Viva a Vida como se Fosse a Ultima
Eu Sou Alma, Eu Sou Templo
Sou uma mulher forjada no fogo da vida, que enfrentou tempestades e atravessou desertos com coragem e fé. Nunca me vitimizei, porque sempre soube que cada batalha trazia um propósito, que cada cicatriz era o testemunho de uma força que o mundo não poderia apagar. Compreendi que ser quem sou, independente do julgamento alheio, é minha maior vitória.
Minha verdade é crua, sincera, às vezes desconfortável. Prefiro ser chamada de dura do que de hipócrita. A mentira é um fardo que nunca carreguei. Desde menina, tentaram me convencer de que o meu "diferente" era defeito. Repetiram que eu jamais alcançaria o que sonhava, mas cada palavra de dúvida se tornou o combustível da minha superação.
Eu sou alma. Eu sou templo. Meu coração é lar para aqueles que têm coragem de enxergar além das aparências e preconceitos. Caminhei por estradas árduas, mas sempre com a cabeça erguida, porque sabia que dentro de mim pulsava algo maior, algo divino.
Sou mulher que ama profundamente, que transforma dor em poesia, medo em coragem e dúvidas em fé. Muitas vezes, tentaram me silenciar, me moldar para caber em padrões que nunca foram meus. Mas o espírito que habita em mim é indomável, e minha essência não se curva às expectativas alheias.
Cada desafio foi uma lição. Quando me disseram que eu não seria capaz, eu provei o contrário. Quando quiseram me derrubar, eu me levantei mais forte. Hoje, olho para minha jornada e sei que nada foi em vão. Não precisei me moldar para agradar; existo em verdade, amor e resiliência.
As sombras que tentei evitar me ensinaram que a luz é mais forte. Eu sou prova de que o mundo pode ser cruel, mas o espírito humano é indestrutível. Não sou perfeita, e nem quero ser. Mas sou verdadeira, e isso é o que importa.
Eu sou alma. Eu sou templo. Sou eternamente quem sou, e disso jamais abrirei mão.
🌌 Tudo está dentro de você 🌟
Por Diane Leite
A vida é uma jornada repleta de desafios e aprendizados. Enfrentamos tempestades, momentos de dúvida e incerteza que, por vezes, nos fazem questionar nossos caminhos. É comum buscarmos respostas externas, mas a verdadeira sabedoria reside em nosso interior.
Você já refletiu sobre como o universo e o divino são acessíveis a todos, independentemente de crenças ou religiões? Essa conexão universal nos une, lembrando que as respostas que procuramos estão dentro de nós. O que muitas vezes nos impede de avançar é a falta de confiança em nossa própria intuição e conhecimento interno.
🎯 A verdadeira resposta está dentro de você.
Ninguém conhece suas experiências, dores e vitórias tão profundamente quanto você mesmo. Assumir a responsabilidade por sua vida é um ato de coragem e autoconhecimento. Não é sobre culpar o outro ou o passado. O que nos define são nossas escolhas presentes, nossos valores e a maneira como decidimos conduzir nossa vida.
💡 Pare de buscar respostas fora.
Quando buscamos conselhos externos, muitas vezes estamos evitando a responsabilidade por nossas decisões. É mais fácil culpar o outro se algo der errado. Mas o verdadeiro crescimento ocorre quando olhamos para dentro e confiamos em nossa própria sabedoria.
Pergunte a si mesmo:
Quem sou eu?
O que eu realmente desejo?
Quais são meus sonhos e objetivos?
O que é essencial para meu bem-estar e felicidade?
As respostas para essas perguntas já estão dentro de você. Olhe para dentro, explore suas motivações e reconheça seu potencial.
🌱 Lembre-se:
Não é sobre os outros; é sobre você e suas escolhas. Assuma a responsabilidade por sua vida, confie em sua intuição e permita-se crescer e evoluir.
👉 Olhe para dentro. Todas as respostas estão aí.
#Reflexão #Autoconhecimento #Autorresponsabilidade #Escolhas #UniversoInterior
Diane Leite
Transforme Sua Vida: Seja o Arquiteto do Seu Destino
Por Diane Leite
Criar sua realidade é uma escolha poderosa. Para transformar sua vida, é essencial manter ao seu redor pessoas e situações que elevam sua energia e remover o que é tóxico. Você pode moldar uma realidade incrível com pensamentos e atitudes positivas ou criar algo negativo com escolhas ruins. A decisão é sua.
Já frequentei lugares e convivi com pessoas que não faziam sentido para mim, apenas para agradar. Isso não me fazia feliz. Quando assumi minha essência e parei de aceitar o que não vibrava na minha energia, tudo mudou. Hoje, só mantenho em minha vida quem compartilha da mesma vibração, quem é comprometido, autêntico e acredita em si, como eu.
A vida dos sonhos não é ganhar na loteria, mas acordar todos os dias com propósito, trabalhar no que ama e estar cercado de pessoas que te fazem bem. Quando você vive de acordo com sua verdade, o universo conspira a favor.
Seja autêntico, acredite em si e não perca tempo com o que não nutre sua alma. Eu escolho ser verdadeira e entregar o meu melhor em tudo que faço. Você também pode!
Borboletas no Jardim da Vida
Por Diane Leite
Quando eu era muito jovem, olhava para o futuro com olhos curiosos e cheios de expectativas. Aos 18 anos, ao me tornar mãe, comecei a imaginar como seria chegar aos 40. Pensava se estaria velha, se já seria avó, se teria conquistado meus sonhos. Lembro-me da avó do meu filho, que com apenas 33 anos se tornou avó. Ela era deslumbrante, uma mulher que desafiava o tempo, e eu a admirava profundamente. Pensava: "Será que serei assim um dia? Maravilhosa aos 40?".
