Viva a Vida como se Fosse a Ultima

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Nossa amizade é assim, como o vento frio do inverno, tem época que está forte, em outras aparece mais fraquinho, trazendo só lembranças da estação gostosa, e por mais que outras três estações passem, esse vento leve passa por elas para manter a pureza e o equilíbrio da natureza e quando o inverno novamente volta, o vento fica cada vez mais forte, se renovando a cada três estações. Por mais que novas amizades surjam, outros rumos tomemos, sempre que nos encontramos é aquele abraço que daremos, porque verdadeiras amizades vão muito além do que presença física, e é nesse vento leve que mando em minhas orações o teu nome. Nesse mesmo vento te mando mil beijos e mil abraços para que nunca se sinta só ou com frio.
Te adoro😊❣

Nossa como o "amor" tem tido tão pouco valor, as pessoas não sabem amar de forma que se sintam amadas , amam pela metade e pela metade são amadas, cometem erros justificados com os erros alheios, se ame e ame a seu proximo por inteiro, é melhor uma sobrar amor do que a falta dele sentida pela dor.

⁠Ao soar a primeira palavra, o mantro que me guia pelas estradas do pensamento se esvanece como bruma turvando a visão.

Argumentar que precisamos priorizar o culto como um mandamento, exibe uma fraqueza afetiva para com as quatros paredes de um templo que nem sequer lhe salva. Segundo Paulo, você é um sacrifício vivo, culto a Deus. Priorizar o reino não significa ir com frequência a algum templo, mas sim viver em Cristo e para Cristo.

⁠ANOMALIA
A arrogância é como o alcoolismo. Todos que permeiam o recinto, percebem e a reconhecem como um vício ,porque é um ato doloso. Se autodeterminar melhor do que o outro, deixar explícito a supremacia intelectual, social ou espiritual perante o seu oponente, valorizando enfadonhamente com exclusividade os movimentos rasos e retilíneos; É um erro!
O sujeito quando se auto avalia o exemplo a ser seguido, assina automaticamente a sua confissão de arrogante.

⁠O indivíduo que se vê na possibilidade de sanar a dor, anseia esse alívio como nunca desejaste nada nesse mundo.

⁠Mulher! Que tu não ofendas com essa afirmativa. Homem; Veja e reconheça a tua esposa como uma estranha, ou algo que não lhe pertence em todos os dias da tua vida.

⁠A paixão é como a fome. Depois de saciada deixa de existir. O manjar dos Deuses tão cobiçado e apetecido, entra vertiginosamente num marasmo. Aquilo que era necessário e encantava, não importa mais.

⁠Os seres humanos tidos como fortes, sob domínio do medo, tornam-se blasé. Enquanto os fracos são aniquilados.

280722

A lealdade nutre o relacionamento
Como a seiva
Alimenta o caule
Que a retribui com a flor
Assim é a lealdade
A verdade e o amor
A verdade é o caule
O alimento lealdade
O amor é a flor
A flor geram frutos
Filhos que vem do amor
Do fruto se fez sementes
Sementes que viraram histórias
Do usufruto do amor
Afinal o que é o amor


161017

O sol é tão meu
Que me deu a escuridão
Me trouxe a cegueira
Sombras pelo chão.
Como uma tirana
Vestida, inrustida
De boa samaritana
Um olhar sem alma
Sorriso falso
Espírito sem fé.
No jogo da vida
No baralho
Do...
És o dois de paus.
Camaleão emocional
Cobra cascavel
Cortina de fumaça
Hipócrita sociável
Ave de rapina
É tua sina
A tua vida, a tua essência
300126

O amor jamais poderá ser visto como fim, ou como meio. Nada mais é, ...além do puro e verdadeiro amor. Só o amor!

130626

Chorar...
Como um ato tão mundano
pode carregar todo sentimento humano?
Alguns veem como fraqueza.
Deixe que falem.
Quem mais condena o choro
Costuma ser quem não conseguiu chorar quando mais precisou desabar.

Cuide do seu coração como quem rega um jardim que ainda acredita na primavera.

Deixe o perdão abrir espaço onde a dor insistiu em ficar. Abra as janelas da alma para que a luz encontre o caminho de volta.

