Viva a Vida como se Fosse a Ultima
🎭Ato da Vida
Te entendo, Shakespeare,
É mais leve pensar que somos
Atores na jornada do tempo —
Cada cena, um suspiro,
Cada partida, um adeus ensaiado.
E lá se vai,
Para novos palcos e plateias,
Onde o silêncio também aplaude
E o destino escreve falas
Que nunca ensaiamos.
O tempo das coisas
Não pede licença —
Só muda o cenário,
Enquanto seguimos
Vestidos de memória.
Nesta dita sociedade atual, adoramos os mortos, e esquecemos de cultuar a vida no presente temporal.
Compreender a infinitude da vida nos ensina sobre desapegar
Há tantas outras vidas, há tantas outras dimensões do ser
Recordar o passado é não se perder no presente
Para que um dia, as sementes do amanhã floresçam
E lembremos o que plantamos e na época em que plantamos
Luiz Gonzaga dizia:
A minha vida é andar por esse país, pra vê se um dia descanso feliz.
Apud:
A minha vida é andar por esses países, pra vê se um dia […]
Nordestino não descansa.
Feliz nordestino é.
Iluminar o código da vida deve ser o nosso objetivo diário, ler as informações genéticas presentes em nosso DNA.
Na água repousa um segredo antigo: ela guarda em silêncio o poder de destruir e de gerar vida, revelando o mistério divino que sustenta toda a criação.
Nosso DNA guarda, em cada filamento, um tesouro de informações preciosas — registros da vida, da memória e da herança que nos conecta às gerações passadas e orienta o futuro.
Efêmero tempo que me acha distraída e não percebo a impermanência da vida a sorver o ar de persistente melancolia, que combato com bravura a tecer a alegria em fios de teia que fragmentam a pintura e o espaço, onde versos calados salvam os dias ilustres de paz e calmaria. Em um rio perene correm todas a margens e as várzeas crescem clandestinas. Saudades de águas desconhecidas como todas as partidas que levam no peito despedidas na plenitude serena que não encontra oposição e seguem todos em uma nova direção. A candura de um gato dormindo lembra a plenitude de estados oníricos e busco palavras que vão além do meu vocabulário, pois mais se faz encarnado o verso corretamente nomeado. Em devaneios lúcidos sinto o resplendor de minha respiração e um fulgor de esperança segue firme desde criança, pois eis que a terra árida arde desde de tenra idade. Estou proibida de sofrer, pois muito me acusam de ter prazer mórbido em comer miséria. E eis que sou obrigada a chorar calada, pois há quem se diz amigo e mais julga minha caminhada. Quisera a todos talvez entender que a dor não é um verso estilístico, mas é minha própria vida que me leva a estados que eu não gostaria. No entanto, são vãos todos os meus argumentos e sorrio abertamente tendo em meu peito correntes de longas privações de liberdade, que deixam um trauma de grades e luto diariamente para não me ausentar a realidade. Noite longa, noite insone. Amanhã será um novo dia e talvez eu floresça em poesia na cintilação de uma mente em estado de euforia, pois que é minha sina e me justifico várias vezes e inútil gastar minha língua se devo fingir utopia estando presa em minhas armadilhas. Em um arroubo eu diria que cada sabe de sua vida e há margaridas que encantem os meus olhos na noite de hoje. O idílio do amor idealizado mais me deixa fatigada se não conhece estrada de novos alentos a fazer do vento o frio cortante da madrugada no âmago de uma dor calculada, se é perigoso se expressar loquaz onde mora a censura dqueles que me são mais próximos. E sigo a escreve eloquente minha própria apatia que já não distingue a noite do dia. Sinto um cansaço na alma e é sublime minha resistência se em êxtase de dureza encontro a volúpia do poema e tento fazer valer a pena minhas fartas palavras que exigem um leitor compenetrado a se demorar com singeleza ao ouvir o poema na mesa de minhas confissões. Uma anônima na cidade a escrever pormenoridades como se altas glórias fossem. Faço minha serenidade na noite escura da cidade e te encontro em algum ponto da eternidade e não fingirei uma falsa felicidade, pois o orvalho conhece minha sinceridade e abro o meu diário público a quem quer que seja, haja visto que minha vida é um livro aberto e a alegria me espreita e tenta achar meu endereço. E por isso escrevo.
Eu hoje estou pensando que a vida ela é muito peculiar, não ha nada que se compare a ela, ela é unica, vc tem amigos, tem familiar, tem marido, tem mãe, tem filhos, tem sobrinhos, tem netos, tem irmãs e irmãos, mas na verdade vc chega um moment da vida, que vc não tem niguém, é so vc e Deus.
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