Viva a Realidade
Flores da devastação
Metamorfia de laços profundos na desconexão com a realidade.
Beija flor do nexos ao florismo da alma.
Vastidão do eufemismo transgrede a humanidade.
O Manifesto do Formigueiro Digital
Na penumbra da realidade ambígua, o mundo assiste ao espetáculo projetado nas paredes da caverna moderna. Muito além do futebol e das distrações manufaturadas, opera a engrenagem do tecno-feudalismo. Um sistema tão refinado que altera a cognição humana em massa, embala o resultado em uma "demência conectiva" e entrega ao cidadão um selo invisível de garantia de qualidade. Tudo normatizado, burocratizado e aceito com a resignação de uma garantia estendida.
Nas galerias dessa colônia, a sociedade foi dividida em novas castas biológicas e digitais:
O Homem-Formiga: Condenado ao automatismo do regime 6x1 (ou o sonho patronal do 7x0), ele vive em segundo plano, operando programas pré-estabelecidos para alimentar o sistema que consome sua própria existência.
O Homem-Cópia: Aquele que abdicou da autenticidade para replicar as normas do algoritmo e sobreviver no feudo.
O Homem-Ego: A elite moralmente vazia, os políticos e mercadores da fé que habitam o topo da pirâmide, movidos a luxúria e vaidade.
A música do Flautista de Hamelin digital continua a tocar através das telas de silício. Os adultos marcham hipnotizados em direção ao rio do esquecimento, enquanto as crianças são sequestradas em seu futuro, trancadas na montanha da Geração Delta. É o império do Ser-Toupeira, que definha no isolamento da sua gaiola digital, alimentando-se de intimidade sintética, prostituição de curtidas e realidades paralelas. Do outro lado do espelho, os Homens-Bots da velha geração atuam como soldados automatizados de um pânico moral e político que já não compreendem.
O Rico joga suas migalhas na floresta negra do consumo para nos dar a ilusão de um caminho de volta. Mas os pássaros do algoritmo já comeram o pão. Estamos presos no Problema dos Três Corpos da modernidade: o Caos inevitável entre a máquina, a elite e a massa.
Porque sua realidade ambígua é a destopia tão afronta com ja é o que nunca foi ou será?
No âmbito do capitalismo é apenas uma grão de poeira ao vento,
Uma particula de um organismo sem valor algum a grandeza do relativismo universal.
Ser ar sarcástico da ênfase a sua dinastia de podridão.
Aproveitar dos inocentes e invulneráveis dão o ar ordinário do seu algoz....
Então se vangloria com a poliformismo da politica meros atrozes,
A transgênia racional se torna rara nos moldes fakes news te faz um ícone ...
Mas plano ser pior entre os piores,
O objetivo é acumular mais riquezas.
O espelho da realidade nas virtudes da alma...
O espírito paira num estante de estado inerte todavia espaço translúcido.
O pensamento é fogo que consome a realidade, tudo que conhecimento é luz do conhecimento na escuridão caminharei ate minha luz seja o conhecimento.
O ser humano pode ser obtuso e abstrato desconectado da realidade...
Se torna fenômeno mundial de do consumismo para ser o produto consumido....
O cubismo humano transcende a sensatez e suas realizações são fúteis e de pura ostentação.
O modista sendo o consumismo de roupas e acessórios... da o retrato do relativismo e do cubismo, sendo horizonte resplandece da imagina humana...
O abraço da solidão e da vida contemporânea da origem ao isolamento intelectual sendo horizonte da existência social labirinto moral.
Dentro da corrupção política e moral novos contrastes de alienação intelectual, socia e religiosa e muitas vezes os tres juntos num processo de degradação humano, tendo processo seletivo....
So seu desequilíbrio eu vejo a realidade da ignorância... se expõe a virtude a tristeza não é clara...
Os olhos que sangrar lágrimas de sangue... nos espaços vazios da mente...
Bolsões de realidade são expostos pelos insites...
Devorando meu ego sendo luz que me cala...
Vozes na minha mente pensamentos que me fazem expor o sentimento derradeira flor da consciência...
Ser inerte atônito todavia sendo horizonte frio da minha vida.
Longe da desconexão da Internet vejo seres conectados seres sem emoções.
Na próxima estação vou descer parecem animais animados pela alienação intelectual tudo esta ligado.
As escadas rolantes cheias de contradições o fenômeno do capitalismo sendo ultrapassado pela feudalismo digital...
O amor foi substituído pelo astros das bigs tecs...
Ratos estão distantes do racionalidade do ser racional.
Sonho da realidade são apagados no lago da eternidade.
Somos meros objetos jogados no esquecimento.
