Viva a Vida como se Fosse a Ultima
O deserto se abre em silêncio,
como uma ferida antiga que ainda pulsa.
Uma porta aberta, imóvel,
esperando o que não voltou,
esperando o que talvez nunca volte.
O vento traz lembranças,
grãos de areia que carregam nomes,
promessas que se perderam no horizonte.
E mesmo assim, há esperança:
cada passo ecoa como oração,
cada sombra é um sinal de que o amor
não morre, apenas se transforma.
O coração insiste,
mesmo diante da vastidão árida,
em acreditar que o reencontro existe,
que o que partiu pode renascer
no calor de um olhar,
na coragem de um abraço,
na eternidade de um instante.
O deserto não é vazio,
é palco da espera,
é testemunha da fé que resiste.
E a porta aberta,
mesmo sem retorno,
é a prova viva de que amar
é nunca desistir de esperar.
Seus olhos como as estrelas, sua boca como o mel, seu sorriso como o sol, me ganharam, e contemplaram em um Sonho de amor, vivido agora por mim e você, duas vidas agora se tornaram uma só. Você me mantém em pé, eu vivo por você, meu sorriso depende de você, minha felicidade é você, o que um dia foi sonho, hoje virou realidade, esse foi nosso sonho, que hoje vivemos literalmente. Nosso sonho de amor.
Olhei para trás e vi ecos marcados como passos na neve seca, intocáveis como a sombra que reflete a pouca luz.
Vestígios de sangue deixaram rastros de sentimentos que mergulham nas profundezas da dor.
Mas, quando olho para frente, vejo apenas cicatrizes silenciosas que me lembram que tudo já passou.
_Elisa Morales
A DOR DA MUDANÇA
É, difícil dizer que quer mudar, mais não saber como começar
É, difícil dar o primeiro passo, se toda vez que você tenta, você se sente perseguido
É, difícil dizer eu prometo, e cumprir, e você toda vez sem menor peso, fazer o contrário
É, é difícil fazer, e depois ter que se contrariar só por que você se sentiu injustiçado por ações que você arcou
É, é muito fácil falar, e difícil agir, mais as vezes é difícil cumprir e não continuar
Mudar por você é o necessário pra sua saúde mental e emocional, mais também é necessário para quem está ao seu lado
Se não pelo contrário você teria se isolado
E por muito pouco se machucado
Você necessita do AMOR, do CARINHO, da ATENÇÃO, de ter alguém pra ser FELIZ nesse mundo com tantas coisas, que seria egoísmo não ter alguém pra COMPARTILHAR
É é difícil e dói muito não conseguir mudar tão rápido pra te ver sorrir de novo
Pra ver você feliz e olhando pra mim com muita empatia e te ver se sentir orgulhoso
Quando vou à luta... vou como se estivesse indo a uma grande festa! Pensamento positivo, fé, coragem, humanismo e bom humor são as ferramentas q levam à vitória.
Somos tão frágeis como um cristal, porém, tão resistentes quanto um aço quando nos entregamos a Deus.
eu sinto como se estivesse preso em correntes no inferno escuro. . .
cheio de demônios ao meu redor me observando com aqueles olhares.
A Casca que Protege a Essência
Andy Warhol transformou objetos simples — como garrafas de Coca-Cola — em símbolos poderosos. Para ele, aquilo que se repetia no dia a dia revelava muito sobre quem somos como sociedade. A garrafa, sempre igual por fora, carregava dentro dela uma mensagem universal: todos têm acesso, todos reconhecem, todos entendem.
Agora, pensemos na imagem de Maxileandro na academia. Mas pensemos a partir da metáfora da casca.
A casca é aquilo que o mundo vê primeiro: o corpo, a idade, as marcas do tempo, os limites que a vida impõe. A casca envelhece, muda de cor, de textura… mas existe para proteger algo muito mais importante: a essência, aquilo que continua vivo e pulsando por dentro.
Quando repetimos a imagem de Maxi, como Warhol repetia suas garrafas, percebemos que a verdadeira força não está na casca em si — mas no que ela guarda.
A disciplina é o que mantém a essência acesa.
O movimento é o que impede que a casca rache antes da hora.
O esforço diário é o que renova a vida por dentro.
E, assim como a Coca-Cola de Warhol ganhava valor pela repetição, a rotina de exercícios também ganha sentido quando entendemos que cada repetição é um ato de cuidado com a própria alma. Maxi levanta halteres, mas também levanta a si mesmo — por dentro e por fora.
A metáfora se revela simples e profunda:
– A casca pode envelhecer, mas a essência só se fortalece se for alimentada.
– O corpo pode cansar, mas o espírito se renova quando encontra propósito.
– A idade avança, mas a vontade de viver é o que decide o ritmo da caminhada.
A ociosidade, nesse cenário, é a ferrugem da casca — aquela que tenta se espalhar silenciosamente.
O exercício, por outro lado, é o polimento: remove excessos, devolve brilho, protege.
Em sala de aula, o convite é claro:
“Cuidem da essência.
Protejam a casca.
E repitam aquilo que faz bem, até transformar a própria vida em arte.”
Quando você descobre o que gosta de fazer, faça, e, se não souber como se expressar seu verdadeiro eu, peça uma orientação pois, não se conquista algo desejado sem paz de espírito!
Como é que Você sabe que o mundo está
de patas para o ar?