Hoje, aos 40 anos, me percebo como uma mistura de dois mundos. Uma parte de mim gosta de dormir cedo, acordar ao nascer do sol, e encontrar nos primeiros raios de luz a serenidade para iniciar o dia. Outra parte, aquela que renasceu das cinzas, sonha, luta e busca mais. Redescobri minha força e meus desejos, não apenas como mulher, mas como uma centelha divina que entende seu propósito.
Aos 40, compreendi que a vida é feita de escolhas e prioridades. Passei anos colocando as necessidades de outros acima das minhas: amigos, namorados, familiares. Sempre dei o meu melhor, mas aprendi que o amor mais puro vem da reciprocidade. Hoje, eu sei dizer "não" sem culpa. Não porque eu ame menos, mas porque respeito a energia que ofereço a quem também me nutre.
Os relacionamentos que vivi foram capítulos essenciais do meu livro da vida. Cada amor me moldou de uma forma única. Com um, aprendi a me arrumar impecavelmente; com outro, entendi o valor da estabilidade financeira e emocional; e com aquele que talvez tenha sido o grande amor da minha vida, descobri a beleza do amor sem reservas. Esses homens, cada um ao seu modo, deixaram marcas em mim, e sou grata por isso. Não os vejo como ex-namorados, mas como professores da alma.
No entanto, a mulher que sou hoje sabe o que merece. Mereço o melhor porque plantei com amor e colhi com resiliência. Acredito na prosperidade divina, em um universo que nutre, não que castiga. Deus nos testa, mas também nos honra. Fé, para mim, é seguir de pé mesmo quando o mundo desaba ao redor. É amar mesmo na perda, é construir mesmo no vazio.
Aos 40, sei que sou multifacetada. Posso ser princesa, guerreira ou salvadora de príncipes. Posso escrever finais felizes ou reinventar histórias. Somos assim, mulheres: capazes de ser tudo, mas também dignas de cuidado e amor. Reconheço que minha jornada foi marcada por luzes e sombras, mas ambas me ensinaram a integrar meu ser.
E o jardim? Ah, esse jardim que cultivo hoje é minha maior obra-prima. Nele, plantei sementes de sonhos, nutrição e amor-próprio enquanto muitos estavam ocupados demais com a vida alheia. Com as mãos sujas de terra e o coração repleto de esperança, reguei cada semente com fé. Hoje, ao olhar para as borboletas que habitam meu jardim, posso escolher se quero admirá-las ou se desejo que uma delas permaneça.
O futuro? Ele é incerto, mas não me assusta. Sei que, enquanto plantar e regar com amor, terei sempre o jardim mais lindo para admirar e me orgulhar. E talvez, no fim das contas, a maior beleza esteja na jornada – nas mãos cheias de terra e no coração cheio de vida.
Assim sigo, plena, grata e em paz.
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Autoria: Diane Leite
Ciclos que Amamos
Por Diane Leite
Os ciclos da vida têm uma forma peculiar de nos ensinar aquilo que, muitas vezes, não conseguimos compreender sozinhos. Entre as lições mais valiosas, algumas vêm na forma de um olhar puro, quatro patas e uma lealdade inabalável. Para quem já teve a bênção de compartilhar a vida com um cachorro, entende que eles não são apenas animais. São professores silenciosos, anjos de pelos macios que nos mostram o valor do amor, da presença e, sobretudo, da aceitação.
Husky Siberianos, Bull Terriers, vira-latas — não importa a raça, o porte ou a cor. Cada um deles carrega em si uma pequena eternidade de aprendizado. Quando chegam, filhotes, tudo é caos. Roupas destruídas, móveis arranhados, noites mal dormidas. É como se o universo testasse nosso amor em sua forma mais crua, e nós passamos com louvor. Porque o amor pelos cães é sempre maior do que o desconforto. Eles crescem, se tornam jovens brincalhões, depois adultos companheiros. Até que, como tudo na vida, também nos deixam.
Os ciclos que nossos amigos de quatro patas nos ensinam são emblemáticos. Eles chegam para nos lembrar da importância de amar sem reservas, estar presente nos momentos compartilhados e, principalmente, de saber dizer adeus com coragem. Perder um cachorro é perder um pedaço da própria alma. É como fechar um capítulo de um livro querido, sabendo que não haverá outro igual.
Lembro-me de Laica, uma Bull Terrier doce que desafiou todas as expectativas. Disseram que seria feroz, mas ela foi puro afeto. Viveu intensamente, nos amou incondicionalmente, deu trabalho, alegrias e, ao final, partiu. Deixou um vazio. Mas também deixou memórias — boas, ruins, engraçadas, ternas. Ciclos.
É sobre isso que a vida nos fala o tempo todo: inícios que nos enchem de entusiasmo, meios que nos ensinam a apreciar o presente e fins que nos desafiam a abraçar o inevitável. A despedida nunca é fácil, mas é necessária. É a forma do universo abrir espaço para algo novo.
Amar um cachorro é aprender sobre o amor em sua essência mais pura. Eles são leais mesmo quando somos falhos, nos amam mesmo quando estamos perdidos em nossas sombras, permanecem ao nosso lado até o último instante. Quem nunca ouviu histórias de cães que esperam anos pelo dono que não volta? Eles não têm medo do fim. Eles nos ensinam que a presença e o amor são eternos, mesmo quando o ciclo termina.
Hoje, por escolha própria, eu não tenho mais cachorros. Não por falta de amor, mas por reconhecer o impacto emocional que eles têm. Entendo que, para ter um animal, é preciso estar disposto a tratá-lo como um membro da família, com respeito, cuidado e amor. Se não for assim, é melhor não ter.
Ainda assim, nunca passarei impassível diante de um animal maltratado. O amor que eles nos dão de forma tão gratuita merece ser retribuído, mesmo que apenas com um gesto de proteção.
Os ciclos da vida são assim: começam com entusiasmo, passam por momentos intensos e, inevitavelmente, chegam ao fim. Nossa tarefa é amá-los enquanto duram, aproveitá-los ao máximo e deixá-los ir quando for a hora. Não importa se o ciclo é de um animal, uma amizade, um amor ou um capítulo de nossa história. Tudo tem seu tempo. O segredo é respeitar cada etapa com amor e gratidão.
