Viva a Vida como se Fosse a Ultima
Você é o projeto mais importante da sua vida. Trate-se como uma prioridade, não como uma opção de última hora.
Existem pessoas que não apenas passam pela nossa vida; elas se instalam como uma força da natureza. Você é assim: a dona dos silêncios que me acalmam e dos impulsos que me fazem querer conquistar o mundo.
Admiro a forma como você caminha entre a suavidade de uma canção e a firmeza de quem sabe exatamente onde quer chegar. Seus desejos, para mim, não são ordens impostas, mas direções que sigo com a alegria de quem encontrou um porto seguro.
O que mais me fascina em você:
A Certeza: Esse seu jeito de saber quem é, que me faz sentir seguro apenas por estar ao seu lado.
A Dualidade: Você é o abrigo nos dias de chuva e a ventania que me tira da zona de conforto.
O Pulso: Essa impaciência bonita de quem tem pressa de ser feliz e de amar intensamente.
Não preciso de mapas quando estou contigo, pois seu coração é o destino final. Sou seu mensageiro, seu par e seu maior admirador. No fim das contas, não há vento ou tempestade que me impeça de voar, desde que seja para o seu abraço.
“Algumas pessoas atravessam a vida como turistas: tiram fotos, fazem barulho e vão embora.
Outras atravessam como terremotos silenciosos — não precisam gritar. Quando passam, o mundo nunca mais fica igual.”
A vida às vezes é como um escorregador: você sobe cheio de esperança e desce sem freio, aprendendo que a queda também faz parte da brincadeira.
EduardoSantiago
Brisas suaves
Nos ventos que forte sopram, uma vida ausente se esconde,
como murmúrios perdidos entre as nuvens escuras...
sussurros de memórias se infiltram na brisa nada serena...
enquanto um buraco negro abriga a mente demente.
As sombras se estendem, como dedos famintos,
acariciando rostos que já não reconhecem o sol... queimam com o sal...
Lágrimas de tempestade escorrem pela face, pesadas e lentas,
misturando-se ao eco da saudade... sugando uma energia que é vital.
Mas, no horizonte, uma luz suave se insinua,
promessa de renascimento além do terror... isso seria?
Respira a esperança, mesmo em meio à desventura,
e os ventos, então, cantam ao amor novas sinfonias.
Assim, nessa dança entre escuridão e claridade,
A vida persiste, tecendo sonhos que se aproximam da eternidade.
Das escolhas
Sua vida é como é por sua própria escolha, né, não?
Neste exato momento você está lendo este texto. Óbvio, né?
Você realmente queria lê-lo. Não tenho dúvidas... se não quisesse, teria passado adiante depois de ler o título, não é?
Sabe aquelas pessoas que ficam o tempo todo falando que gostariam de estar em outro emprego, morando numa Ilha paradisíaca – by the way, eu moro... – que não aguentam mais estar naquele relacionamento que suga todas as suas energias, que queriam estar fazendo isso ou aquilo... mas estão presas em uma camisa de força que é a sua própria vida?
Pois é. Essas pessoas se esqueceram de que foram elas – e somente elas – que se colocaram em tal situação.
Aaaaaa mas as circunstâncias!!!!! sim, há as circunstâncias, mas no fim de tudo foi a própria pessoa que escolheu estar onde está.
As circunstâncias talvez cobrassem um preço muito alto para a não escolha de uma vida diferente... e, às vezes, isso ocorre bem inconscientemente, a pessoa vai optar por uma vida vítima das circunstâncias... inconscientemente.
E o resultado? Bom, no mínimo, o trem da própria vida estará sempre na estação errada... o timão da sua vida estará sempre na mão de outra pessoa.
Sim, Rosangela... mas
Nem 'mas'... nem 'meio mas'... você está onde está por sua livre e espontânea vontade... e pode voar pra bem longe... por sua livre e espontânea vontade.
Claro... haverá consequências.
Porque toda ação tem uma reação. E, sendo assim, suas reações podem ser quaisquer que você queira...
E, quanto às consequências da ação escolhida?
