Viva a Vida como se Fosse a Ultima
Não.. não trato pessoas como elas me tratam .. Seria até uma agressão a mim mesma me deixar ser dominada pelo comportamento inconsequente de outros .. Se me tratam bem, trato bem também, se me tratam mal , dou as costas como resposta, isto chama-se sensatez. Personalidade não é moda , que a gente muda a cada estação , caráter também não ... alguns aprendem .. outros sempre vão achar que estão com a razão... entre revidar e pensar... fico com o que salva minha paz... e me livra de certas inquietações.
Design não é arte, como definimos arte. Considero uma coisa orgânica no sentido social, cultural e econômico. Não considero uma coisa especial. As pessoas vêem coisas que fiz e não sabem que fui eu e eu acho ótimo. A busca da perfeição é o caminho do design.
Mas não estava triste. Era como se de repente tivesse percebido que vivia, e que aquilo nada mais era do que um capítulo, uma etapa.
Você simplesmente ,perdeu a esperança ,os sonhos,a alegria , ate esqueceu de como fingir sorrir. mas tem uma coisa que ainda lhe resta seu odio ,seu desejo de vingança,suas lagrimas ,e eu irei conserteza me divertir com isso ao seu lado
Tragam ela de volta.
Hoje ela amanheceu assim, com um vazio enorme, aquele vazio como se estivesse flutuando, apenas vagando por Ai, como se não estivesse nela mesma.
Sei que é estranho isso, mas é exatamente assim que ela se sente.
Até seu coração parece bater lento, como ela queria sentir-Se cheia, transbordante como sempre foi. Esse vazio parece aumentar a cada hora, a cada dia, a cada instante. A tristeza vai invadindo tanto seu coração que até seus olhos deixaram de brilhar, seu sorriso faz tempo que se perdeu.
Onde está aquela alegria de viver e o amor que estava presente em cada detalhe ? Tragam de volta por favor, tragam a vontade de viver que ela perde a cada dia, tragam ela de volta antes que ela esqueça quem ela era antes de você.
Impressionante como a gente sofre por nada. Um cheiro que mexe com você, um jeito de olhar contido, uma idéia inteligente, várias na verdade. Não, não é nada disso, a gente sofre é pela impossibilidade.
O primeiro me chegou como quem vem do florista
Trouxe um bicho de pelúcia, trouxe um broche de ametista
Me contou suas viagens e as vantagens que ele tinha
Me mostrou o seu relógio, me chamava de rainha
Me encontrou tão desarmada que tocou meu coração
Mas não me negava nada, e, assustada, eu disse não
O segundo me chegou como quem chega do bar
Trouxe um litro de aguardente tão amarga de tragar
Indagou o meu passado e cheirou minha comida
Vasculhou minha gaveta me chamava de perdida
Me encontrou tão desarmada que arranhou meu coração
Mas não me entregava nada, e, assustada, eu disse não
O terceiro me chegou como quem chega do nada
Ele não me trouxe nada também nada perguntou
Mal sei como ele se chama mas entendo o que ele quer
Se deitou na minha cama e me chama de mulher
Foi chegando sorrateiro e antes que eu dissesse não
Se instalou feito posseiro, dentro do meu coração
O desejo é o horizonte, aquele que norteia, mas nunca se alcança. Como escreveu Eduardo Galeano sobre utopia como horizonte: eu caminho dois passos em direção ao horizonte, e o horizonte se afasta dois passos de mim. Caminho dez passos, ele se afasta dez passos. O horizonte não existe para que se chegue até ele, e sim para não me impedir de caminhar. E o desejo é o que impede que eu não pare de caminhar. Por isso, o desejo é imortal.
Bart vou lhe contar como são as mulheres… as mulheres são como uma geladeira, elas tem 2metros de altura e fazem gelo
Seja bendito o teu manancial, e alegra-te com a mulher da tua mocidade.
Como serva amorosa, e gazela graciosa, os seus seios te saciem todo o tempo; e pelo seu amor sejas atraído perpetuamente.
E porque, filho meu, te deixarias atrair por outra mulher, e te abraçarias ao peito de uma estranha?
O amor é como a estrada, te leva a qualquer lugar
Mas pode te deixar sem rumo.
É como os becos escuros
Você entra mais não sabe o que vai encontrar
O amor é como o mar
Não se conhece o inicio nem o fim
É como o fogo
Queima, levanta labaredas
Mas ficam as cinzas
O amor é como pimenta
Mesmo ardendo deixa sabor
É como o ar não o vê, mas precisamos
O amor é peixe
Arrisca-se em sua piracema
É como o sol
Nasce para todos
O amor é como o amor
Arde ,mata destrói
Mas é amor.
Dois corações e a máquina do tempo
Caminhava no final da tarde como de costume quando avistei um casal de velhinhos, eles varriam juntos a calçada que estava tomada por grama recém cortada. Cena maravilhosa, o sol, o céu e aquele casal - que deve estar junto a um tempão - varrendo a grama, fazendo um mesmo montinho.
Lembrei dos meus avós que estão completando cinquenta anos de casados. Pensei em como os relacionamentos tem mudado, sobre a independência das mulheres e as consequências que mergulham nós, homens, ainda mais na “síndrome de Peter Pan”.
Quando afinal definiram-se os prazos de validade? Porque ficou tão difícil o “felizes para sempre”? Teria a evolução não acompanhado os corações? Bem, poderíamos argumentar centenas de motivos, partir de vários pontos de saída, para ao final, cruzar a mesma chegada: o ser humano segue intolerante.
Sabem o mais interessante na história do casal que varria a calçada? Quando me aproximei deles ouvi o velinho disparar a seguinte frase: "mah dio cristo cabeçuda non me vare o meu que o vento leva."
Para se compor a essência da união é necessária a aceitação, mais do que a de outro, a própria. Quando nos vemos seres falíveis, compartilhamos os medos e aceitamos que a perfeição de uma relação está justamente na imperfeição humana, é quando descobrimos o milagre que fez de nós, seres tão egoístas, capazes de amar.
A busca pela satisfação por vezes traz a solidão. A ânsia de encontrar-se alguém acaba por ser o prelúdio do fim. No oceano das possibilidades, das tecnologias que tornam o de ontem velho demais para o hoje, nascem as novas gerações, cada vez mais consumistas até mesmo em quanto as relações.
Caminhava eu num final de tarde quando avistei dois velinhos que juntos varriam a calçada: seria isso o amor? Um montinho de grama feito por duas pessoas? Não; acredito que o amor daqueles dois estava justamente no xingamento que sucedeu a cena, estava na certeza de que mesmo se os ventos não fossem favoráveis e desfizessem aquele montinho, ainda assim eles poderiam refazê-lo.
A paixão é o que você somente admira, já o amor, é o tanto que você aprende a reconsiderar.
A Quimera do Amor,
Eu descrevo nosso amor como uma tarefa inglória, sem o charme de uma conquista constante, sem o glamour das promessas, só com o lado obscuro da despedida que antevê sempre sufocado no silêncio de palavras que nunca serão ditas, ficam lacunas, hiatos de vontades não realizadas e de quimeras que lentamente se apagam quando confrontadas com a realidade, e que irá a qualquer momento se retirar de forma sábia para hibernar quando não puder mais viver com restrições.
A solidão... é como ter milhões, é como ter todas as mulheres e ainda assim faltasse algo pra te completar, esse algo pra mim é você...
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