Que nossos cães, anjos de quatro patas, continuem nos mostrando como amar, viver e, quando for preciso, como deixar ir. Porque, no final, não são eles que nos deixam; somos nós que ficamos com tudo o que eles nos ensinaram. E isso, por si só, é eterno.
Capítulo 3 - Entre a Dor e o Amor
1. Entrelaços do Sentir
A vida é feita de camadas. Cada emoção que sentimos, cada relacionamento que vivemos, acrescenta uma nova dimensão ao que somos. Às vezes, essas camadas brilham como um amanhecer tranquilo, mas, em outras, pesam como o céu antes de uma tempestade. O que permanece constante é o aprendizado que cada experiência nos oferece — mesmo que, no momento, isso pareça apenas dor.
Houve um tempo em que o silêncio dentro de um relacionamento se tornou ensurdecedor. Era como se estivéssemos em lados opostos de um abismo, gritando palavras que o outro não conseguia ouvir. O início havia sido diferente. Havia risos, toques leves e promessas ditas com o tipo de convicção que só a paixão oferece. Mas, com o tempo, o que parecia fácil tornou-se difícil. Pequenas mágoas se acumularam como grãos de areia em uma ampulheta, até que, um dia, percebemos que não havia mais tempo.
Eu me lembro de uma noite em particular. Estávamos sentados à mesa, cada um em sua própria bolha de pensamentos. A luz branda do abajur criava sombras suaves no ambiente, mas não conseguia iluminar o espaço vazio entre nós. Era como se algo tivesse morrido ali, algo que nenhum de nós conseguia nomear. Foi naquela noite que decidi escrever uma carta. Eu sabia que não era uma solução, mas precisava tirar de dentro de mim as palavras que haviam ficado presas por tanto tempo.
Na carta, falei das minhas inseguranças, dos meus medos e, sobretudo, da minha esperança de que ainda fosse possível encontrar um caminho de volta. Não foi uma tentativa de resgatar o que havíamos perdido, mas um gesto de honestidade, uma maneira de me reconectar comigo mesma. Quando terminei de escrever, senti um alívio que há tempos não sentia. Percebi, então, que às vezes o ato de se expressar é mais importante do que a resposta que esperamos do outro.
Essa experiência me ensinou que o amor não é apenas um sentimento; ele é uma prática. É sobre estar disposto a ser vulnerável, a enfrentar os próprios medos e a abrir espaço para que o outro também o faça. É, sobretudo, sobre aceitar que o amor verdadeiro não é perfeito — ele é feito de rachaduras, de escolhas difíceis e de coragem.
2. Histórias que Moldam
Mas nem toda dor pode ser resolvida. Algumas vêm para nos transformar de maneiras que só compreendemos muito tempo depois. A perda de um irmão e amigo querido foi uma dessas experiências. Lembro-me do dia em que recebi a notícia. O mundo parecia ter parado, como se cada som ao meu redor tivesse sido abafado por uma cortina de silêncio. A ausência dele era palpável, e o vazio que deixou parecia impossível de preencher.
Por muito tempo, tentei fugir dessa dor. Preenchi meus dias com tarefas, cercando-me de pessoas e buscando distrações que, no fundo, eram inúteis. Mas, eventualmente, percebi que não era possível escapar. Foi ao revisitar as memórias que compartilhamos que compreendi algo profundo: ele não havia partido por completo. Cada momento que vivemos juntos, cada conversa e cada gesto, permanecia vivo em mim. A dor da perda, percebi, era o preço que pagamos pelo privilégio de amar.
E então há as conexões que nos moldam de maneiras mais sutis. Uma amizade de infância, por exemplo, me ensinou sobre o poder da empatia. Passamos por fases de pura alegria e por momentos de desafio, mas foi em uma dessas crises que nosso laço se fortaleceu. Quando minha amiga enfrentava uma dor profunda, descobri que apoiar alguém não é apenas oferecer palavras de conforto — é estar presente, mesmo quando não há nada a dizer. Foi nesse espaço de silêncio compartilhado que nosso vínculo se tornou inquebrável.
3. Camadas do Sentir
O amor, em suas diferentes formas, é tão multifacetado quanto a vida. Ele nos desafia intelectualmente, conecta-nos emocionalmente e desperta nossos sentidos. Em cada experiência, há uma lição escondida, esperando para ser descoberta. Às vezes, essa lição vem na forma de uma alegria avassaladora; em outras, ela surge das cinzas de algo que acreditávamos ser permanente. O que permanece constante é a capacidade do amor de nos transformar.
Ao refletir sobre essas experiências, percebo que cada conexão que cultivamos nos aproxima de nossa própria essência. Seja no calor de um abraço, no peso de uma despedida ou na troca silenciosa de olhares, somos moldados pelos laços que criamos e pelas histórias que compartilhamos.
4. Reflexões Silenciosas
E assim, deixo este convite a você: pense nas pessoas que passaram por sua vida. Quais marcaram você de forma indelével? Quais momentos de alegria ou dor o transformaram? Às vezes, a resposta para nossas perguntas mais profundas está nas histórias que carregamos, nos ecos das vozes que ainda ressoam dentro de nós.
A vida é um ciclo constante de encontros e despedidas, luzes e sombras. Mas, se há algo que aprendi, é que a luz sempre encontra um jeito de atravessar até os espaços mais escuros. Cada conexão que fazemos, cada laço que criamos, é uma centelha dessa luz, nos guiando de volta para casa.
"O Chamado do Eu Interior
Há momentos na vida em que algo dentro de nós se agita de forma inexplicável. Não é apenas um pensamento insistente, nem um desejo passageiro. É um chamado. Uma força silenciosa, mas poderosa, que nos impulsiona para além do que conhecemos, desafiando certezas, ruindo alicerces e nos fazendo encarar o que antes parecia intocável."
