Vida Linda
TENHA FÉ
Não deixe o mal dominar sua mente
Não deixe a vida correr sem noção
Não deixe a solidão tornar um vazio
Não deixe sonhos jogados em vão !
Segure nas rédeas das esperanças
Tenha fé e lute sempre pela paz
Derrube as barreiras do desânimo
Para alcançar a graça da vitória .
Por mais difíceis que sejam os momentos
Não esqueça que jamais está sozinho .
Pelas dores ou pelos desesperos
Não esqueça que temos Consolador
Que nos liberta e livra de todo mal
Em Cristo Jesus Salvador
Pois necessitamos de vossa misericórdia
Para alcançarmos a vida eterna .
Amém !
JOÃO BATISTA BARBOSA
MIMOSO DO SUL ES
POESIA
PENSAMENTOS
A vida renasce mais uma vez
Para que através de escolhas
Possa evoluir ou quem sabe talvez
Levar a vida num sopro de bolhas
A vida é um pulsar de energias
Onde entre a dor de parto
Veja soar em correria
Num canto qualquer ou num quarto
Onde uma nova vida a surgir
Pra cumprir uma nova missão
Outra vida assim a partir
Onde sem explicação
Vamos nesse bate volta
Vivendo a cada momento
O ar que respira e solta
Pisando duro chão de cimento
Entre o real e invisível vento
Nas corredeiras em lágrimas
Explodem numa queda voraz
Onde ao brilho do infinito
Faz renascer nova corrente
Que nos leva sempre enfrente
Nos ciclos que evoluem alma e mente!
NOVO TEMPO
Seu olhar atravessa o oceano
Buscando harmonia no olhar
Celebrando a vida em oração .
Corcovas desafiando deserto
Novas aventuras em emoção !
A liberdade em novo horizonte
O céu girando em harmonia
Em busca de uma sinfonia
Que transborda nos acordes
Uma inexplicável alegria .
O topo do mundo maravilha
Onde palavras não definem
A sensação em tudo que brilha
Um sonho para que realizem
As verdadeiras transformações
Viajando espaços de luz
Para coroação de um novo tempo
Onde a verdadeiro luminar
Está eternamente aceso
Nos eternos laços do coração!
João Batista Barbosa
POESIA
Muita gente tentando explicar, enquanto a vida segue seu curso. Muita gente tentando mostrar, coisas que que somente com o tempo, com as experiências, serão capazes de revelar. Muitos afirmam que somos obras de um acaso, mas não conseguem decifrar tantos mistérios, pois Deus não é homem para simplesmente compreender... pois a cada tempo onde para o Divino, através da natureza, numa equação perfeita de cores, sabores, traços e quanta beleza, numa dimensão que nos faz viajar na imaginação. Enquanto humanos, somos meramente um grão no meio do deserto, uma estrelinha no meio do céu. E cada vez entendo que para acreditar no Criador, basta somente uma coisa: FÉ!
Não adie a vida enquanto há tempo pra viver , enquanto corre nas veias a intensidade do querer ,corra atrás do que for necessário, mesmo que venha perder , mas com certeza toda sua vontade estará focada em cada instante respirado e que faça tudo que puder fazer, enquanto o tempo não se esgote e vá embora e deixe vazio tudo que poderia realizar . Então, por favor, não adie a vida , pois ela é por demais preciosa , mesmo que alguns momentos, bata o desânimo e o fracasso , continue lutando pra que um dia encerre seus momentos com o prazer de ter enfrentado cada momento e assim feche os olhos com a convicção de que valeu a pena ter vivido sem adiar a vida !
João Batista Barbosa
Não tenha medo de errar, pior é passar o resto da vida sem saber como seriam as coisas por medo de tentar.
"Não tenho medo da morte, eu tenho medo da vida. Vocês escolheram a garota errada."
- Fora do Universo: Eles se encontraram
Levanta a cabeça, as estrelas estão no céu e não no chão, o que procuras na vida afinal, estrelas e grão de areia?
ENIGMA DA VIDA.
"Olhe, me empreste aqui um pouco da tua atenção,
a vida é um leva e trás até mesmo um mundo de alienação,
mas nunca se desespere não,
porque mesmo que isso aconteça,
e toda rogação que por mais santa te pereça,
ignore e não procure fugir de nada,
deveras vezes nesta infinita grande jornada,
nem uma vírgula há quem bem mexa,
pois do tudo que a vida leva um pouco desse tudo ela sempre deixa."
