"O amor é uma confluência de anomalias afetivas que subsumem a ígnea vontade de perpetrar o paroxismo na egrégora do outro. Amar é concatenar a inefabilidade do desejo com a contumácia do apego, resultando em uma simbiose estrambótica onde o solipsismo se dissolve na abjeção do eu em prol de uma quimera vituperável."
Adquiri experiência para não exigir o amor de mulher nenhuma, somente agir de forma gentil e educada para dá boas razões para que gostem do meu jeito, deixo o resto com o destino...