Hierarquia e Respeito: A Maior Aula Gratuita da Vida
Imagine-se em uma sala de aula onde o conhecimento não é transmitido por livros, mas por experiência. O professor dessa aula não usa quadro negro, nem projeta slides. Ele carrega em si a vivência de décadas, as cicatrizes do tempo, os acertos e erros que moldaram sua trajetória. Agora, imagine que você tem a oportunidade de aprender com ele. O que você faz? Escuta com humildade ou interrompe com arrogância?
Vivemos em uma era onde a informação está ao alcance de um clique, mas o respeito parece estar se tornando um bem escasso. A juventude de hoje tem acesso a tudo, menos à paciência para aprender com quem já trilhou o caminho antes. No entanto, há algo que o Google não ensina, que inteligência artificial nenhuma pode replicar: a experiência real, vivida, sentida, conquistada com suor, lágrimas e tentativas.
Na minha época, quando meu pai me olhava, eu já sabia exatamente o que ele queria dizer. Eu não precisava de gritos, nem de punições. Havia uma hierarquia natural, não imposta pela força, mas pelo respeito. Não era uma questão de submissão, mas de reconhecimento: alguém que viveu mais que eu sabia mais do que eu. E isso não me diminuía; pelo contrário, me engrandecia. Porque eu sabia que, se escutasse, um dia poderia saber tanto quanto ele.
Hoje, vejo jovens desrespeitando profissionais que dedicaram anos à sua formação, que enfrentaram noites sem dormir, que lidaram com situações que um dia poderiam nos salvar. Médicos, jornalistas, professores, cientistas… Pessoas que não apenas estudaram, mas que vivenciaram realidades que muitos nunca experimentarão.
Por que essa resistência em aprender com quem sabe mais? Por que a impaciência em ouvir? Por que a crença de que apenas a juventude detém o conhecimento e a verdade?
Respeitar a hierarquia não significa aceitar cegamente tudo o que nos dizem, mas reconhecer que há sabedoria naqueles que vieram antes. Quando você se permite aprender com alguém mais experiente, você não apenas absorve conhecimento — você poupa tempo, evita erros desnecessários e se fortalece para os desafios que virão.
O mundo sempre pertenceu aos que souberam escutar antes de falar, aprender antes de ensinar, respeitar antes de exigir respeito. A pergunta é: você quer fazer parte dessa história ou apenas assistir de longe?
A vida já te deu uma aula gratuita hoje. Você escolheu aprender?
O Amor Que Não Se Deixa Quebrar
Autoria: Diane Leite
Passei boa parte da vida sendo testada pela vida.
Desde muito pequena, conheci o gosto amargo da exclusão, da zombaria, da rejeição.
E como muitas crianças que amam demais, cresci acreditando que o problema era eu.
Achei que, se eu me esforçasse mais, se eu fosse melhor, mais inteligente, mais forte, talvez — só talvez — eu conquistasse o amor que sonhava.
Mas mesmo depois de conquistar tanto, o vazio de reconhecimento permaneceu.
Cresci, floresci, e ainda assim vi olhares se encherem de medo, de inveja, de competição.
E tudo o que eu queria era simples: amar e ser amada.
Quantas vezes tentaram me fazer acreditar que amar era fraqueza.
Quantas vezes disseram, sem palavras, que eu precisava endurecer para sobreviver.
Mas o amor que carrego não é fraqueza.
É força.
É escolha consciente.
É liberdade interior.
Amar — verdadeiramente — é um ato de coragem.
E, nesse mundo distraído, superficial, desconectado, amar com profundidade se tornou quase um ato de rebeldia silenciosa.
Hoje, não peço mais que me entendam.
Não peço mais que me validem.
Eu sei o valor que há em quem ama.
Se você também sente que o mundo nunca entendeu a grandeza do seu amor — não se diminua.
Não endureça.
Não desista.
E se você, por acaso, se afastou de quem te ofereceu amor genuíno, talvez seja hora de se perguntar:
Quantas vezes você confundiu amor com fraqueza?
Quantas vezes rejeitou o que mais precisava — por medo de se entregar?
Amar é para os fortes.
Receber amor, também.
Que a sua consciência desperte para essa verdade:
Amar não é um erro.
Amar é uma bênção.
Amar é o que há de mais sagrado em ser humano.
E a verdadeira vitória é esta:
não permitir que a dureza do mundo roube a leveza do seu coração.
O amor que habita em mim permanece.
Íntegro. Vivo. Soberano.
Porque eu sei:
o problema nunca esteve em quem ama demais.
O problema sempre esteve em quem não sabe mais amar.
Diane Leite
Enquanto Você Foge, a Vida Espera
Autoria: Diane Leite
Ele acorda todos os dias com aquele peso invisível no peito. Não é cansaço. Não é preguiça. É aquela sensação que escorre pelo corpo como um arrepio contido — como se algo dentro dele gritasse e ninguém mais pudesse ouvir. Ninguém. Nem ele mesmo.
Às vezes ele pensa que não nasceu pra isso. Seja lá o que "isso" for. O trabalho, o amor, o sucesso. Vê o mundo girar e se sente parado, como se estivesse sempre dois passos atrás da própria vida. Não falta inteligência. Nem capacidade. Falta algo que não se compra, não se ensina. Falta coragem.
A verdade — aquela que a gente evita encarar no espelho — é que ele nunca tentou de verdade. Nunca foi até o fim. Sempre parou um pouco antes. Sempre arrumou uma desculpa bonita, embalada em dor antiga. E toda dor antiga vira muleta quando a gente tem medo de voar.
Mas um dia, sem explicação, algo muda. Não é grito. Nem revolução. É leve — como brisa que entra pela janela num fim de tarde. Uma calma estranha toma conta. Uma certeza que não vem da razão, mas do corpo. Ele sente. Sente que não precisa mais se provar. Que não precisa mais carregar o que não é seu.
Ele não quer mais lutar contra si. Quer dançar com a própria essência.