Marcelo Caetano Monteiro.
O ENIGMA DA VIDA.
A vida, quando interrogada com rigor, não se deixa aprisionar por uma única lente. Ela exige do espírito humano uma travessia entre campos diversos do saber, como se cada disciplina fosse apenas um fragmento de uma verdade maior, ainda velada. Assim, ergue-se este exame como uma conferência de múltiplas vozes, que se entrelaçam até culminarem na síntese consoladora da visão espírita.
Sob a ótica positivista, a vida é observada como fenômeno verificável, circunscrito ao domínio da experiência sensível. O ser humano, reduzido à soma de funções orgânicas, é compreendido como produto de leis naturais imutáveis. Não há mistério, apenas mecanismos. O nascimento e a morte tornam-se eventos biológicos, delimitados por causalidades físicas. Contudo, tal perspectiva, embora meticulosamente ordenada, carece de resposta para as inquietações mais profundas do ser, aquelas que não se medem, mas se sentem.
O materialismo avança ainda mais na redução. Para ele, a consciência não passa de secreção cerebral. Amar, sofrer, sonhar, tudo se dissolve em reações químicas. A vida perde sua transcendência e se torna um episódio efêmero no vasto teatro do acaso. Mas aqui surge uma fissura. Se tudo é matéria, por que o homem aspira ao infinito. Por que chora diante da morte e busca eternizar o que sabe ser transitório.
O musicista, ao contrário, percebe a vida como harmonia. Para ele, existir é vibrar em frequências invisíveis, é compor-se com o ritmo universal. Cada emoção é uma nota, cada experiência uma melodia. A dor, longe de ser um erro, torna-se dissonância necessária para a beleza do conjunto. A vida, então, não é apenas vivida, mas interpretada.
O poetista eleva essa percepção ao campo da linguagem simbólica. A vida torna-se metáfora. Um jardim que floresce e murcha. Um crepúsculo que anuncia tanto o fim quanto o recomeço. O poeta não explica a vida, ele a revela em sua dimensão sensível. Ele intui aquilo que a razão ainda não alcançou.
O romancista, por sua vez, vê a vida como narrativa. Cada indivíduo é personagem de uma trama complexa, onde escolhas, conflitos e redenções se entrelaçam. Não há existência sem enredo, nem sofrimento sem propósito dramático. A vida ganha sentido quando compreendida como história em construção.
O astrônomo ergue os olhos ao céu e contempla a vastidão. Diante das galáxias, a vida humana parece ínfima. Contudo, é justamente essa pequenez que desperta o assombro. Como pode um ser tão diminuto conter em si a capacidade de compreender o cosmos. A vida, nesse olhar, é um ponto de consciência no infinito.
O cientista, fiel ao método, investiga os processos da vida com precisão. Descobre estruturas, decifra códigos, manipula elementos. Mas, ao final de cada descoberta, encontra uma nova pergunta. A vida revela-se inesgotável, como se sempre escapasse ao domínio completo da razão.
O filósofo mergulha no problema do ser. Pergunta-se não apenas o que é a vida, mas por que ela é. Reflete sobre sua finalidade, sua origem, sua essência. A vida torna-se problema ontológico, exigindo não apenas respostas, mas compreensão profunda.
O psicólogo, atento à interioridade, investiga os movimentos da alma humana. Observa conflitos, desejos, traumas, aspirações. Percebe que a vida não é apenas externa, mas profundamente interna. O verdadeiro drama humano ocorre no silêncio do espírito.
Mesmo os transgressores das leis sociais oferecem uma perspectiva. Ao romperem normas, revelam tensões ocultas da sociedade. Sua existência, ainda que desviada, denuncia imperfeições coletivas. A vida, aqui, surge como campo de luta entre ordem e liberdade.
Todas essas visões, embora distintas, apontam para uma incompletude. Cada uma toca uma dimensão da vida, mas nenhuma a esgota. É nesse ponto que se impõe a necessidade de uma síntese mais ampla, que não negue a razão, mas a transcenda.
É então que se ergue a luz da doutrina espírita, codificada por Allan Kardec na obra O Livro dos Espíritos. Ali, a vida deixa de ser enigma insolúvel e passa a ser compreendida como expressão de uma realidade espiritual mais vasta.
