Viva a Vida como se Fosse a Ultima
Não perca tempo. Sinta, diga, antes que seja muito tarde. A vida muitas vezes é cruel e não temos como voltar atras, portanto, não tenha medo de expressar o que sente, não tenha medo de viver o presente!
Minha vida ta parecendo com um ônibus, pessoas me fazem parar , entram dentro de mim, ficam algum tempo e logo depois vão embora me deixando sozinha vagando por ai em buscas de novos passageiros.
Não te deixes deleitar tanto de uma mulher.
Está criatura é inconstante em toda sua vida, cuidado seus frutos são mais amargos que amorte!
Pense sempre com otimismo,
com esperança,
Pense sempre com fé,
e faça da vida sempre,
O que deve fazer com amor..
Certa estou de que do jeito que está não pode continuar. A vida é feita de escolhas e decisões, não adianta adiar o que é importante.
Eu amei você mais do que a mim. Talvez esse foi meu maior erro. Você era meu tudo. Deixei uma vida pra trás por você. Pena que nunca entendeu.
Eu sempre fui idealista. Se amo é com toda força do meu coração. Se luto por algo vou até às últimas consequências. Se ganhar meu afeto me ganha pra sempre.
Dia 31 de dezembro de 2020. Esse foi o ano do terror. 2019 o ano da maior dor da minha vida. Ambos eu gostaria que nunca tivessem existido.
Ha momentos na vida que é necessário decidir. Muitas vezes tomar novos caminhos é a decisão mais sábia que se pode ter... Sendo assim, deixar fluir seus sentimentos mais secretos, pode ser o que te falta para o desfecho da sua nova história. Tente mais uma vez...
Demorei para perceber que quase tudo, na vida, gira em torno da mesma obsessão: controle.
Chamam de organização.
De rotina.
De responsabilidade.
Mas é medo.
Medo do que pensa sozinho.
Medo do que cria fora do padrão.
Medo do que não se deixa domesticar.
Por isso contam horas, não ideias.
Presenças, não sentidos.
Corpos, não consciências.
Aprendi cedo que existir era caber.
No horário.
Na planilha.
Na expectativa.
E, para caber, comecei a diminuir.
Produzia mundos inteiros em silêncio,
mas ninguém via.
Porque não estavam interessados no que eu criava,
e sim no quanto eu permanecia disponível.
Não querem pássaros.
Querem gaiolas cheias.
Dentro delas, aprendemos a funcionar.
Não a viver.
Adoecer em segredo.
Cansar em silêncio.
Sorrir por obrigação.
Seguir por medo.
Quando o corpo falha, chamam de fraqueza.
Quando a mente cansa, chamam de desculpa.
Quando a alma sangra, chamam de drama.
E descartam.
Porque quem cai expõe a mentira coletiva de que todos estão bem.
Aprendi a esconder fissuras.
A maquiar exaustão.
A negociar comigo mesmo.
Caminhei entre leões.
Aprendi a linguagem do poder,
os códigos da conveniência,
o teatro da força.
Mesmo assim, nunca fui do grupo.
Era tolerado.
Nunca pertencente.
Presença sem raiz.
Voz sem território.
E, para continuar ali, virei útil.
Apoio.
Escada.
Ponte.
Sustentava projetos, egos, fragilidades alheias.
Enquanto ninguém sustentava a minha.
Confiei.
Acreditei.
Projetei lealdade onde só havia interesse.
A traição veio suave.
Educada.
Disfarçada de cuidado.
E no amor, foi ainda mais evidente.
Enquanto eu resolvia, eu existia.
Enquanto carregava, eu era necessário.
Enquanto servia, eu era querido.
Quando parei, virei ruído.
Foi aí que compreendi:
muitos não se relacionam com pessoas.
Se relacionam com funções.
Nesse ponto, algo quebrou.
Não foi romântico.
Não foi pedagógico.
Não foi bonito.
Foi brutal.
Percebi que eu tinha passado anos
me transformando em estrada
para quem nunca pretendeu caminhar comigo.
Eu era passagem.
Nunca destino.
E isso não gerou iluminação.
Gerou raiva.
Lucidez.
Desencanto.
Passei a desconfiar dos aplausos.
Dos convites.