Então começa a escolher diferente. Começa a dizer "sim" para o que vibra. Para o que arrepia. Para o que dá paz. E cada escolha certa traz um detalhe bonito da vida: um encontro, um sorriso, um silêncio que acolhe. Coisas simples. Mas cheias de verdade.
Ele começa a se reconhecer. Começa a se gostar. E pela primeira vez, começa a se amar.
Não é sobre vencer. É sobre viver com sentido.
Não é sobre ser perfeito. É sobre ser inteiro.
Porque quando a gente para de fugir de quem é… o mundo começa a correr na nossa direção.
Você não veio pra sobreviver.
Você veio pra florescer.
Autoria: Diane Leite
A Coragem Brutal de Renunciar
Autoria: Diane Leite
Há quem passe a vida na superfície: nadando em águas mornas, colecionando convites, embalado pelo coro uníssono das vozes que dizem o que fazer, como ser, quem amar.
Mas há quem um dia, em silêncio, desfaz o nó do pertencimento frágil. Rasga as vestes sociais, recolhe os excessos, e com as próprias mãos começa a cavar a terra escura do próprio ser.
A renúncia, então, não é ausência — é semeadura.
Os outros, à margem, observam e, incapazes de decifrar o rito, dizem: “está deprimido”. Não compreendem quem troca os salões iluminados pela escuridão fértil das cavernas interiores.
Enquanto eles se perdem em laços efêmeros, você finca raízes invisíveis, penetra camadas onde a luz social não alcança, mas onde o calor do fogo primordial pulsa.
Sim, é um processo solitário, árido, sem plateia nem aplauso. A psique sangra, o coração se despede da validação, a alma abre mão das distrações que anestesiam.
E então, na crueza desse deserto, você vê: aqueles que um dia se alimentaram da sua presença, mal se lembrarão do seu nome quando sua fonte cessar. São nômades afetivos, transitam de alma em alma, sem raízes, sem peso, sem memória.
Por isso, escolhe-se. Escolhe-se dar tudo, mas não aos que sugam e seguem; dá-se tudo ao tempo, ao legado, àquilo que permanece depois que o corpo se desfaz e a voz se cala.
O que se planta na escuridão brota quando a estação é outra. Não se antecipa colheita. Não se exige flor fora do tempo. Apenas se confia na dança secreta da germinação.
Não se trata de dinheiro, de fama, de medalhas efêmeras. Trata-se de um pacto com o eterno: erguer, com a força do próprio sacrifício, uma ponte invisível entre o que se é e o que ficará.
Na superfície, tudo é espuma que o vento dispersa. Mas nas profundezas… ali, onde poucos suportam mergulhar, jazem as pérolas que só o silêncio encontra.
Renunciar é, pois, um ato de brutal coragem: negar-se ao apelo do fácil, resistir à corrente do imediato, entregar-se à lapidação lenta e silenciosa da própria alma.
Não existe conexão autêntica sem antes diluir os laços falsos. Não existe amor real sem antes quebrar o espelho da ilusão. Não existe pertencimento profundo sem antes atravessar o exílio.
Se for para dar tudo, que seja para deixar uma rachadura na eternidade, um fio tênue que ligue sua existência a algo maior do que os aplausos e os nomes passageiros.
No fim, há apenas uma escolha: ser mais uma folha levada pelo vento ou ser raiz que rompe a pedra.
E você escolheu ser raiz.
A Autora da Minha Própria História”
Todos os dias, nós temos um compromisso com a vida: levantar e correr atrás dos nossos sonhos. Mesmo nos dias em que o mundo parece mais pesado. Mesmo quando o silêncio é ensurdecedor e a estrada parece infinita.
Existe uma lei invisível, e eu sempre acreditei nela: quem persiste, colhe. Quem planta com intenção, um dia se vê rodeado de flores.
Eu sempre digo: seja grato pelo que você tem, porque o que é teu por direito já está nas suas mãos. E o que você ainda deseja? Ah… isso exige movimento. Exige coragem.
Eu nunca pedi opinião. Nunca perguntei: “O que você acha que eu devo fazer?” Eu sabia que se eu não fosse autora da minha história, alguém escreveria por mim. E eu não aceitei isso.
Eu fui a “do contra”. Aquela que ousou pensar diferente. Que ousou ser diferente. A que ouviu críticas de todos os lados – e continuou andando.
Sim, eu caí. Mas cada tombo foi meu. E cada vitória, também. Porque ser autora da própria vida é isso: assumir a autoria do caos e da glória.
Ajudei muita gente e fui ajudada também. Porque a vida é troca. A vida é jardim. Plante flores todos os dias. Uma a uma. Cuide. Ame. Persevere. Um dia, você olha ao redor e vê um campo inteiro florescendo.
Mas atenção: se você não plantar nada, colherá o quê? Um deserto. A vida é simples assim.
Por isso eu digo: tenha foco. Tenha meta. Tenha um “porquê” tão forte que ninguém consiga arrancar de você. Seja resiliente. Seja persistente. E, sobretudo, nunca, nunca desista.
Porque um dia, você vai perceber: tudo aquilo que parecia impossível era só a vida te preparando para florescer.
Autoria: Diane Leite
Do Sol,Para Além.
Vem do Sol,a luz que faz a vida ser.
Algo especial.
De uma estrela,para vários alinhamentos no seu sistema planetário.
Que é recitado por uma unidade astronômica,que sabe de cada movimento e distância,dos seus queridos seres.
No destemido planeta Mercúrio,e as suas noites amigas.
Do mesmo Sol,que o ilumina bem de perto.
Pelo lúcido planeta Vênus,e a sua grande personalidade.
Algumas vezes inquieto,outras vezes virtuoso.
Ao planeta Terra,que no azul e verde que se unem,também se encontra coisas sobre nascer,viver e sonhar.
Na vermelhidão do planeta Marte,há muito o que enxergar.
Como um desfiladeiro que atravessa a sua simplicidade até os mistérios que o envolvem.