Na questão 132, encontra-se uma das respostas mais esclarecedoras. Pergunta-se qual é o objetivo da encarnação dos Espíritos. A resposta é categórica. Deus lhes impõe a encarnação com o fim de fazê-los chegar à perfeição. Para uns, é expiação. Para outros, missão. Em todos os casos, é prova.
Na questão 134, define-se o que é a alma. Um Espírito encarnado. Assim, a vida não é criação da matéria, mas manifestação do Espírito através dela. A matéria torna-se instrumento, não causa.
Na questão 115, afirma-se que os Espíritos foram criados simples e ignorantes, destinados a progredir. A vida, portanto, é caminho evolutivo, não episódio isolado.
Na questão 166, aborda-se a pluralidade das existências. A alma reencarna tantas vezes quantas forem necessárias para seu aperfeiçoamento. A vida atual é apenas um capítulo de uma longa jornada.
Na questão 919, recomenda-se o autoconhecimento como meio de progresso moral. A vida, então, adquire sentido ético. Não basta existir, é preciso transformar-se.
Essas respostas, quando analisadas em conjunto, oferecem uma visão profundamente consoladora. A vida não é acaso, nem castigo sem sentido. Ela é oportunidade. Cada dor carrega um propósito. Cada encontro, uma lição. Cada existência, um degrau na ascensão do Espírito.
A Boa Nova, ensinada pelo Cristo, ressurge aqui como essência dessa compreensão. A vida é amor em movimento. Não se limita ao instante presente, mas se projeta na eternidade do progresso espiritual. Viver bem não é acumular bens, mas cultivar virtudes. Não é dominar o outro, mas compreender-se.
E assim, ao final desta reflexão, o enigma da vida já não se apresenta como abismo, mas como convite.
A vida é escola, é caminho, é reencontro. É lágrima que purifica e esperança que renasce. É silêncio que ensina e voz que consola. É dor que lapida e amor que redime.
E quando o coração humano, cansado de buscar respostas fragmentadas, encontra essa verdade, algo se transforma em seu íntimo.
Já não teme a morte, pois compreende a continuidade. Já não se desespera diante da dor, pois reconhece sua função. Já não se perde no vazio, pois descobre que jamais esteve só.
A vida, afinal, não é um enigma para ser resolvido, mas uma realidade para ser vivida com consciência, dignidade e amor.
E naquele instante em que a alma compreende isso, mesmo em meio às lágrimas, ela sorri, porque enfim percebe que viver é participar de uma obra divina, onde cada sofrimento é semente, cada gesto é eternidade em construção, e cada ser é chamado a tornar-se luz.
Autor: Marcelo Caetano Monteiro .
" Que jamais olvidemos podemos encontrar nas lições da escada vida, alguém que poderá estar no degrau acima, mas ainda assim é na mesma escada. "
" Às vezes, uma única lágrima contém mais verdade sobre uma vida inteira do que todas as palavras pronunciadas. "
"A vida não se mede pelos anos que atravessamos, mas pelas verdades que descobrimos enquanto caminhamos."
" Não lamente o que a noite levou. Algumas perdas são apenas espaços que a vida abre para novos significados. "
"A vida raramente se revela em clarins. Quase sempre ela se anuncia no canto de um pássaro, na luz de uma janela ou na coragem silenciosa de quem decide levantar-se mais uma vez."
TEU SORRISO EM ALGUÉM.
"Cada novo amanhecer é um convite da vida para que você se torne a razão do sorriso de alguém e, ao fazê-lo, descubra a grandeza que sempre existiu dentro de si."
O LIVRO DOS ESPÍRITOS.
QUADRO DA VIDA ESPÍRITA E A PRESENÇA DOS ESPÍRITOS NA EXISTÊNCIA HUMANA.
Artigo: Escritor:Marcelo Caetano Monteiro .
A Doutrina Espírita desde sua formulação inicial apresenta um dos mais profundos e desafiadores deslocamentos da consciência humana. Ela não se limita a oferecer uma promessa futura ou uma explicação consoladora para a morte. Ela reorganiza a compreensão do que seja viver. Ao afirmar a sobrevivência da alma e a presença constante dos Espíritos no cotidiano humano o Espiritismo desloca a vida do eixo do acaso para o eixo da responsabilidade moral contínua.
