Vida Vagao de Trem

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Para escrever com naturalidade é preciso ter sentimentos naturais e um agudo senso do óbvio, sem jamais carregar as tintas no desejo de persuadir. É preciso abdicar de toda pose, o que pressupõe não ter nenhum complexo de inferioridade a compensar. É preciso falar ao público como você fala em casa. E é preciso agradecer diariamente a Deus por ter-lhe dado um eu autoconsciente.

Ser feliz é ter a sensibilidade
de redescobrir-se a cada dia,
dispondo-se a aprender com aceitação
o que a vida tem para ensinar.

Os obstáculos são ensinamentos para o seu espirito.

Tire tudo de um homem, exceto seus sonhos...

Dança não é ballet, não é tango nem valsa. Dança não nasceu para ser dividida. Sempre veio da universalidade. Sempre quis juntar o que os outros separavam.
A dança é de todos e deve ser ADMIRADA e RESPEITADA independente do ritmo, do nome que é levada ou dos ''passos'' que a compõe.
''DANÇA É A EXPRESSÃO DA ALMA. NÃO DE UMA TÉCNICA!''

Dorme o dia,
e a noite vem..
No brilho das estrelas
vejo seu olhar.
Que me faz bem!

Os olhos revelam o que existe na alma mas tambem transbordam as dores escondidas no coração.

Você só tem uma chance de causar uma boa primeira impressão.

⁠Para amar uma rosa, é necessário amar não só sua beleza, mas também seus espinhos. Um amor que está restrito ao que é bom, não é profundo o suficiente para ser chamado de amor... O verdadeiro amor só é verdadeiro porque permanece, sempre, apesar de qualquer coisa...

Todas as faltas, e talvez, os crimes, têm, por princípio, um raciocínio errado ou algum excesso de egoísmo.

O que se move sempre está no mesmo lugar agora.

Tu é feito flor de cerejeira, simples, delicado, com um significado imenso. Me enche os olhos de alegria, me trás paz.

O tempo que perdi reclamando de você, poderia ter usado para lhe alegrar...

O ano passado não passou, continua incessamente.

1 As armas e os Barões assinalados
Que da Ocidental praia Lusitana,
Por mares nunca de antes navegados
Passaram ainda além da Taprobana,
Em perigos e guerras esforçados,
Mais do que prometia a força humana,
E entre gente remota edificaram
Novo reino, que tanto sublimaram;

2 E também as memórias gloriosas
Daqueles Reis que foram dilatando
A Fé, o Império, e as terras viciosas
De África e de Ásia andaram devastando,
E aqueles que por obras valerosas
Se vão da lei da morte libertando:
Cantando espalharei por toda a parte,
Se a tanto me ajudar o engenho e arte.

(Os Lusíadas canto primeiro - 1 e 2)

Luís de Camões
Os Lusíadas

É, meu caro, para quem tem no presente um amor a ser vivido, o futuro é apenas um detalhe que pode esperar.

É loucura querer viver um dia à frente do hoje, pois o amanhã é incerto demais para desejá-lo que se faça presente.

Caem folhas no chão regularmente, mas o fato é que é sempre outono no outono, e o inverno vem depois fatalmente, e há só um caminho para a vida, que é a vida...

Ninguém me Habita

Ninguém me habita. A não ser
o milagre da matéria
que me faz capaz de amor,
e o mistério da memória
que urde o tempo em meus neurônios,
para que eu, vivendo agora,
possa me rever no outrora.
Ninguém me habita. Sozinho
resvalo pelos declives
onde me esperam, me chamam
(meu ser me diz se as atendo)
feiúras que me fascinam,
belezas que me endoidecem.

Por decreto irrevogável fica estabelecido o reinado permanente da justiça e da claridade, e a alegria será uma bandeira generosa para sempre desfraldada na alma do povo.