Versos Longos de Amor

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Deixe o Amor fluir dentro de você


E viva feliz


E sorrindo pra valer


Para que todos possam ver...

Muito amor no coração
Positividade na mente
E a vida passando do lado
Feliz e sorridente

Em seu tempo
A águia de ROMA dominou o mundo


E hoje


É o AMOR quem domina tudo

Pior que um amor perdido


É não ter o amor sentido

Queria que o amor fosse uma flor
E eu o nariz a cheirá-la.

Ninguém te conta e nem contou
Quantas portas se fechou
Por falta de amor

Dúvidas vem e vão com as marés


Mas o Amor nos mantém de pé

O amor é um prato cheio até a borda
O gostoso comer tudinho
e lamber o prato bem devagarinho

Todo amor tem um lado verdadeiro e outro falso.


A questão é saber qual vai acabar primeiro.

Mergulhei velho na fonte da juventude


Por isso grito


"Jovens pulem de cabeça no amor"

O amor é assim...


Flores de esperança brotando em nosso jardim

Se aproxime do amor


Mas, devagarinho para não assustá-lo

Quando o amor não é de mentira
Se a tristeza está na festa
Ele chega ela se retira

Vamos plantar sementes


de AMOR nos jardins da mente

Quando o Amor não existe mais


A gente se cala
Se odeia
Se trai

Você pode ignorar a chuva e ainda assim ela continua caindo.

Você pode ignorar o amor e ainda assim ele continua fluindo.

Eu sou uma multidão de pecados


Mas o meu Amor é maior

Cuidado com o perfume do amor


Tem muito espinho disfarçado de flor

Amor bandido
Desejo não banido
Promessas não cumpridas
Distância maldita

O Preço da Travessia
O amor é um convite ao abismo,
um passo no escuro onde o chão não se vê.
O medo é o muro, o cinza mecanismo,
a trava na porta que impede o "você".

É o risco de ser, por inteiro, espelho,
de dar ao outro a chave do que guardei no fundo.
É ver o castelo, por mais que ele seja belo,
correr o perigo de se tornar pó, num segundo.

Quem teme a entrega, prefere a margem,
onde a água é mansa e o sol sempre brilha.
Mas a vida se perde em tanta paisagem,
se a gente não entra na própria trilha.

Amar é ceder o controle da maré,
deixar que o outro navegue o que é meu.
E o medo que sinto, de pé, quase em fé,
é o preço que pago por ser quem sou eu.

É o medo de, enfim, ser compreendido,
e, no fim da viagem, não ser mais um perdido