Dos afetos fáceis.
Passei a ver o mundo como ele é:
um mercado emocional,
onde quase tudo é troca,
quase nada é vínculo.
Hoje eu não romantizo liberdade.
Liberdade dói.
Isola.
Cobra.
É andar sem garantias.
Sem plateia.
Sem proteção.
É perceber que ser inteiro
te torna inconveniente.
Que pensar demais incomoda.
Que sentir demais afasta.
Que não se vender custa caro.
Não virei herói.
Não virei exemplo.
Não virei cura.
Virei consciente.
E consciência não salva.
Ela pesa.
Você passa a enxergar
as engrenagens,
as farsas,
as dependências,
as manipulações.
E já não consegue mais fingir.
Hoje eu sei:
Não sou gaiola.
Não sou ponte.
Não sou sombra.
Não sou ferramenta.
Mas também não sou refúgio.
Sou território instável.
Cheio de ruínas, ideias, cicatrizes e silêncio.
Quem entrar, entra sabendo:
não ofereço conforto.
Ofereço verdade.
E verdade não acolhe.
Ela rasga.
“O universo é uma imensa sala de aula, a vida é professora de todos, e viver, é uma grande lição ou um eterno aprendizado.”
Um momento de dor, uma doença, falta de grana... já foram muitas as situações em minha vida que pareciam sem saída. Mas a gente sempre dá um jeito - dribla o azar, tenta novos meios - de uma coisa eu tenho certeza: nunca saio perdendo!
Quando levamos a vida a serio demais..perdemos a oportunidade de rir de coisas bobas que nos deixam felizes
Creio de coração que tudo nesta vida se renova. Tudo recomeça. Tudo renasce, tudo avança. Creio no bem, e na Força Maior que nos move. Creio em dias de Paz. E que felicidade acontece quando nos colocamos a favor de todo o bem, em tudo e para todos. ''
╰☆╮
*Fran Ximenes
20/07/2013
Ode à Vida
Oh! Vida!
És um enigma que nos desafia
a experimentar e enfrentar,
aprender e evoluir.
Oh! Vida!
És uma dádiva,
uma escola de multiplicidades,
onde a individualidade permite
a troca de vivências,
e, infelizmente,
nem sempre somos capazes
de sermos aprovados...
Oh! Vida!
És uma biblioteca de oportunidades
e opções de leitura ( sem releituras) e interpretações mutáveis ou não...
Oh! Vida!
Livro aberto e, ao mesmo tempo,
manuscrito indecifrável,
onde escrevemos com tinta
de escolhas
e apagamos com lágrimas
de arrependimento...
Oh! Vida!
És mestra severa e mãe generosa,
que embala e, por vezes, sacode,
que acolhe no colo da esperança
e lança ao deserto das perguntas
sem respostas óbvias e claras
ao nosso entendimento limitado...
Oh! Vida!
És travessia,
ponte entre o que fomos,
podemos ser e o que ainda
ousamos ou não ser...
Oh! Vida!
És o sopro
que acende nossos sonhos
e o vento
que testa nossas raízes...
Oh! Vida!
És palco e bastidor,
és riso
que floresce sem aviso
e silêncio
que amadurece na dor...
Oh! Vida!
És o instante breve
que insiste em parecer eterno
quando vivido com presença,
e eternidade inteira
quando guardado na memória
do afeto...
Oh! Vida!
Entre quedas e recomeços,
ensinas, sem palavras,
que existir
é verbo em movimento,
é semente insistindo
mesmo sob o peso da terra árida
do mundo...
Oh! Vida!
Que eu te leia com coragem,
que eu te interprete com verdade,
e que,
ao final de cada capítulo,
eu reconheça,
(mesmo cansada...)
a tua sagrada e indomável Poesia.
✍©️@MiriamDaCosta
pensamentos imperfeitos
minha vida resumiria em uma prisão preventiva, os cuidados são demasiados imperfeitos.
as palavras insignificantes e os metódos creuciais em problema da nossa terra...
hojre selebraria o primeiro aniversario fora do comum... minha vida minha terra minha rainha e meus irmãos sempre perto de mim...
imperfeição fora do comum
insegurança fora do normal
pensamentos seguros e impropios...
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