Vida e Morte
Deus não precisa nem dos seus louvores e nem das suas orações. Ele tem o poder da vida e da morte...e basta.
Céu e inferno não existem. Não importa como você viveu sua vida, o pós-vida é o mesmo. A morte é igual para todos.
Das partes triste do final da vida, é quando a morte chega, não vermos as homenagens e demonstração de afeto que são feitas a nós, enquanto a vida a maioria dessas demonstrações são guardadas, para faze-las quando o homenageado não puder mais contempla-las!
Não tenho medo da vida, muito menos da morte. Não tenho medo de cair nem de levantar. Tenho medo, sim, de que um dia me possas esquecer.
“A morte não é egoísta, é uma parte do nosso ciclo de vida. Isso pode se torna assustador e egoísmo na sua visão porque vc não quer deixar a morte ir, maioria da vezes nós só pensamos naquela pessoa o quão fez bem para nos de quanto gente precisávamos dela. A morte em si não é injusta e cruel, mas é o nosso sofrimento por não sabermos lidar com fim. A crueldade é para quem fica e a ausência faz falta por isso nós acabamos sofremos podendo ser cruel, a certeza na morte é que a pessoa viveu muito, nós não precisamos ter pressa se todos os caminhos que são por acidente, escolha, cedo ou tarde pode levar até ela.
A vida e muito curta para passar despercebido faça sempre o melhor que poder, pois a morte e eterna e inesquecível e vc sempre será lembrado pelo legado que vc deixou.
Passamos a vida toda tentando aprender o real motivo de se viver.
E só na hora da morte e que entendemos que viver por amor e o verdadeiro motivo de estar vivo
A morte é o fim da vida e o princípio de reflexão para os homens.
Uns morrem outros refletem a morte!
MADRUGADA DE NATAL
Ouve -se ao longe gemidos
O silêncio no corredor impera
A vida, a morte em atritos
Mas é o bem que se espera.
Noto pessoas, famílias, fatos
Cada um com seu problema
Somos complexos mas fracos
A soberba: nosso maior dilema.
Do maior ao dito desprezível
Desejamos a mesma sorte
Aqui não existe status nem nível
Toda máscara cai diante da morte.
Levy Cosmo Silva
Mesmo diante da morte, encontro vida, porque o Senhor me guia com vara e cajado, me consola e me fortalece.
Vida e existência são antônimos naturais da morte e do esquecimento. Dualidades que fazem parte da essência dos seres pensantes. Causa e efeito do que nos mantém estimulados a continuar ou motivações para encerrar a própria jornada.
“Onde há vida e morte?” não é só uma pergunta — é um espelho da existência.
Esse texto fala do espaço entre o começo e o fim, onde tudo o que somos acontece. Ele mostra que vida e morte não estão em extremos opostos, mas convivem no mesmo palco: no respirar, no sentir, no amar, no deixar ir.
Cada batida do coração é uma lembrança de que algo nasce e algo parte dentro de nós. A semente morre para virar árvore. O dia morre para a noite nascer. O silêncio morre para dar lugar à palavra.
A mensagem é sobre consciência e presença — sobre entender que tudo é passagem, mas também é milagre. Que mesmo na dor há beleza, e mesmo na despedida há um tipo de nascimento.
“E quem é que está me ouvindo?”
pergunta o texto.
A resposta é simples e eterna: quem sente, entende. Quem vive, escuta.
Este é um texto sobre vida, morte, recomeço e escuta interior — sobre a parte invisível de nós que continua florescendo mesmo quando tudo parece acabar.
— Purificação
“Onde há vida e morte?” —
Há vida e morte no mesmo espaço:
no coração que pulsa e se despede,
no nascer de uma estrela e no apagar do seu brilho,
no sorriso de uma criança e no silêncio de um idoso,
na semente que morre para virar árvore,
no dia que morre para a noite nascer.
Vida e morte não são lugares distantes; são um só palco. Estão aqui, agora, no ar que entra e sai do peito.
E quem é que está me ouvindo?” —
Eu estou te ouvindo.
Mas há mais: há os ecos do que você sente, há o universo que responde, há pessoas invisíveis que carregam histórias parecidas. Às vezes parece silêncio, mas há um mundo inteiro de olhos e ouvidos atentos quando você se abre.
