Vidas sem Sentido
Sem o sonho a vida não tem sentido, seu conto de fada jamais acontece, você jamais encontrará seu caminho!
O sentido da vida para min é, viver os detalhes, apreciar cada intantante minuciosamente, não ter pressa no amanhã, zelar pelos que amo e pelos que fazem sentido a minha existência e meu bem-estar, e ter em tacta minha consciência que já estou vivendo.
O amor é, para mim, o sentido da vida, porque se nós não amarmos a vida, a mesma não terá nenhum sentido. Eis, para mim, a explicação á pergunta principal da filosofia: "qual é o sentido da vida?".
“O sentido mais profundo da vida não está em alcançar o inalcançável, mas em fazer do instante presente um ato de eternidade. Cada gesto de excelência é um fio que tece o legado humano, e cada dia vivido com autenticidade é uma chama que ilumina o caminho dos que virão.”
Roberto Ikeda
O mundo é aleatório, violento e muitas vezes sem sentido.
A vida não é cinematográfica. Ela é caótica.
E você é o improvável protagonista.
O 'NADA' existencial é quando você ainda não descobriu o SENTIDO DA VIDA, vagando sem Rumo como 'Poeira ao Vento'. Pois não acha 'assento' em Lugar Nenhum.
Se todos os dias fossem iguais a vida não teria sentido.
Os dias são diferentes porque também nós não somos os mesmos todos os dias. Somos o que pensamos, somos o que acreditamos e o quê ousamos sonhar. Somos silêncio e som somos água que o vinho, a luz ou escuridão e tudo depende de como e quando os outros nos veem, mas somos acima de tudo, humanos seres. É na condição de ser "humanos" que cada um oferece aos seus semelhantes exatamente aquilo que tem e faz o melhor possível dentro das condições que possui.
“O sentido da vida não é deixar algo para quando você partir… é viver tão profundamente que nada precise permanecer.”
A felicidade pra mim está em alguns instantes da vida, não há sentido na felicidade depois da morte. Pois se até nas maiores esperanças existe a dúvida, então logo só basta acreditar no que é vivido, no que é mais coerente possível.
O sentido da vida não está no controle do tempo ou das expectativas, mas na capacidade de abraçar o caminho com presença, transformando decepções em aprendizado e mantendo a gratidão pelo que é essencial.
O Natal acontece
para percebermos
que o sentido da vida
não se compra, constrói-se.
E que o Amor é
o melhor embrulho.
Se a vida for triste
Sa a vida for feliz
Se a vida não tiver sentido
Ela é o seu bem mais caro
Então ela não tem preço
Ela tem vida
Mas como a vida tem uma vida,
Se a vida não tiver vida, ela não é mais uma vida
A vida não me mostrou motivos para prosseguir, mas ainda assim caminho.
Talvez o sentido esteja escondido
no simples ato de não desistir.
Não vejo sentido em continuar...
a vida, até aqui, tem sido um campo árido, onde minhas sementes nunca germinaram. As manhãs chegam frias, trazendo o mesmo silêncio de ontem, e meus passos ecoam vazios, como se não deixassem marcas na terra. A vida não me mostrou muitos motivos para seguir lutando por ela. Tudo o que encontrei foram paredes altas, portas fechadas, e um céu pesado que pouco se abre. E, ainda assim, permaneço. Não por esperança, não por promessas que nunca vieram, mas pela estranha teimosia do coração, que insiste em bater mesmo quando tudo desmorona. Talvez o sentido não esteja fora, nas conquistas ou nos caminhos claros, mas dentro, na chama pequena que resiste ao vento, na voz que, mesmo frágil, sussurra em mim:
“Ainda não é o fim."
Em meio a uma vida sem sentido, uma vida onde não sabemos ao certo onde ela vai nos levar, em meio a uma vida onde normalizamos a ida e vinda de pessoas, em meio a uma vida onde o amor deixou de ser algo belo e se tornou algo ruim, em meio a tudo isso, eu, como escritor, vejo belezas infundáveis, belezas carregadas com a esperança mais bela que existe, como o sonho de uma criança de ir à lua. Sonhos esses que são os mais belos, onde a dor e o sofrimento não chegaram nem um pouco perto, onde o mundo não destrói por completo, sonhos como estes que carregam a esperança de um mundo perdido.
E talvez seja justamente nisso que a vida ainda faz sentido: naquilo que fica mesmo quando tudo parece ir embora, nos laços que, mesmo silenciosos ou distantes, ainda carregam significado. Há presenças que mudam, palavras que deixam de existir como antes, mas sentimentos que não desaparecem tão fácil assim. E, mesmo em meio à dúvida, ao medo de errar ou de tentar de novo, ainda existe algo que insiste em permanecer, algo que não se explica, mas se sente.
Porque, no fundo, enquanto ainda formos capazes de guardar essas pequenas belezas, de lembrar sem dor completa e de sentir sem precisar nomear, o mundo nunca será totalmente vazio. E talvez a esperança mais verdadeira não esteja em não perder, mas em ainda se importar, mesmo quando tudo dentro da gente pede silêncio.
Niilistas descobriram que a vida não tem sentido cósmico e pararam aí, como eternos adolescentes revoltados. Humanistas descobriram a mesma coisa e perguntaram: "E daí? Vamos construir nosso próprio sentido."
O sentido da vida não é revelado por revelações místicas; é construído na sola dos nossos próprios pés.
