Viva a Realidade
Se não for para ser verdadeiro, não mascare a realidade. Melhor se entregar, viver, amar ou sofrer, por inteiro, do que ser feliz, só pela metade.
E agora, faço da realidade, a minha prioridade. Ela não tem a cor rosa, dos meus sonhos, as nuvens de algodão, por onde eu flutuava, não possui a trilha sonora perfeita, que um anjo tocava pra mim; nela, não existe um paraíso particular, fruto da minha imaginação, fértil e imatura. Mas a realidade existe, ela existe sim, e posso tocá-la, mesmo que seja áspera, posso senti-la, mesmo que não seja tão leve, posso vê-la, mesmo que o dia esteja nublado, e posso, finalmente perceber, que mesmo em meio a dor, é no mundo real, que a vida acontece.
“A medicina diz que a esquizofrenia é a vivência fora da realidade; mas para o sábio é a vivência com o mundo metafísico."
O homem não pode alterar a realidade do mundo em que vive, mas pode criar mundos com outras realidades. Tudo o que existe na ficção é o que não pode haver na vida real, e tudo que há na vida real é seco, enfadonho, repetitivo demais...
Sua realidade atual é apenas o reflexo das crenças que você aceitou como verdadeiras. Mude a crença na raiz e o fruto mudará sozinho.
O que chamamos de “realidade” é o “aspecto exterior” da “realidade interior” que vivemos. Dizem que nosso estado de espírito “atrai” o que nos acontece, mas não é bem assim... Podemos dizer que nosso estado de consciência “cristaliza” do lado de fora tudo o que vivemos “dentro”. Assim, as pessoas que reclamam demais não podem esperar por uma vida melhor.
Se soubéssemos quem realmente somos, deixaríamos de projetar o que quer que fosse como uma espécie de sonho – ou pesadelo – e viveríamos num estado de bem-aventurança, que é a felicidade verdadeira.
Enquanto não despertamos, o que é simples, mas não tão fácil assim, poderíamos ao menos, se tudo é projeção mental, projetar coisas boas, se nos voltássemos para Deus. Deus é Amor.
É por isso que um sentimento de gratidão, um estado de espírito tão constante quanto possível, é tão importante. A prosperidade de uma pessoa não se mede pela que ela tem, mas por quanto ela agradece.
Giancarlo Salvagni
Acredite em você, todos os sonhos de sua mente podem se tornar realidade, basta você acreditar que é possível.
Num país onde o CEP vale mais que o caráter, negar o preconceito é fechar os olhos para a realidade.
Benê Morais
Síntese:
imediatidade da realidade leva-nos aos erros de interpretação, pois a realidade é sempre emocional. Isto se dá porque, qualquer fato apresentado à nossa percepção, acaba sendo captado segundo o nosso modo de ver o mundo. Em outras palavras: há sempre um juízo de valor, uma avaliação, que é sempre pessoal.
Nascer de novo é uma realidade invisível.
As obras e a prática do novo nascimento em Cristo devem ser vistas em nós.
Parei em um castelo. Olhei, admirei e sorri, mas disse: 'Não é a minha realidade'. O que nos faz bem? É estar bem Ou ver a felicidade dos outros?
LABIRINTOS DE VIDAS,
UM CHAMADO A REALIDADE
Havia um lugar distante, perdido em meio ao espaço desconhecido, onde as palavras soavam como melodias estranhas e os sentimentos eram traduzidos em tons de cores nunca antes vistos. Nesse mundo singular, uma figura solitária caminhava entre os escombros de laços rompidos e corações gelados.
Cada dia se desdobrava como um conto à parte, onde o inesperado era a única constante. Palavras como "boob goods labubu" e "tiktok morango do amor" ecoavam pelos cantos, carregando consigo um sentido profundo e enigmático. As pessoas, distantes umas das outras, gritavam em silêncio por socorro, suas vozes ecoando nas inúmeras redes que teciam uma teia de conexões frágeis e fugazes.
Os laços outrora sólidos se desfizeram, imperceptivelmente, à medida que o amor se esvaía lentamente. O calor dos abraços foi substituído pela frieza das telas, e ninguém percebeu a mudança sutil que transformou o afeto em indiferença. As crianças, abandonadas em suas próprias casas, clamavam por atenção que não vinha, perdidas em um mundo que parecia tê-las esquecido.
Onde estavam os pais, os amigos, a família, os irmãos? O protagonista se via imerso em uma solidão avassaladora, uma ausência de presença que o consumia por dentro. Em meio ao caos dos dias tumultuados, ele se perguntava: onde estava ele próprio, perdido em meio a essa multidão de desconhecidos que cruzavam seu caminho sem enxergar a dor silenciosa em seus olhos?
E assim, a história se desenrolava, entrelaçando os fios soltos do destino em um emaranhado de emoções e reflexões profundas. No final, restava apenas a busca incessante por um sentido, por um reencontro consigo mesmo, em um mundo que parecia ter perdido a capacidade de se reconhecer nos olhos do outro.
