminar, possam dizer que o medo não decidiu por mim.”


— Dorian, personagem de Ender: Genesis Protocol


Obra: Ender: Genesis Protocol
Autor: Jonas Saul P. Sodré
@Jonassaul.ofc

O tempo não caminha sobre nós como um rio. Ele nos esculpe como o mar corrói uma pedra: lentamente, sem piedade e sem testemunhas.

A solidão digital começa quando a quantidade de conexões passa a ser usada como prova da existência de vínculos.

Deus quis assim é muito mais que aceitação, é entender a dinâmica como não ia te fazer feliz.

Quando a fala não condiz se tem demagogia como traço de personalidade maquiavélica.

Nunca fale para, absolutamente, ninguém até que a coisa dê certo, a mente associa como já conquistado o falado.

O homem egoíco amará ardentemente a mulher que o rejeitar. Como este é caçador, queimará de amor a medida que ela pouco caso fizer dele,

A desigualdade não deve ser vista com a igualdade reducionista mínima a todos e sim como disparidade de impostos e aumento no custo de vida; mentira travestida de democracia.

Pontos principais de Eclesiastes 4:5-6:


O Risco da Preguiça (v. 5): A ociosidade é vista como uma forma de autodestruição, onde a falta de esforço leva à ruína.


O Valor do Equilíbrio (v. 6): Sugere que viver com menos, porém com tranquilidade e paz de espírito, é superior a acumular riquezas através de trabalho exaustivo e "correr atrás do vento" (futilidade).


Crítica à Competição: O contexto anterior (4:4) aponta que muito esforço nasce da inveja e da competição, resultando em insatisfação.


O texto aconselha moderação, valorizando o descanso e o contentamento em detrimento da ganância e da aflição de espírito, contrapondo o preguiçoso ao trabalhador obcecado. Texto do Google.

A mulher que buscar a dureza no homem como valor será reduzida a nada. Frieza não traz felicidade, parceria e cuidado.

A matrix tenta qualificar o autismo como uma doença mas não é, e sim uma supercapacidade atemporal de atenção, foco e velocidade. A inicio quase sempre todo portador desta capacidade, silencia se por que está de certa forma aprendendo consigo mesmo, a acalmar a mente no complexo processo de ir e vir, múltiplas vezes. Pois só depois deste aprendizado interior, cada um conseguirá dar saltos quânticos celebrais e voltar, sem perder a própria identidade afetiva e emocional, tão importante a eles, dos diferentes encorajadores ao seu redor.

Desde o começo, nunca consegui ver a arte em simplicidade como um mero comercio estético, de ter, ver, fazer, comprar e vender. Sempre vi a arte com incontáveis complexidades, tais como uma plataforma, ferramenta, meio e caminho de expansão dos diversos estados de consciência, exercício de dialogo sensorial, linguagens simbólicas coloridas não verbais e códigos milenares de aprendizado, inclusão, questionamentos e aperfeiçoamentos vibracionais, espirituais e "etéricos" perante todos, tudo e a todos multiversos.

Como base nas minha constantes pesquisas sobre o autismo, gosto de lembrar que foi por meio do artigo cientifico pioneiro “A psicopatia autista na infância” do medico pediatra e psiquiatra austríaco Hans Asperger, mesmo dentro do programa nazista, no controverso projeto Lebensborn ("fonte da vida", em alemão), e que consistia a predileção ao estudo da psicopatia em meninos, as crianças dentro do artigo foram chamadas de pequenos mestres, devido à incomum super habilidade e genialidade de discorrer sobre qualquer tema que fosse foco e aptidão natural, detalhadamente por varias horas seguidas. Fato este incomum para meninos da mesma idade nas diferentes culturas do mundo.

Existe o Transtorno do Espectro do Autismo (TEA), tanto em meninos como em meninas. No entanto o numero de casos entre meninos é considerado oito vezes maior do que em meninas. Isto ocorre, não por alguma razão neurobiológica mas sim, por uma questão adaptativa e camuflada, que a menina desde cedo consegue suprimir suas verdadeiras emoções. O que acarreta, que nas maiorias das vezes, passa despercebido dentro das mares fisiológicas, inerentes da natural feminilidade humana.

Não estamos diante de novos transtornos infantis mentais como Esquizofrenia, Autismo, Borderline, Savant, Psicose, como muitos imaginam e ate inadvertidamente comentam. Na verdade, tudo sempre existiu, só que os indivíduos menores não eram notados, devemos lembrar que fora do circulo aristocrático familiar, as crianças de um modo geral do século XIX e anteriores, eram consideradas um estorvo social um grupo de sub gente que só davam problemas e trabalhos. A própria historia universal da pediatria, nos diz que consolidou-se como especialidade no final do século XIX, originada da necessidade de reduzir a alta mortalidade infantil e tratar crianças não mais como "pequenos adultos". Sendo assim popularizou-se por volta de 1880.