Escolha pensamentos que façam bem, acolha com ternura o que você sente e tenha paciência com aquilo que ainda está aprendendo a florescer dentro de você.

Edna de Andrade @coisasqueeusei.edna

Rainha num tabuleiro cego,
por que te moves como peça descartável?


Já te despi das correntes invisíveis,
Já te mostrei o nome da liberdade…


Não te encurtes agora,
Não depois de te expandires em mim.


Há reinos no teu olhar,
E tu aceitas migalhas?


És excesso de beleza,
Para viver na sombra da mediocridade.
__________________
Rabisquei Poesia

O dia findou-se e a noite solta das asas a treva como pluma desprendida de águia que em nós se eleva. Contemplo as luzes da aldeia entre a chuva e a bruma, e melancólico um sentimento se apossa da alma, que não resiste. Sentimento de tristeza e anseio, não de pesar, que só como a névoa, a chuva pode a dor se comparar. Vem ler-me algum poema simples, gemido do coração, que afaste os cuidados diurnos e acalme a inquieta aflição. Não dos velhos grandes mestres, dos bardos da glória, cujo passo ecoa eterno nos corredores da história. Com o poder das marchas bélicas, eles nos evocam a alma, a luta sem fim da vida, e esta noite almejo a calma. Lê canções de um poeta humilde, brotadas do peito, tanto como a chuva dentre as nuvens ou das pálpebras o pranto, de alguém que em noites insones e por laboriosos dias, ainda na alma ouve a música de mágicas melodias. Tais cantos podem dar calma à aflita preocupação, descendo como uma bênção que se sucede à oração. De teu livro favorito, lê o poema que ama, após cansando as rimas do poeta, a beleza da tua voz adormece. A noite vai se encher de música, dobrando quais nômades que fugirão. Silentemente. Ergueu-se o vento sobre o mar de espumas e dizem, abri caminho densas brumas! Saudando as naus, ele exclamou, dar velas, marujos, vede, fogem as estrelas. Seguindo o rumo à terra em correria, bradou, desperta, que aí vem o dia. A selva sussurrou, vossa folhagem. Tocando na asa, disse a passarada, desatai vossa madrugada. E no terreiro despertando o galo, não tardou o sol. Ao trigal murmurou, inclina a fronte que a manhã vem surgindo no horizonte. Arrojando-se, disse o nosso horário. E baixando por sobre a terra, seu dia há de chegar, em paz espere-o, que hoje impera a vida e a morte não é percebida. Caminhamos descalços na grama e colhemos margaridas. Nosso amor é suave como o vento e refresca o mundo com sua delicadeza. Em sonhos vejo sua face e é ali que mora minha paz.

Estação Espacial Internacional.