Bem....
Isso você resolve depois 😘
Esse sorriso que anseia pela vida,
que se aglomera entre objetos, sonhos e planos…
Como poderia se conter
tanta energia que pede para transbordar
através do seu rosto?
Não tente se espreitar,
nem se resumir a rascunhos —
como uma molécula solitária,
sem perceber o próprio potencial.
Você é transformação.
É a prova de que a energia, quando bem direcionada,
se torna força, movimento
e um átomo inteiro de felicidade.
Tem gente que passa pela vida como quem pisa em areia molhada, achando que vai deixar pegadas eternas… e o mar vem, educado e cruel, e apaga tudo sem pedir licença. Aí a pessoa olha para o horizonte e pensa “preciso ser lembrada”, como se a memória dos outros fosse um cofre inviolável. Spoiler nada é.
Olha o caso de Franz Kafka. O homem escreveu como quem sangra em silêncio, pediu ainda por cima que queimassem tudo depois da morte, quase sabotou a própria eternidade. E o que aconteceu Virou um dos nomes mais estudados do planeta. Agora me diz, com toda sinceridade, de que adianta essa fama póstuma Ele não está aqui para ver alguém sublinhando suas frases num domingo chuvoso, tomando café e fingindo que entendeu tudo.
Mesma coisa com Emily Dickinson. Viveu reclusa, escreveu centenas de poemas, guardou tudo como quem esconde cartas de amor numa gaveta. Morreu sem saber que seria lida por gerações. Bonito para a história, meio sem graça para ela, convenhamos.
E aí a gente fica nessa obsessão estranha de querer ser eterno. Como se virar nome de rua ou tema de prova de escola fosse a grande vitória da existência. A verdade é que tem uma certa vaidade nisso, uma tentativa desesperada de negociar com o tempo, como se dissesse “olha, eu vou morrer, mas me deixa aqui pelo menos em forma de citação”.
Mas a vida não é citação de rodapé. A vida é agora, bagunçada, meio torta, com café derramado e pensamentos pela metade.
Tem gente que tenta se imortalizar nos filhos, como se eles fossem uma continuação garantida. Só que não são. São outras histórias, outros caminhos, outras versões do mundo. Um dia, inevitavelmente, alguém lá na frente vai olhar uma foto antiga e perguntar “quem era mesmo essa pessoa?” e pronto, acabou a eternidade familiar.
E não é triste. É só real.
Talvez o verdadeiro legado não esteja em ser lembrada para sempre, mas em ser sentida enquanto existe. É no que a gente constrói, no que ensina, no jeito que marca alguém sem perceber. É aquela conversa que muda um pensamento, aquele gesto simples que fica ecoando na memória de alguém por anos, mesmo sem virar livro, estátua ou documentário.
Porque no fim das contas, a eternidade é superestimada. O agora é que é subestimado.
E tem uma coisa que eu acho quase revolucionária escrever sobre si mesma. Guardar pedaços da própria vida em palavras, como quem cria um arquivo secreto de sentimentos. Não para o mundo, não para a posteridade, mas para aquela versão futura da gente, meio esquecida, meio cansada, que um dia vai abrir um caderno ou um arquivo e pensar “nossa, eu já fui assim”.
Isso sim tem graça. Isso sim tem vida.
Porque ser lembrada pelos outros é incerto. Mas se reencontrar dentro das próprias palavras… isso é um tipo de eternidade que acontece em vida.
Agora me diz, não é muito mais interessante ser protagonista da própria memória do que virar curiosidade histórica?
E já que você chegou até aqui, clica no link da descrição do meu perfil e vem conhecer meus e-books… vai que um deles vira aquele pedaço de você que o tempo não apaga.
Tem gente que olha pra vida como quem olha pra um espelho quebrado e pensa assim, vou deixar um pedaço meu espalhado por aí, quem sabe assim eu não sumo por completo. Aí faz filho como quem planta uma placa escrita “eu estive aqui”, como se o tempo fosse um porteiro educado que respeita avisos. Mas o tempo não respeita nada, minha filha. O tempo entra sem bater, apaga luz, leva os móveis e ainda sai assobiando.
