E agora? Só a saudade que ficou,só as lamentações que tomaram conta do seu rosto em minha mente, só os dias, que como esses de Chuva, me aquecia em seus braços, sentia seu cheiro á todo momento, ria de tuas tolices, ou ate mesmo de tua petulância. No fundo ate sei que você sempre vai ser meu petiz,mas são declarações á parte, amanhã pode não chover...
Uma grande saudade de nós impulsionando as vagas e nos tornado assim enigmáticos, amantes do ponto e da linha, do caminho e do riso." O último verão em Paris, crônicas, 2000