Uma grande estrutura como um observatório futurista com vários cômodos,corredores,
painéis dourados e muitas janelas foi imaginada no ano de 1998.
Mas antes de completar a sua forma,rascunhos foram feitos em centenas de papéis ainda tentando encontrar um desenho ideal.
Com bastante cálculos e linhas com números e letras.
Lápis e canetas eram necessários em cada pensar.
Um imenso projeto teve o seu início em uma manhã.
O primeiro módulo foi levado na direção da atmosfera terrestre no dia 20 de Novembro de 1998.
Em um voo histórico e importante para a astronomia.
No dia 6 de Dezembro daquele ano a montagem de uma grande estrutura começava.
Com muitos voos e o esforço que estava em cada instante desde aqueles papéis,letras e números.
Em lugares definidos ônibus espaciais esperavam mais módulos.
Para que pudessem levá-los acima do céu,onde o Planeta Terra e a Lua seriam vistos de um jeito diferente.
Com pouca gravidade cada módulo era fixado de um jeito calmo,tendo a face da Lua como novas inspirações.
Sendo observados pelo Sol e o Planeta Terra cada ônibus espacial era tocado pela luz do Sol enquanto via sob as suas asas um lindo lugar azul e verde que estava presente nas suas formas especiais ao longe.
Enquanto o Planeta Terra seguia em rotação e translação mais módulos chegavam e calmamente era deixados com outros.
E dias bonitos nasciam com o Sol.
Enquanto outros voos levavam acima do céu pedaços de dedicação,concentração e satisfação.
Distante em uma unidade astronômica o Sol iluminava cada módulo e cada ônibus espacial.
Do outro lado a Lua mostrava uma outra fase.
Uma grande estrutura com painéis dourados energizados pela luz do Sol.
Luz solar como um poderoso impulso que brilhava sobre a quase terminada estação.
Com mais outros voos espaciais um bonito projeto foi terminado em 8 de julho de 2011.
Alguns anos entre voos e mais do que um amanhecer e anoitecer.
Uma grande estrutura para poder observar e estudar o Sol e a sua luz,o Planeta Terra e os seus movimentos e a Lua.
Sobre as muitas distinções dos exoplanetas.
As galáxias e as suas belezas.
E viagens para um outro planeta no Sistema Solar.
Um outro satélite natural,nebulosas,
constelações e outras milhares de estrelas.
Para a Estação Espacial Internacional cada nova descoberta seria algo único.
Em anotações e em fotografias para mais um entendimento da astronomia.
E até nos mais lindos sons vindos do universo a sua forma sentiria coisas puras atravessando os seus voos dourados.
Seria mais um motivo para continuar nessa maravilhosa jornada.
Flutuando sobre o Planeta Terra em uma grande velocidade.
Com os seus painéis impulsionandos pela luz solar.
E mais coisas sobre ciência e astronomia serão compreendidas.
Nos lados da Estação Espacial Internacional levitam memórias de coisas que estão no Planeta Terra.
De uma preciosa natureza e dos dias sobre ela.
Uma grande estrutura montada acima do Planeta Terra após tantos voos dos ônibus espaciais.
Com uma Lua feliz e um Sol radiante sobre ela.
Orbitando em alta velocidade como faz um planeta há milhares de anos.
Estação Espacial Internacional que contempla as manhãs virarem noites.
Muitas vezes foi assim e ainda será por muito tempo.
Sendo possível observar as coloridas auroras enquanto orbita um pequeno planeta.
Entre as auroras e as suas cores a luz do Sol se reencontra com movimentos que o Planeta Terra faz vindos de sua vida.
Acima do céu e contemplando as maravilhas do universo,uma estrutura voa entre o Planeta Terra e a Lua.
Vendo por anos-luz em suas janelas e algo dentro de si as estrelas que brilham na imensidão do universo.
Repleta de esperanças e sonhos uma estação voa sobre os seus sentimentos.
Em cada órbita que a Estação Espacial Internacional completa ao redor do Planeta Terra é como se estivesse contornando a sua forma imaginada.
Entre as manhãs e as noites que voltam sobre si os seus sentimentos estarão alinhados com um planeta que reflete em rotação e translação coisas sobre a sua natureza.
A sua outra vida.
Sobre os seus sonhos com o Sol e a Lua.
Que na Estação Espacial Internacional foram deixados para os outros voos sentimentais que ela ainda fará ao redor de um querido planeta.

Noruega: Como Um Floco De Neve,Até O Seu Inseparável Inverno.
















