Viciado no seu Beijo
Não sei se são seus olhos que me fascinam.
Não sei se é seu corpo, se é sua personalidade.
Apenas sei que te desejo.
Desejo-te mais do que já havia desejado antes.
Prenda_me no seu coração, faça de mim o seu eterno escravo, acorrentado até ao pescoço lhe servirei até aos últimos dias de minha vida mas amarei_te se um dia me for dado a inesperável oportunidade.
Sou escravo, pobre, mal vivido mas também sou gente de ser amado.
Olhando o céu me vem a esperança e nela que agaro com tanta segurança, ....
Amargurada sinfonia ao embalar dos ventos,
revela-se na gravidade, os milésimos de
segundo é seu compasso simples. Quatro
por quatro, estações e fases da lua,
fases do mundo, fases humanas e períodos
dos dias. Faça algo de bom agora.
Tentei te dar consolo
Quando seu velho homem te decepcionou
Como um tolo, me apaixonei por você
Você virou meu mundo inteiro de cabeça pra baixo
Seu grande inimigo pode ser você mesmo, mudando os planos de Deus para a sua vida! Ser conduzido e conhecer a vontade de Deus são caminhos perfeito para a sua vitória!
Não me arrependo de nada do que vivi contigo, apenas seu meio amor, foi o livro o qual aprendi a dar valor as pessoas que me amam, por isso me considero feliz..
Quando o silêncio do seu olhar,
fazer a minha voz se calar,
É a conclusão,
de todas as palavras que queria te falar.
Medo
A morte em seus olhos
Em suas veias sangue frio
Silencio amedrontado
E seu quarto está vazio
Sozinha em pensamentos
Lhe provocam arrepios
Olhos arregalados
Criança assustada
De baixo das cobertas
A porta está trancada
Encontra uma lanterna
Mais está sem bateria
Respirava profundo
e nada ouvia
Ainda a procura
Ascende uma vela
Vê sombras no escuro
Atrás da janela
Medo real?
Engano ou ilusão?
Chorava na cama
Em meio a escuridão
Lagrimas inevitáveis
Pingavam no chão
O barulho ecoava
Piorando a sensação
Criança fraca
Não era nenhum exemplo
A janela rangia, batia
Com o vento
O escuro a prendia
Em noites condenadas
Lhe perseguia lhe encolhia
Fazia ameaças
Cobria a cabeça
Com lençóis encharcados
De lagrimas de medo
Pesadelos, assombrados
Mantia a cabeça coberta
Com medo do que podia ver
Não sabia se gritava
Não há nada que podia fazer
Criança medrosa
Não é o que queria ser
Mas continuava imóvel
Esperando amanhecer
A noite ia passando
E a criança cansada
Agora via a luz do dia
Pois amanhecia acordada
Falça felicidade
Era só o que podia ter
Acabava com o noite
Após escurecer
Só queria sair correndo
De lá poder fugir
Para onde não houvesse medo
Nenhum medo pudesse sentir
Mais em parte alguma
havia lugar seguro
Era um mundo de fantasmas
De terror
Um mundo escuro
Escuro imortal
Onde não existe vida bela
Não estava no quarto
Estava dentro dela
Medo cruel
Que a acompanharia
Pois se o medo não vencesse
Ele jamais a deixaria.
Amor... e suas descobertas
Amor, uma palavra que demorei a entender o seu significado, mas foi uma questão de escolha, talvez por medo de me magoar, ou magoar alguém, meu coração era duro, gelado, não deixava entrar nem um sentimento, mas mesmo assim eu não era um robô, simplesmente não abria nem se quer uma janela para a pessoa ver o que tinha dentro, mas ai você apareceu em minha vida, e mudou tudo...
