Viva a Vida como se Fosse a Ultima

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Em cada olhar há um segredo, em cada gesto, um mistério escondido.
No teatro da vida, somos atores, vivendo um enredo de amores e dores, mas não se engane, caro espectador, nem tudo é o que parece ser.
Por trás das cortinas, há verdades cruéis, que a alma humana não quer ver.
A vida é um palco de ilusões, onde a realidade é uma farsa, e o amor, tão louco e intenso, étambém uma forma de trapaça.
Assim como o trágico e o cômico, se misturam nas nossas vidas. Oamor e a dor, alegria e tristeza, são faces da mesma moeda perdida.
Então, abra bem os olhos, eencare a vida como ela é. Porque, no final das contas,
Tudo é ilusão, tudo é teatro.

Inserida por xALVESFELIPE

⁠A literatura é uma forma de nos lembrarmos de que a vida é mais do que sobrevivência.

Inserida por xALVESFELIPE

⁠A vida é um mistério que nunca poderemos compreender completamente. Precisamos aprender a conviver com a incerteza e a encontrar significado nas perguntas que nunca terão resposta.

Inserida por xALVESFELIPE

⁠A vida é uma dança eterna entre a luz e a escuridão, mas é somente na escuridão que encontramos a verdadeira sabedori. O medo é a essência da vida, e é através dele que experimentamos a força e a fragilidade de nossa condição humana. Não há beleza sem tragédia, e não há virtude sem sofrimento.
A verdadeira liberdade reside em libertar-se dos valores estabelecidos pela sociedade e buscar o conhecimento através da contradição e da negação. É preciso olhar para além da ilusão da moral e dos valores convencionais para encontrar a verdadeira natureza da realidade.
O amor é a mais elevada das paixões, mas também é a mais perigosa. É através do amor que descobrimos nossa força, mas também nossa fraqueza. É necessário amar para alcançar a verdadeira plenitude.
A vida é uma jornada, e é preciso ter coragem de enfrentar os desafios e as adversidades que surgem ao longo do caminho. É necessário ter a coragem de perseguir os sonhos e de lutar pelos valores que se acredita. A vida é curta, e é preciso aproveitá-la ao máximo, sem medo de experimentar, de errar e de aprender.
Em resumo, a vida é uma dança eterna entre a luz e a escuridão, e é preciso ter coragem de dançar na escuridão para encontrar a verdadeira sabedoria e a verdadeira liberdade.

Inserida por xALVESFELIPE

A vida só tem significado se escolhermos dar-lhe significado⁠.

Inserida por xALVESFELIPE

⁠Mil velas podem ser inflamadas, sem dúvida alguma, e a vida da lâmpada-mãe permanece sem efervescência. Mil velas podem de uma única derivar, a vida de nenhuma delas por isso irá minar.
A verdade que em tal gesto reside é que o talento, ao doar, se multiplica. Não é posse egoísta, mas um chamado a conduzir. Não significa que você tem algo, mas sim, que pode doar algo, oferecer corações. Mil velas podem irradiar luz, mas será que o mundo deseja o que tem a oferecer para existir? No coração dos outros, encontramos o enigma, serão eles receptivos a este fogo ardente?
A luz que compartilhamos em nosso caminho ressoa. O talento é a centelha, mas são as almas do mundo que decidem se a vela acesa em nós, em sua escuridão, será a escolha.