Sob uma luz solar estão guardados,os quatro planetas rochosos.
Luz solar que permeia um Cinturão de Asteroides.
Milhares deles,saltitantes.
Voando entre muitos espaços,estão o planeta anão Ceres,que é um pouco tímido,e o pensativo asteroide Vesta.
E entre eles,outras notáveis belezas estão.
Aos olhos do Sol cada pedacinho de pedra,ou grande rocha é acolhido.
Como o gigante e gentil planeta Júpiter.
Que de um jeito fabuloso,também protege os quatro planetas rochosos.
Com um brilhantismo que marca o seu nome.
Até chegar ao planeta Saturno.
Bonito e rodeado por um entrelaçando sistema de anéis,que se tornam mais fascinantes,tocados pela luz do Sol.
Luz que chega com delicadeza ao planeta Urano.
Que é azulado em um misto de ternura e sabedoria.
Parecido com ele,é o planeta Netuno.
Predominante na cor azul,é sereno e coberto por nuvens brandas.
Onde ele está a luz do Sol,brilha de um jeito meigo.
Ainda com uma certa força,para sentir o Cinturão de Kuiper.
Que é repleto de rochas,gelo e de um silêncio profundo.
Na vivência desse silêncio,estão carismáticos planetas anões.
Plutão é generoso.
Haumea é gracioso.
E Makemame é grato.
E ainda tem mais.
Confiantes em cada ir e vir,dos seus respectivos sentimentos.
Nesse ponto o Sol brilha,sem um efeito de aquecer.
Mas,com a alma que tem,sabe que os seus seres distantes,estão em seu pertencimento.
Como o Disco Disperso.
E a sua calmaria permanente.
Nos confins do seu transparecer.
Que tem vários sorrisos ao planeta anão Éris.
Que é leal,e com gestos de cavalheirismo.
Nessa distância uma unidade astronômica,se permite ir um pouco mais.
Com uma parte da escuridão que se sobressai.
No planeta anão Sedna.
Que vê distantes os outros planetas.
As outras rochas e asteroides.
Que em harmonia, acenam ao seu coração,para que ele jamais se sinta só.
Até que novamente,possa tocar o Sol.
Sol que se move e atrai um lugar,os seus planetas,e as suas centenas de satélites naturais.
Na conhecida e encantadora,Lua.
Com Fobos e Deimos,em sintonia.
Nos ritmos entre Ganimedes,Io,Europa e Calisto.
Nas façanhas de Titã,e Encélado.
Nos compromissos entre Miranda,Ariel,Umbriel,
Titânia,e Oberon.
Nos trejeitos de Tritão,e Proteu.
E girando em Sol,também se vestem de luz.
Caronte,Hiʻiaka e Namaka,S/2015 (136472) 1. E que nas lembranças solares, Disnomia se completa.
E ainda existem outros satélites naturais,que são impressionantes e imponentes.
Mais distante do que o Sol pode iluminar,a vasta Nuvem de Oort.
Que entre emoções e suspiros,vagueia sem cessar com Cometas e Centauros.
Cometas que trazem brilhos mágicos.
Aos míticos Centauros,e as suas histórias antigas.
Nuvem de Oort que não é branca,ou de algodão.
E que conforta cada essência desse lugar.
Nessa longínqua jornada,a singela unidade astronômica se desdobra para continuar a contar.
E quando retonar mais perto do Sol,poderá recriar as distâncias que percorreu.
Dessa magnífica estrela.
Ao variados alinhamentos ao seu redor.
Estrela da vida.
Que é atraída pela luz da alma,para além de um lugar.
Vida Das Estrelas.
As galáxias são belas e com formas cativantes.
Girando no universo,em uma doce sintonia.
Algumas são espiraladas,elípticas ou espiraladas com um elo brilhante.
Galáxias que estão unidas por uma invisível e poderosa atração.
Mesmo em um tempo que passeia distante,algumas veem outras como se estivessem um pouco mais perto.
Em uma ilusão,que a luz pode criar.
Em cada galáxia,milhares de estrelas sonham.
Com outros brilhos.
E ainda procurando outros momentos,giram com as suas galáxias.
Nas galáxias espiraladas,estrelas são as suas pontas.
Que indicam e iluminam cada volta.
As galáxias elípticas,
brindam as suas estrelas com grandes sorrisos.
Nas espiraladas com um elo,há estrelas que se impressionam com esse jeito de brilhar.
Brilhantes e belas galáxias.
Com incontáveis estrelas.
Muitas galáxias têm em seus movimentos uma outra.
Atraídas por algo invisível,que percorre com o tempo.
Que em uma pequena ilusão criada por uma distorção,faz com que essas galáxias pareçam apenas uma.
E são milhares.
Vivendo com as suas estrelas.
Nos dias do universo.
Com carinho e novas estrelas.
Como tem que ser.
Nas belas e adoráveis galáxias.
Uma Vida No Céu.
No céu azul,começa um bonito ciclo.
Nas nuvens e com algo fascinante.
Com um aroma agradável de esperança,percorre cada canto desse planeta.
Natural e sentimental.
Caindo do céu,em gotas transparentes através dos muitos tons do dia.
Tornando-se mais brilhante,com o azul do céu.
Que é o seu aconchego.
Água maravilhosa.
Descendo sobre rios e mares.
Mergulhando em seus sonhos de verdade.
Maravilhosa e transparente.
Do céu para outros lugares.
Desde vales e oásis.
Com o céu as vezes ao longe.
Em seu azul profundo,celebra cada vez.
Em ser assim.
Tem os seus jeitos,nas cachoeiras e florestas.
Nas cidades e campos.
Tranquila,com a sua conhecida esperança.
E transbordando por caminhos de vidas.
Água precisa.
E que vinda por entre as nuvens,tem uma enorme felicidade.
Pois a sua chegada,acaricia qualquer coisa.
Com as suas gotas queridas.
Nos muitos animas,prevalece.