Mesmo assim continuamos a brigar por espaços de riquezas de por assim dizer o julgo da alienação...
Dores amores superficiais pois o gosto é gostoso.. o melhor ganha prêmio da futilidade do ego.
Natureza se desalinhado sofre e morre a terra vira pasto de gado... o verde morre e humildade perece nos alvais da tecnologia...
Desbravadores do espaço vão compreender a humanidade de hoje ou so terá o deslumbre do são.
Meus pensamentos voam eras a frente as vezes sinto que não pertenço essa era de homens das cavernas.
Somos fantasmas da nossas vidas
Realidade partida pelas ventosas de espíritos pão de deuses abrangentes.
De fontes dolorosas ate que não exista mais nada.
Na púrpura da realidade
Se da escolha ou é escolhido
Se escolhe o que você é?
É uma forma que se cria?
Um desejo que se forma?
Ou que é pela sua compreensão e desejo...
Opção sexual?
Tabus da sociedade?
É aceito ou se torna mais um dentro de um dogma religioso...
Tudo ponto de vista pragmático sera?
Pois tantos preconceitos...
Julgamentos e perseguição...
Sois é nada mais que é...
Tudo que é compreendido é a ignorância.
Pois o que somos dentro deste mundo alucinante...
Senso de realidade_
Controvérsias sempre são expostas com a ironia e trás verdade e mentiras
Para os quais mergulhamos em outras realidade...
Meias verdades são erros da matrix...
Como os fantasmas da ilusão são feitos para você deixe de acreditar na verdade do despertar.
Sua consciência vive numa gaiola de imposição e castidade.
Moral pessoal se perdeu sua vida é uma gravação do sistema.
A programação foi feita do seu destino pre selecionado para seja o que é diante das suas expectativas presentes.
Fila do osso... vergonha da realidade.
Fila dos restos do mercado municipal.
Pessoas dormindo no relento das ruas.
A rua dos drogados terminou ou foram realocados....
Farra da existência social...
Todo cartaz muta a visão dos inocentes tolos pois a realidade ambígua é a simplicidade no campo visual
O vulgo se o coração não vê o coração não sente...
Abismo social se torna lindo parque de diversão.
O espaço quantas contornos e destaques de clamor !
Será para aonde caminhamos dentro de tantos mundos multiculturais.
Fila do osso,
O bom prato,
Fila do mapa fome mundial.
O ser racional se torna navegante num mundo de desigualdade!
No plano de governo ganhamos uma visão do que virá sera uma retrospectiva de 2020.
O osso dentro da gaiola...
O fluxo de realidade....
O abraço da filosofia dentro da apologia
Fragilidade do homem político...
E propósito do homem dentro da gaiola.
A matrix roda seus fantasmas.
Mortos famintos da democracia.
Mortos vivos na fogueira da imigração.
Palácio num mar de ausência.
Declaração que o amor tem fome.
Os realty shows a pragmática da diversão na imersão da realidade.
Objetivo é claro de confinamento mental,
A proposta de reações comportamentos que é implantação de gatilhos e implantes de morais e éticos da existência demonstrando que perdeu natureza pura.
* natureza pura e sua relação moral e suas verbais*
O domínio astronômico por audiência demonstra a pragmática da evolução dão alienação , da lucro, vitalício ponto final.
"Escolhi semear sonhos em meio à aridez da realidade. Dizem que sou louco, mas preciso existir"
Guilherme Fraenkel
projeto Trilho365
Às vezes, entendemos mais do que aquilo que é real, compreendemos mais do que a própria realidade. Mas o que é real?
Olhamos o mundo sob a nossa perspectiva. Somos tão vulneráveis. São tantas as nossas vulnerabilidades, aquilo que habita a nossa alma e que, muitas vezes, nos deixa sem saber.
Julgamos, condenamos. Muitas vezes, assumimos o papel de juiz do mundo. Já pensou quando você é o réu? Já pensou quando você está sentado ali e todo mundo te acusa?
É preciso ter autoconhecimento para não se colocar no lugar desse juiz, para não atacar. Enfim, antes de qualquer julgamento banal, é necessário voltar o olhar para se autoanalisar, olhar para si mesmo.
Para se autoconhecer, você precisa olhar no espelho. Eu preciso olhar no espelho e ver, de fato, quem eu sou, para além daquilo que ele reflete.
Nildinha Freitas
Poeta potiguar.
"O Corinthians não é um clube, é uma fenda na realidade onde a lógica se ajoelha diante da fé; é o lugar onde o grito de um povo rasga o silêncio da elite para provar que, no asfalto da vida, o sofrimento não é um fardo, é o combustível que acende a imortalidade."