Inserida por xALVESFELIPE

⁠Vivemos sob a sombra de uma vida que nunca chega a começar, perseguindo um ainda não que se desloca infinitamente. A sensação de estar atrasado não é fruto da escassez de tempo, mas da impossibilidade de habitar o presente, sequestrado pelo fantasma das possibilidades não realizadas. A gente vive com a impressão de que está sempre correndo atrás de algo que sequer começou direito. Um atraso crônico para uma vida que nunca nos foi entregue por completo, apenas esboçada, nunca habitada. O sujeito contemporâneo não sofre por falta de liberdade, mas por seu excesso, uma liberdade que se transformou em obrigação de otimizar, experimentar, abraçar infinitos eus potenciais. O problema não é a quantidade de opções, mas a crença de que precisamos experimentar todas elas para ser felizes. Essa exigência nos fragmenta. Cada possibilidade que se abre exige um eu que se adapte, que performe, que justifique. Estamos esgotados não pela escassez, mas pela abundância. A ilusão da autonomia absoluta esconde uma verdade mais cruel: escolher não é sobre ganhar, mas sobre perder. Cada decisão é um luto pelas vidas alternativas que não serão vividas. Escolher não é decidir o que se quer, é aceitar o que se vai deixar para trás. É reconhecer que cada caminho traçado é um adeus silencioso às paisagens não percorridas. Mas estamos nos tornando incapazes de dizer esse adeus. Temos medo de fechar portas. Só que quem vive tentando manter tudo aberto, não entra de verdade em lugar nenhum. A multiplicidade de opções não nos liberta; nos paralisa. O menu infinito não amplia a existência, mas a esvazia. Por trás do fetiche pela experimentação total, há um pavor mudo ao compromisso, à irreversibilidade da escolha. Tem algo em nós que desejaria não decidir, como se a não-escolha nos protegesse da dor do arrependimento. Mas isso vai nos matando aos poucos, com uma overdose silenciosa de tudo. Porque, no fim, o excesso não nutre; entorpece. O neoliberalismo nos vendeu a ficção de que podemos (e devemos) ter tudo, mas a realidade é que a felicidade só emerge quando aceitamos os limites, quando nos permitimos ser finitos. Essa sociedade produz não vencedores, mas perdedores glorificados, indivíduos que interpretam a hesitação como sabedoria e a acumulação de possibilidades como libertação. Mas estamos criando, na verdade, uma geração de perdedores, de pessoas para quem a vida é uma porta fechada. Não por falta de chaves, mas por excesso de entradas possíveis. A overdose de opções é um sintoma da miséria espiritual de nossa época. O arroz com feijão do cotidiano, o ordinário, o repetitivo, nos apavora porque exige entrega, exige que paremos de correr atrás do próximo estímulo. Feche o outro cardápio. É só outra versão do mesmo prato, apresentado com verniz gourmet. No fundo, é a vida pedindo presença. Mas estamos ausentes, de nós, dos outros, do mundo. Quem insiste em manter todas as portas abertas condena-se a ser eterno espectador de si mesmo, um turista da própria existência. Uma vida cheia de possibilidades, mas sem entrega, acaba rasa. A verdadeira liberdade não está em ter infinitos caminhos, mas em caminhar por um deles, e pagar o preço. No fim, quem vence não é quem tem mais opções, mas quem consegue escolher... e bancar essa escolha.

Inserida por xALVESFELIPE

Os que abre mão da humildade, na verdade, abrem mão da própria vida, porque só os que se mantém humildes continuam respirando.⁠

Inserida por wellington_cleiton

⁠Não há juízo maior na vida de um ser humano do que sentir que Deus já o rejeitou. Creio que nem a expectativa da morte é tão devastadora para a alma de alguém quanto ser rejeitado pelo próprio Senhor.

Inserida por wellington_cleiton

Por meio de um único homem, a vida de Paulo e a de milhões foram mudadas. Quem é esse homem? Barnabé! A lição que fica é: dê uma chance a esse jovem que está ao seu lado, pois amanhã ele pode se tornar o Paulo da nossa geração.

Inserida por wellington_cleiton

Muitos vão com vida, mas retornarão sem ela.

"CARNAVAL"⁠

Inserida por wellington_cleiton

⁠O diabo decidiu fazer horas extras contra a minha vida.

Inserida por wellington_cleiton

Deus nos concedeu o fôlego de vida para que sirvamos uns aos outros. Agora, cabe a você entender como, quando e de quem deve ser servo.

Inserida por wellington_cleiton

⁠O desânimo é o lugar onde os sonhos morrem, mas no ânimo é onde eles ganham vida.

Inserida por wellington_cleiton

⁠O desânimo é o lugar onde os sonhos morrem, mas, em um coração animado, eles encontram a vida.

Inserida por wellington_cleiton

A vida é uma vida, e às vezes, sendo vida, é mesmo atrevida.

Inserida por Wildiley19

⁠“O Homem é o único ser vivo que se entrasse em extinção não faria falta alguma nos ciclos de vida, cadeias alimentares do planeta Terra e no Universo, ao contrário de qualquer outro ser vivo, com certeza sem o homem o planeta entraria em harmonia natural... Somos o único ser que mata, destrói, devasta, produz lixo (inclusive até além do planeta que devasta) e aprisiona outros seres para seu bel prazer... Acredito que o homem nunca pertenceu ao Planeta Terra, a Terra lhe foi presenteada para habitar e à está destruindo... E o Homem ainda se autointitula como criação divina!”
(Mário Luíz)

Inserida por Comodoro

⁠É em meio aos piores momentos da vida que descobrimos com quem podemos contar.

Inserida por DavidLizzz

⁠Desolador é ver quem se escolheu para passar o resto da vida desistindo de você.

Inserida por DavidLizzz

E aos poucos não restou o que pudesse ser salvo, e aos poucos vida um seguiu o seu caminho, que antes, juraram que seria juntos.

Inserida por DavidLizzz