No desabrochar das plantas e flores,se reconhece.
Que tem o dom da vida.
Na sua vida,escrita no céu.
O seu lindo começar.
Naquele azul incondicional o seu jeito transparente, transcende.
Água com um sabor de inspiração.
Contemplando tantos momentos.
Bem feliz.
Como cada gota que se move,com os ventos.
Para mais belezas encontrar.
Com um sorriso,um planeta agradece.
Pois novamente,irá vê-la voltar as nuvens,para continuar o seu ciclo.
Ao lado do seu,inseparável céu.
Um Arco Colorido No Céu.
O céu guarda em sua vida um arco colorido.
Um arco que foi criado,com carinho e bons sonhos.
Com lindas cores,o céu assim fez.
Um arco brilhante e colorido,que atravessa as nuvens para chegar em muitos lugares.
Um imenso arco enfeitado de cores brilhantes.
Colorindo as coisas da natureza.
Com cores fortes,que lembram as flores.
Em suas cores no céu,tem um aroma das pétalas.
Vindo do céu para iluminar em cores as terras distantes.
Brilhante e adorado.
Colorindo as nuvens e os dias.
Com muito carinho,reflete os seus momentos.
Ainda no céu,percebe os movimentos de um azul.
Retocando as suas cores.
Grandes cores que se unem em um arco.
Um arco brilhante e magnífico.
Um elo entre o céu e a terra.
E por tantos dias,jamais irá desbotar.
E amanhã novamente trará mais cores e felicidades.
Um arco,na íris do céu.
Azul Divino.
O céu tem uma grande beleza.
Com os ventos se move através da própria vida.
Brilhante na cor azul,o céu vive.
Feliz e azulado.
Um azul de encanto.
Encantado com as manhãs que nascem em sua vida.
Um grande azul acima de outras naturezas.
O céu tem uma beleza que em sonhos são tocadas.
Nesse azul que segue através de claros momentos.
Com os ventos nas suas quatro direções.
Como cata-ventos invisíveis,criados dentro de sua vida celeste.
O céu é um lindo lugar.
Um refúgio transparente.
Onde o Sol nasce.
Em que o arco-íris começa.
Lindo céu azul.
Repleto de nuvens.
Que também seguem em sua vida.
Através de um azul celestial e predominante.
O céu está acima de muitas outras maravilhas.
E encantado com a própria vida,sabe que o seu azul é a sua divina inspiração quando amanhece outra vez.
Rio Amazonas.
A sua vida começou em uma grande cordilheira com um idioma predominante na América do Sul.
Quase tocando o céu o seu viver tem um longo destino a percorrer.
Em gotas e com um chamado natural em seu coração,um rio começa a sua jornada.
Descendo uma cordilheira a sua vida segue ao lado de uma força que o faz seguir.
Com águas calmas e fortalecidas.
Uma beleza que se insinua em cada movimento que as suas águas fazem,um rio tem no coração uma inspiração.
Seguindo um percuso demorado e fantástico.
Um rio que nasceu em uma cordilheira antiga com um outro idioma,mas que tem o nome de uma charmosa floresta que ele guarda em sua vida para jamais esquecê-la quando em sonhos estiver fluindo para um outro momento.
Rio Amazonas tão precioso como a floresta que o protege.
Com uma vida em grandes águas.
Águas docemente,belas.
Com um movimento que começa no seu coração de rio.
Coração generoso e com gotas de liberdade.
Que seguem enquanto outras águas procuram os seus doces movimentos.
Como alguns rios e lagos.
Que o veem com admiração.
E do outro lado também é verdade.
Bem claros e impulsionados por sua beleza.
Com milhares de gotas através de um longo percurso,o seu jeito de ser segue dentro de uma floresta.
Vasta,úmida e que suspira suas gotas.
Quando a sua vida de rio quer repousar,o coração de uma floresta tropical é a sua sina.
Até que possa continuar o seu doce percuso.
Um grande rio que atravessa outros estados nortistas.
Com águas fortes que o tornam mais exuberante.
Em uma nascente distante no começo de sua vida um outro idioma conseguiu compreender.
E fluindo dentro de uma floresta tropical e alguns estados,um outro idioma percorre as suas margens.
Rio Amazonas grandioso e reconhecido pela beleza que tem.
Até um oceano com uma notável simplicidade,reconhece as suas águas doces quando as mesmas o tocam.
Grande rio que percorre lados diversos de tantas naturezas.
Trazendo em sua beleza,águas fortes e claras.
Águas que diminuem as suas forças,quando muitos animais precisam de suas gotas.
Ou mesmo atravessá-las.
Água doce em vida.
Um viver de rio.
Que nasceu perto do céu.
Em um lugar frio e rochoso.
Em uma cordilheira com uma beleza visível e imponente.
Que foi escolhida por um milagre da natureza,para que pudesse conceber um grandioso rio.
Tendo o nome de uma floresta,feito com águas lindas e inesquecíveis.
Com um percuso que segue nas águas e que se repete na própria vida.
Uma vida extensa que atravessa distâncias,
imperceptíveis ao seu coração.
Nas suas águas um novo movimento é realizado.
Na sua face de rio os seus olhos marejados por outras gotas,veem novamente o amanhecer.
E com uma nova percepção,observa um outro entardecer.
No silêncio que busca o anoitecer,as suas águas adormecem vendo a Lua e as estrelas,enquanto o seu coração continua imerso em uma longa travessia.
Lua e estrelas que brilham sobre a sua existência.
Assim como o Sol.
Se misturando com uma floresta,se disfarça de fauna e flora.
E seguindo as suas águas,sacia alguma solidão com um agradável gosto natural.
A sua vida de rio,tem um percuso entre dias e dias.
Uma longa beleza vista do céu com uma silhueta riscada por bordas e contornadas por sombras.
Em um percuso iniciado em uma cordilheira que também atravessa algumas fronteiras e horizontes,desde as primeiras gotas que caíram dentro do seu coração há muito tempo atrás.
