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Vida em Familia

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O puxasaquismo é o fundo do poço da alma de uma pessoa.


Autora: Aurilene Damaceno

Seguir com a vida normal no dia a dia é indispensável para que possamos ocupar nossa mente com coisas úteis e boas, do tipo: trabalho, estudos, amigos e família. E esquecer das coisas ruins que aconteceram ao longo do tempo. Não existe nada que não possa ser superado se você quiser, mas só se você quiser. Não há mal que dure para sempre, mas também nenhuma felicidade é eterna. O que precisamos é saber aproveitar, desfrutar e curtir os momentos bons, felizes, e aprender com os momentos ruins! Nada na vida é por acaso, tudo tem um propósito, um motivo. Jogue fora o que faz peso, o que faz mal e o que te sufoca. Agarre o que te faz sorrir, te faz bem e te dá tranquilidade e paz. Seguir em frente muitas vezes dá medo, você nunca sabe o que vai acontecer e tem medo de que isso traga mudanças na sua vida, mas seguir em frente é necessário e mudar é essencial! Não se arrependa de nada, o que foi bom guarda, o que não foi... Esquece! Não tenha medo da mudança, não tenha medo de seguir em frente... Isso é inevitável e indispensável na nossa vida.

"Em frente, ou enfrente!"

Esses dias, me perguntaram se eu estava apaixonado. Depois de pensar um pouco sobre o assunto, eu percebi: eu não estou, eu sou apaixonado! Sou apaixonado pela vida! Sou apaixonado pelos meus pais e irmãos, minha família. Sou apaixonado pelos meus amigos que ainda estão aqui, mas também pelos que já partiram ou os que nunca mais vi. Sou apaixonado por abraços, sorrisos e amores que ainda nem conheci. Ainda digo mais, acho que todos também deviam ser assim.

A vida é leve.
A vida é breve e, em alguns momentos,
inesquecível.
Pessoas que nunca esqueceremos,
amores guardados,
família, presente de Deus
para não nos ver sozinhos
Sonhos vividos e outros para realizar.
Assim vamos buscando a perfeição
na arte da vida
para aprender a AMAR
e querer sempre
RECOMEÇAR.

Quem encontra o amor verdadeiro, encontra a si mesmo, encontra a chave da vida; Nem todo o dinheiro do mundo não proporcionaria a felicidade de acordar de manha com a cama cheia de filhos e ver o brilho nos olhos da pessoa amada ao acordar coberto de beijos dos pequenininhos e ao olhar um no olho do outro, nessa hora veras o verdadeiro brilho da felicidade....aquele suspiro com riso de canto de boca com quem diz...valeu a pena...

Quem foi Pilatos ?