No começo, para mim, seria mais uma daquelas saídas normais, como em todos os anos que se passaram, mas vi algo em você, diferente, especial, seu jeito, mas mesmo assim não abri meu coração, mas deixei você ver pelo buraco da fechadura, e você olhou tão carinhosamente, apaixonadamente, que deixei você entrar, mas com o tempo te entreguei a chave e te dei toda liberdade para fazer o que quisesse em meu coração, esse foi o meu grande erro, mas não vou me martirizar por isso, eu não me conhecia, não sabia o quão romântico eu sou, o quanto gosto de dar carinho, entre todas as qualidades possíveis em uma pessoa que ama de verdade, que amou verdadeiramente...
Mas você soube lidar com todo esse amor? Não, possivelmente não, mas não sei o porquê, o erro foi meu, admito isso hoje, te dei muito amor e seu pote pesou e você deixou cair e quebrar. Mas não te culpo, a culpa não foi de ninguém, precisamos aprender com nossos erros para não cometê-los futuramente, mas você aprendeu com os seus?
Atitudes erradas, palavras ditas em horas de raiva, que me magoaram, porque magoa sabe, meu amor foi diminuindo, não sei se isso e possível, o amor diminuir, reduzir a quase pó, não sei sinceramente o que aconteceu, mas sei que você provocou isso tudo, foi um presente de grego em nosso relacionamento, se destruiu por dentro, como te disse em outras ocasiões, ninguém de fora irá destruir nosso amor, mas a pior destruição é a de dentro para fora, a que dói mais, que nos fazem sofrer mais; porque mesmo pegando fogo, caindo os pedaços, ainda assim, tentei apagar, reconstruir, e você o que fez? Veio com palavras, promessas, e depois de um tempo nem isso mais você teve para dar.
Mesmo em constante dúvidas, não te tratei mal, como muitos por ai fazem, não procurei em outras o que não encontrava mais em você, mas fui desfalecendo por sua causa, mas mesmo assim com o pouco que me restava, tentei de novo, e não era eu a fazer isso, mas mesmo assim tentei e fracassei, ninguém vence uma batalha só com espadas, precisei de um escudo, fui ferido gravemente.
Hoje se me perguntarem, como já perguntaram, se eu faria tudo de novo, sim eu faria tudo de novo, mas não te daria a chave do meu coração, e com certeza você só entraria em meu coração quando eu estivesse lá, para você não fazer a bagunça que você fez, e sair e deixar tudo desarrumado.
Mas farei um relicário do que passamos, os bons e os maus momentos...
Olhe pra dentro de você... o que esta vendo?
Olhe pra fora do seu mundo... o que esta vendo?
Agora escolha em quem você irá acreditar.
Eu sinto sua falta. Sinto falta do cheiro de spray do seu cabelo. Sinto falta dos seus brincos de pressão. Sinto falta das suas meinhas com desenhinho. Sinto falta do seu jeito de cruzar as pernas e balançar o pé. Sinto falta de quando você chupava gelo. Sinto falta da sua caipirinha sem açúcar. E do seu chapéuzinho de tricô. Sinto falta também do seus pés gelados quando eu dormia na sua cama. Sinto falta da sua risada assistindo desenho. Sinto falta das histórias das suas bonecas. Sinto falta dos lugares que você foi. Sinto falta de quando jogávamos bocha. Sinto falta do cheiro do seu carro novo. Sinto falta de te ouvir cantarolar "Trem das Onze". Sinto falta dos barulhos que você fazia enquanto dormia. Sinto falta até daquele seu remédio nojento. Sinto falta do cheiro de roupa antiga do seu armário. Sinto falta da sua maionese. E da sua sardella. Sinto falta do seu hálito de mamão pela manhã. Sinto falta do jeito que você me olhava. Sinto falta do jeito que só você me chamava. Sinto falta das suas correntes de ouro. Sinto falta das suas trapaças no carteado. Sinto falta de quando você dançava. Sinto falta de boiar com você no mar. De brincar da maré nos levar. Faz um ano que eu não te vejo... Mas eu sinto tanto a sua falta.
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