No texto clássico publicado na Revista Espírita no ano de 1859 encontra se delineado um verdadeiro tratado de psicologia espiritual. Nele a morte não aparece como ruptura violenta nem como aniquilamento. Ela surge como transição gradual marcada por estados de perturbação lucidez adaptação e reconhecimento. Esse processo descrito com sobriedade e precisão retira da morte o caráter fantástico e devolve lhe a dignidade de fenômeno natural submetido a leis.
A ideia do nada após a morte apresentada como hipótese materialista é descrita como psicologicamente insustentável. A angústia diante do vazio absoluto a dissolução da memória o apagamento dos afetos e a inutilidade moral de toda ação revelam se como fontes profundas de desespero existencial. A razão humana segundo o próprio texto não se satisfaz com uma existência futura vaga indefinida e sem estrutura. É justamente nesse ponto que a revelação espírita intervém não como imaginação poética mas como observação racional dos fatos mediúnicos.
A alma segundo a Codificação não é abstração metafísica nem princípio impalpável sem propriedades. Ela é o Espírito individualizado revestido de um envoltório semimaterial que lhe confere forma percepção identidade e continuidade. Essa concepção rompe com séculos de indefinição teológica e filosófica. O Espírito vê sente pensa recorda ama sofre e progride. Ele não se dissolve no todo nem se reduz a centelha impessoal. Permanece sendo alguém.
Do ponto de vista psicológico essa continuidade da identidade é decisiva. A consciência humana necessita de sentido de permanência para manter equilíbrio interior. A noção de que tudo termina no nada desorganiza a psique aprofunda o medo da perda e gera comportamentos de apego desespero ou indiferença moral. A Doutrina Espírita ao afirmar a sobrevivência consciente oferece uma base sólida para a maturidade emocional. O indivíduo compreende que suas escolhas não se apagam com a morte e que seu mundo interior o acompanha.
A presença constante dos Espíritos descrita no texto não deve ser interpretada como vigilância punitiva nem como interferência arbitrária. Trata se de convivência por afinidade. Os Espíritos aproximam se segundo a sintonia moral intelectual e afetiva. Esse princípio possui enorme valor educativo. Ele desloca a ética do medo para a ética da coerência interior. Não se evita o mal por temor de castigo externo mas por compreensão das consequências naturais da própria vibração íntima.
A psicologia espírita reconhece que pensamentos emoções e desejos constituem campos ativos de atração. O Espírito encarnado não está isolado em sua interioridade. Ele emite e recebe influências. Essa interação explica muitos fenômenos psíquicos ignorados pela psicologia materialista como certas obsessões angústias persistentes impulsos incoerentes ou estados de inspiração elevada. A Codificação apresenta esse mecanismo com clareza ao afirmar que os Espíritos veem ouvem observam e participam da vida humana conforme lhes seja permitido pela afinidade moral.
O estado de erraticidade longe de ser ocioso é apresentado como intensamente ativo. Os Espíritos trabalham aprendem orientam protegem inspiram e deliberam. Essa descrição dissolve a ideia infantil de um céu estático ou de um inferno material. A felicidade e o sofrimento são estados de consciência decorrentes do grau de lucidez e harmonia interior. Espíritos elevados encontram alegria no serviço. Espíritos inferiores sofrem pela impossibilidade de satisfazer paixões que ainda conservam.
Essa concepção tem profundo impacto moral. Não existe salvação instantânea nem condenação eterna. Existe progresso gradual sustentado pelo esforço pessoal. A responsabilidade é contínua mas também é contínua a possibilidade de reparação. O sofrimento não é vingança divina mas consequência educativa. Essa lógica restaura a confiança na justiça da vida e elimina o desespero metafísico.
A presença dos Espíritos amados após a morte reorganiza também a experiência do luto. A dor da ausência não é negada mas é ressignificada. O vínculo não se rompe. Ele muda de plano. Essa certeza impede que a saudade se transforme em desintegração psíquica. O amor deixa de ser posse e torna se comunhão duradoura. Esse ponto foi amplamente desenvolvido nas obras mediúnicas do século 20 que aprofundaram com detalhes psicológicos aquilo que a Codificação apresentou em estado germinal.