-Quando a Verdade é proibida e pode
levar à sua prisão e até morte,
Depois...
restou apenas o eco das ausências,
um vazio que corrói como ferrugem.
Os encontros se despedaçaram,osolhares se perderam,
as mãos nunca mais se reconheceram.O depois é cruel,um abismo que engole lembranças,
um veneno lento que apaga até o que foi belo.E no fim,o depois não é futuro,
é só a ruína do que já não existe.
Não tenho medo do amanhã porque pertence a Deus; já vim do passado e vi como é; por isso é que amo o dia de hoje...
Estou bem!
Isso é Bíblico dizer
Se eu vou além?
Não sei como fazer!
Eu desaprendi a ser mãe.
Mas me cobro não por não ser esposa, mas por não me sentir mulher. A mulher que sonhava
A mulher que mesmo em lágrimas, lutava
Hoje, fui cobrada de não ser companheira.
Irônico é ouvir: eu te dou liberdade pra falar.
Mas, ao tentar a aproximação levei uma lavagem de questionamentos!
Hoje, sei minha tia(mãe) tem razão em tudo o que falava. Eu nunca sou ser alguém na vida, vou viver correndo atrás do próprio rabo.
E estou seriamente pensando e abrir mão de tudo e sumir sem noticiar ninguém. Mesmo porquê quem iria sentir falta de um lixo como eu, além da minha princesa?a quem eu deixarei aos cuidados do pai.
"Ela não sabia, mas também, como poderia saber, como poderia adivinhar?
Que naquele momento, enquanto eu admirava, da chuva, o gotejar.
De cada folha, o farfalhar.
Enquanto eu vislumbrava o escuro da noite, sob uma luz fraca, eu pensava em quem não deveria pensar.
Quisera Deus, quisera eu, que cada beijo demorado, que cada sussurro descuidado, que a dança dos corpos, no escuro do quarto, nos fizesse amar.
Às vezes, imagino que o amor reside na indiferença, no ódio, na negação, no não gostar.
Querer quem nos quer, amar quem não está.
Me causa mal-estar,
Só de lembrar.
Eu fiz o que pude, tentei, mas o coração é irremediável, parece não querer mudar.
O parvo grita no peito, aos quatro ventos, o nome de alguém, que, de bom grado, o faria parar.
A cada palpitar,
No das chamas, o crepitar.
Eu a vejo, minha algoz está lá.
Enquanto ela se despia, desnudava-se em meus braços, agasalhava-se em meus abraços, os meus beijos estavam a lhe arrepiar.
Meus pensamentos não estavam ali, estavam em alguém, noutro lugar.
Estavam em quem eu não deveria pensar.
Ela não sabia, mas também, como poderia saber, como poderia adivinhar?" - EDSON, Wikney
"Eu encontrei o diabo, há muito tempo atrás,
me senti tão feliz, fora a melhor sensação.
Como de praxe, escondia a sua verdadeira face, me disse coisas vãs, repletas de paixão.
Ele tinha um cabelo castanho, os olhos negros, inenarrável calor exalava de suas mãos.
Cada toque, do de muitas vozes, acelerava-me o coração.
Ele dizia que me amava, mas sabia eu, mesmo crendo, que era tudo ilusão.
Deus ali não se encontrava.
Roguei pelo Cristo, não obtive resposta da minha questão.
Me apaixonei pelo diabo, em uma tarde de verão.
Quente era sua pele, quente era a estação.
Fui tolo, achei que poderia ser melhor que o próprio Deus e, àquela alma, trazer salvação.
O diabo era só lascívia, agira com mentira e era eu quem pedia perdão.
Mesmo hoje, recuperado, o diabo ainda permeia meu coração.
Pois ele ainda ocupa as lembranças de há muito tempo atrás, quando eu o conheci e fora a melhor sensação..."
"Como eu queria, o descampado e o pôr do sol ao fundo.
Um beijo, um abraço e, em meus braços, o meu mundo.
Como eu queria, o fim de tarde, enfrentar a noite sem preocupações, as velas, o jantar e, sobre mim, sua pele, o veludo.
Eu queria tanto, mas meu querer é tão pouco e, para tê-la, eu daria tudo.
O negro dos seus olhos, o castanho do cabelo, o rosa da boca, o olhar taciturno.
A madrugada me invade, lembro de ti, meu peito acelera, eu sei que deveria, mas não te repugno.
Imagino nós dois, tolice minha, velejo nas lembranças e, uma vez e outra mais, me afundo.
Você é a única mulher que amei, a única mulher que amo e, mais uma vez, me puno.
Me puno, por não esquecer o que deveria ter sido esquecido, não matar o que jamais deveria ter nascido, ter temido, o do nosso amor, o luto.
Me pego reflexivo: não é amor, nunca foi, não pode ser, é algo absurdo.
Talvez seja uma doença, uma insanidade, uma psicose, um surto.
Ao vê-la, eu deveria ter sido cego; ao ouvi-la, sido surdo.
Olho para a árvore do nosso sentimento, não a reconheço, seca, esquálida, morta, com galhos tortuosos e, nem mesmo, quando fora vívida, dera algum fruto.
Talvez, o nosso fim, tenha sido culpa minha, confesso, que, por vezes, sou deveras obtuso.
Nunca almejei riquezas, sou um homem simples, o pouco pra mim é luxo.
Tudo que eu queria, era somente aquele descampado, você em meus braços e o pôr do sol ao fundo..."
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