Viva a Vida como se Fosse a Ultima
Embarque imediato a 2023!
Última chamada! Seja bem vindo!
Uma nova viagem vai começar. Precisamos fazer as malas.
O que vamos levar?
Primeiro se despir da arrogância, do preconceito e do medo. E se vestir de fé e gratidão. Ótima combinação.
Casacos? Primeiro doar as velhas peças dos maus julgamentos, jogar fora as máscaras da falsidade e os véus da ignorância. E usar o perdão e se cobrir de verdadeira sabedoria. Pura leveza!
O que calçar? Primeiro esquecer os saltos altos da prepotência e das ilusões. E calçar as sandálias da humildade ou só manter o pés no chão.
Que perfume usar? Primeiro pare de lavar as mãos com omissão e borrifar o cheiro da hostilidade. E use a fragrância da solidariedade, da caridade. Se banhe de luz e espalhe nos ambientes o aroma da confiança.
Esqueçamos tudo que é supérfluo, nada de bolsas de tristeza, mochilas de mágoas, carteiras recheadas de frustração e as bijuterias do ódio. Dê valor aos sorrisos francos, às joias do amor e às pedras preciosas da amizade.
Abandone as capas da solidão. São muito pesadas. Troque-as pela sedosa paz que obrigatoriamente deve cobrir seu coração.
Entre nessa nova jornada deixando para trás tudo que de ruim te acorrenta ao passado e se liberte para viver melhor ou ser melhor a cada 365 novas paisagens que virão.
Use todas as coisas boas que a vida te presenteia a cada amanhecer durante sua jornada. Afinal é um vai e vem. Ida e volta. Mas mesmo assim quero te desejar: Boa viagem!
Quando eu fechar meus olhos pela última vez espero estar olhando o mar e para linha do horizonte para sempre navegar
E para você que me mostrou o que é o querer, o que é sorrir e me ensinou a sonhar,
a saudade mora no entardecer e é lá que vou estar.
E para a linha do horizonte para sempre navegar.
Pccmagdalena
Ah, se naquele exato momento eu soubesse que seria a última vez, eu teria lhe abraçado um pouco mais.
Última Carta
Cansei de gritar no silêncio das noites,
De fingir sorrisos, de engolir açoites.
O mundo me pesa, afunda o meu pulmão,
E ninguém enxerga a minha aflição.
Os dias são cinzas, sem cor nem sentido,
Um filme sem som, um rosto esquecido.
Eu visto a tristeza como um velho casaco,
Que aperta e me sufoca nesse frio opaco.
As palavras me ferem mais do que a dor,
E o espelho me nega até meu valor.
Não peço socorro até mesmo porque ninguém vai ouvir,
O tempo cansou de me distrair.
Mas se essa for mesmo a última linha,
Saibam: tentei, mas morri na minha.
Não é covardia, nem emoção
É só o silêncio... ganhando a razão.
Tantos anos se passaram, ainda me lembro nossa ultima noite, eu te beijava, você de leve me mordia o pescoço . No silêncio da noite, fico a escutar meus pensamentos, sinto no peito a dor da saudade. De frente ao espelho, garanto que não há nada que eu possa fazer, não há espaço para a esperança. Poderia eu por um instante dizer que não sinto saudade .. Insana loucura ! ! Esta noite vou sair sem destino, a lua sera minha companheira serei apenas uma alma a procura ..... Alma gemea de minha alma em qual estrela você foi morar ?
Chegou o dia da sua última quimioterapia! 🌟
Que momento emocionante e repleto de significado! Você percorreu um longo caminho até aqui, enfrentando cada sessão com coragem. Hoje, celebramos não só o fim de um tratamento desafiador, mas também a sua vitória! Foi uma batalha que você enfrentou com valentia, passo a passo em direção à cura. As lágrimas, os sorrisos, os momentos de dúvida e de esperança, todos eles fazem parte dessa viagem incrível que você trilhou. Sinta hoje todo o nosso amor e apoio. Estamos torcendo e vibrando de alegria. Continue acreditando na sua capacidade de superação! A vida reserva momentos brilhantes para você.
Não há nenhum erro maior que acreditar que a última palavra dita é sempre a mais correta, que algo escrito mais recentemente constitui um aprimoramento do que foi escrito antes, que toda a mudança é um progresso.
Quando você faz uma descoberta – mesmo se você for a última pessoa na Terra a ver a luz – você jamais vai se esquecer.
Última Estrela
Distante ela brilha
Singular, refaz caminhos
Escuta os ventos e a melodia do silêncio
Linha, amplitude para as sensações.
Kaike Machado
Vinte e Dois de Lucas
(Ou: Minha Última Canção Desesperada)
A noite está andando.
E com ela, tudo vai cessando.
Mais um dia, mais um ciclo,
mais um momento em que —
como sempre —
eu ainda te procuro.
Te procuro como quem espera,
em noite minguante, uma lua cheia.
Não te escrevo com raiva,
nem com aquela febre romântica dos meus 16.
Te escrevo como quem ainda olha pro lado esquerdo da cama
e tenta aceitar que ali não esteve ninguém —
e talvez nunca tenha havido.
Já passou o tempo em que eu esperava te ver por aí.
Mas mesmo assim, às vezes, ainda imagino:
Você, sentada num bar qualquer,
conversando com uma amiga...
ou, quem sabe, rindo com algum desgraçado
que me faria querer dar um soco na barriga,
como se isso fosse me trazer você de volta.
(Mas que ilusão essa minha...)
Às vezes te imagino triste,
com os olhos cheios de mim —
mas sei que isso é mentira bonita,
pra não admitir que fui o único a não ter fim.
A verdade é que nós de agora
já não somos os de antes.
E os de antes… já não voltam a ser os de agora.
O tempo passou, e com ele passou você.
Passaram também meus versos dramáticos,
meus discursos sobre destino,
meus pedidos pro universo te trazer de volta
em alguma manhã chuvosa de domingo.
Hoje, te escrevo menos por saudade,
e mais por hábito.
Talvez seja esse o meu jeito de dizer adeus:
escrevendo até secar.
Mas… quando seca?
Sinceramente — não sei.
Não é mais paixão.
É só memória cansada de se repetir.
Por isso, encerro aqui
os Vinte e Dois de Lucas —
o meu "Neruda de fim de curso",
o meu testamento piegas,
o meu lamento que virou rotina.
E prometo (pela milésima vez):
não vou mais te escrever.
Mas se eu voltar,
é só porque doeu de novo.
A última palavra vem da boca de Deus, independente dos diagnósticos médicos, das maldições lançadas, de oração contrária, da condição socioeconômica, da crise mundial, enfim, Deus não age segundo as expectativas do mundo, mas segundo aquilo que Ele tem com cada um de nós, segundo a Sua graça.
Amanhã,
quando aparecer a madrugadora aurora
de roseos dedos,
farei uma última libação
a essa terra
de largos caminhos.
Tem gente que se acha a última bolacha do pacote!
Faz sentido, afinal quase sempre a última bolacha é a mais detonada.
Em português existe apenas uma e única frase que lendo da primeira letra a última e vice-versa não se altera.
O TIO SA'I AS OIT'O
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