Existe uma vida que brotou entre montanhas cobertas de neve.
Nas grandes montanhas de gelo uma vida com os ventos frios foi se transformando nos dias que mudavam.
E que começou na estação de algum inverno há muito tempo atrás.
Como um lindo floco de neve com pontas frias e recortadas de uma forma natural.
Um grande floco de algum inverno que esteve naquelas montanhas caiu dos ventos frios.
Era uma gota de um lindo começo.
Em um inverno montanhoso e sentido.
Em muitos invernos atrás essas grandes montanhas tiveram as suas forças tocadas por nuvens brancas como cada inverno que passava sobre elas.
Como os ventos frios também faziam.
Após tantos invernos uma vida brotou daquele floco de neve.
Sobre o chão coberto pela cor do inverno essa vida foi crescendo nos dias frios que a acalentavam.
E do céu azul com nuvens brancas o Sol brilhava verdadeiramente como antes.
Aquecendo tantos invernos com a sua luz sobre aquelas montanhas e aquele floco que já havia desabrochado.
A sua luz de ternura fazia com que cada inverno se sentisse mais brilhante e grato.
Nas grandes montanhas de gelo mais ventos chegavam.
E aquele floco de neve,crescia.
Ao seu redor além do Sol e das montanhas havia o inverno.
Que era predominante no seu cair do céu,na sua cor e nos seus ventos conhecidos.
Nos ventos de cada inverno estava o tempo.
Que havia visto aquele floco de neve de outros invernos atrás.
Em cada inverno e em cada Sol o tempo passava.
Em cada montanha coberta por uma cor macia e fria o tempo também contava os ventos.
Em um frio que estava naquele lugar.
No céu,nas suas montanhas e nas suas águas.
Em cada inverno as suas águas desciam sob um gelo transparente e fino,ou branco e macio.
Águas que caíam do céu por cada montanha fria.
Ou de uma outra nascente repleta de ventos brancos.
Em cada inverno que recomeçava por aquele lugar.
Como um grande floco de neve de um passado frio no tempo até o seu florescer em um lugar escolhido para ser seu.
Com grandes montanhas e o céu azul com muitas nuvens.
Foi crescendo em cada montanha que via.
Foi se fortalecendo em cada vento que voltava.
A cada inverno que recomeçava quis parecer com eles.
Pois eram uma parte significativa da sua vida.
Era a outra beleza que vestia os seus jeitos.
Desde muitos invernos atrás.
De outros ventos gelados que haviam passado por lá.
E que deixaram as suas lembranças em cada montanha.
Assim como cada inverno que não se desfaz.
Do céu o Sol iluminava cada pedaço de neve.
Onde quer que eles estivessem.
E sentindo o Sol de um outro jeito cada inverno ficava compadecido com aquela cor amarela que queria ficar sobre cada um.
E sobre aquele já crescido floco de neve.
Do lugar que ele havia sido plantado por algum inverno passado e um pouco longe das montanhas que o rodeavam,vastas águas azuis e frias seguiam entre outras grandes montanhas.
Águas frias vindas distantes traziam mais gelo.
Traziam mais serenidade.
Por outros lugares cobertos de neve essas águas distantes e azuis seguiam o inverno.
Enquanto tantas montanhas a cercavam.
Vendo as suas águas frias e azuis seguirem os seus percusos.
Águas frias e com mais ventos vinham de outros lugares.
De algum mar e de outros dias.
Para aquele lugar coberto pela luz do Sol e ainda mais por tantos invernos.
E por um frio predominante e harmonioso.
Desde outros ventos frios de um passado no tempo.
De um inverno que esteve entre aquelas montanhas e deixou um floco um pouco diferente.
Um floco maior com outros ventos para que com mais invernos pudesse ficar.
Desabrochando em invernos de Sol.
Com o céu azul de nuvens e frio sobre a sua vida.
Como cada inverno é.
Até nas águas frias que vêm distante do seu lugar.
E descem entre montanhas cobertas de um inverno demorado que cobre a sua vida.
Desabrochada em invernos passados.
Uma linda vida agraciada por um inverno,por montanhas e por águas vindas distantes.
Do céu azul e do Sol a sua vida é iluminada em cada outro inverno.
Desde que era apenas um floco de neve e que em tantos ventos se transformou em uma vida bonita e branda.
Como cada inverno que recomeça na sua vida.

Marabá: Como Uma Semente,Até As Folhas Da Castanheira De Sua Alma.