Pôncio Pilatos, homem de origem plebéia, provem da família Pontii, com raízes no Sul da Itália. Pilatos pode significar homem armado com dardo-pilum; ou sem cabelos-pillus - calvo. Devia ser um oficial do exército. O cargo de procurador (governador) da Judéia, para o qual Pilatos foi nomeado, em 26 a.C não era de dar inveja. A colônia a ser governada no Sul da Palestina, com cerca de 200 quilômetros de comprimento e 90 km de largura, era uma notória área de conflitos. Os habitantes, herdeiros dos reis Salomão e Davi, eram conhecidos como povo rebelde. Adoravam a um único Deus e se recusavam a adorar o Imperador - Deus de Roma.
Pilatos e sua mulher Procla moravam em Cesaréia, a noroeste de Jerusalém, onde foi instalada a capital administrativa e se constituiu em um reduto romano. Era uma pátria longe da pátria.
Pialatos comandava um batalhão de cerca de 4 mil soldados e tinha poderes absolutos, exceto dos cidadãos romanos. Ele já batera de frente com o povo, provocando manifestações públicas, quando mandou que se afixassem estandartes com bustos dourados do Imperador romano. Foi desmoralizado e voltou atrás.
Mais adiante, Pilatos fez um projeto de levar água para Jerusalém, a uma distância de 37 quilômetros, e para isso meteu a mão no tesouro do templo. Porém se “esqueceu” de consultar os altos sacerdotes e porque os judeus já andavam de olho nele... uma multidão de mais de 10 mil pessoas foi para as ruas de Jerusalém, gritando insultos e ameaças. Soldados de Pilatos (a paisano) mataram muitos judeus. Nesse clima de revolta, Pilatos chegou a Jerusalém para as celebrações da Páscoa e encontrou o ambiente tumultuado. Nem poderia imaginar que nesse dia estava prestes a enfrentar o maior desafio de sua vida política.
Na manhã da sexta-feira, levantou-se e o primeiro encargo foi ler o processo contra um cidadão chamado Jesus que já estava preso, desde a noite anterior e levado a julgamento no sinédrio - Conselho Supremo dos Judeus, composto de 71 sacerdotes, homens ilustres, especialistas em leis. Eles rasgaram as vestes, ao ouvir o depoimento do presidiário, afirmando ser “o Cristo, o filho do Deus bendito”.
Os sacerdotes, seguidos de grande multidão, conduziram Jesus ao pretório, perante Pilatos, em busca de sanção para executar a pena de morte. O governador olhou para aquele homem amarrado, com pouco mais de trinta anos e se admirou. Dirigindo-se a Jesus perguntou: ”És tu o rei dos judeus?”.
Após o interrogatório, concluiu: ”Não vejo nele crime algum”. A multidão revoltada pelos atos políticos anteriores não arredava o pé dali, os sacerdotes também aborrecidos, porque foram atropelados em sua autoridade. continuaram acusando a Jesus, e finalmente Pilatos escutou: “Ele estava na Galiléia ensinado a rebelião política, contrariando as leis romanas”.
O governador da Galiléia, Herodes Antipas, rei-títere de Roma, nesse período da páscoa estava em Jerusalém, hospedado a poucos passos dali, no palácio velho. Então, para ele o levaram, era sua a jurisdição do acusado. O Rei Herodes ficou alegre, ao conhecer Jesus, mesmo em tais circunstâncias, porque já ouvira falar dos seus milagres, mas diante do silêncio do preso, perdeu a calma, se irritou e para o humilhar, devolveu-o a Pilatos, envolto em um manto real.
E agora, o que fazer? Pilatos declarou novamente aos sacerdotes que não via culpa, dando outra opção de castigo: açoitar o prisioneiro e soltá-lo. Falou ainda bem alto que na páscoa era costume perdoar um preso. “Há um ladrão preso chamado Barrabás. A quem devo perdoar a Jesus ou a Barrabás?” E o clamor muito forte bradava Barrabás. O que faço de Jesus? E a multidão gritava: “Que seja crucificado! Se soltas este homem, não és amigo de César”. Todos perceberam a posição política de Pilatos de soltar o preso e se posicionaram a favor do contra para aborrecê-lo, ou seja fazer-lhe oposição.
Pilatos, com medo das ameaças de ser denunciado como traidor de César, “lavou as mãos”, porque conhecia a lei das escrituras sagradas, cumprindo assim o ritual descrito em Deuteronômio 21:6-7: “Todos os anciãos desta cidade, mais próximos do morto, lavarão as mãos sobre a novilha desnucada no vale. E dirão: As nossas mãos não derramaram este sangue, e os nossos olhos o não viram derramar-se”.
A história registra que Jesus foi entregue nas mãos dos soldados romanos que o amarraram a uma coluna, no pátio, e o açoitaram sem piedade. Escarneceram dele durante todo o tempo. Envolveram-no com um manto escarlate e puseram sobre a sua cabeça uma coroa de espinhos: “Salve o Rei dos Judeus”. Sobre a cruz, Pilatos mandou que escrevessem: “Jesus Nazareno, o Rei dos Judeus”.
O homem que sentenciou a Cristo, político, viciado no poder, querendo promoção e mais prestígio, mandou matar a Jesus, todavia, não conseguiu mais nada, porque não passou daquilo. Pelo contrário, seu mandato foi reduzido em 10 anos por causa de outras decisões infelizes que tomou, o que levou o povo de Samaria a fazer uma representação contra ele.
No ano 36 d.C. Pilatos foi chamado a Roma para explicar suas arbitrariedades, porém, ao chegar, soube, com imenso alívio, que Tibério acabara de morrer.
O escritor e cronista cristão, Euzébio - de Cesaréia, escrevendo no século IV, narra que Pilatos, depois de outros infortúnios, foi finalmente levado ao suicídio.

Em nenhuma parte do Brasil a formação da família se processou tão aristocraticamente como entre canaviais...

Ao Nishimura

No tempo que aqui trabalhei
Irei lembrar para sempre
Segurança deu a minha família
Horas dedicadas ao meu trabalho
Inspiração que o senhor nos deu
Muito acrescentou em nossas vidas
Única visão o trabalho dignifica o homem
Resta-nos agradecer a Deus por sua vida
A autoridade interior que ele lhe deu.

Para mim pintar é uma maneira de esquecer a vida. É um grito na noite, um riso estrangulado.

Como Confúcio, estou tão absorvida pelo encanto que sinto pela terra e pela vida que a habita que não tenho tempo de pensar no paraíso nem nos anjos.

Pearl S. Buck
BUCK, P., Entrevista, 1951

Quanto melhor se enche a vida, menos se tem medo de perdê-la.

Émile-Auguste Chartier
CHARTIER, E., Considerações Sobre a Felicidade

Na vida, não nos apresentamos a ninguém que possa confundir-nos e odiamos quem nos confunde.

Decida o que você quer fazer na vida, e então aja como se fosse impossível fracassar.

O MATA-BORRÃO
O mata-borrão absorve tudo e no fim da vida acaba confundindo as coisas por que passou... O mata borrão parece gente!

Não quero que Deus me dê nem um dia de vida a mais de que eu não possa me orgulhar.

Há algo tocante na associação de dois seres para suportar a vida.

O artista deve gostar da vida e mostrar-nos que ela é bonita. Se não fosse ele, duvidaríamos disso.

Apenas quem terminou a sua vida sem sofrimento pode considerar-se feliz.

A arte é ainda a única forma suportável da vida; é o maior prazer, e o que se esgota menos depressa.

Estamos todos um pouco estranhos. E a vida é um pouco estranha. E quando encontramos alguém cuja estranheza é compatível com a nossa, nós nos juntamos a essa pessoa e caímos nessa esquisitice mutuamente satisfatória a que chamamos de verdadeiro amor.