Do ponto de vista coletivo essa doutrina restaura a dignidade das relações humanas. Nenhum gesto de bondade é inútil. Nenhuma fidelidade é esquecida. Nenhum esforço moral se perde. A vida deixa de ser aposta incerta e passa a ser construção consciente. O bem acompanha o Espírito. O mal pesa sobre a consciência até ser reparado. Essa lógica educa sem ameaçar e eleva sem iludir.
A compreensão da vida espiritual apresentada na Codificação e confirmada pelas comunicações posteriores constitui uma das mais coerentes arquiteturas morais já oferecidas ao pensamento humano. Ela une razão fé observação e ética em um mesmo corpo doutrinário. Não promete facilidades mas oferece sentido. Não infantiliza mas responsabiliza. Não assusta mas esclarece.
Quando essa visão se instala no íntimo o ser humano deixa de viver como quem atravessa o mundo às cegas. Cada pensamento adquire peso. Cada emoção ganha direção. Cada escolha prolonga se além do instante. A vida cotidiana torna se escola e preparação. E o indivíduo passa a compreender que viver bem não é agradar forças invisíveis mas harmonizar se com a lei profunda da existência que governa tanto o mundo visível quanto o invisível.
Fontes doutrinárias.
Allan Kardec O Livro dos Espíritos 1857. O Céu e o Inferno 1865. Revista Espírita 1858 a 1869.
José Herculano Pires traduções e estudos da Codificação Espírita.
Francisco Cândido Xavier obras mediúnicas de André Luiz especialmente Nosso Lar e Os Mensageiros.
VIDA E ATOS DOS APÓSTOLOS.
CAIRBAR SCHUTEL
VIDA E ATOS DOS APÓSTOLOS
(1ª EDIÇÃO -1933)
Cairbar Schutel analisa os Atos dos Apóstolos constantes no Novo Testamento à luz da Doutrina Espírita, com ensinamentos que ajudam a entender a importância dos apóstolos na propagação dos ensinamentos de Jesus. Uma interpretação espiritual sobre a Doutrina que os Discípulos anunciaram e pela qual se sacrificaram.
intelectual não nos permitia fazer obra de mestre. Mas esforçamo-nos tanto quanto nos foi possível para, dóceis às inspirações dos Caros Espíritos que dirigem o nosso movimento, expor com clareza e precisão, o que sabíamos sobre os Apóstolos, bem como fazer um estudo sintético das elucidações doutrinárias, pondo de lado dissertações inúteis e logomaquias vãs.
Se esta obra alcançar o fim a que se destina, isto é, esclarecer de certo modo a vida e os atos dos Apóstolos, e guiar mesmo que seja uma única alma para Deus, nós nos daremos por felizes.
Matão, 3 de outubro de 1932
Cairbar Schutel.
O Evangelista Lucas, foi um dos grandes discípulos de Paulo. Nascido na Antioquia, exercia a medicina e afirmam ter sido um bom artista.
Daí o haverem-no escolhido os médicos por seu Patrono. Mas o principal de Lucas não é ter sido médico, mas sim um grande Apóstolo do Cristianismo nascente. Pelo seu Evangelho e Atos, vê-se que era um homem ilustrado, de vistas largas, pois bem interpretava o movimento de reforma religiosa que se operou em seu tempo, movimento que mereceu todo o seu auxilio prestado à Causa Cristã com rara abnegação.
Foram unicamente estes os dados mais acertados que conseguimos obter sobre tão ilustre personalidade, que assinalou sua passagem pela Terra como um super-homem, entidade dotada, pelo que se vê, de faculdades admiráveis que eram as insígnias de tão ilustre quão elevado Espírito.
Cairbar Schutel.
Nascimento: 22 de setembro de 1868, Rio de Janeiro, Rio de Janeiro
Falecimento: 30 de janeiro de 1938, Matão, São Paulo
Morte: 30 de janeiro de 1938 (69 anos); Matão, São Paulo, Brasil
Nome completo: Cairbar de Souza Schutel.
Que, diante das tempestades da vida, eu aprenda a dançar com o vento e a manter meu olhar sempre voltado para a luz. Que eu floresça mesmo nos dias mais difíceis, espalhando cor, esperança e alegria por onde passar. E que, assim como o girassol, eu jamais perca a capacidade de recomeçar, de me renovar e de buscar o sol que ilumina a minha alma.
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