Em uma grande região em que a cor verde prevalece,uma semente espera entre os dias do tempo o seu florescer.
Em um lugar repleto de outras árvores e vidas uma outra espécie bonita está.
Antes de uma outra semente florescer,outras árvores dessa mesma espécie já haviam florescido nesse chão.
No ser do tempo,várias espécies dessa árvore já tinham flores e frutos.
Os seus respectivos galhos e raízes.
De tamanhos diferentes nesse jeito do tempo cada árvore dessa espécie tem sobre as suas vidas,o céu.
Com raízes firmes no chão úmido e generoso.
Uma espécie de árvore que cresce semelhante à outras.
Em uma região onde a luz do Sol brilha forte guardando com carinho essa natureza.
Entre cada folha de árvore.
Em cada pedaço desse chão a luz do Sol se espalha.
Como o céu azul que sobre cada árvore deixa os seus sentimentos.
Como a luz do Sol já fazia dentro de um tempo.
Muitas árvores em uma grande região e com outras vidas.
Em uma região onde a luz do Sol se estende por uma longa natureza.
Em um lugar dentro dessa grande região esverdeada e iluminada,uma semente espera o seu florescimento.
Enquanto muitos animais ao seu lado já haviam nascido.
Ao jeito do tempo alguns ainda filhotes,outros adultos e queridos.
Outros com poucas penas,mas que iriam cantar muitas canções dos seus respectivos corações quando as manhãs e tardes pedissem.
Ou que seriam supreendidos com cantos inesperados vindos do céu.
Cada animal com os mesmos olhos brilhantes.
Nas gotas dos seus rios,muitos já nadavam.
Enquanto outros ainda eram vistos por esses rios envoltos em pequenas e aconchegantes preciosidades,antes de seguirem percusos de suas vidas.
Nas espécies de árvores,certos animais estavam mais perto dos seus galhos do que do chão úmido.
Indo por cada árvore.
Sendo filhotes ou adultos.
Em cada olhar brilhante,penas,pelos,
escamas a luz do Sol vive.
Como o céu e a sua vida azul retocando a cor verde desse lugar.
Cada bonito animal vivendo entre cada árvore em um chão úmido e sensível.
Ou no percurso de dois rios que o Sol já seguia os seus movimentos.
Como uma semente de árvore que ainda floresceria e cresceria tendo folhas que nenhuma outra teria.
Mas tendo a mesma natureza sendo cuidada e protegida pela mesma bondade existente ali.
Em um lugar dentro de uma região iluminada pelo Sol as chuvas também estavam.
Chuvas que vinham com gotas que o tempo sabia.
No seu jeito de contar poderiam ser mais fortes ou mais fracas vindas do céu azul.
Um lugar,os seus dois rios e os seus animais eram tocados por uma beleza transparente.
Na luz esperançosa e amarelada cada gota era atravessada.
Nas árvores a esperança percorria e permanecia.
Nas gotas da chuva a continuidade estava.
Nesse lugar o Sol brilhava mais forte em determinados momentos do tempo.
Em muitos dias de sua contagem o tempo via o Sol mais brilhante.
Em uma grande região e um outro lugar dentro dela.
Em um chão em que árvores estavam enraizadas com os seus frutos e folhas.
Muitas árvores em um lugar que uma semente de uma outra espécie de árvore esperava no tempo a sua vez de florescer.
Por uma bondade natural mais animais nasciam antes sobre esse chão úmido ou em dois rios.
Esperando para correr,voar,nadar.
Caminhar,deitar,acordar.
Vivendo por cada árvore e as suas raízes.
Nesse lugar o Sol,o céu azul,o tempo e as chuvas estavam em cada vida.
Nas árvores com as suas folhas e as suas cores.
Tons de verde,amarelo,rosa.
Os seus frutos e flores.
Frutos roxos,marrons,
avermelhados.
Flores brancas,azuis,vermelhas.
Iluminados pelo Sol.
Desde antes nesse mesmo tempo.
Que viu em nascentes distantes dali,as primeiras gotas de dois rios.
Que vinham descendo com as suas águas em contentamento.
Trazidas por um tempo que o Sol já iluminava.
Águas que nasceram longe de um lugar e que desceram até lá por algo natural e sentido.
Se transformando em dois rios que seguem sob um mesmo céu suspirando um chão úmido que lhe pertencem.
Águas que vão até outros dias,para outras naturezas.
Com a luz do Sol e a sua esperança radiante.
Por esses dois rios,as suas árvores e os seus animais.
E até ao tempo.
Nas muitas espécies de árvores dessa grande região e nesse lugar uma árvore desperta um fascínio.
Uma árvore alta com um fruto marrom claro e as suas folhas verdes mais escuras.
Muitas árvores assim já haviam florescido e crescido nesse lugar.
Deixando nas chuvas,em dois rios e nos dias ensolarados mais sementes de suas vidas.
Uma espécie de árvore que crescerá e viverá como as outras de sua mesma natureza característica.
Mais perto dos seus animais e as suas flores.
Sob esse mesmo céu azul,com dois rios e o brilho de uma estrela amiga,uma semente ainda espera para se tornar a árvore mais encantadora desse lugar.
Desde a semente que ainda é até os frutos inconfundíveis que terá conforme o tempo passar sobre ela.
Deixando-a para ser a inesquecível alma e as folhas de um lugar tão seu.

As coisas deveriam ser como gostaríamos que fossem:
sem paradas, sem escalas e direto ao alvo!