Viva a Vida como se Fosse a Ultima
Quer conhecer alguém de verdade? Veja como ela age com raiva. A raiva revela o que o sorriso esconde.
Olho para cima e penso
Como será quando eu morrer
Depois eu sento
Sinto o sopro do vento
E espero acontecer
Como quem protege um jardim.
Sou passo leve, atento ao detalhe escondido,
Guardo o mundo nos olhos, nada passa esquecido,
Cuido das palavras como quem protege um jardim,
E no silêncio dos gestos, revelo quem sou em mim.
Carrego a verdade como um peso sagrado,
Não sei vestir mentira, nem fingir outro lado,
Minha voz não negocia com atalhos ou ilusão,
É reta como estrada aberta no meu coração.
Prefiro o caminho difícil que me deixa em paz,
Mesmo quando o erro é fácil e o certo custa mais,
Escolho o que é justo, ainda que doa escolher,
Pois sei que é no caráter que aprendo a viver.
Mas perto dela eu perco o controle que construí,
Minha razão se desfaz no desejo que senti,
Não confio em mim mesmo quando estou ao seu redor,
Pois o querer me domina… e eu me torno algo maior.
Os meus lábios querem o seu.
Quero chegar perto, esse sou eu.
Meu corpo se expressa sem ter achado voz.
Querendo ficar tão perto que não tenha nem ar entre nós.
Às vezes erramos.
Às vezes erramos, e como somos covardes; e não queremos assumir o nosso erro. Quando somos punidos, então procuramos colocar sobre alguém a culpa da nossa sentença.
Isso me faz ver o quanto somos covardes a ponto de não ser capaz de assumir que erramos e o nosso erro nos puniu. Aí, em vez disso, nos fechamos dentro de nós e botamos a culpa do nosso erro em alguém que apenas fez justiça, nos fazendo pagar pelo crime que cometemos contra alguém.
Os passos da moça eram como plumas aos olhos do moço. E a música um samba de alegria para ambos . O amarelo refletia feito o brilho do sol no sorriso alheio.
Encontrar, neste mundo, almas puras, sinceras e honradas
é como tocar o invisível valor de um tesouro escondido —
uma raridade silenciosa,
como quem descobre, entre pedras comuns,
uma joia de brilho eterno.
Atila Negri
Oh céus!
Como isso é deplorável!
Sentir teu cheiro,
Falar contigo,
E mesmo assim...não poder ti abraçar...
Será que ainda é só o começo?
Ou será o fim?
Tento tomar coragem, mas os céus não permitem nossa união?
Seria uma visão equivocada minha?
Mas isso me consome por dentro...
Espero por sua mensagem...nada
Procuro não me redimir a isso...
Um dia vai passar, e só ficará memórias.
Há! se um dia pudésse sentir o toque da minha mão na sua, eu seria a pessoa mais feliz deste mundo...
Mas isso é difícil de ocorrer, como se em minha mente...não houvesse possibilidade...do nosso sentimento
ser correspondido.
Seria melhor te esquecer?
Esquecer dessas memórias?
Onde está sua preocupação?
Seria melhor parar de regar essa flor e cortar suas raízes?
Fico no aguardo...esperando você me corresponder...
Como é milagroso termos um amanhã, nós só percebemos que é milagroso quando o amanhã não chega mais...
Por que somos todos tolos e só percebemos a preciosidade das coisas depois que a perdemos.
Observe como ele(a) está te tratando. Caso essa pessoa esteja cuidando bem de você, agradeça a Deus por estar em sua vida. Caso contrário, termine essa relação enquanto pode.
Um plano planejado é um risco que podemos perder, mas, se não arriscarmos, como saber se vai dar certo?
Se não der certo, não fique desesperado(a); aprenda com seus erros até você conseguir atingir seus planos.
eu espero que você saiba que não é sua responsabilidade ensinar aos outros como te tratarem como um ser humano que merece amor, respeito e empatia. você não precisa se desgastar em busca de um amor e respeito que não são seus por direito e sim porque você implora por eles
Seja Águia, saia do rebanho.
O povo tornou-se como gado: segue o rebanho sem perguntar para onde vai.
Perdeu a direção, perdeu o espelho interior, e agora apenas repete os passos de quem caminha à frente, como se a vida fosse uma trilha já traçada e não um caminho a ser criado.
Mas há um chamado silencioso para poucos: ser águia.
A águia não se confunde com a multidão. Ela não teme a solitude, porque sabe que a visão mais ampla só nasce em grandes alturas. Enquanto o rebanho pisa o chão batido, a águia observa o horizonte inteiro, distingue possibilidades, reconhece perigos e escolhe o seu próprio voo.
Ser águia é recusar a prisão das opiniões alheias.
É pensar com profundidade, decidir com clareza e enxergar além da névoa do imediato.
É compreender que singularidade exige coragem — e que liberdade verdadeira nunca foi destino dos que apenas imitam.
O rebanho sobrevive.
A águia transcende.
— Átila Negri
Quero sumir .
Hoje quero sumir
porque a sociedade negocia almas
como moedas de troca.
Até os laços de sangue
enxergam valor apenas na utilidade,
enquanto definhamos lentamente,
com medo da solidão —
até descobrirmos que a solitude
é menos cruel que a companhia vazia.
Hoje quero sumir
porque sinceridade virou risco,
solidariedade virou discurso,
e respeito, uma peça de museu.
No lugar disso,
valores distorcidos governam,
usurpando o que havia de mais puro:
a alma limpa,
a verdade sem cálculo.