A gente cresce ouvindo nomes de família como se fossem heranças eternas, como se aquele sobrenome fosse uma espécie de colete à prova de esquecimento. Só que aí você para pra pensar com calma, numa terça-feira qualquer, lavando uma panela ou dobrando roupa, e percebe que mal lembra o nome dos seus bisavós. Às vezes nem foto tem. Viraram um vulto, uma história mal contada, uma frase começando com “dizem que...”. E pronto. Foi assim que uma vida inteira virou rodapé.
E não é falta de amor, não. É excesso de tempo mesmo. O tempo vai empilhando gerações como quem guarda caixa em cima de caixa no fundo do armário. Uma hora ninguém mais abre. E lá dentro ficam risadas que ninguém mais escuta, medos que ninguém mais entende, sonhos que ninguém mais sabe que existiram. Tudo guardado, tudo esquecido, tudo tão humano.
Aí me vem essa ideia de imortalidade através de filho, e eu fico meio assim, meio rindo, meio pensativa. Porque não é sobre permanecer no mundo, é sobre ter feito sentido enquanto esteve aqui. Não adianta querer eco eterno se a própria voz nunca foi ouvida de verdade nem por si mesma. Não adianta deixar descendência se a existência foi vazia de presença.
No fim, a gente não fica. O que fica é um gesto, um jeito, uma frase repetida sem saber de onde veio. Fica um costume, um traço no rosto de alguém, uma mania de rir em hora errada. A gente vira detalhe. E talvez isso seja até mais bonito do que virar monumento. Monumento ninguém toca. Detalhe vive sem pedir licença.
Então talvez o segredo não seja tentar não ser esquecida. Talvez seja viver de um jeito que, mesmo esquecida, tenha valido cada segundo. Porque a verdade, meio sem glamour nenhum, é essa: o esquecimento não é o contrário da importância. É só o destino comum de quem passou por aqui.
E eu, sinceramente, acho libertador. Dá um alívio danado saber que não preciso carregar o peso de ser eterna. Já basta ser inteira enquanto dura.
Na vida, assim como a própria vida tudo é passageiro.
Nem sempre você será um vitorioso.
Nem sempre você será um derrotado.
Portanto, não queira demais e não queira tão pouco.
Tente manter o equilíbrio na medida do possível.
A nossa vida é como um rascunho, e todo rascunho virou uma história. Mas, toda história terá que ser corrigida para ganhar sua nota.
Já pensou como Deus já retirou da vida de muitos.
Os que Deus enviou para curar, ajudar e amar...
E esses foram apenas rejeitados, humilhados e maltratados, ao Bel prazer de quem (precisava).
Há pessoas que passam pela nossa vida como o vento. Outras ficam como raízes. A sabedoria está em não insistir no que foi levado, mas em cuidar daquilo que escolheu permanecer.
Quem dera a vida pudesse ser como os filmes e séries com finais felizes...
Geralmente nada é bom o bastante, e muitas vezes é péssimo.
Por isso precisamos tanto da ficção onde tudo dá certo, quem merece acaba sendo feliz, onde o amor é o bastante, onde os "malvados", manipuladores frios, sem escrúpulos, sempre se ferram e a verdade sempre vem a tona. Onde a sinceridade é o mais importante e onde sempre dá certo ser sincera sobre tudo.
A vida real costuma ser o contrário disso.
- Marcela Lobato
Bons professores e professoras são como segundos pais na vida dos alunos. Logo tem grande influência na educação e na vida pessoal e profissional dos alunos. Para ser um bom docente é preciso ter consciência que os alunos vão se espelhar nos bons mestres e no futuro esses alunos também serão grandes docentes.
Bons professores e professoras são como segundos pais na vida dos alunos. Logo tem grande influência na educação e na vida pessoal e profissional dos alunos. Para ser um bom docente, é preciso ter consciência que os alunos vão se espelhar nos bons mestres e no futuro esses alunos também poderão ser grandes profissionais e docentes de excelência.
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