Rio Amazonas com um nome sugestivo que relembra uma floresta e um estado.
Rio desbravador e longo.
Com águas que não cessam pois delas fluem novas vidas,novos sentidos.
Com uma bela face em águas,segue se movendo com uma força natural e magnífica.
À procura de uma foz,mais perto do céu de onde ele nasceu.
Nas Cores Das Borboletas.
Um pequeno e delicado ser tem a sua vida começando em alguma árvore ou em outro sensível lugar.
Ainda dentro do seu casulo esperando tranquilamente para ver a luz dos dias.
Pois com passar dos dias nas flores,em algum momento a sua vida será de muitos voos entre as pétalas e outras maravilhas.
Porque após o nascer de uma flor,nascerá uma borboleta.
E depois de outros dias,haverá mais borboletas sobre pétalas gentis.
Leves e coloridas borboletas.
Delicadas como as flores,os seus corações estarão por muitas vezes.
Dentro daqueles voos que farão em várias direções.
Principalmente para procurar as suas flores.
Semelhantes as suas pequenas asas.
Camufladas com os pingos e contornos naturais que trouxeram dos seus casulos.
Antes uma lagarta,um casulo,para depois voarem para uma vida ao redor das flores nos jardins,nas praças e nos vasos floridos.
Nas flores das árvores,algo bonito é visto quando uma borboleta parece parar as suas asas por um instante.
Sobre uma flor as suas asas descansam.
Em um pólen o seu coração se compadece.
Nas pétalas da sua vida o contrário também é verdade.
Nos dias que retornam as suas asas bailam com um movimento repetitivo e meigo.
Para voarem outra vez nas asas das muitas pétalas.
Que são fontes coloridas de carinho.
Por isso são visitadas em revoadas matinais por seres pequenos e agradáveis.
Vindas de casulos deixados por pétalas conhecidas.
Porque das flores algumas vezes nascem as borboletas.
E dentro dos casulos,
coincidentemente pode ter alguma semente que irá florescer em algo fino e colorido que irá querer voar na próxima luz do dia ao encontro de queridas inspirações.
Na Doçura Das Abelhas.
Nas pequenas colmeias feitas em diversos lugares na natureza,vidas estão em centenas de casulos.
No mesmo dia ou depois disso se tornarão lindas abelhas.
Ainda como larvas são cuidadas por outras abelhas crescidas.
E saciadas com o gosto do mel para que possam fortalecer os seus instintos.
Pois quando se tornarem maiores as suas asas as levarão para novas descobertas.
Em voos incríveis para lugares fascinantes.
Abelhas crescidas fazem um próspero sabor nas muitas colmeias com tamanhos diferentes.
Um precioso alimento com um doce sabor.
As abelhas têm cores nas mais variadas espécies.
Pode ser uma cor de mel,da noite ou do céu.
Das suas colmeias voam à procura das flores através dos seus olhos delicados.
Existe algo que atrai os seus voos até a flor mais distante.
Ou nas pétalas mais próximas.
Algo que se dissolve facilmente quando uma abelha se encontra sobre uma flor.
Algo que as deixam sonhando.
Em cada toque um pouco do pólen se transforma em uma nova cor nas suas formas.
Lentamente em toques sobre uma flor,um pó se espalha nos seus olhares e asas.
Após os seus toques suaves em diferentes instantes,retornam para as suas colmeias.
No conforto de uma colmeia nos lados desenhados,cada detalhe foi imaginado para agradar a rainha.
Muitas colmeias têm cores das terras,seja em um marrom claro ou escuro.
E por dentro de cada uma,outra cor predomina.
Um amarelo claro.
Que se une em cada parte de uma colmeia.
Uma cor que cai com um sabor brilhante e que deixa marcas douradas.
Que se origina em tantas flores como algo fino e colorido.
As abelhas podem ir para bem longe quando querem buscar doces momentos.
Ou podem ficar voando ao lado de sua colmeia com outras abelhas.
Nos caminhos em uma colmeia existem mais centenas delas.
Cobertas de um amarelo reluzente,adoçado por seus toques.
Entre esses caminhos moldados com muito esforço ao nascer dos dias,vive uma rainha.
Maior que as outras e com o mesmo brilho em seus olhos reais.
Em cada colmeia vive uma rainha.
Em certos dias tem um encontro com uma abelha macho.
Em um lindo momento os seus corações se unem para a continuidade de uma bonita espécie.
Nas asas da rainha e do seu carinhoso convidado sons românticos e de aceitação são feitos.
Alguns dias após os lindos momentos as rainhas colocarão as suas larvas.
Numerosas larvas em casulos brancos serão novas abelhas conforme o passar do tempo.
Das rainhas mais abelhas nascerão,como se fossem mel dos muitos encontros com os seus convidados especiais.
As rainhas voam em sintonia com as suas semelhantes,mesmo que seja apenas em seus corações.
As abelhas rainhas são agraciadas com as gentilezas de abelhas escolhidas para estarem por perto quando precisarem de algo.
Essas abelhas escolhidas também cuidam das larvas,de um sabor reluzente e de outras coisas em uma colmeia.
Dentro de uma colmeia os sons variam entre agudos e graves.
São tantos os voos por labirintos feitos com a dedicação das abelhas.
Organizadas em uma grande sociedade.
Lindos insetos que dedicam a sua vida entre a polinização das flores da colmeia,e a rainha.
E que podem voar por onde quiserem quando aos seus instintos for necessário.
Em um enxame ensaiado e numeroso.
Ou apenas uma abelha,buscando uma nova flor atraente.
Enquanto outras permaneçem dedicadas em cuidar da colmeia e das larvas,e da magnífica rainha.
Que tem em sua vida uma força que faz de uma colmeia em qualquer lugar nessa natureza uma continuidade de doçura e prosperidade.
Na sua realeza de abelha,determidada e decidida no que a sua natureza de alguma forma lhe mostrou como seria.
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