Quero sumir
para não testemunhar
os exploradores da fé,
os corruptos de consciência,
os vampiros da inocência
devorando o melhor das pessoas.
A humanidade se corrompe a cada instante,
se autodestrói chamando isso de progresso,
e elimina o simples,
o básico,
o essencial de ser feliz.
Criaram uma manada domesticada,
entorpecida por um sistema
que destrói o intelecto,
atrofia a consciência
e sepulta a justiça e a honestidade.
Hoje quero sumir
porque me sinto um estrangeiro neste mundo,
um erro fora da engrenagem.
Prefiro caminhar só
a viver no meio do caos
que desacredita os afetos
e transforma amizades em personagens.
Percebo que não me encaixo mais.
Vivo em conflito constante
entre o certo e o errado,
entre o bem esquecido
e o mal normalizado,
entre o homem que ainda sente
e o homem sociopata que aprende a sorrir.
Cansei de confrontar
manipuladores da mente,
que usam fragmentos da verdade
para sustentar grandes mentiras.
Hipócritas —
raça de víboras,
túmulos caiados,
limpos por fora,
ocosos por dentro.
O mundo conseguiu me expulsar.
Hoje sou uma alma errante
em meio ao caos,
à discórdia
e à ganância que impera.
E talvez sumir
seja apenas
uma forma silenciosa
de continuar sendo inteiro.
Esse é o grito que muitos retém dentro da sua alma. O medo do despertar e de manter a sua essência.
Atila Negri
Assim como os olhos revelam o que os lábios muitas vezes escondem,
o diálogo sincero permite ver o que habita no mais íntimo da alma.
Pois quando dois seres realmente se escutam,
não são apenas palavras que se encontram —
são almas que se reconhecem.”
Atila Negri
UM AMOR PARA RELEMBRAR
Tem pessoas que chegam em nossas vidas como a água do Mar para nos refrescar em dias quentes, você tem sede, mas sabe muito bem que aquela água não serve para tomar, então você se delicia nela, relaxa em seu banho e sente sua refrescância, mas continua com aquela sede que não vai conseguir saciar. Essas pessoas costumam ser pessoas formidáveis, amigas de todos, sempre generosas, bondosas, de um coração enorme, com inúmeras qualidades que você aprecia e reconhece.
Mas, embora tenha tantas qualidades, você sabe que essa pessoa não é para você e que vocês jamais dariam certo juntos, que as suas diferenças sempre falariam mais alto e por este motivo você prefere deixar ir e fica amando, admirando, torcendo e acompanhando as suas vitorias de longe.
Amor este que nasceu para ser sentido e não vivido, faz parte e tá tudo bem, você lembra sempre dessa pessoa com muito carinho pelo pouco que estiveram juntos, com uma saudade, mas que não pode mais matá-la e se conforma, porque é a única coisa que te resta.
Rindo ou chorando, você segue relembrando e amando essa pessoa toda vez que se lembra dela.
Cabelos negros caracois ao vento,
livres como quem não gosta de prisão.
Olhos verdes que guardam mistérios,
brilhando forte em qualquer direção.
Tem um jeito rebelde de viver,
de não seguir o que mandam fazer.
Caminha firme, sem medo do mundo,
como quem nasceu para surpreender.
Mas por trás dessa alma indomada,
existe um coração cheio de emoção.
Que se perde nas palavras simples
de uma bela conversa sentada no chão...
Você pode não ser uma princesa da Disney
E talvez não acredite no amor
Mas você é o poema mais doce, puro e sincero
Jessica, você é princesa de Caçador
A nossa liberdade está em nossa consciência, já que, por si sós, somos apenas matéria como qualquer outro objeto. Embora feitos de matéria, entendemos as nossas limitações e através do conhecimento, conseguimos trabalhá-las, modificando, até certo ponto, os sinais de pontuação que a vida impõe em nossas histórias. Não criamos as regras do jogo, mas aprendemos a usá-las a nosso favor; afinal, a mesma água que nos afoga é a que nos mantém vivos e o mesmo fogo que aquece é o que queima.
Isso nos leva a questionar a própria origem de nossas ferramentas. O termo "natural" é definido por boa parte dos dicionários como "aquilo que pertence ou é regido pelas leis da natureza". Por sua vez, a natureza é descrita como "o mundo material, especialmente aquele em que vive o ser humano e que existe independentemente das atividades humanas". Ocorre que, de certa forma, o ser humano, em sua essência, é algo que provém da natureza. Inclusive o cérebro, responsável por criar tudo o que é classificado como artificial, foi criado de maneira natural e é regido pelas mesmas leis.
Embora o cérebro tenha a capacidade de idealizar, tudo aquilo que é materializado deve seguir as leis da física; portanto, da mesma forma que tais leis regem o cérebro humano, regem também suas criações e manipulações. Onde surgiu, então, a diferenciação do que é natural? Se as leis da natureza são as mesmas que regem os seres humanos e suas criações ditas "artificiais", o conceito de natural seria ele próprio artificial?
Além do mais, o cérebro humano se enquadra nas características de "natural", visto que ele seria independente da atividade humana? A menos que ele materialize — ou melhor, que seja o princípio da atividade humana, o que é razoável supor. Pode-se dizer que o ser humano é fruto da reprodução de outros dois seres humanos, o que encerraria a questão biológica imediata; todavia, nem sempre foi assim. Sabemos que nem sempre existimos e que não somos eternos. Em algum momento, algo não humano originou o ser humano. Esse "algo", por definição, faria parte da natureza? Se sim, a consciência que nos dá liberdade é, no fim das contas, a própria natureza manifestando-se contra suas próprias limitações ?
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